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História A luta pelo amor (jikook) - 1 temporada - Capítulo 10


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Notas do Autor


🅞🅛🅐 🅟🅔🅢🅢🅞🅘🅝🅗🅐🅢!


E̫̫s̫̫p̫̫e̫̫r̫̫o̫̫ ̫̫q̫̫u̫̫e̫̫ ̫̫g̫̫o̫̫s̫̫t̫̫e̫̫m̫̫!̫̫ ̫̫E̫̫s̫̫s̫̫a̫̫ ̫̫f̫̫a̫̫n̫̫f̫̫i̫̫c̫̫ ̫̫j̫̫á̫̫ ̫̫é̫̫ ̫̫p̫̫r̫̫o̫̫n̫̫t̫̫a̫̫,̫̫ ̫̫m̫̫a̫̫s̫̫ ̫̫j̫̫á̫̫ ̫̫q̫̫u̫̫e̫̫ ̫̫a̫̫ ̫̫m̫̫i̫̫n̫̫h̫̫a̫̫ ̫̫a̫̫n̫̫t̫̫i̫̫g̫̫a̫̫ ̫̫c̫̫o̫̫n̫̫t̫̫a̫̫ ̫̫f̫̫o̫̫i̫̫ ̫̫b̫̫a̫̫n̫̫i̫̫d̫̫a̫̫,̫̫ ̫̫e̫̫u̫̫ ̫̫t̫̫i̫̫v̫̫e̫̫ ̫̫q̫̫u̫̫e̫̫ ̫̫r̫̫e̫̫e̫̫s̫̫c̫̫r̫̫e̫̫v̫̫e̫̫r̫̫ ̫̫n̫̫o̫̫v̫̫a̫̫m̫̫e̫̫n̫̫t̫̫e̫̫.̫̫ ̫̫P̫̫o̫̫r̫̫é̫̫m̫̫ ̫̫e̫̫s̫̫s̫̫e̫̫ ̫̫"̫̫n̫̫o̫̫v̫̫a̫̫m̫̫e̫̫n̫̫t̫̫e̫̫"̫̫ ̫̫n̫̫ã̫̫o̫̫ ̫̫s̫̫e̫̫r̫̫á̫̫ ̫̫o̫̫ ̫̫m̫̫e̫̫s̫̫m̫̫o̫̫;̫̫ ̫̫p̫̫o̫̫r̫̫q̫̫u̫̫e̫̫ ̫̫e̫̫u̫̫ ̫̫n̫̫ã̫̫o̫̫ ̫̫e̫̫s̫̫t̫̫a̫̫v̫̫a̫̫ ̫̫c̫̫o̫̫m̫̫ ̫̫e̫̫l̫̫a̫̫ ̫̫p̫̫r̫̫o̫̫n̫̫t̫̫a̫̫ ̫̫e̫̫m̫̫ ̫̫e̫̫s̫̫c̫̫r̫̫i̫̫t̫̫o̫̫,̫̫ ̫̫e̫̫n̫̫t̫̫ã̫̫o̫̫ ̫̫e̫̫u̫̫ ̫̫p̫̫o̫̫s̫̫s̫̫o̫̫ ̫̫r̫̫e̫̫e̫̫s̫̫c̫̫r̫̫e̫̫v̫̫e̫̫r̫̫ ̫̫d̫̫e̫̫ ̫̫u̫̫m̫̫a̫̫ ̫̫f̫̫o̫̫r̫̫m̫̫a̫̫ ̫̫d̫̫i̫̫f̫̫e̫̫r̫̫e̫̫n̫̫t̫̫e̫̫ ̫̫(̫̫n̫̫ã̫̫o̫̫ ̫̫m̫̫u̫̫d̫̫a̫̫n̫̫d̫̫o̫̫ ̫̫a̫̫ ̫̫h̫̫i̫̫s̫̫t̫̫ó̫̫r̫̫i̫̫a̫̫)̫̫
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Capítulo 10 - Dia de agonia


Fanfic / Fanfiction A luta pelo amor (jikook) - 1 temporada - Capítulo 10 - Dia de agonia

LISA ON



Fiquei a aula toda observando Jungkook e seus devaneios, e pensei:


"O que é que ele tem?"


Mas não tive coragem de perguntar, porque a gente nem se conhece direito e eu tenho vergonha de iniciar um diálogo. Ainda mais, ele estava sentado afastado de mim; e se eu aproximasse dele só para perguntar isso, seria esquisito. Não prestei atenção na aula, apenas em Jungkook, a sua beleza natural; com o seu cabelo castanho olhando para um lado qualquer. A sala estava encarnando Jimin porque ele ficava me olhando durante a aula. Para mim não foi nada demais, mas o que foi "tudo demais", foi o fato dele perceber que eu estava olhando Jungkook.



"Será que alguém percebeu isso? Que ele estava observando eu olhando Jungkook?"


A única pessoa que sabia disso era ele.



Mas lá estava eu; deitada de bruços em minha cama, com os cutuvelos apoiando o meu corpo na cama, e eu estava escrevendo tudo isso em meu diário cor de rosa com a minha lapiseira com uma pena. Meu quarto era todo rosa (minha cor favorita), e eu estava escrevendo tudo o que houve neste dia. Sempre escrevo as coisas do meu dia-a-dia nele, principalmente os meus segredos mais íntimos. As minhas vergonhas também, e são muitas! Teve um dia em que eu sair de casa para ir à escola 'num sábado - com uniforme e tudo -, indo para a rua e as pessoas me olhando. Não sabia o porquê. Quando eu alcancei o taxista, ele me olhou de cima à baixo confuso, então ele decidiu perguntar:



"---- Aonde você quer ir assim? ---- Ele apontou para o meu uniforme."

"---- Escola? ---- Respondi com uma outra pergunta, confusa."

"---- Mas hoje é sábado. ---- Ele disse obvio."



Eu morri de vergonha ali, e tive que voltar pra casa pra me trocar. As pessoas me olhavam curiosas e algumas riram, por isso abaixo a cabeça e coloquei um capuz.


Mas voltando para a minha vida, eu estou gostando mesmo de Jungkook e estou louca por ele. Meu pai diz que eu sou "louca" demais, que eu me descontrolo. Por isso ele teve a ideia de me colocar em um psiquiatra, onde me passam um calmante. Mas acho que isso é besteira. Porém, no caso do Jungkook, eu faria de tudo para tê-lo... até matar alguem. Esse é apenas a minha forma de viver, lutar para algo ser meu, e é isso que farei... seja o que for, Jungkook será meu. E se alguém entrar no meu caminho, até os meus amigos, eu posso fazer algo muito ruim.



Depois de tanto tempo pensando nisso e escrevendo, vejo a porta do meu quarto ser aberto pelo meu pai.



---- Já está na hora de ir ao psiquiatra, filhota. ---- Ele sorria.


---- Ah não, pai! Odeio aquele lugar. ---- Fechei a cara.


---- Mas você deve ir hoje! Você já faltou mais de duas consultas! Você não pode mais faltar! ---- Continuei calada, vendo ele ergue seu braço esquerdo vendo a hora no seu relógio de pulso prateada. ---- Temos que ir. Vamos. ---- Saiu do quarto impaciente, atrasado.



Me levantei da cama emburrada e com raiva. Odeio psiquiatra! É a coisa mais desnecessária para mim, que sou uma pessoa normal. Não preciso disso! Mas ninguém enxerga! Me retirei do quarto e fui andando pelo corredor longo até a sala. Peguei a minha mochila no sofá e saí da casa e meu pai saiu logo em seguida. Entrei no carro e fui para o psiquiatra, e não consegui pensar em mais nada a não ser Jeon Jungkook.



JUNGKOOK ON



Me viro para o lado, me viro para o outro... mas eu não consigo parar de pensar em algo: Yoongi. Eu estava deitado em minha cama olhando pro teto, pensando nisso que me atormentava. Yoongi pode parecer um simples rebelde bad boy, mas não é só isso que ele é capaz. E o pior é que não sei do que ele é capaz. A lateral da minha cabeça suava e minha respiração estava falha, acompanhado com nervosismo percorrendo pelo meu corpo. Era horrível. Me preocupava muito com isso, ainda mais com Jimin. Não é porque eu tenho algo com ele... seja amizade ou algo a mais, mas eu me preocupo por ele correr em perigo por minha causa, que sou um ser que sequer fala com ele.



Quando eu fui buscar o teste de matemática na casa do Jimin com o mesmo, Yoongi viu ele, e isso me deixava preocupado. Sei que ele seria capaz de usar algo que eu "amo" contra mim, e, com certeza, ele poderia usar o Jimin. Por isso, tenho que mostrar que eu não tenho nada a ver com ele, para vê se alguém informa Yoongi sobre isso, já que ele tem vários "amigos" fofoqueiros consigo, e que também eles podem cancelar a ideia de fazer algo contra ele.


Mas também notei em Lisa, a novata, e percebi que ela está gostando de mim, pela forma que ela agi quando eu estou perto. Tipo na aula de hoje: ela olhava para mim quando eu estava olhando pela janela, já que dava pra ver o reflexo dela atrás da janela que eu olhava, e dava para ver pra quem ela olhava. E, um dia, ela pode tentar se aproximar mais de mim, o que deixaria ela em perigo. Então para evitar, tenho que pensar em algo para poder fazer ela se afastar por vontade própria. Mas, o que... Acho que tenho que fingir está namorando.



Me levantei da cama e fui tentar pensar em outras coisas que não seja essas, para poder relaxar. Fui à cozinha e abri a geladeira tirando um Danone, pegando uma colherzinha em seguida para comer, indo para a sala ligando a TV para assistir animes.




[...]





---- Jeon! ---- Abri os meus olhos com dificuldade - por causa da claridade da lâmpada - e olhei para a porta da frente, vendo a minha mãe com duas sacolas pesadas de compras.


---- Sim, mãe... ---- Estiquei os meus braços para me espreguiça bem. ---- O que você quer? ---- Perguntei, e a mulher na minha frente segurava as sacolas - que pareciam pesadas - e me olhando com um olhar óbvio. ---- Ah, sim! ---- Dei um sorriso brincalhão e me levantei indo até ela, pegando uma das sacolas ajudando ele colocar sob a mesa.



---- Mas então, filho... ---- Suspirou por conta do peso da sacola. ---- O que andou fazendo? ---- Sorriu. Seus dentes eram iguais aos meus (ou melhor, os meus iguais aos dela), iguais de coelho.


---- Nada demais. ---- Dei de ombros. ---- Só pensando e assistindo... ---- Ela me corta.


---- Animes! ---- Ela virou os olhos e sorriu em seguida. ---- Não quero que você fique viciado nesses desenhos violentos. ---- Ela levanta um dos braços até o meu cabelo fazendo carinho no mesmo. Ela é mais baixa que eu, e acho que ela dá ao meu ombro. ---- A gente já conversou sobre isso. ---- Ela me olha séria.


---- Ah, mãe! ---- Choramiguei. ---- Por que? Não há nada para fazer nessa casa! ---- Bufei, e a mesma me olhou incrédula. Engoli o seco; sabia o que ela iria falar.


---- Limpar a casa... lavar suas roupas... lavar as louças... Tem tantas coisas, e você diz que "não tenho nada pra fazer"? ---- Ela imita o meu jeito choramingando citando as coisas "legais" para fazer.


---- Mas eu estou me referindo em algo divertido! ---- Bufei.


---- Que tal pôr música? ---- Sugere em seu tom obvio, fazendo eu virar os olhos.


---- É, mas.... d-d-ah... AH! ---- Não conseguir criar novas desculpas. E a minha mãe só cruzava os braços. ---- Tá bom... ---- Joguei a cabeça pra trás, derrotado.


---- Então faça isso. ---- Ela passou por mim dando tapinhas em meu ombro, indo em direção ao seu quarto.


Peguei o meu celular do bolso e cliquei em uma das minhas músicas favoritas, pegando a vassoura no canto da cozinha e começei a varrer.


---- We go up!... ---- Começei a cantarolar a música do Nct dream, enquanto eu varria a cozinha.





[...]




JIMIN ON




"Tenta descansar"


"Tenta dormir"



Essas palavras estão me deixando mais cansado do que o motivo de eu ficar cansado. Como eu posso descansar com uma coisa dessas? Eu tenho medo! Pavor! Yoongi pode ser muito perigoso e tenho medo disso. O que eu posso fazer?



"Pensa! Pensa!"



Nada.



Absolutamente, nada.



"A vida é que nem arabiá; numa hora tá tranquilo e, do nada, explode".


"A vida também pode ser como forró; um passo pra frente e dois pra trás."


Meus pensamentos não me deixam em paz, e isso está se tornando uma tortura psicológica.


Eu estava encolhido em minha cama, usando um pijama azul de patinhos e uma meia branca, enquanto eu abraçava os meus joelhos agoniado. Era horrível! Eu poderia ligar para Taehyung, mas não queria deixar ele preocupada com algo que ele não tem nada a ver. Quero que ele pense que eu estou bem. A única coisa que "tenta" me ajudar, é a frase: "temos que sentir medo do medo". Mas isso é ridículo!




"Que merda!"



Meus pais nem estavam em casa para me ajudar, e se tivesse, não faria diferencia alguma. Liguei a televisão e vi a minha mãe em um programa de TV em Londres cantando junto com as demais membros. Mas eu não estava ligando para isso e nem admirado, porque eu já estava acostumado em ver a minha mãe ou meu pai em algo assim. Muitos filhos querem que algo do tipo aconteça, mas eu só queria eles ao meu lado, coisa que muitos filhos tem e não percebem.



"Sendo famoso ou não, todos sofrem"



Mas eu não era famoso. As pessoas sabiam que Yuta e Hwasa tem um filho, mas não sabiam o nome e nem como era, pois eu queria assim. Eu iria odiar ter que aguentar uma multidão em cima de mim fazendo perguntas e tirando fotos... Sei que eu poderia usar a publicidade para poder fazer os populares pararem de me zoar, mas eu não queria sofrer por algo pior: a falsidade.



Vários adolescente falam para as pessoas que elas são famosas ou que tem muito dinheiro achando que vão ter uma vida melhor, mas olhando para o outro lado, irá perceber que surgiu a solidão... a mentira... a depressão... o suicídio. Tem horas em que alguém quer ser notado e ter uma vida de luxo, mas depois percebem que a melhor vida que tinham já foi jogada fora, porque surgiu coisas piores.


Imagina eu tendo vários luxos, mimos, publicidade, um monte de pessoas querendo ser meu amigo... pode parecer bom. Mas depois irei perceber que não tenho que as outras pessoas tem: alguém que esteja com você em todos os momentos. Grana, publicidade e luxo acabam um dia, e isso irá acabar! Mas quando acaba, nada fica... Até as pessoas vão embora, e eu fico sozinho, me afundando em depressão enquanto eu vejo a vida das pessoas comuns, que que ao mesmo tempo não tendo nada, tem muito... o muito que nenhum dinheiro pode comprar.


Mesmo que eu não sofra disso, eu queria ter uma vida como uma pessoa normal, mas se eu tivesse, talvez eu poderia querer ter a vida que eu não quero. É complicado. Eu só tenho o Taehyung como amigo, que mesmo antes dele saber de tudo, ele já era o meu amigo.



Talvez um dia apareça mais alguém que seja como ele...


Notas Finais


Vejam as minhas outras fanfics, talvez nelas tenha alguma de sua escolha!


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