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História A Linha (Interativa)(Vagas abertas) - Capítulo 5


Escrita por: e _Mad-Max_


Notas do Autor


•Cá estamos com mais um teaser p vcs! Este será o último, a partir daqui serão apenas capítulos de divulgação e avisos!
Agora, fiquem com o teaser da Saphira Ivanov!
(AVISO: este capítulo aborda o uso de drogas, além de possuir palavras de baixos calão. Caso não se sinta confortável com isso, NÃO LEIA)

•Boa leitura!

Capítulo 5 - 00.4 - A despedida (teaser)


<×>


A visão que tinha das favelas era, realmente, admirável. Isso é, se não fosse pela decadência aparente, prédios sujos e cobertos de poeira, a pobreza tomando conta das ruas, uma poluição visual agoniante. 

É, Saphira já havia presenciado aquela cena milhares de vezes. 

E, mais uma vez, lá estava ela, sentada na beirada de um dos prédios mais altos construídos abaixo da Linha, sentindo uma brisa quente, que carregava pequenos grãos de areia consigo, passar por suas madeixas, levando seu longo cabelo loiro enquanto ela apenas apreciava o pouco tempo que tinha para parar, respirar. 

Os últimos dias não haviam sido fáceis, realmente. 

O clima em sua casa estava pior do que nunca, sua mãe cada dia mais difícil de se lidar e as responsabilidades caindo sobre os ombros da Ivanov mais nova. 

Suspirou, sentindo a quente brisa preencher seus pulmões. Olhando mais a frente, observou a Linha de longe, com certa inveja. Com toda certeza, não havia ninguém dentro daqueles muros que soubessem o que ela sentia, que já tivessem passado por situação semelhante, e isso lhe deixava enfurecida. 

Eles, todos aqueles nascidos nas áreas nobres, nunca passaram por dificuldade alguma em sua vida, nada. Enquanto as pessoas que viviam nas favelas passavam dificuldades todos os dias, e isso era deplorável. 

De certa forma, ela invejava aquelas pessoas. De forma agoniante, raivosa, e rancorosa, mas invejava. 

Tomou um pequeno susto quando ouviu o som de ranger, vindo de trás de si. Olhou e pôde notar a porta que dava para o terraço sendo aberta e revelando a silhueta de um garoto alto, de cabelos negros e pele bronzeada. Vestindo uma jaqueta e calça pretas surradas, um lenço no pescoço para se proteger das ventanias e um pouco de sujeira no rosto. Era o típico garoto encantador, gentil, sedutor, e Saphira deveria se sentir mais do que orgulhosa de estar namorando aquele garoto. 

Mas não estava tanto assim. 

Os tempos estavam turbulentos na vida da Ivanov, tanto em casa, quanto com ele. Haviam tido algumas brigas no passado, e recentemente também, o que criava uma tensão um tanto quanto desconfortável entre eles. 

O mesmo se aproximou, se sentou ao lado dela na beirada do prédio e tentou beijá-la, mas vendo que ela não estava no clima e desviando sua boca, ele apenas depositou uma rápida bitoca em sua bochecha. 

– Hey – chamou ele, colocando a mão sobre a coxa dela. 

Até então, ele não tinha olhado em seu rosto direito, mas agora o encarava com a mesma cara séria de sempre. O garoto já estava acostumado com isso, mas ainda o incomodava um pouco não ver sua namorada sorrir com frequência. 

– Os garotos estão lá embaixo. 

Nenhuma resposta da loira. Era preciso que ele tivesse paciência com a conduta dela, meio fria, mas isso vinha incomodando ele com o passar do tempo. 

– Legal – foi tudo que ela disse. Suspirando, ele desviou o olhar. 

– Não quer… descer? – propôs. 

– Não. 

– Ah, qual é? Saph… – choramingou, de brincadeira, mas ela não teve a reação desejada. 

Realmente, as coisas estavam diferentes entre os dois, embaraçosas e desconfortáveis. Ele estava pronto para tentar novamente, esquecer as brigas, mas ela não parecia tão disposta quanto o moreno.

– Faz tempo que você não aparece. Eles já estão achando que morreu… – brincou, novamente sem reação. – Desce um pouco, se enturma. 

– Não ando com seus amigos por que são babacas. 

– Olha, eu sei que não gosta muito deles, mas… – suspirou. – Faz isso por mim? 

Saphira, realmente, nunca gostou de nenhum dos amigos de Dalle. Em sua maioria, estavam sempre metidos em crimes, procurados pelo Governo da Cidade Piloto, além de estarem sempre chapados ou bêbados de mais para se preocupar com o que diziam. 

A mesma encarou ele, que fazia um biquinho em busca de um pouco de compaixão. E, por mais que as coisas estivessem ruins entre eles, o garoto finalmente conseguiu arrancar um leve sorriso da Ivanov. Vendo que sua brincadeira foi bem recebida, ele arriscou um beijo que foi retribuído. Tomou isso como um "sim", mesmo que tal palavra nunca havia deixado a boca da garota. Ela, realmente, não gostava de ficar com os amigos do namorado, mas vendo que as coisas estavam tensas entre os dois, sentiu de fazê-lo por ele.

Dalle pegou a mão dela e se levantou, conseguindo fazer com que ela se levantasse também e, assim, ambos seguiram para a mesma porta de antes, que rangeu fortemente quando foi aberta.

Desceram aqueles lances de escada e, finalmente, estava num andar mais baixo. O mesmo parecia não ter sequer terminado de ser construído, com pilastras de concreto puro desgastado e chão de mesmo material, sem portas e com alguns ferros à mostra nas paredes. Mas, algo ali tinha cor. 

Vários puffs velhos, rasgados e desbotados, formavam um círculo numa área ampla, e bem no meio uma enorme lata que antes possuía algum líquido inflamável agora abrigava uma grande chama, feita de papéis e lixo velho. Toda essa mini decoração feita pelo jovens que aquele local frequentavam. 

Nos puffs, haviam por volta de cinco garotos e quatro garotas, largados. Algumas das meninas estavam bem próximas do garotos, sentadas em seu colo ou deitadas sobre seu peito. 

– Até que enfim! – exaltou-se um garoto, com um objeto cilíndrico em mãos, feito de alumínio aparentemente. Bebida alcoólica. – Há quanto tempo não víamos a sua garota, Dalle! Vem cá, Saph, me dá um abraço! 

Estava, claramente, alterado por conta da bebida em sua mão. Ao que tudo indicava, não era a primeira e não seria a última a estar em suas mãos até o cair daquela noite. 

– Não chega perto de mim. 

Foi tudo o que disse. Tudo que ela queria era aquele garoto longe dela. Podia não gostar dos amigos de Dalle, mas detesta especialmente aquele ali. Porém, sua frase não pareceu ter surtido um bom efeito nos outros, que estranharam o ato da garota. 

– Calma, gatinha… – disse um dos garotos largados num dos puffs, de cabeça raspada, com uma garota ao seu lado. 

Dalle quase que no mesmo instante foi ao lado dela, a rodeando com um dos braços e segurando sua canhota, a guiando para se sentar em um dos puffs vagos.

O garoto já havia presenciado pequenas brigas e discussões que Saphira havia tido com um ou outro amigo dele, e passou a evitar ao máximo qualquer conflito entre estes. Gostava da garota, não tanto quanto gostava de seus amigos, óbvio, mas ainda sim não era algo que estava procurando. 

Ele se sentou ao lado dela, segurando sua mão. 

– Relaxa… – sussurrou ao seu ouvido. Saph suspirou.

Realmente, os últimos dias haviam sido complicados, ela precisava se acalmar um pouco. Podia não gostar da companhia que tinha para aquela noite, mas certamente não precisa se preocupar tanto ou ficar tão tensa. Podia se dar ao luxo de relaxar. 

Sorrindo levemente para o namorado, que apreciou o ato, ela se aprofundou naquele puff, enquanto buscava um dos cilíndricos recipientes de bebidas alcoólicas ali dispostos. O abriu e deu um gole. 

O gosto não era nem um pouco agradável, mas ela bebeu mais um pouco, e mais, e quando foi ver já estava na metade do líquido. Não demorou muito até Dalle pegar uma bebida também, e entre brincadeiras, risadas e até frases idiotas vindos do resto do pessoal, mais e mais recipientes eram esvaziados. 

O tempo passava mais rápido, o sol já deixava o seu em emaranhado de nuvens alaranjadas, dois já haviam vomitado e um estava a beira de cair de bêbado. Os poucos lúcidos que restaram eram Saphira, Dalle e mais um casal. 

Então, um ideia brilhante surgiu em meio a um dos bêbados, e não demorou muito até ser aprovada pelo resto do grupo. 

– Quer saber?... – murmurou, indo até o meio da roda onde o fogo já havia apagado. – Eu tive um maldito dia de merda… 

– Bem-vindo ao clube, cara! – gritou um dos bêbados. Mas o outro não parou de falar, em vez disso levantou seu indicador como se pedisse silêncio aí outro. 

– E eu acho que não fui o único… – olhou em volta. – Tô afim de uma parada mais forte, se é que me entendem… 

– Uuhh… – cantarolou uma garota. 

– Quem tiver afim de ficar chapado pra caralho, pode me seguir! 

Saphira, ainda um pouco sóbria, sentiu seu corpo gelar. Detestou aquela ideia, e não tinha intenção alguma de seguir o grupo. Mas não teve tanta escolha assim. 

Dalle pegou em ambos seus braços, como se fosse rodá-la por aí, e a levantou, enquanto seguia todo o grupo escadaria abaixo. Estavam saindo do prédio. 

Queria dar meia volta, mas o garoto, e muito menos o grupo, não deixavam. O álcool em seu organismo fazia certo efeito, estava levemente zonza e um pouco mole, apesar de estar bem mais consciente do que achou que estaria. 

A noite caía nas favelas, o tom azulado do deserto se fazia presente em cada esquina e em cada sombra. Luzes amarelas, máquinas funcionando para lá e para cá, pessoas fazendo bagunças nas ruas, outras já dormindo. Assim eram as noites por ali. Entretanto, naquela noite, haviam menos pessoas do que o de costume, trazendo a calmaria. O único aglomerado de pessoas que faziam barulho no eco daquele sossego eram Saphira, Dalle e os amigos bêbados.

Então, correndo por aí, tropeçando aqui e acolá, eles correram por ruas, adentraram becos, até que finalmente, subindo e descendo escadas que davam para telhados, eles chegaram em uma casa com aspecto abandonada, numa área bem menos frequentada da Cidade. 

– Cara, é coisa boa? – perguntou um dos garotos, de touca. 

– Vai por mim, você vai ficar chapado por horas! – riam como dois idiotas, imaginou a Ivanov. 

Não queria estar ali, entretanto não se imaginava deixando Dalle ali daquela forma, precisava tirá-lo de lá. Sua cabeça começava a não raciocinar muito bem. 

– Dalle, por favor, vamos embora… – murmurou. 

Então, antes mesmo que ele pudesse responder, o barulho alto de algo quebrando foi ouvido. O garoto de cabelos castanhos, autor daquela ideia tão estúpida, havia quebrado uma janela daquela casa, que já não estava assim tão inteira, mas que ainda sim impedia sua entrada. Ele entrou, e em seguida o de touca. 

Saphira já havia visto o suficiente, estava completamente determinada a sair dali e, principalmente, tirar Dalle de lá também. Se virou para ele, que observava em volta e dentro da casa, como se vigiasse para ver se alguém estava vindo. 

– É melhor a gente ir embora, Dalle, tô falando sério. 

– Hey, relaxa… – começou ele, sua voz levemente arrastada. 

– Sabe que eu não gosto disso, vamos embora. 

Então, assim que terminou a frase, os dois garotos voltaram, com dois pequenos cilindros de plástico branco com um líquido verde dentro. Seringas. 

Aparentemente, aquela casa inabitada era usada como ponto de tráfico de drogas, e claramente não pertencia aquele garoto, mas o fato de saber da existência delas o fazia achar que tinha direito de pegá-las quando bem quisesse. 

– Toma – jogou uma para uma garota, no ar, e ela pegou. – Dalle! – jogou para ele e o mesmo pegou. 

Grunhindo em irritação, Saphira bateu nas mãos do namorado, que derrubou a seringa no chão, se partindo e deixando o líquido se espalhar pelo concreto coberto de areia, antes que ele pudesse aplicar em si mesmo. 

– Por que fez isso? – perguntou ele, irritado. 

– Não quero que use isso. Você, mais do que ninguém, sabe o que essa merda faz! – brigou ela. 

Todos haviam parado, ninguém havia usado a droga ainda, sentindo a tensão de um silêncio agonizante se instalando entre eles. Então, esse silêncio foi quebrado pelo garoto de madeixas castanhas, que ria alto, exalando deboche. 

– Ah… Saphira… – falou pausadamente, em tom de brincadeira. – Deveria deixar de ser tão chata e estraga prazeres, não acha? Só por que a sua mãe é uma viciada de merda, não significa que todos vamos acabar como ela também… 

Quase não terminou a frase, levando um forte empurrão em seu peito, quase caindo no chão. A garota tinha raiva em seus olhos, e visto que havia ingerido álcool e não estava pensando tão bem assim, não estava dando a mínima para suas próprias ações. Só queria fazer ele engolir suas palavras. 

– Nunca mais fala dela assim de novo. Isso não te diz respeito! 

– Ah, qual é?! – urrou, assustando os outros. – Tá defendendo a drogada da tua mãe agora? Não era você quem mais odiava ela? – fez uma pausa, sorrindo. – Ela não te trocou por isso aqui? – balançou o frasquinho. 

Dalle tentou segurar a namorada, mas foram precisos apenas alguns segundos para que Saphira acertasse um soco certeiro sua cara. Não foi tão forte, visto que nunca foi tão boa em brigas, mas com certeza deixaria uma marca feia naquele rosto que o garoto tanto se gabava. 

Dalle a abraçou imediatamente, imobilizando seus braços enquanto a tirava dali. A maioria dos outros presentes estavam assustados ou bêbados demais para ter outra reação senão espanto.

– Sua desgraçada! – foi o que ele gritou, enquanto o garoto de touca o segurava para ele não ir para cima de Saphira, que era tirada dali por Dalle. 

Ele a levou por outro beco, buscando evitar mais conflitos ou socos. Quando finalmente pararam ao lado de um prédio de tamanho médio, ele só pode encará-la de forma espantosa e levemente irritada. 

– Que merda foi aquela? – perguntou ele. 

– O que? 

– Você é inacreditável, sabia disso? – resmungou, puxando seus cabelos para trás. 

– É sério? Você viu o que aquele idiota falou, queria que eu não fizesse nada?! 

– Não é só isso, Saphira! – se encararam seriamente. – Você nunca tenta, não é? O quanto eu já não fiz por você?

– Não acredito nisso… 

– Quando ela te deixava de lado, eu ia ver você. Quando você só queria respirar, eu te levava de lá. Mas por mim, você nunca faz nada! – andou em círculos, logo depois voltando para ela. Estava claramente alterado, com os nervos á flor da pele. Ambos estavam – Precisava acertar um soco na cara dele? 

– Eu não ia deixar ele insultar ela daquela forma, sabe disso. Sabe como eu sou. 

A encarou por breves minutos. Em seu rosto, não havia mais apenas raiva, havia uma certa decepção. Com ela, decepção pelo que ela fez, mas acima de tudo decepção consigo mesmo. 

– Sei? – mordia seu lábio inferior. – É, acho que eu já sabia sim. Só não queria ver. – suspirou. – Você sempre foi assim, né? Fria, debochada, sarcástica… Eu deveria ter ouvido os meus amigos… Você é muito instável. E, definitivamente, não é o que eu pensei que fosse. 

A Ivanov não podia estar mais confusa, angustiada e nervosa do que estava agora. Era isso, ele estava mesmo terminando daquela forma, por conta de uma briga com um garoto idiota? 

Ela o viu dar de costas, e então, assim que sumiu dentre os becos das favelas, Saphira desabou. Se encostou na parede daquele prédio, sentindo pequenas lágrimas escorrerem pelos seus olhos. Não era uma garota que chorava facilmente, e muito menos queria estar chorando agora, mas ouvir de Dalle todas aquelas coisas, lembrar de como ele realmente sempre esteve lá para ela, além de toda a carga que estava depositada nela nos últimos dias, tudo aquilo contribuiu para que aquelas lágrimas rolassem. 

Ficou ali por um tempo, mas no momento em que se lembrou o quão tarde já estava ela olhou para cima, vendo a lua. Até mesmo aquele satélite tão bonito ainda era um espelho da Grande Guerra, parcialmente destruída. Durante a batalha que cruzou os céus, por volta de um terço da lua foi destruído, seus pedaços ainda se dissipando no vácuo do espaço. 

Suspirando, a garota de levantou, e tomando coragem seguiu o caminho de casa, tão distraída que sequer ligou para o que acontecia ao seu redor ou para as ruas que tomava. Quase chegou a se perder, abalada demais.

A bagunça de sua cabeça já tomava toda sua atenção. 


<...>


Finalmente, estava na frente de sua casa. A porta levemente despregada da parede, janelas sujas e trincadas, poeira em tudo. Lar doce lar. 

Empurrou a porta, a fechando logo em seguida. Sequer se deu ao trabalho de gritar pela casa para avisar sua mãe que havia chegado, provavelmente já estava dormindo tão pesadamente que nem mesmo a demolição da casa a acordaria. 

Ascendeu uma das luzes amarelas, que piscava por conta de um mal contato nos fios da casa. Estava exausta, realmente precisava apenas dormir e esquecer que aquela noite havia acontecido, esquecer de tudo completamente. 

Pronta para se jogar em um velho sofá rasgado da sala, ela se posicionou a frente do móvel, mas parou ao ver algo estranho no chão. A iluminação não estava tão boa, mas não foi difícil entender o que era aquilo.

Braços, pernas, tronco e madeixas loiras. Sua mãe, desmaiada. 

Um grito saiu da garganta da garota, que logo em seguida se abaixou e começou a sacudir a mulher, chamando pelo seu nome. Entretanto, já não era mais necessário. As duas seringas ao lado da mulher já diziam tudo: uma overdose. 

Sua alma já havia deixado seu corpo há algumas horas, e não havia nada que pudesse ser feito para trazê-la de volta. Ao notar que o coração de sua mãe não pulsava mais, Saphira rastejou para o canto da sala, abraçando seus joelhos contra o corpo e sentindo seu coração apertar cada vez mais o seu peito conforme batia. 

Entretanto, aquele momento de desespero e puro pavor não passaria tão facilmente. Com a perda de sua mãe, viriam outras notícias, notícias que não podia impedir ou fugir. 

Tudo mudaria, tragicamente, em sua vida já tão perturbada. 


<×>


Notas Finais


•Peço, de antemão, desculpas por qualquer erro ortográfico!
Espero que tenham gostado do teaser, e que tenham gostado da Saphira também!

•Eu e a coautora temos discutido uma ideia, e agora queremos a opinião de vocês:
O que vocês acham de um grupo no whatsapp, para que possamos interagir melhor?

•Esperaremos ansiosamente pelas suas fichas!
Ate logo!
<3


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