História A Little Change - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Mike Schmidt, Personagens Originais, Purple Guy
Tags Fluffy Willmike, Kid!mike
Visualizações 27
Palavras 1.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Se veio aqui, achando que ia ter yaoi, sinto muito.

Eu tive essa ideia há alguns dias e, bom... Eu resolvi pôr em prática ksks

Avisando desde já que é um Universo Alternativo (como tá marcado ali), então, William não é um assassino, ele não sofre de nenhum tipo de doença mental. Ele continua sem gostar de crianças, mas isso não significa que ele fará algum mal a elas. Ele apenas manterá distância e evitará qualquer contato com elas (como diz na sinopse heheh). Ah, e o Mike é uma criança. Eu imagino o Schmidt na sua fase infantil e vejo uma criaturinha muito fofa <3

Caso alguém pergunte, William NÃO vai se apaixonar pelo Mike, como se ele fosse um adulto. Eu não escrevo fanfics desse tipo, eu tenho NOJO de pedofilia, sou contra esse tipo de coisa. Pedofilia é terrível, mano, terrível... Portanto, não me peçam pra escrever isso...

É só isso, boa leitura :)

Capítulo 1 - Novos vizinhos e mais uma criança


William não gostava de seus vizinhos pelo simples motivo de todos eles terem crianças.

Ele não suportava ouvir aqueles gritinhos e risadinhas infantis. A alegria e inocência daqueles pequenos seres o incomodava de um jeito inexplicável. Seu mau humor constante passava medo não só às crianças, mas também aos adultos. É tanto que evitavam passar por ele. Só que isso não lhe importava nem um pouco, muito pelo contrário. Ele os agradecia mentalmente.

Algumas mulheres que tinham filhos, eram solteiras. As mesmas tentavam puxar assunto com o homem sério e rude, mas sempre eram ignoradas. William até as achava bonitas, mas após se divorciar duas vezes, decidiu que era melhor ficar sozinho.


Eram exatas nove da manhã. O rapaz descia as escadas de sua casa, ajeitando o cabelo preso em um rabo de cavalo baixo. Vozes desconhecidas foram ouvidas por si e vinha do lado de fora. Franziu a testa, em confusão, e caminhou em direção a janela, afastando um pouco a cortina para poder ver o que sucedia lá fora. Suas orbes acinzentadas avistaram uma mulher branca, de cabelos castanhos, lisos e curtos e de olhos também castanhos. Ao seu lado, estava um homem alto, de pele um pouco mais escura, os cabelos eram negros e estava penteado para trás, e seus olhos tinham uma cor azulada. Não deixou de notar que, com eles, estava uma criança, e, pelo que percebeu, era um menino. Sua pele tinha o mesmo tom que a de sua mãe, seus cabelos tinham a mesma cor que a do seu pai, tinha também uma estrutura lisa e brilhosa e chegavam em seu pescoço, tendo uma franja que cobria suas sobrancelhas. Por último, seus olhos pequenos e levemente puxadinhos, sendo donos de íris azuis.

O pequeno correu para se juntar as outras crianças, enquanto seus pais colocavam algumas coisas para dentro da casa ao lado da sua. William grunhiu ao perceber que eram vizinhos novos.

— E ainda trazem uma criança! — Murmurou levemente irritado. Se afastou da janela e respirou fundo. Não estava a fim de sair, pois sabia que tais vizinhos viriam o cumprimentar e, bom, William detestava tal coisa.

Decidiu que ficaria em casa. Se possível, passaria o resto do fim de semana em tal local. Pensou eu manter todas as janelas fechadas e a porta trancada. Talvez assim, ninguém o incomodaria.

Para a sua felicidade, não trabalhava no fim de semana, então podia ficar o dia todo largado em algum canto, sem se preocupar com ninguém e com nada. O silêncio era seu “som” favorito.

Sentou-se no sofá e tirou o celular do bolso, checando se havia alguma mensagem. E havia. Era uma mensagem de seu melhor amigo, o Scott. O mesmo o convidara para saírem a algum lugar, para aproveitarem o final de semana. William apenas respondeu com um “não” e fora xingando pelo outro rapaz. O moreno riu curto com tal resposta e guardou o aparelho.


Ao anoitecer, William, por fim, resolveu sair de casa, já que não havia ninguém na rua. Sentou-se na pequena escada e observou a rua vazia, enquanto tragava o seu maior vício, o cigarro. Soprou a fumaça e respirou fundo, fechando os olhos.

Não notou quando um certo garotinho caminhou em sua direção e sentou ao seu lado, com um sorriso inocente desenhado em seus lábios fininhos e rosados.

— Oi! — A voz infantil ecoou por seus ouvidos, fazendo-o sobressaltar de leve e abrir os olhos subitamente, olhando para aquela face angelical.

— Que... Mas o que raios você faz aqui, garoto?? — Franziu a testa, alterando um pouco o tom de sua voz, fazendo o pequeno encolher os ombros.

— Uh... Desculpe... Eu vi o senhor aqui sozinho e decidi lhe fazer companhia... — Respondeu, comprimindo os lábios em um biquinho infantil. A confusão na face de William era perceptível. O mais velho balançou a cabeça e apagou o cigarro, jogando-o em algum canto.

— Seus pais sabem que você saiu de casa? O que eles vão pensar ao vê-lo conversando com um estranho? — Os olhos do pequeno arregalaram-se levemente e um sorriso sem graça surgiu em seus lábios.

— Ehr... Eles não sabem que eu saí... — E o mesmo biquinho surgiu em seus lábios. — Eu queria conhecer os nossos vizinhos, mas eles não deixaram, então eu saí por conta própria.

William encarava o pequenino com uma expressão incrédula. Por trás daquela carinha fofa, havia uma criança teimosa.

— Você não deve desobedecer uma ordem de seus pais. Com certeza, eles já o avisaram para não conversar com estranhos.

— É, eles sempre me falam isso, mas fazem a mesma coisa. — Falou num tom levemente irritado, cruzando os braços e inflando um pouco as bochechas salientes, o deixando adorável. William não conseguiu evitar uma risada fraca.

Ao notar tal coisa, balançou a cabeça e voltou com a expressão séria de antes.

— Anda, volta logo pra tua casa antes que teus pais te vejam aqui comigo e resolvam criar confusão. E eu prefiro não perder tempo com isso. — Respondeu num tom ríspido.

— Ah, mas o senhor nem me falou seu nome... — O garotinho abaixou a cabeça, aparentando estar cabisbaixo. William revirou os olhos mais uma vez, passando as mãos pelo rosto.

— William. William Afton. — Ao ouvir o que tanto queria, o pequeno sorriu de orelha a orelha, estendendo sua mãozinha ao maior. William observou-o e ergueu uma sobrancelha.

— Prazer, senhor Afton, me chamo Michael Schmidt! — Disse num tom animado. — Mas pode me chamar de Mike, se o senhor preferir.

Com uma risada curta, William apertou a mão da criança, balançando a cabeça.

— Michael!? — Uma voz feminina resoou em meio ao silêncio da rua. A criança engoliu seco, enquanto William procurava a dona daquela voz. Não demorou muito para ver a mesma mulher de mais cedo.

— Ah, ótimo. Sua mãe tá chamando, anda logo antes que ela te veja aqui comigo.

— Agh... Tá bom, mas eu posso vir aqui mais vezes? — O rapaz mais velho arregalou os olhos com a pergunta, olhando para a face animada do pequeno.

— Que?! Não, não pode não. Agora vai. — Respondeu seco. Michael formou uma cara emburrada e foi embora sem ao menos dar tchau. Observou-o caminhar a passos pesados até a mulher e, em seguida, entrar na casa.

O frio da noite havia aumentado, portanto, levantou-se e entrou em sua residência.

Começou a pensar no porquê de algumas crianças insistirem em conversar consigo, mesmo sabendo que o mesmo não simpatizava com elas. O rapaz franziu a testa e balançou a cabeça numa tentativa de tirar esses pensamentos de sua mente.

Enquanto pensava, não notou quando já estava em seu quarto. Após um longo suspiro, tirou a sua blusa e se jogou na cama, não demorando muito para adormecer profundamente.


Notas Finais


Heya!

Após não sei quantos dias sem postar uma fanfic, finalmente volto com uma twoshot. Sim, essa fic terá apenas dois capítulos.

Mano, eu tô até agora acordada. É, eu não dormi ainda :') e agr tô com sono... Enfim, o aviso que eu ia dar aqui, coloquei tudo nas notas iniciais mesmo ksksk

Bom, eu espero que vocês tenham gostado. Tô com ideias pra mais uma fic (shortfic) e pra uma oneshot, mas não sei quando ficarão prontas :"v

Perdão por qualquer erro. Já revisei o cap, mas farei isso novamente mais tarde.

Beijão e até o próximo capítulo :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...