História A luz branca da estrela - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Magia, Magos, Mitologia, Original
Visualizações 7
Palavras 1.516
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Steampunk
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Kkkk não contavam com isso, né?

|⭐|: 🍐 aí, Tem gente que lê essa bagaça?

Eu tô surpreso também, o negócio tem ao todo umas 60 visualizações. Ah! Esse é Albo, o meu alter ego, às vezes eu crio um pra me ajudar a escrever.

|⭐|: Eae. Bem, o capítulo de hoje vai ser um filler então não tem muita coisa nova como o anterior (que por exemplo amostrou Sozo, alguns professores e um novo personagem que vai ter uma grande importância no desenvolvimento da protagonista).

Só que esse capítulo vai servir de ponte para um aprofundamento das relações familiares dos Daras. Dito isso, desfrutem da leitura.

Capítulo 4 - Amon Osíris


Fanfic / Fanfiction A luz branca da estrela - Capítulo 4 - Amon Osíris

A doce brisa soprava o casal que estava neste instante sendo atendidos em uma cafeteria famosa, foi-lhes separado um lugar isolado para ambos devido o fato de olhares curiosos e alguns flashes de câmeras os fotografando oque deixava Meissa desconfortável, porém, as expressões de Amon permaneciam neutras demonstrando que tal rotina era extremamente natural.


—(Okay… Como eu vim parar aqui?!)




Flashback on



—Amon… Osíris?


Confusa rolava a tela para baixo tentando verificar se a informação não foi um engano de sua parte.


—Amon Osíris?!— Ela gruda os olhos sobre uma matéria sobre o mesmo —“Amon Nun Hatshepsut Osíris, o mais novo entre os filhos da família imperial de Aphoph sendo ele o décimo terceiro. O jovem é prodígio em magia estelar, hidrocinese, pirocinese, aerocinese e eletrocinece, mas embora tendo essas especialidades, atualmente suas chances de herdar o trono são mínimas…” Eu ainda não creio! Aquele cara é um príncipe!? Tudo bem que as roupas são bem características da alta classe Aphphiana mas não tem como!


Ela se distraia verificando cada foto para ter certeza, mas quanto mais olhava menos conseguia acreditar e seu espanto iam aumentando. Era no mínimo surpreendente encontrar alguém de tal importância assim, principalmente ser parcialmente notado pelo mesmo, e com esse fato percebe o quão desinformada aponto de não se lembrar das informações que recebeu neste mesmo dia. Enquanto se distraia acabou não percebendo uma figura se aproximando.


—Meissa Dara, não é?—Amon disse calmamente estando do lado da garota oque fez com que a mesma se assustasse.


—S-sim!— Ela olhou para o rapaz ao seu lado ainda se recompondo.


Ele apenas a encarou, e tal clima estranho entre os dois ficou por alguns minutos sendo apenas interrompido por um estalar de língua do rapaz e a mudança da expressão vazia de Amon, por poucos segundos, virar um semblante de frustração e raiva.


—Droga!— Amon sussurrou para si, quase que inaudível e se virou de costas se afastando um pouco da garota —Siga-me.— falou começando a andar para fora da biblioteca.



Flashback off



—(Bom, pelo menos eu descobri algumas coisas mas… QUE DIABOS É ESSA HISTÓRIA DE ENCONTRAR A REALEZA?! ISSO É ROTEIRISMO?!)


[N/a: Sei de nada não, sou inocente.]


Amon apenas observava a garota que estava sentada à sua frente, seus olhos ametistas fitavam as orbes safiras da garota, tal contato visual a incomodava mas Meissa não se daria por vencido, permanecendo firme até que os pedidos de ambos finalmente chegaram.


—Desculpe-me a demora, aqui estão seus pedidos.— a garçonete põe um na frente de Amon uma torta de morango e para Meissa um hambúrguer e após isso a moça se retira deixando o casal a sós, apenas com a presença de dois seguranças que estavam mais afastados.


—Bom, agradeço que tenha me convidado para um lanche, porém acho que tem outras coisas que queira conversar comigo.— Dizia ela apimentando sua comida com um molho.


—Septuagésima sexta questão, se lembra?—Logo em seguida deu uma garfada em sua torta começando a comê-la.


—76...? “A magia com espelhos é algo extremamente complexa e que podem trazer diversos benefícios para um indivíduo ou uma comunidade, no entanto, há 50 anos atrás houve uma 'epidemia’ de ataques mágicos e quando os culpados eram encontrados, em sua maioria, eram considerados inocentes. A que se deve esse fato?” Se não me engano era algo desse tipo, não é?


O outro apenas acenava positivamente com a cabeça enquanto degustava sua refeição.


—Espera… Você quer que eu diga a resposta?!— falou embasbacada vendo o príncipe apenas repetir o ato anterior com bastante naturalidade, como se seus títulos não interferissem em seu orgulho —Bom… É porque ninguém tinha intenções, de certa forma.


Amon largou o garfo no prato, uniu suas mãos perto de seu rosto, apoiou seus cotovelos na mesa e se voltou atento para Meissa.


—Como assim?


—Digamos que os espelhos são bastante sensíveis com os portadores. Naquele momento as pessoas estavam com algum sentimento negativo e manifestaram essas energias no espelho ou perto do espelho, como o objeto funciona como um portal toda essa negatividade foi transportada até um outro portal que não estava muito protegido.


—Entendi, então era item e. Como acha que se saiu?


—Acho que consegui fazer uns 70%...



—Não me surpreenderia se você tiver acertado mais— fala em um murmuro fazendo com que a morena solte um leve “hm?” —Nada demais, aliás...— ele se levantou da cadeira que estava —Obrigado.— após tal palavra ele vai embora com seu seguranças o seguindo.


A garçonete, logo após do príncipe já ter sumido de vista, se apróxima de Meissa com um sorriso malicioso.


—Que vida boa a de vocês Daras, já com essa idade conseguiu um homem bonito, inteligente e rico.


—Cale-se, Natasha!— dizia com em um tom irritado —Bem… eu acho que já sei a resposta, mas como sou teimosa vou perguntar mesmo assim, quanto deu a minha conta?


—Nada, o príncipe Osíris pagou por tudo.


—Esse cara é bastante gentil, mesmo não mostrando.— ela suspirou mexendo em algumas madeixas de sua nuca ao sentir uma certa frustração por não conseguir odiá-lo —O engraçado é que parece que ele tem um segredo e vai explodir se não contar pra alguém.


—Por que diz isso?


—Eu convivo com pessoas que têm o mesmo olhar que ele…



___________________________________



Após uma volta pelo centro da cidade, mais precisamente até a biblioteca, Meissa finalmente volta para sua casa às quatro da tarde.


—Cheguei! Desculpa o atraso.— Dizia passando pela porta e logo trancando a mesma.


—Cale-se, droga…


Escutou a voz de seu tio mais ranzinza do que costumeira, logo que adentrou a sala viu o mesmo deitado no sofá com um pano cobrindo seus olhos.


—Está com dor de cabeça pela sobrecarga de energia?


—Mais um caso solucionado pela detetive Meissa Dara!— falava em um tom irônico repousando o braço na testa.


Escutando alguns passos vindo da cozinha junto a um “A Meissa chegou?” Ela volta sua atenção para a entrada deste cômodo e do mesmo saí Adhara animada e pula nos braços de sua prima.


—Mei, bem-vinda de volta! É bom vê-la inteira.


—Como assim inteira?


—É que eu ouvi dizer que a realeza aphophiana é bem selvagem.— dizia com um sorriso travesso.


—Como cê sabe?!


—Ei, não me escutaram? Falem baixo!— Daneb já se encontrava enraivecido pelo tom alto da conversa.


—Todo mundo sabe!— Hara continuava falando normalmente logo podendo ouvir um “Não me ignorem!” de seu pai.


—Vamos garotas, não torturem o pobre Dan.


Uma quarta pessoa surgiu descendo pelas escadarias. O mesmo era um Dara, mas não de nascimento, tendo fora o sobrenome a cor do cabelo igual, mas sua pele pálida e olhos prateados sanavam automaticamente sanavam a dúvida sobre sua nacionalidade.


—Olá titio Delph, parece que você está bem.


—Sim, é porque eu não fiz tanta coisa.


Ele se aproxima de Daneb e o moreno se senta no sofá para que seu esposo sente, o mesmo logo executando o ato o entrega um frasco com um líquido de cor lima para ele e em seguida o homem de olhos azuis o beber.


—Está melhor, pai?—Adhara falava docemente se aproximando.


—Sim, estou melhor.— Disse fazendo um leve cafuné na cabeça de sua filha escutando a voz chorosa de seu marido dizer “eu quero também” atendeu se pedido oque o resultou um sorriso imperceptível da parte do moreno.


—Aliás, Mei-mei, vai nos dizer como foi seu primeiro encontro?— o albino dizia empolgado.


—NÃO TIVE UM ENCONTRO!


—Que pena, o príncipe Amon parece tão legal. Você já deu aula particulares para ele, não é Dan?


—Sim, ele é bastante gentil com todos ao seu redor, mas não é inocente e mesmo com o status da família ele é bem humildade. É uma surpresa encontrar alguém como ele, principalmente considerando a posição social que ele vai provavelmente ocupar no futuro.


—Pai, mas disseram que ele não é um candidato provável para o trono.— Adhara retrucava.


—Olhando a faixa etária dos descendentes do imperador é oque qualquer um diria, mas na minha opinião ele é o mais apto tanto se referindo a mentalidade, o caráter  e o as habilidades mágicas do rapaz, talvez o motivo do imperador atual não ter abdicado o trono é por causa da pouca idade dele. Bom, isso é apenas uma teoria e acho que se fosse verdade Amon recusaria.


—Ah! Falando em habilidades mágicas eu gostaria te perguntar uma coisa, tio Daneb.— Meissa se senta em uma poltrona que ficava a frente do sofá em que os três se encontrava e deixa o grosso livro na mesa de centro —Como se descobre o tipo mágico?


Nesse momento Daneb se levantou de uma vez com sua raiva costumeira visando sua sobrinha.


—Então quer dizer que você não sabe enquanto crianças do quarto ano já dominam seu elemento específico?!


—Voltou ao normal!— dizia se surpreendendo com a bipolaridade de seu tio —Em todo o caso, o senhor vai me ajudar ou não?


Ele fecha os olhos pensativo e logo os abre de novo se deparando logo com o olhar de cachorro que caiu da mudança que Meissa fazia, se dando por vencido ele suspira e acena positivamente com a cabeça deixando a garota cerceta feliz e animada.


Notas Finais


|⭐|:E X P L I C A Ç Õ E Shallow N O W (não tem muito tópico, mas bora)

Existem vários tipos de magias, porém tem algumas coisas que podem ser confundidas e uma delas é a magia COM espelhos e a magia DE espelhos. A magia de espelhos permite a pessoa passar pelos espelhos os usando como portais, criar portais sem precisar de um espelho e refletir magia. Mas a magia com espelhos permite comunicação a distância e transportar energia.

Delph é marido do Daneb e pai da Adhara, e antes do casamento o sobrenome dele era Daia.
|⭐|:(E tal família foi brevemente citada no capítulo anterior)

Delph é de Aluanaria e nesse país todos são albinos com os olhos prateados porque foram amaldiçoados pelo Deus Hárum a uma noite sem fim, porém a Deusa de muitas faces, a lua, por misericórdia acabou os abençoando.

|⭐|: Isso é só! Qualquer dúvida pergunte nos comentários.

Até mais!


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