1. Spirit Fanfics >
  2. A jornada de um bardo >
  3. Templo da deusa da vida

História A jornada de um bardo - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


se quiserem fazer mais uma sugestão de personagem para a party ta livre nos comentarios

Capítulo 3 - Templo da deusa da vida


Fanfic / Fanfiction A jornada de um bardo - Capítulo 3 - Templo da deusa da vida

Garen sacou sua rapieira e aparou o golpe que o elfo mascarado estava prestes a aplicar no anão

O elfo rapidamente retraiu sua espada ao perceber seu novo oponente

Eles entram em um duelo, espadas em choque em cima, em baixo, estocadas sendo desviadas

- não proteja esse anão jovem – disse o elfo – voce não sabe meus motivos

- os meus motivos são contra todo tipo de agressão de inocentes – disse garen ao se desviar de mais uma estocada

O anão arregalou os olhos ao perceber o alaúde nas costas de garen

Em um giro corporal garen acertou com sua rapieira causando um corte diagonal no peito do elfo mascarado

O elfo mascarado ao perceber o ferimento jogou uma boma de fumaça

- cof cof – garen tossiu e quando a fumaça se dissipou o elfo não estava mais ali

- que bizarro – disse garen

- obrigado humano – disse o anão se levantando se apoiando em seu machado por causa das suas feridas

- disponha – disse garen – qual o seu nome?

- é morin – disse o anão – sou um anao mercador e estava voltando de uma entrega de armas para a capital quando esse elfo me atacou

- Eu estou vindo da capital agora – disse garen – tenho uma entrega para fazer na universidade dos magos

Bem na hora que garen estava se despedindo para prosseguir viagem morin o chamou a atenção

- esse seu alaúde ai – disse morin – onde conseguiu ele?

- eu não gosto de falar sobre – disse garen – ele é uma lembrança de um passado ruim

- pois eu posso ser velho mas eu reconheço uma relíquia do ceifeiro quando vejo uma – disse morin

- o que? – disse garen incrédulo por o anao saber sobre sua aventura

- acontece que eu já fui clérigo – disse o anao se levantando com dificuldade e coçando sua barba – eu conheço bastante sobre as entidades, esse alaúde seu possui poderes mágicos

- serio? – perguntou garen – como posso descobrilos?

- bom primeiro me leva pra cidade pra eu tratar meus ferimentos – disse o anao – depois eu te explico o que eu sei sobre esse alaúde

- ah sim – disse garen – não estava a pensar, como poderia te abandonar ai tao machucado

Garen colocou seu cavalo para puxar a carroça de morin onde morin carregava sua mercadoria

- quando há coisas que voce só aprende depois dos 200 anos de vida – disse morin ao subir na carroça e fazendo um torniquete em sua perna esquerda

Garen ficou assustado ao ouvir a idade de morin mas logo se lembrou do que seu tio havia lhe ensinado, as raças humanoides desse mundo tem longevidade diferente, e 200 anos para um anao é tipo 40 anos para um humano

- qual seu nome garoto? – perguntou morin

- é garen – disse o humano

- entao, como eu ia dizendo, esse alaúde seu é magico – disse morin – dependendo da musica que voce tocar e a letra que tiver ele pode ativar poderes que nem os magos mais poderosos conseguem

Depois de ouvir isso garen largou as rédeas do cavalo deixando ele puxar a carroça sozinho e pegou seu alaúde

- e que tipo de magica eu posso tocar? – disse garen curioso

- muitos tipos – disse morin – mas agora voce precisaria de um livro para sabe-las, ou no seu caso uma partitura

Morin apertou seu ultimo torniquete estancando o sangue de seu braço

- já estamos chegando em ayuhan – disse garen – ali deve ter algum clérigo no templo pra te ajudar

Garen estacionou sua carroça perto do templo da vida e ajudou morin a descer

- deixa o alaúde no carro – disse o morin – eles não vao gostar de ver um item do deus da morte no templo da deusa da vida

Garen deixou seu alaúde na carroça e entrou no templo

- eu gostaria de pedir uma ajuda para meu amigo anao – disse garen – ele esta muito ferido

- certo – disse os clérigos – deixeme ver

O clérigo se aproximou e encostou sua mao no corpo do anao, e como magica as feridas do mesmo se fecharam

Depois o clérigo se aproximou de garen e socou seu ombro, a ferida da flecha que o atingira se também se fecha

- nós somos os servos da deusa da vida – disse o clérigo – ganhamos o poder de mãos de cura da própria entidade primordial

- nossa – disse garen

- eu acho que ele vai precisar ficar aqui a noite – disse o clérigo – pra poder se recuperar

- ok – disse garen saindo do templo

Garen percebeu que já estava tarde

- essa viagem demorou muito tempo – disse garen – terei que achar um lugar pra passar a noite...

Já era tarde da noite quando ela saiu, já que era de noite quando todos estavam dormindo e ele podia agir

Do topo do telhado de uma estalagem era possivel observar o seu objetivo através da sua luneta

- la esta ela – disse o halfling atrás do seu capuz – o templo da vida, mas primeiro...

o halfling empurrou um barril abaixo e ele caiu e se quebrou a uma esquina do templo

- vamos ver o que aconteceu! – disse um dos guardas que vigiavam o templo

o halfling jogou uma corda com laço amarrando bem na telha do templo, assim, ele saltou com sua corda para dentro através de uma janela aberta aproveitando o seu tamanho pequeno e compacto

- ROOONC – um barulho muito alto ali do lado chamou a atenção do halfling, mas era só um anão velho dormindo

- deve estar por aqui – disse o halfling ao procurar pelas plateleiras do altar – ahá!

O halfling tirou um amuleto com um símbolo de coração em espiral – agora é só eu dar o fora

- era só um barril besta – disseram os guardas voltando para o seu posto

- vish – disse o halfling – melhor eu sair agora

O halfling já ia dar no pé quando uma coisa o puxou pelo ombro

- onde pensa que vai? – perguntou morin ao acordar – voce não pode entrar e roubar um item precioso assim e sair impune

- oh não voce é um dos clérigos? – perguntou morin

- não – disse morin – mas tenho certeza que pagariam muito bem se eu entregasse um invasor assim

O halfling viu seu próprio reflexo na armadura de morin que ele usava até quando dormia

- por que roubou esse amuleto? – perguntou morin

- voce não entenderia – disse o halfling

- voce é muito mal educado hein – disse morin – acho que vou te entregar para as autoridades, mas eu tenho um serviço que voce seria útil, o que acha?


Notas Finais


o halfling ladino deve aceitar a proposta de morin?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...