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História A Líder dos Reinos - Capítulo 18


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Notas do Autor


Então é o seguinte, eu acredito que todos sabem quê, não existe oceano ente a Europa e a Ásia, a divisão é territorial, tipo as Américas kkkkkkkkkkk. Enfim não estranhem se em momento algum eu mencionar oceano ou mar durante o cap, e como todos já sabem a Ásia é imensa, então essa capítulo será longo, mas bem interessante.
Boa leitura

Capítulo 18 - Viagem Turbulenta


Fanfic / Fanfiction A Líder dos Reinos - Capítulo 18 - Viagem Turbulenta

Europa

Centro da Itália

Região de Marche

Província de Fermo


General Arthur on

Estou me preparando para minha longa viagem, depois do meu encontro com Júlio, o Alfa Cinzento, senti que algo mudou em mim, durante minha volta pra casa, que aliás foi MT tranquila, eu estive pensando em como será minha missão na Ásia. Até o presente momento é Novembro, significa que as temperaturas daqui pra frente só irão baixar, agora são exatamente 06:12 da manhã, estou usando uma túnica e tomando café da manhã, eu cacei um javali, pode parecer MT estranho nós como espécies tão poderosas tenhamos que caçar, mas na verdade o mundo inteiro faz isso, nossas vidas não são como as dos seres humanos (eu usei esse raciocínio porquê nessa história a terra é praticamente selvagem, existe tecnologia, porém é uma tecnologia não agressiva, ou seja as criaturas possuem uma ligação tão profunda com a natureza que não precisam de nada do que vemos hoje. Existem casas, aldeias, províncias...., mas a matemática nessa história é outro nível, tudo é construído à partir de matérias naturais, barro, pedras, bambu, madeira, areia, folhagem, o que realmente diferencia é a matemática, os produtos podem ser naturais mas as construções são de uma engenharia MT avançada) na verdade, nós caçamos para sobreviver individualmente, claro que quando necessário nós nos ajudamos, mas não fazemos disso um esporte ou acumulamos para outras épocas.

Depois de terminar de me alimentar, fui até o ponto de encontro, lá já haviam 3 outros generais, o general Bento, Tomos, Jimbos e agora eu, depois de alguns minutos chegaram os 2 últimos generais, Tales e Fábio. Aquecemos nossas asas e alçamos vôo em formação V, logo depois revisamos nossa rota e fomos à toda velocidade em direção à Hong Kong.

[...]

Quando atravessamos a fronteira entre a Europa e a Ásia, fomos surpreendidos por um grupo de Thaytos do Gelo, estes estavam furiosos, no instante que cruzamos a fronteira nos atacaram. Todos temos plena consciência de nossa força, então, em uníssomo, rugimos para alertar os Thaytos sobre nosso poder, mesmo com nosso alerta eles não cessaram o ataque, com isso mandei um sinal para o general Tomos, que estava na liderança da formação, para subirmos até uma altitude que apenas nós os Alfas temos capacidade de suportar. Conforme o comando foi recebido subimos, subimos tanto que nem as lanças dos Thaytos nos alcançavam, em altitudes tão elevadas quanto a nossa, qualquer animal já teria desmaiando por conta do ar rarefeito. Conforme fomos adiante tivemos o horror de constatar que os Thaytos não estavam tentando nos machucar mas sim proteger um grande Dragão de Gelo e seus 2 filhotes de um ataque violento.

Fomos nos aproximando sem perder altitude até percebermos a gravidade da situação, uma grupo de carnotaurus (imagem da capa) estava atacando, na hora pensei em como um drago pode se render ou se encolher para um grupo de carnotaurus, eles podem voar e esse tipo de dragão em especial pode soltar uma geada bem densa. No meio de meus pensamentos, Tales chama à atenção do nosso grupo para um detalhe surpreendente :

G/Tales- Vejam! Aquele dragão está ferido, e se repararem bem não é nem um adulto ainda. Isso significa que nenhum deles sabem voar ainda!-

G/Jimbos- Temos que ajuda-los! 

G/Fábio- General Arthur e General Bento, mergulhem em direção aos dragões, vcs 2 irão protege-los! General Tales vc e o General Jimbos, vcs precisam fazer barulho para atrair os pais desses filhotes! Eu e o General Tomos iremos atacar o máximo de carnotaurus que pudermos para aliviar o trabalho de vcs. Agora vms rapazes!- Após concluir, todos mergulhamos em direção ao perigo, em uma certa altura Tales e Jimbos se se distanciaram e começaram a rugir em perigo para que os pais dos filhotes viessem. 

Faltando apenas 10 metros para atingirmos o chão abrimos nossas asas e praticamente cortamos o ar até chegarmos em nossos destinos, eu e Bento nos posicionamos na frente dos filhotes, abrindo nossas asas para intimidar os carnotaurus mais próximos, Fábio e Tomos repetiram nossa ação mas não pousaram como nós, ao em vez disso, guardaram suas asas e foram com tudo pra cima de alguns carnotaurus que estavam avançando, a força do impacto foi tão grande que os primeiros que foram atingidos rebocaram os de traz, como num efeito dominó. Em minha posição percebi um dinossauro que penetrou em nossas defesas, rapidamente avancei em sua direção, nossas diferenças de tamanho eram assustadoras.

Apesar de eu ser MT menor que o carnotaurus, minha força com certeza se iguala à sua, flexionei minhas patas e o ataquei pelo lado esquerdo quase o derrubando, furioso, ele tenta me abocanhar, como sou Mt mais ágil e flexível, eu desvio de sua mandíbula, tendo a oportunidade de atacar seu calcanhar. Modo seu calcanhar com toda minha força, escutando um urro de dor estridente, como esperado, seu tendão de rompe tirando toda a força de sua perna musculosa, não perco tempo e subo em suas costas mordendo novamente sua coluna, na altura de seus quadris, perfurando os dois lados de suas vértebras e fechando minha mandíbula com tudo, óbvio que quebraram.(eu esqueci de mencionar, os Alfas quando estão em sua melhor forma possuem uma abertura de seus maxilares de até 120° graus, ou seja, são perfeitamente capazes de abocanhar animais mts vezes maior que eles. Só explicando o ataque.) Após meu movimento eu puxo as vértebras esmagadas fazendo o dinossauro cair sem mais poder levantar, vendo seu estado eu o finalizo, dou uma última mordida fatal em sua garganta, o eestrangulando rapidamente, à essas alturas minha boca e pescoço estamos pingo sangue do dinossauro, ignorei por hora, tenho certeza de que esse não foi o último a cair hoje.

General Arthur off


General Fábio on

Assim que eu meu parceiro avançamos com tudo pra cima dos carnotaurus, Tomos quase foi mordido em sua perna por um deles, por temos aterrisado bruscamente e ainda com um impacto tão forte, ficou difícil não capotar junto com os dinossauros, uma vez em pé, juntamos nossas costas, por assim dizer, porquê estávamos na forma de quadrúpedes, avançamos atacando a jugular dos oponentes e nos olhos. Percebi uma cadeia de rochas ao leste de minha posição, com isso ao me juntar com Tomos novamente o alertei:

Eu- Parceiro ao leste de minha posição, vamos tentar atrair o máximo possível de carnotaurus para lá! 

G/Tomos- Positivo parceiro!- Concordou e se arremessou na perna de um dos dinossauros, fazendo o mesmo tombar para o lado ferido enquanto eu avançava em sua garganta, a quebrando rapidamente. 

Me aproveitei do copo caído do dinossauro, utilizando como isca para atrair os outros em direção ao leste, onde existia a cadeia de rochas, usei minha força para arrastar a carcaça até o precipício, 4 outros carnotaurus vieram me atacar durante minha ação, segurei com minhas mandíbulas a calda da carcaça e usei seu corpo para simular um chicote, consegui derrubar 3 dos dinossauros nas rochas junto com a carcaça, o último que estava caindo me pegou desprevenido e puxou minha calda junto com seu corpo pesado, me fazendo cair tbm, e para piorar o 4° dinossauro veio por cima e abocanhou meu dorso. 

General Fábio off


General Tomos on

Enquanto estava rasgando o pescoço de um carnotaurus vejo meu parceiro caindo no precipício junto com os dinossauros, minha visão congela na mesma hora, tudo está em câmera lenta, sem nem pensar 2 vezes disparei para o precipício e mergulhei à procura de meu parceiro, ao mergulhar pude perceber que grande parte dos carnotaurus que estavam atacando me seguiram e tbm mergulharam junto comigo, na tentativa suicida de me pegarem.

Após mergulhar polarizei minha visão e constatei que não era um simples precipício, era um, emembora pequeno em extensão porém bem largo em profundidade, verdadeiro abismo, onde as rochas eram tão altas que davam uma impressão, da superfície, que eram  apenas simples cadeias de rochas amontoadas em uma fenda. minha visão polarizada me mostrou onde meu parceiro estava, comprimi meu corpo junto com minhas asas em um formato aerodinâmico, ganhando velocidade e chegando no problema.

Percebi algo ruim, Fábio estava preso à mandíbula de um dinossauro e sua calda não estava diferente, avancei no pescoço do dinossauro que prendia seu dorso abrindo com minhas garras uma entrada grande o bastante para caber minha boca e que deixasse os ossos e músculos do seu pescoço expostos, no mesmo instante decapitei de dentro para fora sua cabeça numa velocidade incrível, partindo seus ossos e descolando seu pescoço do corpo, fazendo com que sua mordida afrouxasse o suficiente para que Fábio se libertasse e se posicionasse adequadamente para mutilar o crânio do outro dinossauro até que este soltasse sua calda. 

Num piscar de olhos estávamos quase no fundo do abismo, com meu parceiro livre,  usamos os corpos dos dinossauros como apoio para alcançamos as paredes rochosas e frear nossa queda, damos impulso e nos prendemos às paredes, no entanto devido à longa queda continuamos caindo mesmo arranhando as paredes em busca de tração para parar nossos corpos. Escorregamos por mais 5 metros até pararmos de cair finalmente, as marcas de nossas garras nas paredes são profundas, quando abrimos os olhos ofegantes e um pouco trêmulos pela adrenalina da queda olhamos para baixo, tendo a visão de dezenas de carnotaurus perfurados pelas rochas do fundo.

Eu- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Parceiro *suspiro*  essa foi *suspiro*  a missão *suspiro longo*  mais pré - histórica da nossa vida!

G/Fábio- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk *suspiro* sou obrigado a concordar amigo!

Depois do momento de descontração, escalamos o abismo até um pedaço em que pudéssemos abrir nossas asas, no processo percebi que agora existem pontos sangrentas e arranhões bem feios em suas asas, eu sei que temos capacidade para aguentar esse tipo de mordida, até mais fortes que essa, mas eu sei Mt bem que é Mt doloroso ter que voar com as asas nesses estado, sua calda estava bem mutilada tbm.

 Eu- Parece que vc vai ganhar umas cicatrizes bem animais nas suas asas e calda- . Claro que eu vou aliviar a situação, porquê nada melhor do que humor pra acalmar a dor.

G/Fábio- Animais não. Pré-históricas Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Seguimos rindo até finalidade chegarmos em terra novamente,  porém a visão que tivemos foi no mínimo interessante. Para começar TODOS os carnotaurus simplesmente desapareceram, ficando apenas as carcaças dos que morreram e uma mancha enorme de sangue no lugar de nossas lutas. Escutamos um chamado de nossos parceiros logo os encontrando no mesmo estado que nós, menos Jimbos e Tales, eles não estavam cobertos de sangue.

O mais impressionante foi a gigantesca figura de dois Dragões de Gelo com aparência serena olhando para seus filhotes agora à salvo de qualquer perigo. Me joguei no chão ao ter a confirmação de que tinha finalmente acabado.

 General Tomos off


General Jimbos on

Assim que nos distanciamos começamos a rugir com todas as nossas forças para atrair os pais dos filhotes, depois de 3 torturantes minutos finalmente os pais respondem e localizamos sua presença vinda de uma montanha super distante de nós. Sem termos tempo para dialogar, apenas guiamos os pais até os filhotes, sem soltar nem mesmo um único rugido, os Dragões de Gelo, apenas com sua presença fazem todos os carnotaurus debandar em retirada imediatamente. 

Após isso nos pousamos e nos juntamos com nossos parceiros, Arthur e Bento para esperar por Fábio e Tomos. Quando os menos chegam, Tomos se atira no chão e é solta um suspiro de alívio, logo eu percebo que Eu e Tales somos os únicos que não estão banhados em sangue, nossos companheiros estão pingando o líquido vermelho abundante em seus corpos.

Agora que essa bagunça foi resolvida, nos demos o luxo de parar e descansar apropriadamente, os Dragões nos chamaram para sua toca nas montanhas, e é claro que prontamente aceitamos.




Notas Finais


Mt obrigada por lerem até aqui
Beijos
♥♥


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