História A liberdade de um sequestro ( Suga-BTS) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga)
Tags Abusosexual, Amor, Bangtan Boys (BTS), Colégio, Drama, Família, Romance, Sequestro, Suga, Suícidio, Vida, Violencia, Violênciadomestica, Yoongi
Visualizações 92
Palavras 744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bebês!

Bom! Pode parecer um pouco estranho o curso da história ser muito rápido. Mas, ela é bem curtinha( estilo short drama) talvez eu faça uma versão detalhada, mas só se vcs quiseram.

Capítulo 4 - Sequestro? Nem pensar!


_Suga_

Achei um alarme de incêndio e disparei o mesmo. Depois que as campainha do prédio acionaram, a s/n com o profebosta  saíram da sala desesperados. E eu também deixei aquele lugar sem que a garota me visse.

No meio do caminho senti passos barulhentos me seguirem e, virando para trás encontrei aquela garota insuportável.

— O que você quer?
Falei em amargor.

— Agradecer! Obrigado por ter me salvado!
Ela falou com um sorriso estampado em seu rosto.

Como pode ser tão feliz depois de  quase ser estuprada? É por isso que ela me dá nos nervos.

— Não me agradeça! Eu faria por qualquer um!
Falei, seco

Eu nunca faria algo igual a ninguém, entretanto, preciso ser  bom stalker. A s/n realmente me faz ser bondoso. Eu acho que é pena! Essa garota sofre tanto, e como a pessoa que mais lhe odeia nesse mundo eu preciso ser o único a fazer isso.

— Mesmo assim obrigado!
Ela agradeceu novamente, porém eu nem lhe direcionei o olhar.
— Eu vou indo.
Ela me acenou e seguiu o caminho de sua casa.

_S/n_

Resisti um pouco na entrada da minha casa, porém sem escapatória tive que entar.
A primeira visão que o ambiente me apresentou foi a dos meus criadores me esperando sentados no sofá. Senti um breve mal estar, a  nota que tirei na prova de matemática era péssima, pelo menos para os meus progenitores.

— S/n! Cadê a sua prova ?
Ele me perguntou em tom ameaçador.

Aquelas pessoas simplesmente sabiam de tudo da minha vida, eu estava completamente na palma de suas mãos.

— Ande s/n! Mostre essa prova!
Ele gritou, impaciente.

Um pouco receosa e já tremula peguei o papel de dentro da mochila e lhe entreguei. Depois de poucos segundos avaliando a minha prova o Jason se pronunciou.

— Você tirou  9,8 .. Isso daqui é o 10,0 que queríamos? Responde!
Falou, autoritário.

— Não é o 10,0 que vocês queriam.
Eu repeti sem lhe direcionar o olhar.

O homem se direcionou até mim e esfregou a prova na minha cara.

— Isso se parece com um 10,0... Eu não quero uma burra pisando nessa casa!
Ele disse, raivoso.
— Eu vou te mostrar o que você precisa fazer para recuperar os 0,2 pontos. Vamos para o escritório.
Ele saiu na frente.

Da última vez que eu fui para o escritório, apanhei tanto que quase morri. O meu coração doía, deixar aquela casa para sempre era o meu único desejo, mas para onde iria? O jeito era guardar o choro e a dor no meu interior. Talvez, estas pessoas estejam certas que a culpa é realmente minha. Eu só lhes dou desgosto.

_Suga_

Mais uma vez fui trabalhar bem cedo. Só que não cheguei atrasado e o homem chato nem estava lá. Sentei na cadeira, pois com o movimento fraco me permitia ter o luxo de um relaxamento.
A s/n me surpreendeu quando entrou ao local.
Ele caminhou até mim e retirou o seu capuz e  expôs o  seu rosto totalmente inchado e marcado por agressões.  Dessa vez essas pessoas passaram dos limites! Poderiam ter matado a menina. Se fizessem isso não haveria mais ninguém a quem odiar.

— Por favor! Ajude-me!
Ela disse, chorosa.

Nunca vi a s/n chorar daquele jeito. Na verdade, nunca vi sequer derramar uma lágrima. Achei que fosse resistente a qualquer maldade que fizessem a ela.

— Vamos à delegacia!
Falei, decido.

— Não!
A menina berrou e chorou ainda mais.
— Eles são ricos e podem manipular facilmente os delegados e policiais. Ao final serei apenas a adolescente mentirosa.

Essa garota realmente pensa, achei que fosse totalmente idiota. Se essas pessoas descobrirem que a s/n quer fazer uma denúncia contra eles, com certeza a matariam de vez.

— Eu vou te sequestrar!
Falei a olhando no fundo de seus olhos.

Foi uma proposta sem princípios, apenas uma brincadeira. Porém, a garota abriu um sorriso esperançoso após  o meu comentário.

— Eu aceito!
Ela disse, feliz.

— Nem pensar! Foi apenas um comentário desnecessário.
Falei sem a olhar.

— Eu já considerei a sua resposta. Serei a sua refém.
Disse, decidida.

— Não vai para escola?
Perguntei olhando para o relógio.

— Não! Reféns não vão à escola.
Aquele sorriso doce permanecia em seus lábios.

Não  movi um dedo para  convencer a menina de ir à escola. Deixe fazer o quê deseja. Não sou seu responsável para decidir nada. Se quiser perder o ano, nada disso me importa.


Notas Finais


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