História A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 8


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson
Tags A Loirinha Sapeca, o Mecânico Safado
Visualizações 37
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 8 - Capítulo 8


Caroline-P.O.V

Ao ver Klaus na casa dele, tenho a sensação de estar vendo um carrinho de bebê em uma boate lotada. É algo tão fora de contexto que chega a gritar na sua cara. Da última vez que estive aqui (tudo bem que foi há, mais ou menos, uma hora), não tive a oportunidade de examinar o local. Os sons de mulheres gemendo não permitiram que eu fizesse uma análise detalhada.

Só que, desta vez, eu consigo ver aquele homem enorme, largo, com barba, cabelos bagunçados e calça jeans surrada com manchas de graxa parado no meio de uma sala onde o sofá é cor de creme, as paredes são decoradas com pratinhos de porcelana pintados a mão e paninhos de crochê em todas as superfícies.

É algo ridiculamente delicioso. Como se um homem másculo tivesse invadido o diário de uma mocinha inglesa dos anos quarenta. Não sei por que, mas acho que minha mais nova fantasia é que ele me jogue contra parede e me beije com tanta intensidade que todos os pratinhos caiam no chão.

Sério! Não sei o que está acontecendo comigo. Parece que não faço sexo há anos! Ou então é o excesso de testosterona dele que traz à tona todos os meus instintos femininos.

Pena que ele é um babaca.

Mas eu sei, eu sinto, que o afeto tanto quanto ele me afeta. Aposto que ele está tão duro quanto eu estou molhada. Mas, se ele acha que o fato de ter na barriga mais gominhos do que uma laranja e um pinto que pode ser confundido com uma anaconda será suficiente para me intimidar, então ele vai ter uma linda surpresa.

Minha adolescência me ensinou a ser resiliente e, principalmente, a resistir os avanços de homens que só me querem pelo que tenho entre as pernas.

Está na hora do mecânico ver que eu também tenho uns truques embaixo do capô.

Chega de ser a otária que fica sonhando acordada todas as vezes que ele chega a alguns centímetros da minha boca.

Mecânico indecente, prepare-se para conhecer a princesa Carol.

Depois de me deixar aqui, querendo mais dele, o bonitão resolve subir as escadas. O ciúme (ou inveja, sei lá) que ele sentiu ao saber que eu sairia com Tayler estava nítido em seu rosto. Se ele pensa que eu vou ser mais uma foda fácil na vida dele, está completamente enganado.

Não tenho dúvidas de que, assim que eu ceder, ele vai me foder deliciosamente bem e me ignorar no dia seguinte. É o modus operandi de homens como ele. Não tenho pretensão de ser a mulher que vai mudar o cafajeste. Porém, se eu vou me foder depois de ele me foder, então ele vai ter que suar, e muito, para me conquistar.

A expressão “se fazer de difícil” vai ganhar um novo significado depois disso. O dicionário vai passar a ter uma foto minha ao lado da definição.

Olho para os pratinhos de porcelana na parede, imaginando de onde eles devem ter vindo, e começo a pensar em formas de fazer o bonitão sofrer.

Ah… As possibilidades são inúmeras, mas vamos começar com o básico: homens como ele, todo másculo e piruzudo — no estilo homem das cavernas —, não resistem à boa e velha história da donzela em perigo.

O brutamontes me deixou para carregar — sozinha — todas as minhas tralhas, que tinham ficado ao lado da porta. Coloco minha mochila nas costas e pego o teclado com as duas mãos. Estou subindo as escadas quando tenho um insight do que preciso fazer.

Com cuidado, volto para o fim da escada, coloco o teclado no chão e subo mais uns degraus. Com os pés, faço uns barulhos, descendo o mais rápido que consigo, e puxo a mochila junto comigo. Aproveito e dou um grito bem agudo e bem alto. Deito-me ao lado do teclado, mochila jogada no chão, e espero para ver se meu plano deu certo.

Alguns segundos depois, Klaus aparece correndo.

— Carol! — ele grita e vem na minha direção.Ele para ao meu lado e coloca a mão no meu ombro — Loirinha, você está bem?

Conjuro a ganhadora do Oscar em mim e faço apenas um muxoxo. Ele coloca a mão no meu rosto, afastando os cabelos da minha cara. Mantenho meus olhos fechados.

— Porra, loirinha! Fala alguma coisa! — ele ordena. Sinto vontade de rir, mas resisto.

— Hmmm… — faço mais um barulho e começo a abrir os olhos. — Klaus…

— Você está bem, loirinha?

Deixo meus olhos entreabertos para dar um efeito dramático. Mesmo assim, percebo que ele tem uma expressão preocupada no rosto.

O que não esperava era que ele fosse me pegar no colo — apesar de ser contra todas as regras de primeiros socorros, relevo. O cara é mecânico, não paramédico. Quando me dou conta, estou em seus braços fortes, meu rosto aninhado contra seu peito. Sem. Camisa. Para piorar a minha situação, ele está um pouco molhado e com cheiro de homem perfeito e limpinho.

Merda!

Ele me carrega escada acima e me coloca em uma cama.

— Loirinha — ele me chama e eu finjo fazer força para reabrir os olhos.

Péssima ideia. Abrir os olhos é uma péssima ideia quando se tem um homem lindo, cheiroso e seminu na sua frente. Se a situação fosse outra, provavelmente já estaria lambendo as gotinhas de água que ainda não secaram. Mas, como não é, me contento a fazer um falso barulho de dor.

— Á…gua — peço e ele sai correndo para atender meu pedido.

Aproveito quando ele está de costas para ver se ele está pelado. Afinal, não posso perder a oportunidade de ver o que deve ser a bunda masculina mais deliciosa da face da terra. Mas a minha sorte não é tanta. Ele está com uma toalha azul marinho ao redor da cintura.

Eu me recosto nos travesseiros e tento parecer o mais frágil possível. Olho ao redor e confirmo minhas suspeitas: estou no quarto dele que, diferente do resto da casa, parece ser realmente usado por um homem. Um armário de madeira, uma cama king size, uma cômoda e uma poltrona cheia de roupas usadas.

Pouco tempo depois, Klaus entra novamente no quarto e parece aliviado ao me ver sentada.

— O que aconteceu, loirinha?

— Não sei — deixo minha voz sair baixa e um pouco rouca. — Eu estava subindo as escadas, mas acho que o peso era tanto que desequilibrei e caí.

— Quase morri de susto. Puta que pariu — ele xinga e passa as mãos pelos cabelos curtos.

— Estou bem — digo e dou um gole na água fresca que ele me trouxe.

Por um momento, apenas nos encaramos. Vejo quando seus olhos descem e encontram meus peitos. Ele engole em seco e se levanta.

— Eu já volto — Klaus anuncia e do quarto assim, sem mais nem menos.

Eu fico aqui, sem saber o que aconteceu.



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