História A Lenda do Corvo - Almas perdidas - Capítulo 5


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Categorias Fairy Tail
Tags Drama, Morte, Rolu
Visualizações 60
Palavras 1.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Lírica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então, muito tempo sem atualizar essa fic... Sinto muito.
Não tenho muito o que explicar, sei que sou negligente mas espero, de coração, que me perdoem por esse capítulo pequeno.

Capítulo 5 - Em nome do Pai...


Em no me do Pai...

Aquele que é o todo poderoso.

Do Filho...

Aquele que é piedoso para com seus filhos.

E do Espírito santo...

Aquele que tem o poder de dar vida.

Amém...

É aquele que também a rouba.

"Oh Pai, reconheço que sou pecador, tenha misericórdia de minha alma... te imploro que a descansar em paz." - um pedido feito ao Pai, de coração puro, poderia ser sua salvação. Havia um altar com a imagem de Jesus crucificado, flores quase murchas e velas recentemente trocadas. Os cotovelos estavam apoiados sobre a mesa do pequeno altar, mãos entrelaçadas, olhos fechados em súplica, ajoelhado, ele estava da forma como veio ao mundo, pele pálida e limpa, quase como uma porcelana sendo iluminada apenas pela luz das velas.

-Isso é raro. 

O homem de cabelos negros não reagiu à repentina interrupção.

-O que é raro?

Sua voz era apática, mas suas palavras perfuravam mais do que uma espada rapier¹.

-Ver você dessa forma. Parece desesperado. 

Debochava a mulher, que há muito o atormenta. Os sentidos do moreno o dizia que essa mulher possuía uma preferência por ele, dentre todos os "corvos" do exército de corvos que essa "vadia" tinha.

-Eu pareço desesperado para você?

O moreno olhou-a por cima do ombro esquerdo, com um leve franzir de cenho demonstrando toda sua irritação de forma sutil. Ela sorriu baixo, como se fosse uma piada contada à mesma.

-Haha... Você orando dessa forma é tão... Sexy.

Olhava-o como se estivesse devorando com os olhos.

-É realmente uma pena que eu não posso comer-te quando eu bem entender.

Ela aproximou-se perigosamente e apertou as nádegas do moreno com as duas mãos.

-O que pensa que está fazendo? Pensei que era proibido me tocar.

Disse o moreno se sentindo irritado e claramente desconfortável com a posição em que se encontrava. A mulher apenas sorriu com o comentário e apertou mais forte as nádegas do mesmo, elevando-as. Ele suspirou.

-Você gosta disso... haha.

Ela apalpou mais um pouco a região antes atravessar as mãos pela cintura elevando o toque até os mamilos do moreno.

-Ouça bem querido Rogue, você é quem não pode me tocar. Infelizmente não podemos transar, porque sou o anjo da morte, você não aguentaria até o final. 

Ela riu e continuou a apalpá-lo até que estivesse satisfeita. Após Rogue ter um orgasmo ela se retirou da capela que ficava escondida na floresta a um quilômetro do colégio interno. O moreno estava no chão, ofegante, se sentindo miserável e violado. Deus, como ele odiava aquela mulher. Depois de ter seu ritual noturno interrompido de uma forma tão grotesca, ele ficaria um bom tempo sem sair dos limites do colégio.

xXx            

Eram cerca de oito horas da manhã, Lucy acordara de supetão, notando claramente estar atrasada para a aula. A loira correu como o vento para o banheiro tomar seu banho, escovar os dentes e etc. Após sair do banheiro arrumada e pronta para a aula, Lucy olhou para a cama bem arrumada ao lado.

-Levy... - grunhiu a loira enquanto pegava sua bolsa e saiu correndo pelo dormitório. - POR QUE VOCÊ NÃO ME ACORDOOOU!! - gritava enquanto corria. A loira proclamava maldições à baixinha azulada. Virou o corredor quase esbarrando violentamente no zelador, faltava apenas duas portas para a loira alcançar sua sala, quando uma delas se abre e alguém sai da sala de biologia. Sem tempo para o freio, Lucy acabou esbarrando na pessoa, mas por sorte não o derrubou. - Desculpe. - disse a loira cobrindo o nariz.

-Tudo bem... você se machucou? - Lucy inclinou o rosto um pouco para cima e se surpreendeu com a visão. Era um cara loiro, olhos azuis, pele não muito branca e com pinta de bad boy. A loira estava boquiaberta com tamanha beleza. Ele era um anjo?

-Não... - respondeu ainda em transe.

-Hmn... Que bom.

A reação do loiro foi inesperada, ele apenas se virou seguindo caminho pelo corredor. Lucy ainda estava hipnotizada, mas logo caiu na real. Virou-se para a direção onde havia visto o loiro caminhar.

-Tsc... pensei que era agora em que iríamos nos apresentar. - disse a loira meio frustrada, virando-se para entrar na classe. Hoje iria ser um longo dia.

xXx

Em nome do Pai...

Aquele que é meu criador

Do Filho...

Aquele que é meu salvador...

E do Espírito Santo...

O dom da criação...

Amém...

"Oh Deus, livra-me de todo pensamento pecaminoso, dai-me forças para cumprir minha missão, dai-me sabedoria para continuar e... livra-me dos desejos da carne."

Sua oração ecoava pelo quarto ainda não compartilhado. Ali, ajoelhado aos pés da cama, ele fazia sua prece.

-Ora, que inesperado!

Uma voz timbre da voz feminina atingiu seu canal auditivo. O loiro virou-se para a porta da sacada onde avistou a silhueta da que ele supos ser a dona da voz.

-Que está aí?

-Que indelicado da sua parte, Sting. Você não reconhece o honorável anjo da morte apenas pela presença?

-...

O loiro estava sem reação enquanto via a mulher atravessando a porta e as cortinas de seda vermelhas, revelando seu rosto.

-Haha, o que Deus tinha na cabeça quando enviou você pra cá?

Debochou a mulher de cabelos castanhos e orbes negras, tão profundas que lhe sugaria a alma apenas por encara-los.

-O que faz aqui, Morte?

-Que rude, Sting. Apenas passando para fazer uma visita.

O loiro a encarou com desconfiança.

-Eu duvido muito que seja apenas isso. Vamos, me diga o que quer aqui?

-Nesse fim de mundo? Nada.

A mulher continuou a sorrir, irritando cada vez mais Sting.

-E quanto a você? Não me diga que falhou mais uma vez em sua missão?

-...

Silêncio. Era o único som em sua voz.

-Hahahaha, como suspeitei. Você falhou mais uma vez como anjo da guarda! Hahahaha.

A mulher ria histericamente, Sting apenas ficou calado. Depois de um tempo, o loiro que estava de punhos cerrados, mandíbula trincada, atacou a Morte, que facilmente desviou.

-Sua...

Sting se interrompeu.

-Sua o quê?!

Dizia a mulher enquanto se afastava.

-...

-Vamos?! Oh, espere, xingar é pecado! Hahahahaha.

-Maldita sejas tu, cobra peçonhenta!

Sting amaldiçoou.

-Hahahaha! Você tem pavio curto! Mas suas asas são bonitas!

Disse a morte apontando para as costas do loiro, que distraiu-se. A mulher atravessou as cortinas de seda, desaparecendo do quarto, apenas sua risada ecoando no cômodo. O loiro estava sozinho, penas brancas ao seu redor, a lua iluminava seu corpo seminu destacando suas asas. Sting olhou para o céu.

-Pai, que provação é essa a que me submeteste?

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


rapier¹: Rapieiras são geralmente descritas como sendo espadas com a lâmina relativamente longa e fina, ideal para golpes de perfurações e uma proteção guarda-mão com complicados filetes de metal, o que a torna uma bela arma, podendo ser usada na esgrima artística (mesmo não sendo uma arma própria para o desporto). A lâmina pode ter largura suficiente para cortar a golpe, mas o poder da rapieira vem da sua habilidade de perfuração.


Espero que tenham gostado, ^-^
Pretendo, mesmo sendo em capítulos pequenos, postar com mais frequência, porque isso não me tomaria muito tempo. E então, o que acham da ideia?

Kisses de morango s2


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