História A little dreamer in trouble - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Ficção, Magia, Romance, Universo Alternativo
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Palavras 2.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem pelo episódio ruim, mas enfim, vamos às explicações.

Sábado e domingo foram dias difíceis e eu tive alguns problemas pessoais, infelizmente não pude conseguie enviar o capítulo, mas aqui está. Desculpe pelos erros!

Boa leitura!

Capítulo 25 - Capítulo 24 - Um dia de mortes...


– O primeiro sortudo.. vejamos..


Ele enfia a mão na caixa, caçando algo e enfim tirando um papelzinho, desdobrando e olhando.


– Johnson Filt..


Vejo um garotp solitário subir ali e se levado pelos guardas para dentro do castelo. Suspiro, me lembrando de que mais cedo vi a mãe deste garoto ser levada para dentro por estar usando a cor azul.

Jeon voltou a fuçar os papéis ali, caçando outro nome de um pobre coitado.


...


Após muitos nomes serem ditos, faltavam apenas 2 e eu não havia sido escolhida, o que me fazia ficar pouco desesperada.


– Hmm.. Ethan Dominic..? Esse é novo aqui..


Suspiro, sentindo meu coração acelerado ao ouvir "meu nome" ser dito em claro e alto tom.

Saio dali, indo até lá em cima, um dos guardas pega meu braço, me dando um leve susto, sou levada para dentro do castelo, olho envolta, tanto espantada com tanta beleza e riqueza guardados apenas para Jeon e sua ambição enorme. Os guardas me levam para um local ali que parecia mais uma masmorra, eles me empurram para uma das celas, olho os mesmos irriatada pelo empurrão, eles apenas fecham a cela e saem rindo de mim, como se eu fosse um animal.

Suspiro profundamente, ouvindo alguns garotos chorando, muitos pediam para sair, muitos batiam nas grades, bravos por terem mexido com suas mães.

Apenas me sentei ali no colchão no chão, me encostei na parede de rocha dali, fitando a única janela protegida com grades que tinha ali, dando bem pouca iluminação para o lugar, deixando tudo sombrio, escuro e sujo. Era triste pensar que a última visão que eles teriam da vida, seria isso...


...


Passaram no mínimo umas três horas que eu estava nesse lugar, sem fazer nada, olhando a mesma janela, já estava bem entediada com aquilo, mas fazer o que. Muitos choros cessaram, acho que eles haviam cansado de pedir piedade.

E pela primeira vez depois de horas, ouvimos enfim a porta do lugar ser aberta.


– Hora de comer, ratinhos..


Diz um dos guardas idiotas, chegando ali junto de mais cinco guardas, trazendo consigo bandejas de comida. Um deles trás até minha cela, abre e põe a bandeja no chão, fechando a cela de novo.


– Coma, vai precisar para amanhã.. –diz sorrindo ladino.


Reviro os olhos, indo até lá e pegando a mesma, vendo um prato com uma sopa velha, pouco fedida, com um caldo verde, tinham pedaços de galinha, mas não pedaços normais, mas pedaços bizarros, como olho, pés, fígado, estômago, etc.

Faço ância por ver o olho, rejeitando aquilo, me sento ali no colchão, bufando entediada.

Suspiro, levanto minha manga, olhando a costura ali, vendo estar um tanto feio, mas já parevia bem melhor, estava menos vermelho, e sem tanto sangue, estava cicatrizando aos poucos, bem aos poucos.

Me deito ali no colchão, fechando meus olhos, bocejando em seguida, começo a me lembrar de momentos meus com meu gatinho e meu appa, como quando passávamos horas brincando de esconde-esconde, depois tomávamos banho e comíamos brigadeiro assistindo algum filme. Eram momentos bons, pena que tudo que é bom dura pouco e agora olha eu aqui, numa cela, no chão, pensando sériamente em comer uma sopa com olhos e estômago. Eca.


...


Acordo com o barulho de algo batendo nas celas, percebo então que eu havia dormido.


– Aish.. –resmungo, me levantando.


Limpo minhas roupas e minhas mãos, logo vendo um dos guardas abrir minha cela, vindo até mim e pegando fortemente em meu braço, arqueio a sobrancelha, o olhando.


– O que é? –diz arrogante para mim.


Nego levemente, engolindo seco, andando junto dele.

Saímos enfim daquele lugar escuro, entrando novamente dentro do castelo.


– Como foi o dia de ontem, pequenos ratinhos?


Diz e sorri, enquanto bebia vinho e comia um peixe cozido, sentado em sua mesa ali.

Suspiro, querendo enfiar aquela taça guela à baixo nele.


– Se aprontem.. falta apenas uma hora para a guerra..


Assim que termina, seus guardas nos levam para outro lugar fora dali. Saímos e vamos para uma parte no castelo aonde tem banheiro os fedidos e mal limpos, armários velhos de madeira, cheio de mofo e várias empregadas.

Os guardas vão embora, fechando a porta dali.

Olho envolta, logo sentindo uma mão delicada me puxar fortemente para outro local, me dando um enorme susto.

Olho a pessoa, vendo ser Bella, sorrio surpresa.


– Bella..


Ela faz sinal de silêncio e me traz para uma das cabines, me despindo e me enfiando no balde ali, começando a me banhar.


– Sua louca.. sabe como fiquei preocupada? Achei que tinham te matado.. –fala bem baixinho.


– Desculpe.. precisava salvar aquele homem..


Ela suspira, sem parar de me banhar. Gemo baixo de dor ao sentir a bucha passar por mimha cicatriz.


– Como se cortou? –diz preocupada, olhando meu braço.


– Eu caí num buraco..


Ela suspira, negando levemente com a cabeça e terminando de me banhar, em seguida me secando e me trazendo para outra parte dali, ela me senta ali num banco.


– Tem sorte de não terem visto seus seios.. –diz aparentemente brava.


Sorrio sem graça. Ela envolve meus seios com uma faixa, daquelas que usavam para ferimentos. Logo pegando uma agulha e linha de costura, mordo meu lábio.


– Bella.. não precisa disso eu não to afim de passar por isso de novo!


Digo medrosa, ela me ignora, tirando a linha do corte em meu braço, fazendo o mesmo abrir um tanto, sangrando novamente.


– Aish.. –fecho meus olhos com força.


Aquilo doía como se estivessem enfiando um ferro quente em meu braço.

Ela tratou de pegar a agulha, costurando o corte rápido e delicadamente. Eu sentia que ia desmaiar de dor a qualquer hora, doís demais e o pior era que não acabava a maldita dor.


– Pronto.. –diz e limpa meu ferimento.


Ela estava sendo o mais delicada que podia, mas mesmo assim ainda era insuportável.


– Valeu.. –digo resmungando de dor.


– Agora vai ter que aguentar firme..


Arqueio a sobrancelha, confusa, vendo-a sair dali.


– Como assim? –digo confusa, quando ela volta.


Vejo uma garrafa de vinho em sua mão, arregalo os olhos, tentando fugir porém ela me segura e joga o vinho em meu braço, me fazendo soltar um pequeno grito de dor.


– Deus! –digo em meio à tanta dor.


– Fique quieta ou teremos companhia e nós duas iremos morrer..


Diz e eu resmungo, sentindo meus olhos vazarem lágrimas quase que automaticamente por causa da dor.


– Desculpe.. –digo baixo e ela sorri fraco.


Ela guarda o vinho e limpa minha ferida novamente, que latejava por tanta dor. Logo me vestindo com uma roupa estranha e marrom, uma calça feita da pele de um animal estranho, que eu não reconhecia muito bem, e uma blusa de manga comprida, também deste mesmo tecido.


– Esse broche.. Harry que fez..? –ela sorri boba, pondo o broche em minha calça.


Assinto, boba por ver o quão apaixonada ela era por ele.

Logo ela termina de me ajeitar e me traz de volta para o castelo, me deixando junto dos outros garotos e enfim voltando ao banheiro.


– Vocês são tão sortudos.. foram escolhidos para a maior guerra de todos os tempos..


Ele sorri contente, olhando todos nós.


– Ethan.. você foi o último a sair do banheiro.. estávamos esperando por você para começar a guerra..


Ele diz "gentil", saindo dali, seguimos o maior, indo para uma porta ali no fundo do castelo. Logo estamos fora, era uma área rodeada por uma cerna de facas afiadas e pontudas, e também alguns guardas com armas, prontos para assassinar alguém.


– Daqui a dois minutos, poderão começar a brincadeira, então.. boa sorte..


Diz e fecha a porta do castelo, trancando a mesma. Fico pouco desesperada, vendo muitos dos rapazes correrem, provavelmente alguns iam se esconder, outros fugindo dos que já estavam partindo para a porrada.

Vejo um garoto de no mínimo 17 anos vir até mim, com uma expressão nada amigável. Ele me dá um soco porém eu desvio, chutando o meio de suas pernas e o jogando ali no chão, olho o mesmo ali, sem coragem para fazer isso.


– Me perdoa..


Digo baixo, faço o que Harry me ensinou, socando fortemente um lugar ali nas costas dele, que automaticamente matou o menor. Harry sabia que eu não conseguiria espancar alguém até a morte, então me ensinou isso, que matava a pessoa, rápido, para que não sofresse muito.

Só por fazer isso eu já senti uma dor no coração, um peso horrível na consciência.

Passo a mão por meus cabelos, sem saber o que fazer, triste e com raiva de Jeon. Corro dali, indo para algum lugar mais distante, vendo muitos dos rapazes correndo ainda, me assusto, sentindo alguém me empurrar fortemente, me fazendp tropeçar em um galho e sair rolando algumas vezes, logo batendo fortemente em uma árvore, sinto um tanto de sangue sair por minha boca.

Tusso um pouco, me levantando com dificuldade e dor, vejo o rapaz que me empurrou vir até mim. Suspiro, desvio de seu soco, fazendo-o machucar a mão na árvore, soltando um grito por isso. Limpo minha boca.


– Seu idiota..


Suspiro, o empurro, fazendo-o cair de costas, pulo com toda minha força em suas costas, no local certo, matando-o rapidamente, ouvindo o estalo alto que seus ossos fizeram.

Suspiro, me limpando, sentindo uma maldita e grande dor em minha barriga.


– Aish..


Engulo seco, voltando a andar, agora atenta a qualquer idiota.

Fico andando por um tempo, até ouvir o som alto de um tambor. Olho envolta, assustada com aquele som.

Seguimos para a entrada por onde viemos, logo vendo uma caixa cheia de espadas, suspiro, vendo Jeon Jungkook sentado em um trono, numa área vip, nos vendo enquanto nos matamos friamente.


– Dezesseis garotos morreram.. tudo pra satisfazer o maldito desejo de um garoto imbecil..


Suspiro, triste, logo vendo os guardas que ajeitavam as espadas ali, irem embora.


– Que comece.. a fase dois..


Ele sorri ladino, nos liberando, corro rapidamente até lá, procurando e logo achando minha espada, pego-a, vendo um garoto vir correndo até mim, enfio a espada em seu coração, vendo-o cuspir sangue, fazendo uma expressão de doer o coração. Imaginei como se eu fosse mãe daquele gatoto, e isso fez doer ainda mais.

Suspiro, limpando o suor que escorria por minha testa, olho envolta, logo vendo um garoto quase matando um menino indefeso, parecia bem jovem e assutado. Corro rapidamente até lá, enfiando minha espada em suas costas, na direção de seu coração.


– Vai logo! –digo para o garoto.


O garoto corre rapidamente, parecia assustado, ouço um muleque vir por trás de mim, gritando. Poxa nem pra disfarçar?

Me viro, infelizmente cravando a espada em seu coração, suspiro, fitando seus olhos.


– Desculpe.. –peço baixo.


O mesmo cospe sangue, antes de cair morto, suspiro, limpando minhas mãos em minhas roupas, triste, fitando o garoto morto ali.


– Que droga Jeon...


Digo triste e irritada, suspiro, saio dali, adentrando a floresta, olhando sempre envolta, atenta, vejo um menino se agonizando ali no chão, algum cretino havia apenas cortado seus pulsos, e pernas e o deixado ali.

Me agacho ao lado do garoto, suspiro, triste.


– M-me mata.. por... favor.. ele.. matou a mamãe.. não tenho mais.. ninguém...


Diz fraco, chorando por tamanha dor que ele sentia.


– Vou fazer.. ser rápido, tabom...? –digo com a voz tanto embriagada pelo choro.


Ele assente, agradecendo várias vezes, o que só me faz ficar ainda mais triste.

Fecho os olhos dele, logo pegando a espada e enfiando em seu coração rápido e com força, vendo-o morrer de uma vez, suspiro, fitando o garoto, cabisbaixa.

Limpo meu rosto, fitando o garoto por um tempo, me sento ali ao lado dele, cansada disso tudo.

Rio fraco, negando levemente com a cabeça, pensando algo comigo mesma.


– Acho que devia ter ficado e ajudado o Tae com o universo dele... –digo baixo, fungo.


Suspiro, logo me levantando, voltando a andar para algum lugar, já não estando afim de matar mais ninguém hoje.


– Eu vou.. matar o Jeon..


Digo como uma canção feliz, como se estivesse cantando, sorrindo falso e andando de forma engraçada, irônica por causa disso.


...


Já tinha mais ou menos umas 2 horaa que eu estava andando sem parar, talvez para não encontrar e ter que matar ninguém outra vez. O estranho é não ter 16 mortos ainda, já que com espada é bem mais fácil matar alguém.

Por coinscidência, escuto o som do tambor alto novamente, suspiro, indo correndo para a entrada do local, vendo algumas coisas ali, sorrio, vendo arcos e felha ali na mesa, junto de marretas, entre outras coisas. Olho para cima, vendo Jeon ali no trono, bebendo e rindo de nós, reviro os olhos.

Suspiro, indo até a mesa, pegando o arco e a felha, deixando minha espada ali, reviro os olhos, sabendo que éramos 18 pessoas restantes aqui, olho envolta, já aprontando minha flecha, atiro em todos os garotos que estavam matando outros inocentes a sangue frio. Contando quantos matei, com os que foram mortos pelos otários, 10 já foram.

Limpo meu rosto, adentrando a floresta e procurando alguma árvore. Acho uma boa árvore grande e subo na mesma, me sentando em um galho ali, resolvo deixar a matança continuar sozinha. Me ajeito, me encostando ali, levemente deitada, bocejo.


– Que sono.. eu acho que poderia dormir umas 48 horas direto.. –digo sonolenta, fechando meus olhos brevemente.


Logo ouço passo correndo por perto, olho para baixo, vendo um garoto pequeno correndo de outro, que tinha um martelo grande em mãos.

Miro no garoto, mas antes que eu possa fazer qualquer coisa, ele joga o martelo, que acerta o mais novo, suspiro, irritada, atirando em seu coração, matando-o, ouvindo o alto barulho do tambor tocar assim que eu o mato, olho envolta, surpresa, desço rapidamente da árvore, indo até o garoto mais novo ali, vendo-o ainda vivo, um tanto machucado pelo martelo que havia caído em sua cabeça.

Suspiro, lembrando do que Harry me disse.


"Na quarta e última fase, você precisará matar o último sobrevivente, e então poderá lutar com o rei"...


Suspiro, fitando o garoto.


– Me perdoe.. –digo baixo, vejo-o sorrir fraco, tanyo trêmulo.


– Termina logo.. quero ver minha mãe...


Sorrio fraco e boba, triste, assentindo rapidamente, pego uma flecha, minha última flecha, miro em seu coração, vejo-o fechar os olhos, pronto para isso.

Fecho meus olhos, enfiando a flecha em seu coração.

Agora não tinha mais volta... Jeon Jungkook.. seu pesadelo só acaba de começar....




Continuo...?


Notas Finais


Obrigada por ler, sexta tudo volta nos trilhos novamente.

Beijos de maçã do amor! ❤


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