História A Justiceira - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - A Fuga do Hospício


Fanfic / Fanfiction A Justiceira - Capítulo 3 - A Fuga do Hospício

 — Ela estava no exato momento em que tudo aconteceu, ela me disse que tinha uma entrega para fazer a sua irmã, e acabou vendo tudo acontecendo, não foi isso? — Questionou-a seriamente.

— Querida infelizmente, você sofreu um acidente e levei você ao hospital, e eles e confirmaram e me disseram que a batida foi tão forte que te deixou louca, e que a última alternativa era o hospício. — Relatou chorando.

— O que? — Perguntei perplexa.

— Querida me desculpa, por favor. — Implorou arrependida.

— Saia daqui, não quero vê-la nunca mais! — Gritei enquanto me sacudia sob a cama.

— Moça se retire, por favor. — Pediu delicadamente.

— Espero que um dia você possa me desculpar, saiba que tenho um carinho enorme por ti. — Respondeu chorando enquanto se retirava.

— Agora, chegou a hora do seu banho de sol. — Proferiu enquanto tirava a camisa de força.

— Obrigada. — Respondi sorrindo falsamente.

Não pensei duas vezes, corri rapidamente para a porta daquele quarto, e depois eu fechei aquela porta, e aceleradamente fui na direção do banheiro procurar por uniformes de médicos, ou algo do tipo, comecei a procurar por roupas, mas para meu azar entrou dois médicos no banheiro.

— Hoje é você ficará de plantão, ok. — Ordenou esboçando um sorriso.   

— Ok, aproveito e fico de olho na Eliza Stuart. — Respondeu tirando a sua camisa.

— É isso aí, garoto. — Disse enquanto olhava tirando sua camisa.  

— Venha aqui! — Ordenou enquanto desabotoava sua calça.

Eles começaram uma transa, só que não contava que estava observando tudo, e tinha algo em mente para poder fugir daquele lugar. Enquanto eles estavam distraídos, peguei uma de suas roupas sem que eles percebessem e a vesti, e logo depois eu me retirei. Por sorte, consegui fugir daquele lugar irreconhecivelmente. Precisava de um disfarce, eu tenho a absoluta certeza que se caso eu voltar, ele irá me por novamente num hospício. Andei pela cidade a procura de novos estilos, para ele não me reconhecer de nenhuma forma. Passei em duas lojas até que achei o que eu realmente queria, agora sim, estou pronta para voltar sendo “capataz” só assim ele não recusará em me contratar sua “fazenda”. Precisava passar a noite em algum lugar, então vi uma pequena pensão aberta, não pensei duas vezes, aluguei um quarto, só que dei um documento falsificado, não poderia cometer um erro grave assim de cara.

— Moça, o único quarto “vazio” que nós temos é o 205, a pessoa que utiliza ele quase não aparece, mas paga todo mês, parece que ele está passando as férias aqui, mas mora em Miami. — Disse entregando-me a chave.

— Obrigada, irei passar só alguns dias. — Respondi em direção ao elevador.

Andei em direção ao elevador, e neste momento me esbarrei com um cara que também iria entrar no mesmo elevador.

— Pôde passar, apressadinha. — Riu.

— Engraçado você, estou rindo muito. — Respondi revirando os olhos.

— Você é nova, não é? — Nunca te vi por aqui. — Disse sorridente.

— Sim, precisava de um lugar para ficar, já que me mudei a pouco tempo. — Respondi olhando as horas no relógio.

— Entendi, qual é o seu nome? — Perguntou pegando uma caixa de aliança em seu bolso.  

— Meu nome é....

Nesse momento, o elevador começou a piscar as luzes, e repentinamente o elevador parou, fazendo a gente cair no chão, um em cima do outro.

— Me desculpa. — Disse saindo de cima dele.

— Pelo contrário, a culpa foi toda minha. — Respondeu sorrindo.

— Percebi que estava com uma caixa de aliança na mão, com todo respeito, você irá se casar? — Perguntei observando a pequena caixa em sua mão.

— Não sei se eu realmente deveria pedi-la em casamento, sinto que ela não é a mulher ideal para mim. — Retrucou enquanto olhava para a caixa com a aliança.

Nós se olhamos profundamente, e estamos perto de se beijarmos, porém, o elevador voltou a funcionar, e de cara ele se encontrou com a mulher dele nos olhando seriamente.

— Eu posso saber o que significa isso? — Perguntou enquanto interrompia o nosso beijo.  



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