História A Lua Púrpura em meu céu sem estrelas - Capítulo 91


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Categorias Descendentes
Personagens Ally, Carlos de Vil, Chad, CJ, Dizzy, Doug, Dude, Evie, Freddie, Gil, Harry Gancho, Jane, Jay, Jordan, Lonnie, Mal, Personagens Originais, Princesa Audrey, Príncipe Ben, Ruby, Uma, Zevon
Tags Descendentes 1 2 3, Evie, Lesbicas, Mal, Malevie
Visualizações 97
Palavras 623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 91 - "Floresta"


Fanfic / Fanfiction A Lua Púrpura em meu céu sem estrelas - Capítulo 91 - "Floresta"





Narração

(Depois que Mal teve sua devida "recompensa" adormeceram juntas. Na manhã seguinte Evie a levou para um lugar muito afastado da cidade, o lado encantado, porém pararam na floresta Mal ficou confusa por um segundo enquanto tira o capacete e olha em volta das árvores altas cobertas de neve.)

- tire as roupas (diz fazendo a Mal a olhar.) Não quero que se rasgem quando se transformar (diz sorrindo.)

- t-tem certeza? Ainda estamos em Auradon e...

- ninguém vem aqui, nada de caçadores ou armadilhas, pode se transformar correr e se divertir (A de cabelos roxos começou a tirar as botas e casaco começando a sentir o frio e os arrepios na espinha, apenas de roupas íntimas se transforma olhando para a namorada como se pedisse permissão, Evie apenas confirma a fazendo correr o mais rápido que conseguia para dentro da mata, sorrindo Evie andava pela trilha em passos lentos sabendo que nunca conseguiria alcançar nem se quisesse.)

(Evie chegou em uma planície coberta de neve e com alguns cervos apenas se sentou na neve obcervando a loba branca correr tudo por ali. A de cabelos azuis apenas sorri enquanto olha os traços no caderno de desenho da namorada, tinha reparado algo diferente neles, desde que Mal lhe contou a verdade sobre seus fatiticos 6 anos de idade parece ter se sentindo liberta como se um peso tivesse saído de seus ombros, e isso foi mostrado em seus desenhos, antes a maioria deles eram sombrios com a imagem masculina, agora sua quantidade diminuiu a maioria são de animais e principalmente das duas juntas, claro, alguns ainda persistem, querendo ou não, falar a verdade para alguém a aliviou mas Mal ainda é traumatizada e ao menos que ela queria se tratar nada vai mudar isso.)

(Evie é tirada de seus pensamentos ela loba encostando o nariz frio na mão da mesma a fazendo voltar sua atenção para ela, que trazia em uma flor entre seus dentes afinados a entregando para a namorada e lambendo seu rosto logo voltando a correr e perseguir pequenos animais, ouvindo uma reclamação vinda de Evie ela para de perseguir um cervo, visivelmente desepecionada Mal corre para dentro da floresta, com o celular Evie tirava algumas fotos por segundo conseguiu fortografar Mal enquanto se aproximava, percebendo que a morena estava com frio deitou em seu colo a deixando aquecer suas mãos em seu pelo macio e quentinho.)

(Tão fofa, e ao mesmo tempo, tão perigosa, seu corpo grande e forte, patas largas com garras afiadas, dentes grandes como navalhas, audição, visão e olfato perfeitos, tudo que precisa para ser uma predadora, tudo que precisa para matar um humano sem o menor esforço, tudo que precisa para proteger uma alcateia, aqueles que amam. Não é de se questionar que Mal consegiu entrar e se transformar na alfa de um grupo em poucos dias, os outros animais percebiam seus dotes e a respeitavam por isso. O pouco tempo que ficaram ali percebeu que outros animais como os servos, presas comuns, não tinham medo dela, não ali, não agora.)

(Conversavam entre si sem palavras, algo que os humanos ainda não dominam tão bem quando eles. Os animais ali sabiam que a predadora não queria os matar, não agora, então não tinham que se preocupar com sua precensa, ela está apenas conhecendo o território, conhecendo e explorando o lugar. Não era uma caçadora faminta, e ela fazia questão de deixar isso bem claro. Recebendo carinhos. Não demorou para que voltasse a correr e brincar por ali corria animada dava para ver a alegria em seus olhos de cores mistas. Agora entende o porque dessas cores, a magia saia de seus olhos. Pura e bela.)





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