História A Lua não amava o Sol. - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi"
Tags 30 Dias Challenge, Jicheol, Me Perdi Na Contagem, Soonhoon
Visualizações 51
Palavras 568
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), LGBT, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Zaynte zaynte! Olha que capa maraaaaa. LumberJack é o meu editor particular, excuse me.

Boa leitura ae

Capítulo 1 - Não force um amor que nunca existiu


Os planetas estavam rodando, cada um em sua órbita, sem nenhum contato com seus vizinhos, seguindo a um único deus, o Sol.

- Eu não quero me casar com o filho de Zeus...- Jihoon debateu.- Eu merecia algo melhor…

Lágrimas de prata escorriam pelo belíssimo rosto do filho de Afrodite, fazendo assim dele um pequeno lago brilhante a luz do luar.

Com flores e pérolas brilhantes, o pequenino andava devagar até o altar onde todos os planetas eram convidados a ver aquela união.

- Estúpida união...- Jihoon disse baixinho, e ao lado de seu noivo, Jihoon forçou um sorriso, mas as mesmas lágrimas de prata escorreram pelo rosto do menor.

- Por que estás chorando?- Seu futuro marido disse.- A cerimónia está tão ruim assim?

- Estou chorando de emoção, meu querido Soonyoung.- Jihoon mentiu.

Soonyoung sorriu e limpou as lágrimas do seu pequenino deus.- Estás tão bonito nessa roupa de marfim.

- Obrigado…- Jihoon soluçou, realmente o pequeno deus não queria fazer aquilo. Preferia ser condenado a morte do que forçar um amor que não existe, que nunca existiu.

A medida que os toques se tornavam mais íntimos, Jihoon soluçava cada vez mais, suas lágrimas se tornavam mais grossas, assim formando um belíssimo rio em seus olhos.

No pequeno rio de seus olhos, Jihoon se afogava, mas Soonyoung estava cego com a beleza do filho de Afrodite, assim não percebendo o caos que estava acontecendo.

Quando a cerimônia acabou, todos estavam exaustos, principalmente Soonyoung, então o mesmo adormeceu rapidamente.

Em passos leves como pluma, Jihoon deixou seu esposo dormindo, e foi para a montanha mais alta que encontrou.

- Eu estava te esperando...- O filho de Ares disse.- A cerimônia estava bonita, e você mais ainda...

- Obrigado, Seungcheol..- Jihoon sorriu.

Seungcheol se aproximou de Jihoon e beijou seu rosto. - Vamos fugir daqui.

- É arriscado Seungcheol, principalmente agora que me casei com Soonyoung.- Jihoon se afastou do filho de Ares.

- Respeitarei sua vontade.- Seungcheol sorriu.

Jihoon sorriu junto com Seungcheol. Mesmo sendo filho de Ares, Seungcheol não era que nem seu pai, mas sim totalmente o oposto dele.

- Jihoon como fora capaz de ser tão cruel.- Soonyoung disse, e nem um pouco feliz.- Eu prometi o meu amor por você!

- Mas ele não se sente feliz ao seu lado. O que adianta se casar com um homem que não te ama?- Seungcheol defendeu seu amado.- É melhor morrer, do que forçares um amor falso.

- Se ele não será meu, não será de ninguém!- Soonyoung não deu ouvidos para Seungcheol.

- Soonyoung, por favor não faça isso.- Jihoon disse; sua voz saíra como um fio.

- Cale-se! Não se meta nos meus assuntos!

E assim violentamente os céus trovejaram. Sooyoung estava mais furioso que nunca, ao contrário de Seungcheol, que se manteve calmo, sem fazer nenhum ataque se quer.

Como filho da deusa do amor, Jihoon se sacrificou e assim salvou a vida de Seungcheol.

- O amor deve ser sentido, e não forçado.- Foram as últimas palavras antes de ir a óbito.

- Viu só a burrada que cometeste?- Seungcheol disse olhando o cadáver de Jihoon.- Mas como disseste, se ele não pode ser seu, ele não será de ninguém.

Seungcheol pegou o cadáver de seu pequenino e olhava Soonyoung ajoelhado no chão. Agora em seu rosto lhe restava apenas lágrimas, em seu coração tristeza, e em sua mente memórias de infância de um Jihoon feliz.


Notas Finais


Obrigado se você leu até aqui. É nois que voa bruxão.

No oitavo round (?) eu escrevo uma Soonhoon mais bonitinha.

A Nakatontoo disse que a fanfic estava boa, eu acredito nas palavras dela.


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