História A Little Bit Of Us - G!p - Capítulo 4


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Categorias Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Drama, Emma, Emma Swan, Lésbico, Lp_jm, Mills, Mills Swan, Ounce Upon A Time, Regina, Regina Mills, Swan, Swan Mills, Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 195
Palavras 2.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá,

Desculpe-me qualquer erro!

Beijos.

Capítulo 4 - A Verdadae???


Fanfic / Fanfiction A Little Bit Of Us - G!p - Capítulo 4 - A Verdadae???



                                                                                                 Pov's Emma

Eu não entendia. Eu fiz o teste no meu banheiro, deu negativo. Eu não podia estar grávida.
Eu estava em choque. Regina estava falando mas eu não escutava direito. Eu só estava pensando o que seria agora, daqui três meses vou perde-lo _ Uma lágrima escorreu dos meus olhos _E Regina talvez iria querer me convencer a tentar novamente.


-... Clínica clandestina... P-ra você... Tirar-o-bebe. _ E quando escutei isto, o choro de Regina e a mesma saindo às pressas do quarto... Caí na real e corri atrás dela.


- Amor...! _ Eu já chorava. Escutei o portão da garagem se abrindo e o carro de Regina ligando, foi em questão deu aparecer na garagem que vi Regina saindo às pressas na direção do centro. _ "Me perdoa, amor!"

Voltei para dentro de casa, mais específica, para a sala. Me sentei no chão me escorando no sofá e comecei a chorar desesperada, com medo do que Regina poderia fazer.


- Amor... Volta por favor! _ Não sei por quê, mas na minha cabeça só passava que Regina me abandonaria, que ela iria me deixar, que se eu tirar o bebê ela pediria o divórcio. - REGINA! _ Gritei tentando me acalmar. Como pude deixar as coisas chegar este ponto? _ " Meu Deus, eu não quero abortar, o senhor sabe que não é isso. "_ Eu devia ter dito dês do começo para Regina sobre minha saúde. _" Se eu pudesse voltar atrás!"_

Não sei quanto tempo se passou, só sei que eu me "acalmei um pouco". Parecia que eu tinha secado, não tinha mais estoque de lágrimas nos meus olhos. Eu só queria estar agora nos braços de minha mulher, sentindo seu carinho e comemorando. Comemorando. Isso se eu fosse saudável. De repente as lágrimas voltaram. Me levantei e fui para a cozinha tomar um pouco d'água. Enquanto bebia água olhei para a janela que a via enfrente a pia


                                                                           Imaginação onn


- Vem na mamãe, meu amor! _ Eu dizia vendo meu bebê dando os primeiros passinhos, saindo das mãos de Regina vindo em direção as minhas. Sorri e o peguei no colo o jogando para o alto e o segurando novamente.
[...]
- Amor, ele tem seus olhos! _ Eu dizia para minha Regina e ela sorria, vendo-me amamentar o nosso bebe.
[...]
- Sopra a velinha, meu amor! _ Regina dizia enquanto eu batia palmas e ela o segurava pela cintura.
[...]
- Você vai ganhar um irmãozinho, meu amor... _ Eu dizia segurando meu filho e o abraçando, vendo Regina sorrindo e balançando as sobrancelhas animada.
[...]
- Mamãeeee! _ Ele correu até os braços de Regina, a mesma estava muito feliz.
 

                                                                 Imaginação off

Lágrimas desciam pelo meu rosto, enquanto eu imaginava como seria minha vida e da minha Regina se meu útero fosse saudável.
Enxuguei as lágrimas e deixei o copo na pia e voltei para a sala. Me sentei no sofá, coloquei a mão em meu ventre, mordi o lábio com força voltando a chorar. Levantei os olhos e observei o horário. Já eram 01h43m. Respirei fundo e meus pensamentos foram em Regina. _ "Onde você está, meu amor?" 
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                                                                                        Pov's Regina


- Toma aqui, Regina! Beba um pouco d'água e me conta direito o que está acontecendo.
Depois de ter rondado um pouco com o carro fui para a casa da minha amiga e também madrinha de casamento, minha e de Emma, Belle, sim a recepcionista do hospital.


- É que... Ai Belle... _ Comecei a chorar. Eu estava me sentindo tão desamparada, eu queria tanto, neste momento, está comemorando a gravidez de Emma, a deitando na cama e dando vários beijos em seu ventre... Mas, isso nunca vai acontecer.


- Fique calma, meu bem! Respira e se acalme. Não precisa me dizer agora, fique tranquila. _ Ela disse me abraçando e me tranquilizando.


- Obrigada Belle, mas... Eu acho melhor eu voltar pra casa.


- Tudo bem! Mas... Qualquer coisa me ligue.


- Obrigado Belle. _ A abracei e saí do apartamento. Dirigi até em casa devagar. A rua estava bem limpa, mas eu precisava ficar um pouco sozinha. Liguei o rádio e estava passando Calvin Harris - Feels. Deixei por quê eu precisava de um astral melhor. Quando cheguei em casa todas as luzes estavam apagadas, exceto a da cozinha. Desci do carro. Entrei em casa e chamei por Emma. Ela não estava na cozinha. Subi as escadas e da ponta do corredor já ouvi o choro de Emma e ela chamando por meu nome e pedindo desculpas. Andei até meu quarto. A porta estava aberta. Meu coração se apertou. Minha, Emma. Minha, doce Emma. Estava encolhida chorando muito. Ela não percebeu minha presença. Tirei meu chinelo e andei com calma até a cama. Emma ainda estava inerte da minha presença. Ouvir seu choro me deixava mal. Eu comecei a chorar também, mas silenciosamente. Subi na cama e rapidamente a abracei por trás. Eu apertei minha esposa em meus braços, ela segurou firme em minha mão e nosso choro aumentou. Enfiei minha cabeça nos cachos loiros da minha mulher no intuito, falso, de abafar meu choro. Emma estava soluçando, abaixou a cabeça e colou minhas mãos em sua boca dando vários beijos. A apertei mais contra meu corpo.


- Eu te amo, meu amor! _ Falei com falhas em meio de meu choro. - E eu vou está contigo em toda as suas escolhas! _ Sussurrei, pois eu não conseguia falar mais alto que isto. Doía, doía muito. Parecia que estavam arrancando um pedaço de mim. Eu me sentia tão incompleta naquele momento, eu queria chorar mais do que eu já estava chorando, até convencer Emma a ter o bebê. Mas as coisas não são assim, não vou força-la a nada.


- Eu te amo muito, Regina! _ Emma disse se virando em meus braços e se encolhendo em meu corpo. Ela segurou em minha blusa colando o rosto em meu seio e chorando muito. Eu segurei ela firme e a dei um beijo na cabeça.


- Emma... Meu amor! _ Falei tentando parar de chorar. - Eu estou com você, independendo dá sua escolha. Eu vou aceitar sua escolha, eu vou... _ Minha garganta já estava embargando. - ... Segunda vamos na clínica... _ Ao dizer aquilo me arrepiei. - E você... Você... Pra você... Tirar o... O... O fet-to... _ Voltei a chorar mas fiz o possível para não ser audível para minha Emma. Respirei fundo e fechei os olhos sentindo Emma balançar a cabeça sem parar de chorar.


- Emma, está tudo bem, meu amor. Eu não estou com raiva. _ Falei compreensiva.


- Regi... _ Ela levantou a cabeça. Seus olhos estavam vermelhos e seu rosto também. Sua face delicada, toda molhada, o nariz escorrendo e os lábios tremendo. - Eu preciso... Preciso te contar uma coisa.


- O que você quer me dizer? _ Perguntei curiosa. _ Emma se sentou na cama, enxugou o rosto vermelho, com sua blusa e segurou minhas mãos.


- Regina, eu te amo. Te amo muito. E o que eu mais quero é poder te da um filho. _ A voz dela embargou na palavra filho. Mas eu não estava entendendo nada, até poucas horas a palavra filho era proibido. - Mas... _ Deixou algumas lágrimas escaparem. Me ajoelhei na cama, limpei suas lágrimas e acariciei sua bochecha. - Eu não posso ter filhos. _ Disse e abaixou a cabeça voltando a chorar.
Aquela notícia me pegou de surpresa. - Como assim, Emma! Claro que pode! Você está grávida! _ Gritei sem compreender. Mas não era de raiva era o impulso por causa da notícia, mas acho que acabei a assustando.


- Não, Regi, eu não posso. Meu útero não desenvolve.
Eu estava cada vez mais surpresa. - Dês de quando Emma? E como você sabe disso?


- Eu descobri ano passado, quando perdi o bebê. Mas... Eu não quis te contar. Fiquei com medo. _ Ela disse chorando.
Me levantei da cama, pus as mãos na cabeça tentando respirar. - E COMO VOCÊ PÔDE ESCONDER ISSO DE MIM, EMMA? _  Me alterei. Meus hormônios estavam loucos - ME ILUDINDO, FAZENDO EU ME HUMILHAR, TE IMPLORANDO PRA TENTARMOS OUTRA VEZ... E VOCÊ... E VOCÊ SABIA O QUANTO EU ESTAVA SOFRENDO...


- Regina... _ Ela se levantou me interrompendo. Tentou se aproximar de mim.


- SAI EMMA. _ Ela arregalou os olhos. - VOCÊ SABIA, E ME DEIXOU SOFRER, ME DEIXOU CHORAR, NOITE APÓS NOITE. QUEM AMA CUIDA EMMA, E VOCÊ NÃO CUIDOU DE MIM. MENTIU PRA MIM. _ Minhas lágrimas desciam sem parar. Olhei no fundo de seus olhos e falei sem gritar. - Como você pôde?


- Regina, por favor. Eu te amo... Eu não te contei por que eu fiquei com medo. Medo de te perder. Medo de você me abandonar por eu não poder te dar um filho.


- Você me conhece, Emma. E sabe que eu não faria isso.


- Mas... Eu estava insegura... Assustada... E ... Eu só pensava em como eu te machucaria.


- Você não me machucaria, Emma. Mas machucou agora. _ Ela colocou as mãos no rosto.


- Me perdoa. Me perdoa , meu amor. Eu estava com muito medo! Por favor! Me perdoa? _ Ela disse olhando para mim. E eu via em seus olhos o quanto ela estava arrependida em não ter me contado antes. Ela estava desesperada. Mas eu a entendo. Entendo seu medo. Entendo o que se passava pela cabeça dela. Entendo o sentimento que ela estava ano passado. E a preocupação comigo. Eu estava demorando a responder. Emma desistiu de esperar minha resposta e assentiu com a cabeça começando a caminhar até o banheiro tentando limpar suas lágrimas.


- É claro que eu perdoo, Emma! _ Falei e ela se virou no mesmo instante. - Não vou criar ceninha por isso. Eu sei o que você estava sentindo.

_ Me aproximei dela. Acariciei seu rosto. - Mais eu estou com você, para o que der e vier! Eu te amo. _ Emma chorou e me abraçou. Retribui o abraço e beijei sua cabeça.


- Obrigada, Regina!


- Fique calma, meu amor. Eu não estou aqui para te julgar! _ Eu não conseguia mais chorar, eu só estava em choque. Ainda processando esta noticia. Como assim Emma não podia ter filhos. Não conseguia pensar nisto agora. - Quanto tempo? _ sussurrei


- Hum? _ Ela disse entre lágrimas.


- Quanto tempo... até você perder o bebê? _ Falei devagar e olhando para o nada.


- Quando eu estiver com três meses. _ Falou levantando o rosto e dando uma fungada.


- Você sabe que não precisa ficar sofrendo por três meses. Se você quiser...


- Não Regina. Eu prefiro que ele se vá do modo natural. Não quero nada cutucando meu filho.


- Tudo bem. _ A dei um beijo na testa. -  Vamos tomar um banho e dormir. Precisamos descansar. _ Falei sem nenhum ânimo. O clima no quarto ainda estava pesado. Emma precisava descansar e eu tentar processar essa baque, que foi essa noticia.
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                                                                                                          Pov's Emma

O perdão de Regina me deixou na paz. Eu estava completamente serena. E saber que ela me compreende... Ah, isso é incrível. Eu a amo e agradeço por ela não me julgar.


- Venha. _ Ela disse já nua me chamando para que eu retirasse minha roupa. Ela retirou minha blusa e meu sutiã e eu retirei o resto enquanto ela ligava o chuveiro. Quando a temperatura d'água ficou estável para que entrássemos, Regina segurou minha cintura, fechou o box e me abraçou e juntas e quentinhas, sentindo pele contra pele, ficamos ali paradas sentindo a água escorrer por nossos cabelos e todo o corpo. Regina alisava meus cabelos e eu mantinha meus olhos fechando e passando a ponta do nariz em seu pescoço, enquanto minha cabeça estava deitada em seu ombro. Regina esticou a mão e pegou o sabão. Ela retirou as mãos dos meus cabelos e desligou o chuveiro. Eu não me mexi, continuei a abraçando. Ela passou a mão com a espuma em minhas costas, em toda a extensão do local. Passou em meus ombros até meus cotovelos.


- Afaste-se um pouquinho, meu bem! _ Ela disse e eu fiz. Minha esposa passou o sabão em todo o meu corpo, com carinho, só fiquei um pouco tensa quando ela começou a ensaboar minha barriga. Ela parou e ficou alisando meu ventre. Abaixei o olhar fitando sua mão e depois a olhei. Regina estava com um sorriso triste no rosto. Eu não aguentaria isto. Levantei o resto dela e acariciei. - Deixe eu te enxaguar! _ Ela me olhou e falou. Terminamos o banho e voltamos para o quarto. Regina me vestiu e depois a si mesma. Pegou a escova de cabelo e  subiu-se na cama sentando atrás de  mim e começando a pentear as mechas de meu cabelo. Eu fechei os olhos sentindo o delicioso toque da escova junto com suas mãos firmes. E eu sorri quando a ouvi sussurrar um poema.

Eu estou aqui com você

Não vou desistir

De ti ter

Eu amo seu sorriso

Todo dia

Ao amanhecer 

E acabo ficando boba

Sem querer

Todo dia te espero

Sempre te quero

E eu não sei se aguento

Viver sem você

Não importa a luta

Não importa o tempo

Eu vou esperar

E sei que não vou me cansar

Seu rosto angelical

Seu cabelo ideal

O seus olhos que refletem

Meu poema musical

Sua áurea infinita

Sua beleza sem igual

O teu nome lhe define

Sem ter bola de cristal

O teu jeito me fascina

Me desprende do mundo real

É que Eu te amo

E não tem outro nome

Tão especial
(Minha autoria)

No final ela me e abraçou e me deu um beijo na bochecha.


- Eu te amo, Emma!


- Eu te amo, Regina


Me virei e a dei um selinho. - Vamos descansar, cisnezinho. _ Sorri e me aconcheguei em seus braços logo após dela ter se deitado sob os edredons. Eu estava quase dormindo quando Regina diz. - Sabe do que precisamos?


- Do que, amor? _ Sussurrei beijando seu seio.


- Férias!



Notas Finais


É isso, verdades ditas, então tudo beleza, né! (irônia?????????)


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