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História A Love To Remember - Capítulo 6


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Capítulo 6 - O verdadeiro sujeito aparece.


A ponto de resolver esse misterio, Alya e Nino estavam, agora com mais informacoes sobre o passado de Marinette. Com a teimosia de Adrien, sua esposa  adentrou em seu carro com as duas crianças, o pequeno Louis havia ficado no colo da morena, enquanto a mestiça tentava buscar por controle e calma. Sem excitar, a deixou entrar naquele carro e partir, mas em uma coisa ele estaria certo, sua amada não estara segura longe dele. 

A noite estava fria e gelada, a morena andava calmamente pela rua, preferiu ir para a mansão Agreste depois que deixasse Marinette e os seus filhos em casa. Alya levava consigo o equipamento necessario para a missao, e estava sozinha naquela casa deserta. Adentrou pelas portas do fundo, que rangiu quando foi aberta, o ambiente estava um pouco sujo e com pouca iluminação. Ela passou por todos os lados a procura de alguma pista que pudesse achar, mas não obteve sucesso, até que os seus olhos passaram pela a porta do escritório e percebeu ter ouvido algo. A mesma caminhou para aquela direção e devagar, segurando a lanterna de seu celular e a chave da porta em outra, abriu com o mesmo e entrou na sala e tinha um silencio inesperável da moça. Foi até o quadro que mostrava a figura da Emilie desenhada, passou os dedos na pequena abertura e abriu o repartimento secreto, que mostrava tudo que já havia visto antes, mas algo não estava certo. A morena fechou o quadro e passou as mãos em seus olhos, aliviando a poeira que havia caído sobre o rosto. 

Com o mesmo em sua mão, iluminou toda a área do quadro plano, passando uma das mãos pela superfície. Até que um de seus dedos percebe uma passagem estranha, parecia um botão, que quando pressionado ele se afundava alguns centímetros. —  Será que... Não, Não é possível. — A morena passou outros ambos dedos por outra pequena peça que se afundava também, apertou-os de uma só vez e sentiu seus pés se afundarem, olhou para o chão, e se abriu uma passagem pelos seus pés, Alya entrou em panico por não ter conseguido sair antes e acabou descendo em uma espécie de elevador. Quando chegou, seus olhos se apavoraram ao ver aquilo, seria um lugar assustador e bonito ao mesmo tempo, em baixo da ponte de metal havia poças de água e algumas plantas que cresceram em volta, tinha borboletas que estavam em extinção por muito tempo, elas eram brancas e viviam ali por um bom tempo. Mas os estranho seria: por que essas borboletas estariam aqui até hoje? será que teria alguém cuidado delas? alguém que queira estar escondido do mundo? ou como elas vieram parar aqui? 

Alya caminhou por aquela ponte devagar e observando cada detalhe minimo, tirando fotos e registrando cada momento.No centro tinha um belo jardim e uma janela enorme com pouca iluminação, ou seja, aquele local tinha sido deixado por muito tempo. De repente, começou a ouvir pequenos e curtos passos, e uma respiração forte ali presente, os passos foram se aumentando, até que Alya ve a sua volta e não viu ninguém, foi quando surgiu uma pequena risada grossa e masculina vindo do escuro. 

— Quem está aqui? — sua respiração, ao mesmo tempo, começou a se descompassar ao ouvir a voz que vinha do escuro. 

— Por que não conta para a mamãe quem chegou? — O misterioso fez questão de deixar a garotinha gritar pelo seu nome. 

— Mamãe! GABRIEL... 

A figura com o rosto desfigurado correu diretamente em direção ao corpo da morena, enganado viu os olhos da mesma, que estava mais que assustada... desmaiou ao ver tanto horror em sua frente. 

— Mas quem é essa? Não é a Marinette!? 

***

O moreno andava de um lado para o outro e inquieto, passava suas mãos na cabeça com desespero, via Marinette com o celular tentando fazer contato com a amiga, mas as ligações caiam na caixa de mensagens do celular de Alya, os amigos estavam em estado de preocupação, pois havia muito tempo que Alya não mandava algum tipo de sinal. De repente,Marinette recebeu uma mensagem da própria, que dizia estar bem e que está ocupada na casa de uma amiga.

— Aqui! finalmente! 

— O que?

— Ela disse que tá ocupada na casa de uma amiga... mas que amiga? 

— Isso tá estranho, ela não ficaria tanto tempo assim sem mandar noticias, e depois mandar uma mensagem. 

— Tem razão, ela ligaria de volta. 

 

 

 

 

 



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