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História A loira do banheiro (Imagine Jungkook) - Capítulo 6


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - O segundo suspeito part. 2



– Tae. – Fiquei surpreso ao vê-lo depois de tanto tempo. 

Kim taehyung, ou melhor, Tae. É o meu primo. A gente costumava se ver quase todos os dias, Quando éramos crianças, e sempre que eu me metia em confusão ou aprontava era o Tae, quem sempre me ajudava e me orientava. 

–  Posso sentar aqui?– Pediu.

– Claro! – Dei espaço para que ele  senta-se ao meu lado, no banco de madeira. – E como você está? – Pergunto. – Nunca mais tive notícias de você.

– Eu estou bem. – Falou, sentando ao meu lado.

— Qual o motivo de você voltar a Seul? – Perguntei ao lembrar de quando o Tae havia ido embora de Seul para trabalhar na Coréia do Sul. 

— Eu fiquei com saudades e decidi voltar. 

– Saudades? É por isso que voltou, e o trabalho? – Desconfiei. 


No dia que o Tae iria deixar Seul, me lembro bem que todos que o conheciam estavam tristes, pois ele era querido por muitos e por isso causou uma tristeza memorável, com essa notícia. Também guardo a lembrança de que o Tae deu duro para conseguir um emprego fora de Seul e quando conseguiu lembro que nem se importou Com nossos sentimentos.  A primeira coisa que fez foi arrumar as malas e ir embora. 


– Eu prefiro não tocar no assunto. – Revelou, sem olhar nos meus olhos. 

– Está bem, me desculpe. – Pedi desculpas desconfiado de que havia acontecido alguma coisa para ele ter voltado a Seul. 

– Tudo bem. – Sorriu. – Me conta mais sobre você.

– Tae? – Olhei para traz e avistei Suga. Notei que ele estava parado olhando para o Tae. Provavelmente, também não estava entendendo o fato de ele ter voltado a Seul. 

– Suga! – Levantou-se do banco e foi dar um abraço no suga, porém suga como sempre desconfiado de tudo recusou o abraço. 

– O que faz aqui? e não tenta me abraça. 

– Eu voltei.

– É, isso notei. 

– Tá, chega de me fazerem  perguntas. Voltei por que voltei. E aliás... o que vieram fazer aqui, nesse lugar triste? Passear é que não foi.


Fiquei feliz ao notar que o Tae continua o mesmo. Ele ainda tem o sensor de detectar problemas que sempre odiei. 

Toda a vez que eu ia aprontar ou fazer alguma coisa de errado ele sabia, não sei como, mas ele sabia. E foi para esse "não sei como" que dei o nome de sensor de problemas. 


– Tá rindo, do quê? – Perguntou ao notar minha expressão sorridente. 

– De nada. – Menti. Levantei do banco, ficando em pé, igual aos dois.

– Eu conheço você Jungkook, você também Suga. – Encarou Suga.—  Eu sei quando vocês vão fazer o que não se deve. 

– Odeio esse sensor de problemas. 

– Que sensor que nada.  Não é preciso sensor nenhum para notar. É só olhar para o rosto do Suga.

– O quê? – Falou Suga.

– Esquece e fala de uma vez o que a gente veio fazer. – Falei para Suga.– Ele não vai nos deixar em paz. E pensando bem, acho que é até possível que ele nos ajude... – Fasso cara de pensativo. 

– Como? – Questiona Suga.

– Ele pode ficar de olho, enquanto isso, invadimos a escola  para descobrir mais sobre o assassino. 

– Vocês vão invadir uma escola?!




Notas Finais


Obrigado por ler.


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