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História A loira do banheiro (Imagine Jungkook) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Boa leitura! 😊😳

Capítulo 4 - O começo do fim



– você só pode está testando a minha paciência. – Digo rindo ironicamente, do que acabo de escutar.

– Vai me deixar explicar ou vai continuar com o triatinho de namoradinho infeliz. – provocou Suga. 

– Cala essa boca e fala logo de uma vez. — Cruzo os braços e o encaro.

– Veja. – Diz , logo após tira do bolso da calça, um papel dobrado e me entrega. –  Pegue e veja você mesmo.

– O que é isso? Uma carta de amor? – Ironizo novamente. 

— Não. – Respondeu sem alterar sua expressão. 

Apenas o ignoro e abro o papel dobrado. Assim que abri, notei que no papel estava escrito fases com letras recortadas de uma revista. 

O papel diz...

" Caro Jungkook. Sei que  está triste com a morte da (S/n) é como te conheço, Também sei que não vai ficar em paz até descobrir quem a matou. Por isso decide te escrever está carta. A (S/n) foi assassinada pelo seu bem. Eu a assassinei, por você. Me preocupo com o que aquela desgraçada poderia fazer com você... Eu espero que você entenda. Não quero quê fique com raiva de mim. Mas, caso fique vou ter que acabar com isso de uma vez... Se você não me entende, não aceita a morte da (S/n)... Eu vou ter que te matar também. "

Olhei pra Suga sem entender completamente nada, nada do que aquela carta dizia. 

– Você está brincando com migo. É isso, né? Tá achando engraçado.

– Entenda. Não sou eu! — falou Suga me olhando sério. Deixando me assustado. – Quando você saiu da sala, naquele dia do assassinato da (S/n), eu vi... Vi um homem colocando essa carta dentro do seu caderno.

– Que homem? – Questiono confuso. 

— Eu não sei. Ele estava usando um casaco com capuz, preto. Usando luvas... Enfim, eu não consegui ver sua face, nem a cor da sua pele, mas consegui identificar que era um homem pela estrutura do corpo. 

– Você quer que eu acredite nessa história? Nessa carta?

– Sim.

– Então. Você tá me dizendo que...

– Sim. — repetiu. – Eu acho que foi o assassino quem colocou essa carta no seu caderno.  E como na carta ele fala que te conhece. Por esse motivo, eu coloquei você como o principal suspeito. 

– Eu... Eu estou confuso. – E realmente eu estava. Agora era eu que não conseguia acreditar em nada que o Suga falava e em nada que aquela carta dizia. 



Depois da morte da (S/n) só estávam acontecendo coisas estranhas. Suga é o meu melhor amigo,  isso desde quando eu era criança, e  nunca nessa vida brigamos ou duvidamos um do outro. Mas, recentemente tá sendo inevitável não brigar e duvidar dele. Não sei, mas eu acho que eu e o Suga não podemos nos considerar melhores amigos deste modo.



– Me ajuda – Pediu Suga, aleatoriamente. 

— Hum.

– Me ajuda a fazer você acreditar em mim. – Nesse momento me arrependi desgraçadamente de ter pensado no que pensei. Se ele realmente queria a minha ajuda é pelo motivo de que realmente é verdade. Suga nunca foi de pedir ajuda, então isso explica tudo.


"como pude pensar que o suga não era mais meu melhor amigo." Foi o que se passou por minha cabeça naquele exato instante.


Apesar de tal arrependimento, não pude evitar o orgulho que me consome. 

– Como? parece que você está mangando da minha cara, com essa carta bizarra.

— Eu sei, mas pensa com migo. Se essa carta realmente for do assassino, significa que você realmente está em perigo. Se essa carta for verdade a gente precisa descobrir quem a escreveu.

– Mas, pra quê você se e ntromete? Isso não tem nada haver com você. – Desconfio.

— Eu não sei... Só sinto que preciso me meter nessa história e te ajudar.  Vamos... Vai ser igual a aquelas aventuras que brincávamos quando crianças. – Eu fiquei incrédulo ao escutar aquela frase vir do suga. Eu pensava que ele não se lembrava ou fingia que não se lembrava de quando éramos crianças já que se tornou tão sério e ríspido ao virar adolescente. Escutar ele falar aquilo me deixou feliz.

– Que bom. – Digo aleatoriamente. 

– O quê ? – o deixei confuso. 

– Esquece. – Dei uma breve pausa em minha fala e continuei. – Me fala, então. Qual o segundo suspeito. 

– Agora sim! – Falou Suga. Fazendo com que nós dois caissemos em uma infinita gargalhada.






Notas Finais


Obrigado por ler! <3


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