História A lenda de X - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Ação, Escolar, Heróis, Vigilante
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Palavras 993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Adolescente, Luta, Saga, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Ameaças


Era fim de aula. Sebastian estava organizando sua mochila quando Sarah encostou e olhando seriamente para ele disse:

- Você vai né? Hoje à noite?

Arrumando a mochila, ele respondeu:

- Tenho que falar com minha mãe.

Sarah então segurou o rosto dele e o fez olhar para ela. Sebastian nunca havia olhado o rosto dela de tão perto. Seus olhos eram azuis como o mar, seu rosto havia um formato divino. Ela era a menina mais bonita que ele já vira em toda a vida:

- Por favor, vá. Dentre todas as pessoas que eu chamei a única que eu realmente quero que vá é você.

Sebastian ficou paralisado, não sabia o que responder. Parecia hipnotizado pelos olhos da garota, quando retornou a si respondeu:

- Vou fazer de tudo para ir.

- Obrigada! – Sarah então o abraçou. – Te vejo lá.

A menina saiu. Sebastian estava sentindo algo único, e então deu um sorriso bobo e partiu em direção ao ônibus.

Chegando em casa viu que tudo estava escuro. Procurou a sua mãe, mas não a achou. “Eu vou para a festa, fico um pouco e depois vou fazer a vigilância”, pensou. Quando abriu a porta e ligou a luz do quarto tomou um susto:

- Boa Noite X. – Disse um homem sentado na cama do Sebastian segurando a máscara do X na mão.

- Quem é você? – Gritou Sebastian partindo para cima do homem.

O Homem desviou da investida e respondeu:

- Pare garoto! Não vim machuca-lo. Meu nome é Carlos, vim a mando do Senhor Morsa. Ele quer marcar um encontro com ti no escritório dele.

Sebastian parou:

- Quem é esse tal Morsa? Onde está minha mãe? – Perguntou gritando.

- Hoje é sexta-feira. Ela tem plantão. Não fizemos nada com ela. – Disse Carlos olhando para as medalhas de Sebastian. – Quantas medalhas garoto. Um prodígio. O Senhor Morsa é o líder de todo o crime de Vila Pequena, ele está com bastante raiva de você por está atrapalhando a vida dele. A notícia na televisão foi à gota d’agua. Por isso ele me mandou aqui para chama-lo para uma reunião agora.

- E se eu não for? – Perguntou Sebastian.

- Não tem essa opção garoto. Tem dois homens nossos na porta do hospital, se você não for. Possivelmente eles vão machucar sua mãe. Escolha garoto.

Sebastian parou, cerrou os punhos e disse:

- Eu vou.

- Coloque seu uniforme. O Senhor Morsa não sabe sua identidade secreta. Estarei esperando no carro.

Carlos saiu do quarto. Sebastian pegou a máscara e pela primeira vez em anos chorou. Um choro de raiva. Colocou seu uniforme quando seu celular tocou, ele viu que era Sarah. Mas rejeitou a chamada. Saiu do quarto e foi para a limusine parada em frente de sua casa. Entrou e sentou de frente com Carlos. Que usava o celular:

- Esse seu uniforme é horrível, garoto! – Disse Carlos.

Sebastian não respondeu. Carlos então deu a ordem para o motorista. O carro passeou Vila Pequena toda, inclusive passou de frente da casa de Sarah, onde Sebastian pode ver a garota usando um belo vestido rosa, mas seu rosto era triste conversava com um garoto de outra turma quando olhou para a limusine e seus olhos pareciam encontrar Sebastian. Porém ele a pediu de vista. Quando chegou ao maior edifício de Vila Pequena. O motorista abriu a porta e Carlos desceu primeiro. O coração de Sebastian disparava como nunca, não sabia o que estava acontecendo com ele naquele dia. Nunca havia emoções. Mas naquele dia provou de várias. Os dois foram em direção ao elevador, e foram subindo até o ultimo andar. A porta abriu. Carlos ficou parado. E Sebastian entendeu. Era só ele que iria prosseguir. Sebastian abriu a porta, ele deveria agir como o X, o homem sem medo, mas seu coração disparava e ele estava inseguro. O alto homem gordo estava olhando a cidade. Quando virou:

- Olá, X! – Falou Morsa com uma voz assustadora. – Sente-se.

Sebastian foi e sentou na cadeira na frente da mesa, quando a cadeira prendeu seus pés e mãos.  Morsa pegou suas luvas de ferro e sentou na frente de Sebastian que debatia para tentar sair:

- Não adianta. – Falou Morsa – Sabe por que eu te chamei aqui? Você anda me dando muito prejuízo. E eu vim fazer uma espécie de acordo com você. Eu te deixo vivo, e você desiste de ser o X. Ou você continua e eu mando matar todos que você ama e eu mato você pessoalmente. Escolha.

Sebastian não respondeu.

- ESCOLHA! – Gritou morsa e aplicou um soco com as luvas no rosto do Sebastian.

Sebastian sentiu uma dor inimaginável, seu rosto estava agora coberto de sangue, mas ele não respondera. Morsa então aplicou um golpe na perna de Sebastian que gritou de dor:

- Eu... – tentava falar Sebastian –... Paro! Por favor, me deixa ir.

- Quem diria que sobre pressão o monstro da noite seria apenas um garotinho. O mundo não é uma história em quadrinhos. Viva sua vida sem atrapalhar os outros. Pode ir.

Sebastian agora estava livre e então ele partiu em direção do Morsa. Que aplicou apenas um soco na barriga do Sebastian que caiu e cuspiu sangue ao tentar levantar:

- Carlos! Tire ele daqui! – Gritou Morsa pegando um pano para limpar o sangue de suas luvas.

Carlos entrou e colocou Sebastian nos ombros e foi em direção para o carro. Sebastian estava tonto, vomitou no carro. E quando chegou em casa teve dificuldade ao descer. Carlos o levou até a janela do quarto e ajudou ele a entrar:

- Por que... – Sebastian tentou falar - está me ajudando?

- Eu conheço seu pai, Garoto. Ele pediu para cuidar de você até o tempo certo. Estou de olho em ti.

Carlos então saiu, Sebastian teve dificuldade em tirar suas roupas e se jogou na cama. Seu celular tocou novamente, mas ele não conseguia se mexer. Havia 15 ligações perdidas de Sarah. 



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