História A Lenda da Princesa Guerreira - Capítulo 7


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Categorias (G)I-DLE, 2NE1, Big Bang, Blackpink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Minnie, Sandara Park, Shuhua, Soojin, Soyeon, T.O.P, Yuqi
Tags (g)-idle, 2ne1, Aventura, Bigbang, Blackpink, Fantasia, Jennie, Jisoo, Lisa, Minnie, Romance, Sandara Park, Shouju, Shuhua, Soojin, Soyeon, Tabisan, Top, Topdara, Yuqi
Visualizações 7
Palavras 1.725
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Fluffy, Magia, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


quem shipa Tabisan/TOPDARA aqui?
eu shipo forte, só olhar minha outra fanfic kkk

Capítulo 7 - Beijo lunar.


Fanfic / Fanfiction A Lenda da Princesa Guerreira - Capítulo 7 - Beijo lunar.

Éramos tão felizes antes de tudo acontecer. Eu, você e a mamãe.

De repente, o espelho gigante de Rosé estava em frente à Seunghyun novamente. Dessa vez ele viu uma nova cena. Algo que parecia ele e Sandara, talvez no tal Reino Lunar, juntos, prestes a se beijarem romanticamente.

- Seunghyun? Está me ouvindo?

- Hãm?

- Querido, você está pensando em que? Nunca te vi assim tão distante.

- Desculpe, é que ainda estou afetado pelo terremoto de ontem.

- Hahaha! Meu bem, todos nós ficamos. Talvez você queira ir pra um lugar mais reservado.

- Acho melhor voltar pra minha casa.

- O que?

ShuHua não entendeu a atitude do amado. Mesmo assim aceitou que deixassem o restaurante.

Seunghyun deixou ShuHua na porta de seu condomínio e seguiu para casa. Enquanto dirigia, viu de novo o espelho gigante flutuando em sua frente. Dessa vez a cena completa entre ele e Sandara do passado.

Seunghyun ficou paralisado. O espelho gigante sumiu e ele parou em meio à avenida lotada de carros buzinando atrás dele.

Sandara estava trabalhando muito, igual a todos os dias. E naquele dia, mais uma vez, ela estava atendendo o casal de velhinhos que tanto gostava dela.

- Somos seus clientes VIP. Te damos muita sorte, não é, querida? – disse a velhinha gentil.

- Sim. Vocês são meus clientes preferidos – agradeceu Sandara. Ela segurava seu bloco de anotações e não percebeu que alguém entrou no Café de modo inesperado.     

Ela virou para ver quem era e deu de cara com ele.

- Seunghyun? O que está fazendo aqui?

- Vim para saber se é verdade.

- Saber o que?

- Se é verdade que a gente se beijou há cem anos atrás.

- O q-que você disse?

O casal de velhinhos viu a cena toda. Seunghyun tascou um beijo de verdade na funcionária do Café. Todos os clientes ficaram olhando, inclusive um grupo significativo de meninas fardadas que estavam na fila do caixa.

O Seunghyun está aqui! E está com uma garota!

Sandara não teve tempo para raciocinar, apenas ficou tonta por ter sido agarrada daquela forma tão inesperada.

O casal de velhinhos bateu palmas após o beijo.

- Uau! Isso que eu chamo de beijo de cinema. É seu namorado, querida? – perguntou a senhorinha.

O pequeno grupo de meninas começou a gritar e isso provocou uma confusão no Café.

Ele a beijou na frente de todo mundo! Ela é a namorada dele?

Sr. Yong chamou os seguranças e pediu que Seunghyun se retirasse imediatamente do local.

Enquanto as fãs de Seunghyun ficaram se espremendo na porta de vidro do Café para saber quem era a sortuda que tinha recebido o beijo, Sandara ficou escondida atrás do balcão, morrendo de vergonha, e sentindo algo muito estranho.

O amigo Juno se aproximou.

- Você tá bem? O que aquele cara fez com você? Ele te machucou?

- E-estou bem. Ele não me machucou.

- Então porque ficou assim?

- A-assim como?

- Parece que vai desmaiar, ou vomitar; ou as duas coisas.

Sandara estava pálida. Todos estavam ao redor dela, abanando, e olhando de forma curiosa.

O chefe sr. Yong pediu que os outros funcionários se afastassem e ficou sozinha com ela para conversarem.

- Sandara, tenho você como se fosse minha filha, e por isso me preocupo. E, portanto, não posso permitir que um sujeito mal-intencionado entre aqui e ataque você. Se quiser, posso chamar a polícia e pedir que ele seja proibido de frequentar nosso estabelecimento.

- Agradeço muito, mas não precisa se preocupar tanto, sr. Yong. Apesar da vergonha e do susto, estou bem.

- Tem certeza? Tenho medo que agora você seja alvo de algum tipo de represália. Esses ídolos são envolvidos com gente maliciosa.

- Está falando das fãs?

- Elas também podem ser bem perigosas.

- Elas são inofensivas.

- Se quiser ficar em outro setor, mais protegido do público, posso remanejá-la hoje mesmo.

Sr. Yong era o chefe mais legal do mundo. Nunca no mundo poderia existir alguém tão gentil e compreensivo. Sandara se sentiu superprotegida, mas também não queria transformar o “incidente do beijo” em um caso de polícia.

- Sr. Yong, agradeço sua preocupação comigo, mas não posso mudar a rotina dos trabalhos aqui no Café só por causa de algumas adolescentes apaixonadas. Fique tranquilo. Não terá nenhum problema. Se ocorrer algo fora do comum, como fãs tentando me estrangular, juro que grito por socorro.

Sr. Yong riu e Sandara ficou feliz por deixá-lo mais tranquilo.

O Café voltou ao normal. Funcionários voltaram às suas atividades e os clientes estavam confortáveis e conversando em suas mesas.

Sandara estava atendendo normalmente, com seu bloco de anotações cheio de pedidos. Ela recebia suas gorjetas e sorria educadamente, mas por dentro estava contando os minutos para terminar o expediente e ir tirar satisfação com alguém.

Na saída do trabalho, Sandara foi correndo até o ponto de ônibus. Se o metrô não estivesse interditado chegaria bem mais rápido. A raiva foi seu melhor combustível.

Juro que ele vai pagar pelo vexame que me fez passar!

Ela usava o gps do celular para encontrar o endereço.

- Se esse gps estiver certo ele deve trabalhar aqui – falou sozinha enquanto visualizada a tela do celular.   

Sandara chegou ao local, que ficava um pouco distante do centro. Era um edifício enorme todo espelhado. Antes de tentar passar pela porta giratória, ela foi barrada por um segurança.

- Ei, mocinha, onde pensa que vai?

- Preciso falar com uma certa pessoa idiota que trabalha aqui.

- O que disse?

O segurança olhou para ela de um jeito estranho e chamou outro segurança.

- Precisa de permissão e um crachá para entrar. Somente proprietários e funcionários autorizados têm acesso.

- Não preciso de permissão coisa nenhuma. Se não me deixarem entrar, vou chamar a polícia.

Sandara ficou nervosa e algo muito estranho aconteceu: o pingente do colar que estava usando brilhou forte.

Os seguranças se afastaram e abriram caminho para que ela passasse. E ainda lhe deram um cartão de acesso livre na catraca eletrônica. E isso foi bem estranho.

Ela parou no balcão da recepção para perguntar qual andar era o escritório e foi muito bem recebida pela gentil secretária. E isso também foi estranho.

Entrou no elevador e suspirou fundo.

- Oh, céus! Consegui! E foi fácil demais. Aquele arrogante nem imagina que acabei de passar por dois seguranças armados.

Um sorriso de satisfação e logo depois um frio na barriga. Ela estava prestes a entrar no local de trabalho do famoso Choi Seunghyun e provavelmente dar um tapa na cara dele pelo que fez.

Ela estava controlando todo o ódio para o tão esperado momento.

Finalmente chegou ao andar desejado. Andou por um longo corredor até chegar a porta 1.412.

Bateu com determinação, mas não houve resposta. Novamente, também ninguém atendeu.

Sandara ouviu um barulho estranho vindo de dentro da sala. Ouviu passos e alguma coisa quebrando. Por baixo da porta, pôde uma sombra passando rapidamente.

Outro barulho, dessa vez mais forte. Ela se assustou. Bateu insistentemente. Nenhuma resposta.

O colar brilhou de novo e uma força misteriosa a fez empurrar a porta até que abriu de vez.

Sandara não conseguia entender o que estava acontecendo, mas logo viu que Seunghyun estava caído no chão e parecia ferido.

- Meu Deus! Seunghyun! O que houve?

Ela tentou reanimá-lo, mas antes que descobrisse o que o atingiu, alguém a ataca por trás e ela cai. Sandara se defende, novamente o colar a protege e ela consegue golpear a pessoa.

- Quem é você? – ela pergunta.

A mulher se posiciona atrás da cortina e olha intensamente para Sandara.

- Da próxima vez não estará aqui para salvá-lo, princesa.

- O q-que?

A mulher se jogou da janela tão rápido que Sandara não teve tempo de pensar. A sala estava bagunçada e alguns cacos de vidros espalhados no chão. Um dos deles estava sujo de sangue e isso a deixou desesperada.

- Meu Deus! Está sangrando!

Ela o segurou nos braços com cuidado. A testa de Seunghyun tinha o corto profundo e ele estava acordando devagar. Ao abrir os olhos e ver que ela estava ali ele sorriu e ao mesmo tempo gemeu de dor.

- Cabeça de vento. Veio para me salvar ou me matar?

- O que está dizendo? Tinha uma pessoa aqui e ela se jogou pela janela igual a uma coruja gigante. Pro seu governo, eu salvei sua vida.

Seunghyun levantou, estava um pouco tonto, mas pôde ver o rosto assustado de Sandara.

- Ela se jogou pela janela? Quem levou uma pancada na cabeça fui eu. Você só pode está tendo uma alucinação.

- Eu salvei sua arrogante vida e é assim que me agradece?

- Não seja grosseira. A minha cabeça ainda dói. Dá um tempo pra eu entender que outra pessoa tentou me matar além de você.

Sandara em enfureceu, mas voltou a ficar preocupada porque a testa de Seunghyun começou a sangrar de novo. Ela pegou um lenço que estava na mesa e o ajudou a estancar o sangue.

Suas mãos inevitavelmente se tocaram. Sandara sentiu algo forte ao ficar tão próximo dele. O rosto de Seunghyun ainda era belo, mesmo manchado de sangue.

- Posso saber como entrou aqui?

- Pela porta.

- Perguntei como passou pela segurança?

- Vim aqui porque queria tirar satisfações, mas acho que não está em condições de receber uns tapas meus.

- Veio até aqui para me dar um tapa? Passou pelos seguranças para brigar comigo?

Ela suspirou fundo e quase não conseguiu falar.

- Quem você pensa que é para sair beijando as pessoas por aí? Me fez passar o maior vexame no meu local de trabalho.

Seunghyun apertou o lenço contra o corte e sentiu muita dor, mas logo mudou a sensação ao ver que o rosto dela estava vermelho.

- Desculpe, cabeça de vento. Eu apenas tirei a prova para saber se o que Jisoo e as garotas disseram era verdade. E sabe qual foi a conclusão que cheguei?

- O q-que?

- Não sei direito, mas eu gostei.

O rosto de Sandara ficou tão vermelho a ponto de quase explodir. Seu coração disparou que nem louco.       

Os dois estavam muito perto, sentindo as respirações um do outro. Outro beijo estava prestes a acontecer quando alguém entra de repente na sala.

- Baby?!


Notas Finais


adoro um casal!
Gente, a vida de Sandara tá cada vez mais maluca kkkk


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