História A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 9


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson
Tags A Loirinha Sapeca, o Mecânico Safado
Visualizações 41
Palavras 1.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction A Loirinha Sapeca e o Mecânico Safado (Klaroline) - Capítulo 9 - Capítulo 9

Klaus-P.O.V 

Mesmo que eu seja um total cafajeste e só queira foder a loirinha de todas as formas possíveis, me aproveitar dela quando está machucada, na minha cama, com os bicos dos peitos durinhos, não é pra mim. Só que meu amiguinho não sabe disso e fica completamente duro. Não sei qual o poder sobrenatural que essa mulher tem, mas me deixa completamente fora de mim.

Saio do quarto rápido para ela não perceber meu pau duro. Procuro uma cueca e uma bermuda — eu havia recém saído do banho quando ouvi seu grito, então, só tive tempo de me enrolar na toalha —, pego a sua mochila e o teclado que estão ao pé da escada e carrego pro quarto de hospedes. Vou até a cozinha e ajeito em uma bandeja suco de laranja, alguns pães, frutas, frios e requeijão. Provavelmente a loirinha não comeu nada o dia inteiro e isso a deve ter feito tontear, não o peso da mochila. Mas, de qualquer forma, minha consciência se sente culpada. Se eu não tivesse sido tão idiota, talvez ela não tivesse caído.

Volto pro quarto com a bandeja — e com meu amiguinho em posição de descanso —, só que, quando entro, meu pau acorda na mesma hora. A loirinha está deitada de ladinho no meio da minha cama, abraçada no meu travesseiro e com a bunda arrebitada me chamando. Coloco a bandeja na mesinha de cabeceira e deito na cama ao seu lado, bem devagar para não acordá-la. 

Aproximo meu corpo do seu de costas, apoio sua cabeça em meus braços e aproximo do seu ouvido: 

— Loirinha — falo, sussurrando —, trouxe algo para você comer. Deve ter sido uma fraqueza.

Ela vira o rosto lentamente para o meu lado e, quando seus olhos se abrem e encaram os meus, não sou mais um ser racional. Monto em cima dela e a beijo. Puta que pariu! Essa mulher, além de linda e gostosa, tem gosto de algodão doce.Carol  corresponde meus beijos, enlaçando as mãos no meu pescoço e flexionando os quadris pra cima, fazendo com que meu pau roce com força em sua boceta. A língua dela se mexe veloz em minha boca, o beijo ganha mais intensidade. Uma de minhas mãos desce até seu seio e é exatamente do jeito que eu imaginei. Apalpo com força e ela geme, puxando meus cabelos. Minha boca vai para o seu pescoço. Ela se contorce embaixo de mim. Vou deixando beijos molhados pela sua pele até chegar aos seios. Quero chupá-los. Então, me lembro que ela acabou de desmaiar. Porra! Não posso fodê-la assim. Eu me deito sobre ela e respiro fundo, tentando me acalmar.

— O que houve? — ela questiona com a voz rouca e a respiração ainda ofegante.

— Você precisa comer alguma coisa… Acabou de passar mal. — Saio de cima dela, nem eu acredito que estou fazendo isso. Sento na cama e pego a bandeja. — Trouxe suco de laranja, pão, frios… Quer um sanduíche? 

Ela sacode a cabeça. Talvez ela também não acredite que estou fazendo isso. Preparo o sanduíche enquanto a loirinha me observa. Sorrio, ela sorri de volta. O sorriso mais sexy e lindo que já vi. Essa mulher vai acabar comigo. Dou um selinho em seus lábios e entrego o sanduíche. Ela continua me encarando como se eu fosse um ser de outro planeta. Talvez eu seja. Talvez tenha sido abduzido quando a vi pela primeira vez hoje. Mas não vou voltar a ser aquele otário que eu já fui.

Sei bem como essa história termina. Ela passa uma semana aqui comigo, eu fico completamente de quatro e depois ela vai embora, parte meu coração e eu fico na fossa. Nunca mais vou cair nessa história de amor.

— Come, loirinha. Você precisa se alimentar. — Faço um carinho em seu rosto. Oi? Eu voltei a ser o babaca.

— O que você prefere: enfrentar um pato gigante ou cem patos pequenos? — Ela ainda me encara, sem dar nenhuma mordida na comida.

Tenho vontade de rir. De onde será que Carol tira essas perguntas estranhas? Mas essa é a minha deixa pra voltar ao meu estado normal.

— Se eu puder enfrentar fodendo, prefiro os 100 patos pequenos. Sempre sou a favor da quantidade. — Pisco pra ela. — Agora, coma que não vejo a hora de você estar alimentada e ser um dos patinhos…

Ela morde o sanduíche, mastiga e   fica me encarando.

— Ah, então tudo voltou ao normal, eu vejo. O que foi aquilo, um surto de cavalheirismo que, de repente, tomou conta de você? — Vejo que todo o brilho que antes aparecia em seus olhos sumiu.

— O que você pensou, loirinha? Que só porque você caiu na escada eu ia me apaixonar por você? Eu não me apaixono, o lance comigo é só físico e há uns minutos parecia que você estava bem interessada no que eu posso te dar.

— Só porque deixei você me beijar, você acha que iria me comer? — Ela ri. — Você é muito ingênuo. Além do mais, combinei de sair com o Tayler e não vou desmarcar. Muito menos ir com a sensação de outro homem entre as minhas pernas. Eu tenho classe, diferente de você.

— Você realmente vai sair com aquele babaca? — Ela assente com a cabeça enquanto dá outra mordida no sanduíche. — Então, boa sorte. Quando terminar, desocupe a minha cama. Seu quarto é na segunda porta à direita. O otário aqui já colocou suas coisas lá. — Levanto da cama e vou em direção à porta. Parabéns, Klaus! Você realmente é um idiota na mão dessa loirinha.

— Onde você vai? — ela grita sem a intenção.

— Achar alguém que esteja afim de trepar sem muito mimimi e que não prefira um babaca como o Tayler.

Saio do quarto. Preciso me controlar pra não esmurrar uma parede. Não querer dar pra mim, ok. Mas querer sair com o babaca é inaceitável. Não é só porque Tayler é um tremendo idiota, mas porque sei muito bem o que ele faz com as mulheres. Ilude, come e depois as deixa na merda. Foi assim com a minha ex. Quando soube que ela tinha me trocado por ele, óbvio que fiquei puto. Mas quando ele a abandonou, ainda mais grávida… Ah! Minha raiva por ele triplicou.

Mas se a loirinha quer cair nessa conversa de moço certinho, ok. Quem sou eu para falar alguma coisa? Apenas o babaca que foi trocado pelo playboyzinho. Eu, pelo menos, não iludo as mulheres. 



Notas Finais


Até amanhã pexoas !!!


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