História A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 7


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson
Tags A Loirinha Sapeca, o Mecânico Safado
Visualizações 65
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 7 - Capítulo 7


Klaus-P.O.V

QUEM ESSA LOIRINHA PENSA QUE É PRA FALAR COMIGO ASSIM? Ela me chama de moleque e sai do quarto sem esperar eu responder. Que filha da puta! Além de não querer dar pra mim, ela ainda se acha no direito de me chamar de moleque? Logo eu? Moleques são os playboyzinhos que ela está acostumada a foder.

E que pergunta foi aquela de zoofilia ou necrofilia? Essa mulher tem sérios problemas mentais. Se não era pra se juntar a nós, não deveria nem ter atrapalhado. Só quando penso em nós, sinto minhas bolas latejarem e lembro das duas gostosas que estão se vestindo.

— Que isso, meninas?! A diversão nem começou. Voltem para cá e vamos terminar com isso — digo massageando meu pau que continua duro.

— Você está louco! — a loira diz, me encarando. — Se a gente soubesse que você tinha namorada, não teríamos vindo pra cá.

— Você é muito sacana! — a morena fala enquanto coloca a blusa.

— Eu não tenho namorada, porra! Voltem pra cá e deixem de mimimi.

— E quem era ela então? — pergunta a morena.

— Uma cliente.

— Conta outra, Klaus! Nenhuma cliente iria entrar assim no seu quarto… A gente sempre soube que você só servia pra sexo… mas nunca soube que você era tão babaca assim — a loira fala enquanto dá as costas para sair do quarto.

A morena a segue e eu fico segurando meu pau, que lateja desesperadamente. Se eu já estava puto com a loirinha por me chamar de moleque, agora que não gozei sou capaz de matá-la. Ainda me fez perder duas fodas garantidas. Ela me paga.

Visto a calça, enfio os chinelos no pé e saio atrás dela. Vou estrangular aquele pescocinho delicado. Essa menina vai me ouvir e vai ser agora. Saio à sua procura e não demoro a encontrá-la, sentada na praça. Adivinha quem já está ao lado dela?  Tayler. O maior filho da puta da cidade.

— Loirinha! — grito, bufando, enquanto me aproximo. — Você é louca? Que merda de pergunta foi aquela? E quem você pensa que é pra me chamar de moleque? — Ignoro completamente o babaca sentado ao lado dela.

— Suas acompanhantes já foram embora ou você pediu um tempo para vir aqui discutir o moleque que você é? — ela fala ironicamente. De repente, parece que toda a sua doçura some.

— Depois do seu show, elas foram embora. Que ideia foi aquela? Zoofilia ou necrofilia?

— Qual você prefere? — Ela me encara.

— Sério isso? Sério que você quer realmente saber isso? Você só pode ter problemas mentais.

— Não fala assim com a Carol, Klaus. Respeita a menina — Tayler se mete e minha vontade é voar na cara dele e arrebentar esse filho da puta.

— Vamos pra casa, loirinha. Agora. — Seguro o braço dela e ignoro completamente Tayler.

— Responde. — Ela está firme e parece que não vai mover um músculo se eu não responder.

— Solta ela — Tayler se mete mais uma vez, levantando do banco.

— Se você se meter novamente, Tayler, na minha vida, eu juro que vou esquecer completamente quem você é e te dar a surra que você merece.

— Eu não preciso que ninguém me defenda. — Ela olha pra Tayler, fazendo com que ele dê um passo pra trás. Olha minha mão segurando seu braço e me encara. — Responde.

Os olhos dela parecem determinados. Um tom de violeta que nunca vi na vida surge e meu pau volta a dar sinais de vida. É sério que só o olhar dessa mulher me excita? Bufo. Vou mais uma vez ceder aos seus caprichos.

— Zoofilia, ok? Agora podemos ir pra casa?

Ela solta seu braço da minha mão, levanta e se vira pra Tayler .

— Tchau, Tayler. Foi um prazer conhecer você. — Beija sua bochecha de um jeito bem sexy e provocativo.

— Posso te ver de novo? Te levar pra jantar? — Tayler  pergunta afobado.

— Não! — grito.

— Claro que pode. Estou hospedada na casa do Klaus. Podemos sair hoje à noite. — Ela me encara. Já entendi sua jogada. Quer me fazer ciúmes, mas tem que ser com esse filho da puta?

— Te pego às sete, então. — Reviro os olhos pela cara de felicidade do babaca.

— Tudo bem. — Ela volta a olhar para mim. — Vamos? Preciso tomar um banho e me arrumar pois tenho um encontro mais tarde. — E joga um beijinho pro Tayler.

Saio caminhando com passos largos. É sério que essa mulher prefere sair com um filho da puta como o Tayler do que dar pra mim?

— Qual o seu problema? — pergunto indignado, mas não quero uma resposta. — O cara é melhor do que eu só porque é mauricinho?

— Eu que pergunto qual o seu problema… — Ela para de caminhar pra me encarar. — Ele é melhor que você porque não é escroto e me convidou pra sair antes de tentar me arrastar para cama. Fora que ele não foi um total imbecil comigo desde que nos conhecemos e nem me deixou carregar todas as minhas coisas sozinha enquanto já estava na cama com outras duas mulheres. A mesma cama que, cinco minutos antes, me convidou pra frequentar. — Ela bufa. E fica ainda mais linda irritada.

— É isso que você quer, loirinha? — falo com a voz mansa e dou um passo pra frente. Ela não recua. —Que eu te convide pra sair? — Dou outro passo e ela encara meus olhos. — Que eu seja mais gentil? — Seguro seus braços e ela morde o lábio. — Que eu te ajude a carregar as suas coisas? — Aproximo meu rosto do dela, parando minha boca a milímetros da dela. — É isso?

— É… — a voz da loirinha sai como um sussurro cheio de tesão. — É isso que eu quero.

Coloco minha mão em sua nuca e puxo-a pra mais perto. Quase toco seus lábios. Enlaço sua cintura e acabo com o espaço entre os corpos. Meu pau fica mais duro que o normal na mesma hora. A loirinha fica toda arrepiada e com a respiração ofegante. Eu poderia acabar com isso agora. Ela estaria na minha cama em dois minutos. Aposto que suas  calcinhas estão completamente molhadas e que ela não para de imaginar meu pau dentro dela. Ah, como eu queria realizar os meus desejos e os dela. Foderia essa tecladista a noite toda e quando ela estivesse com as pernas bambas e sem forças pra mais nada, ainda a foderia mais uma vez para nunca mais me esquecer. Mas ela me chamou de moleque e me tirou a diversão. Agora vai pagar. Aproximo minha boca de seu ouvido e sussurro:

 — Não sou esse tipo de cara e não estou interessado em romance.

Solto-a, me afasto, mesmo querendo devorar sua boca e seu corpo inteiro, e volto a caminhar.

— Babaca! — ela grita e começa a caminhar atrás de mim. Eu dou risada. 



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