História A Lollipop Or A Bullet (Versão Lapidot) - Capítulo 10


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Categorias Steven Universe
Personagens Lápis Lazuli, Peridot, Personagens Originais
Tags Lapidot, Lápis-lazuli, Lgbt, Mangá, Orange, Peridot, Steven Universo, Yuri
Visualizações 61
Palavras 1.795
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ok, ok, eu sei que eu demorei para atualizar e também sei que devo satisfações para vocês. Ultimamente estive com uns problemas e por incrível que pareça eu só tenho criatividade quando tem aula, ou seja, eu sempre escrevo quando volto da escola. Me perdoem pela demora, tentarei postar o próximo capítulo mais rápido. Obrigado por acompanharem a fanfic e por favoritarem. Infelizmente falta 3 capítulos para ela acabar. Não irei enrolar muito então, até lá em baixo e boa leitura! S2

Capítulo 10 - Nublado.


Fanfic / Fanfiction A Lollipop Or A Bullet (Versão Lapidot) - Capítulo 10 - Nublado.

Durante 13 anos… Nós crianças fomos protegidas pelos nossos pais.

Nós não podemos ir a lugar nenhum.

Durante dias e dias, Lazúli não foi à escola.

— Peridot… — A Aquamarine me chamou. — Você tem a obrigação de nos explicar isso devidamente. — Mandou.

— Não, eu não tenho! — Respondo franzindo o cenho.

Jasper também foi suspensa da escola. Nós somos as únicas que sabem oficialmente o que aconteceu.

 

Quebra do Tempo. (Mercado)

 

— Este, por favor… Será que podia fazer um desconto? — Peço para o funcionário.

— O quê?! — Me olhou surpreso. — Bom, tudo bem. Então, fica 500 yen. — Falou se recompondo e sorrindo. 

— Obrigado. — Agradeço pagando pela compra e saio do local.

— Você acha que é o verdadeiro? — Sussurra uma mulher para a outra enquanto olhava para uma pessoa.

— Definitivamente parece com ele… — Respondeu no mesmo tom. — Eu não o vejo desde o fundamental! — Comentou.

Vejo todos parados olhando para uma pessoa que caminhava e, curiosa, eu olho também.

“George Lazúli…!” — O olho surpresa. — “O pai da Lápis…!” — Abaixo a cabeça quando ele se aproxima.

— A Louise vai para a escola amanhã? — Pergunto quando o mais velho passa por mim, o homem para de andar imediatamente e me olha.

— Você é colega de classe dela? — Perguntou tirando seus óculos escuros.

— Sim… — Respondo levantando a cabeça para olhá-lo.

— Entendo. Mas você não é amiga dela, certo? — Perguntou. — Não há nenhuma razão para aquela garota ter amigos, porque ela é uma idiota, idiotas não conseguem fazer amigos está na natureza dela, você sabe. A mãe dela era igual… Seu rosto era a única coisa boa na sua cabeça. — Falou com uma voz fria.

— Eu… — Aperto a sacola que estava as compras. — EU SOU AMIGA DELA! — Falo aumentando o tom de voz sem o olhar. — Como você pode dizer coisas tão horríveis sobre sua própria filha?! — Pergunto incrédula.

— Eu posso dizer o que eu quiser… Além do mais, o que eu posso fazer se aquela garota nem ao menos tenta? — Perguntou. — Eu não queria me tornar um pai solteiro, é constrangedor.


"O que eu posso fazer? Já que a pessoa que eu mais amo é o papai." 


— Ainda assim, não há motivo para ser tão violento! — Reclamo. — Há um rumor circulando pela cidade. Lazúli está coberta de machucados, ela não consegue andar direito e é surda de um ouvido! Pessoas conseguem ouvir gritos vindos da casa… — Sou interrompida.

— Rumores? Não há evidência alguma de que eu fiz isso… — Sussurrou no meu ouvido. — Aquela garota é uma mentirosa ultrajante. — Se afastou. — Dizer que você acredita nas mentiras de Louise é uma coisa entediante. Mesmo que você seja uma criança, não posso perdoar uma difamação dessas. Em um trabalho como o meu, isso pode ser uma coisa fatal, você sabia? — Perguntou colocando seus óculos novamente. — Isso pode se tornar uma ação legal. Isso poderia te custar muito dinheiro se você perdesse, sabia? Eu me pergunto se seus pais podem dar conta disso? — Me olhou com um sorriso debochado.

— Não bata na Lazúli… — O olho séria.

— Tsc. — Trincou os dentes e chutou as minhas compras as derrubando no chão, logo após ele voltou a andar.

 

(...)

 

Eu estava apagando as escritas da lousa, ouço a porta ser aberta e imediatamente todos na sala, incluindo eu, olham para a mesma.

“Lazúli”

— A aula de hoje já terminou? — Perguntou caminhando na minha direção rindo de nervoso.

— Aquela garota veio pra encontrar a Peridot? — Perguntou a Aquamarine retoricamente. — Chegando nesse horário, ela quer aparecer tanto assim?

— Adrielly. — A chamo e coloco o apagador no lugar. — É engraçado dizer essas coisas, mesmo sabendo que você está do lado esquerdo? — Pergunto séria a pegando de surpresa. A Lazúli olha para ela e para as suas amigas sem entender nada.

— O homeroom* já vai começar. — Disse a professora Garnet da porta. (N/A: "Homeroom", no Japão, é o momento exato em que os estudantes fazem suas tarefas de classe, como limpeza, tarefa do dia e a organização de eventos entre classes.) — Por favor, vão para seus lugares. — Pediu.

— Sai da minha frente! — Mandou a Aquamarine me empurrando e indo para o seu lugar com raiva.

— Haverá uma reunião na segunda para decidir os membros do time de revezamento no festival esportivo. — Avisou a mais velha.

— Hein?? — Lars a olhou confuso. — Isso é tão chato. — Murmurou.

— Bom, então eu vejo vocês semana que vem.

— Está correndo? — Perguntou o Ronaldo para o Steven.

— Sim. — Respondeu.

— Eu comprei um novo software! — Comentou.

— Sério? — Perguntou o garoto de cabelos cacheados com os olhos brilhando.

Eu já estou coberta de açúcar. Tudo que eu vejo ou toco está pegajoso.

— Ei, vamos voltar juntas. — Falo pra Lazúli ao me aproximar de sua carteira, ela terminou de beber a água de sua garrafa plástica e depois me olhou sorrindo.

— Sim, certo. Vamos. — Se levantou animada e começamos a andar para a saída.

A arma com a qual estou brincando está entupida de açúcar…

— Oh, espere um segundo. — Pediu Rose, a conselheira da escola. — Peridot, você pode ir na sala dos professores por um minuto, por favor?

— Certo. — Suspiro.

— Acho que tenho que ir agora, certo? — Perguntou a Lazúli.

— Tenho que ir lá, você pode me esperar? — Peço.

— Claro! — Respondeu sorrindo.

 

(...)

 

— Sua professora disse que você gosta de kung fu, vamos conversar sobre isso? — Perguntou a conselheira. 

— Tá. — Respondo indiferente.

— Esse é seu plano para depois que você se formar no ensino médio? — Me entregou a minha pesquisa de opção de carreira. — Você planeja se alistar no acampamento de defesa como uma cadete? — Perguntou me olhando.

— Eu não vou para o ensino médio... — Respondo.

— Isso não é bom! — Retrucou. — É bom ir para o ensino médio! Fará sua vida adulta mais fácil também! Você pode ir e trabalhar por meio período. — Comentou. — Seu pai faleceu, não foi? Agora você mora sozinha com a sua mãe? E quanto ao seu irmão mais velho?

— É porque meu irmão é nobre... — Respondo depois de ficar em silêncio por um longo tempo.

— Hm? — Me olhou confusa.

Os olhos da adulta a minha frente não demonstravam compreensão...

Mesmo que eu tenha explicado minha situação com meu irmão indiferentemente...

— ...Peridot. — Me chamou.

— Sim?

— Eu tenho uma irmã mais nova, então sei como é... — Desviou o olhar. — Ela... Ela é uma "dona-de-casa". É só a minha teoria, mas ainda assim pode ser culpa da sua mãe. Minha mãe mimou aquela garota... Minha irmã. — Franziu o cenho. — Minha mãe queria alguém para ficar por perto, ela devia ter deixado ela se tornar independente. — Sua voz mudou para um tom mais irritado. — Não sou contra isso. Se não fosse por minha mãe, ela não seria capaz de fazer nada. Ela se tornou recluso porque foi mimada. — Desviei o meu olhar. — Ela era como um gato, sabe? — Me olhou. — ... Ah. Desculpe... Desculpe sobre isso. — Pediu coçando a nuca envergonhada.

...Deus, essa mulher também já foi uma criança no passado... Ela não se dá conta.

“Mesmo assim, seria certo permanecer igual?”

— Ainda assim, Peridot... — Voltou a falar. — Mesmo ouvindo a sua história, ainda quero falar com a sua mãe. Não faça arroz para o seu irmão se ele não está com fome. — Pediu me pegando de surpresa. — Sobre o trabalho... Você disse que gosta de "munição viva", mas tenha cuidado pra não atirar em sí mesma. — Alertou. — Quando o seu irmão puder atirar com "munição viva", você será a única em perigo, Peridot. — Abaixo o olhar.

— Eu vou fazer o que eu quiser. — Falo apertando a alça da minha bolsa.

— Peridot, vá para o ensino médio! — Falou em um tom autoritário. — Seu irmão é quem deveria estar trabalhando!

— O que mais eu posso fazer...? — Pergunto apertando a alça mais forte.

— Não importa o que você diga, esse cara é um preguiçoso, não um nobre! — Disse irritada.

— ...Isso não é verdade... — Digo trincando os dentes e me escolhendo.

— Quanto a isso, eu preciso ver sua mãe, e nós três podemos conversar sobre isso ou eu posso ir a sua casa e confrontar seu irmão lá. — Falou.

“Ela não entende coisa nenhuma.”

— Você compreende, Peridot? A coisa que deveria ser mais importante para o seu irmão neste momento são "estranhos". Com isso... — Se aproximou. — A coisa que deveria ser mais importante para você é "segurança"! Como uma criança, sua prioridade deveria ser "segurança", é isso que eu acho. — Me segurava pelos braços. — Mas há uma deficiência crônica disso em muitos lares. Você não está sozinha. — A empurro e corro em direção a saída.

— Eu irei visitar a sua casa hoje à noite! Diga a sua mãe! — Falou.

— NÃO VÁ! — Grito correndo pelos corredores. 

Quando se trata de crianças, elas sempre têm um tipo de complexo de herói...

É sempre assim...

Os adultos fingem que entendem, mas todos nós continuamos lutando nesse campo de batalha em vão.

— Você está atrasada. — Disse a Louise se virando na minha direção ao me ouvir abrir a porta da sala de aula. Eu me aproximava dela com a cabeça baixa.

— Desculpe-me. A conselheira não calava a boca. — Digo a olhando.

— Sobre o quê? — Perguntou curiosa.

— Ela ficou falando sobre como a segurança deveria ser importante para as crianças. Ela não entende. — Franzi o cenho.

— Eu também... — Sussurrou e olhamos para a enorme janela que havia no local. — Uma guerra está começando. A grande guerra que só acontece uma vez a cada dez anos, começa amanhã. — Comentou e eu fico um pouco surpresa por aquele comentário aleatório. 

— Hã? Mas o governo não avisou ninguém sobre essa guerra. — Falo a olhando.

— Eu disse que a guerra está para chegar. — Disse sorrindo.

— Sim, sim. — Dou um sorriso mínimo. Ouvimos passos se aproximando da sala e imediatamente olhamos para a porta.

— ...Ah. — A Jasper parou na entrada da mesma e nos olhou.


Notas Finais


Então, foi isso. Espero que tenham gostado e por favor, me digam o que acharam e o que precisa melhorar. Não se esqueçam de comentar (caso queiram, não são obrigados a comentar e nem favoritar) e de favoritar a fanfic, isso me ajuda muito. Qualquer erro, por favor me avisem, ficarei muito grata! Estamos quase com 30 favoritos e isso é muita coisa, estou realmente feliz! Obrigada por tudo. Até o próximo capítulo e se cuidem! S2


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