História A Letter To Anyone - YoonMin - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Alettertoanyone, Anyone, Bangtan, Bangtanboys, Boys, Bts, Carta, Jimin, Letter, Min, Minyoongi, One, Oneshot, One-shot, Park, Revolta, Shot, Yoongi, Yoonmin
Visualizações 47
Palavras 971
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aviso: a estória a seguir é baseada em fatos reais. Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction A Letter To Anyone - YoonMin - Capítulo 1 - Capítulo Único

Eu quero ser seu amor.

Eu estou desesperado pelo seu amor.

Porque você está provocando meu coração?

Você me deixa tão irritado e furioso sem motivo.

Estou falando sério, mas você me faz brigar com você.

Porque eu me importo tanto com você? Você me faz agir como uma criança.❞

- Boy In Luv; BTS


❝Querido Park Jimin,

Primeiramente, do fundo do meu coração, eu lhe peço: vá fazer o favor de se foder.

Eu estou falando sério. Vá se foder.

Sinto muito ser bem mais agressivo do que na carta inicial, mas você não me deu opções.

Eu te odeio, Park Jimin. Te odeio de verdade. Mesmo.

Ás vezes eu desejo que você nunca houvesse vindo falar comigo para fazermos juntos um trabalho, que nunca houvesse me dirigido a palavra ou qualquer sorriso, que nunca houvesse rido comigo. Que nunca houvesse entrado em minha sala de aula, que nunca houvesse se matriculado na mesma escola que eu, que nunca houvesse pisado na Coreia.

Ás vezes eu desejo que você nunca houvesse sequer nascido.

Só para eu não cometer o erro de sentir algo por você.

Foi um erro começarmos a nos aproximar. Tudo foi um grande erro desde o começo, eu sempre soube, sempre soube que acabaria mal, mas mesmo assim eu deixei que acontecesse.

Mesmo sabendo que você não sentiria o que eu sinto, eu permiti que você, Park Jimin, fosse o primeiro.

Eu lhe dei permissão para ser o primeiro indivíduo que iria criar sentimentos. Lhe dei permissão para que fosse o primeiro.

Todas as vezes que você me mandava alguma mensagem eu sorria involuntariamente e só faltava me bater por sentir aquela mínima felicidade.

Mas o pior mesmo foi quando eu revelei um de meus segredos a você. Meu Deus, como eu me arrependo daquilo. Se eu soubesse o final, jamais teria pisado no começo.

Bom, quando me confessei via mensagem manuscrita, saí de perto para que você pudesse ler minhas palavras ridículas sem olhar na minha cara.

Ao chegar em casa, você simplesmente me falou que não fazia ideia. Não respondeu minhas perguntas feitas na carta, nem tocou no assunto.

Após uns dois dias sem sequer nos olharmos, eu recebi a resposta. Não sabia como me sentir diante de seu não. Foi... Não sei.

Eu já estava esperando a negação vinda de sua parte, mas, querendo ou não, tenho que admitir que eu criei algumas esperanças, mesmo que microscópicas.

Você também me mandou uma carta, lembra? Eu ainda guardo aquela porcaria no entre a última folha e a capa do meu caderno quadriculado de matemática. Ridículo.

Há quase um mês você voltou de uma viagem curta. Se você me chamasse hoje e me perguntasse se fez falta, eu lhe diria que nem havia notado que não estava em sala.

O que seria umas das maiores mentiras que eu contaria.

Eu achava que já tinha te superado, Jimin. Eu sempre fui tão frio e não sentimental que convenci a mim e a você de que seria fácil, e que eu só precisava de um tempo e de espaço para que pudéssemos voltar a nos falar normalmente.

Quem eu estava enganando? Pfff.

É sério, eu tinha certeza de que você já tinha ficado para trás, que o que eu sentia era coisa do passado. Mas não fui atrás de você, Jimin.

Eu não te fiz falta durante esse tempo que eu pedi, ou fiz? Sinceramente, eu espero que eu esteja fazendo tanta falta que isso esteja te machucando do mesmo tanto que me machucou.

Aí, você voltou de sua viagem. Todos os seus amigos foram te abraçar e você lhes abriu os braços sem hesitação.

Os professores e os alunos haviam sentido sua falta. Todos. Quem não sentiria falta de Park Jimin, não é mesmo?

Desde a sua volta, eu percebi que me olhou de relance algumas vezes. Isso são sinais de arrependimento? Ou não?

Sente vontade de falar comigo mas não pode pois eu lhe pedi um tempo? Está curioso sobre como me sinto depois do tempo e espaço que me presenteou?

Chegou a hora de eu te dirigir umas verdades.

Enquanto você estava viajando, eu pensei sim, em você, algumas vezes. Não sei dizer se senti sua falta. Mas sei que, quando estava quase do outro lado do mundo, pensou em todos, menos em mim.

Sei também que você não se sente bem em relação a mim, pois toda vez que me olha se sente culpado por não possuir reciprocidade. Eu sei, Jimin.

Mas também sei que você está bem sem mim. Nossa amizade começou no início do semestre, enquanto você já tinha intimidade com seus amigos desde o começo do ano.

Não sou tão importante para você no mesmo grau que é importante para mim. Vá por mim, eu sei.

Cansei de toda essa baboseira, já fui ridículo e patético o suficiente para uma simples folha de papel.

Adeus, Jimin. Por favor, suma da minha vida e nunca mais olhe na minha cara.

Com sinceridade, Min Yoongi. ❞

Yoongi olhou para aquele mínimo pedaço de papel, ainda incrédulo consigo mesmo por ter tido coragem de escrever aquilo.

Passou a mão pelos cabelos tingidos de azul. Depois chutou o ar, sentado à escrivaninha.

Quem foi que teve a ideia de inventar os sentimentos?, ele pensou. Que alguém volte no tempo e mate essa pessoa, por favor.

Tomou um longo suspiro. Já tinha dado de tanta melancolia.

Pelo menos ele havia descontado o que sentia na pobre folha de papel. Um grande peso sumira de suas costas.

Sentiu uma enorme vontade de fazer com que aquilo chegasse a Jimin. Mas se lembrou que o objetivo do que fez era não deixar com que o garoto lesse suas palavras confessionais.

Não, pensou. Essa história já foi longe demais.

Abriu a gaveta da mesa em que estava e tirou de lá sua caixinha de fósforos. Riscou um deles.

O garoto de cabelos azuis aproximou a chama do bilhete, deixando que esta o consumisse.

Yoongi deixou que um sorriso se abrisse enquanto via a folha ser devorada pelas faíscas.

Estava acabado.



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