História A Justiceira - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 642
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - O Hospício


Fanfic / Fanfiction A Justiceira - Capítulo 2 - O Hospício

No momento em que, acordei eu estava com uma camisa de força, e numa sala trancada. Eu simplesmente não entendia o que estava acontecendo, mas tenho a absoluta certeza de que armaram para mim, e algo me diz que foi a mesma pessoa que me atropelou. Só não conseguia entender o porquê eu estava naquele quarto, trancado e sozinha. Aquilo lá me parecia muito um manicômio, e a única pessoa que só pode ter planejado tudo isso para ser dono das terras de minérios, era nada mais e nada menos que, o Afonso. Só ele para armar uma arapuca e chegar a ser uma pessoa manipuladora, por alguns diamantes e ouro. Precisava pensar numa maneira de sair dali, mas eu tinha que tirar a porra daquela camisa de força de mim, preciso achar um jeito de sair desse hospício. Aquilo não poderia ficar assim, pensei em várias maneiras de tirar aquela camisa de força. Nenhuma delas era algo útil, todas precisava usar meus braços. O ruim disso, é que isso aconteceu justo agora que eu vim ficar com que era meu por direito. E agora não posso nem telefonar para meu pai, já que eu sou “louca”. Não entendo porque ele manipulou esses psiquiatras, para ficar com as terras da minha amada e falecida mãe, e do meu avô.

 — Ora.... Ora.... Espero que se acostume com seu novo lar, ex-herdeira! — Berrou enquanto ria do meu estado.

— Saiba que isso não irá ficar assim! — Eu voltarei, e tomarei o meu lugar novamente! — Lancei raivosamente.

— Não se preocupe, porque até lá, eu irei cuidar muito bem das nossas… quer dizer, das minhas terras de minérios. — Advertiu sarcasticamente.

— Não sei como deixaram você entrar! — Saia daqui antes que eu....

— Me responda, o que você irá fazer se eu não sair? — Você é apenas uma ratinha que caiu na ratoeira, está simplesmente imóvel, do que jeito que o papai gosta. — Murmurou se aproximando maliciosamente.

Cenas fortes a seguir, se não quiser ver pule, e continue lendo no outro parágrafo.

Nesse instante, ele começou a desabotoar sua camisa, e depois começou a tirar seu cinto e logo após, abaixou suas calças, enquanto se aproximava de mim.

— Quero uma boquete agora, sua vadia! — Mandou enquanto começou a descer sua cueca box devagar.

No momento em que faltava bem pouco para me fazer chupar seu membro, o psiquiatra estava andando em direção ao quarto, quando ele começou a rapidamente se vestir. 

 — Poderia se retirar, ela precisará de descanso. — Disse apontando para a porta. 

— Depois nós dois continuaremos a nossa conversa, e da próxima vez irei me certificar que ninguém irá nos impedir, linda. — Sussurrou enquanto me beijava na bochecha. 

Leia aqui.

— Doutor me ajuda, me tire daqui eu não sou louca! — Gritei enquanto caia uma lagrima.   

— Não é exatamente isso, que mostram nas imagens. — Afirmou enquanto ligava a tv.

Ele ligou a televisão, e eu não acreditei quando vi que tinha agredido um dos médicos, aquilo só poderia ser montagem, depois ele chamou o médico e ele realmente estava com um olho roxo. Não conseguia acreditar que eu realmente tinha agredido alguém, e ainda mais sendo um médico. Algo que não se encaixava era que, aquelas filmagens estavam muito apagadas, consigo me enxergar ali, só que mesmo assim é difícil de acreditar na merda que eu fiz.

— Fica tranquila, eu ainda tenho uma testemunha. — Entre minha querida testemunha! — Mandou apontando para porta.

— G-G-Gertrudes? — Perguntei completamente espantada.

— Ela estava no exato momento em que tudo aconteceu, ela me disse que tinha uma entrega para fazer a sua irmã, e acabou vendo tudo acontecendo, não foi isso? — Questionou-a seriamente.

— Querida infelizmente, você sofreu um acidente e levei você ao hospital, e eles e confirmaram e me disseram que a batida foi tão forte que te deixou louca, e que a última alternativa era o hospício. — Relatou chorando.

— O que? — Perguntei perplexa.



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