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História A luz do luar - Capítulo 11


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Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 11 - Me mostra então...


Fanfic / Fanfiction A luz do luar - Capítulo 11 - Me mostra então...

Rosa Petronni 


Finalmente em casa, cheguei e fui recebida por Terezinha aos abraços, ela era com certeza uma boa irmã e uma grande amiga, o que me fez sentir a necessidade de contar para ela sobre Claude. Sua reação foi a melhor, apesar que a de Sérgio foi boa também, ele ficou me fazendo várias perguntas todo malicioso e jura que Claude senti muito mais do que diz, eu prefiria acreditar que é somente atração, não queria me iludir.


Terezinha me fez perguntas interessantes, e pontuou coisas importantes, como eu estar tensa demais sobre isso, ou pelo menos parecer, ela me fez lembrar que eu não sou assim, que por mais complicada que fosse a situação eu sempre assumia o controle, principalmente sobre meus atos, talvez me envolver com Claude não fosse um problema, por tanto que eu estivesse bem e que a gente fosse sempre sincero um com o outro, não precisávamos ter nada sério, mesmo que meu coração aperta-se pensando isso.


...


Um semana se passou desde que voltamos da viagem, o clima entre eu e Claude era muito amigável, continuamos fazendo piadas um com outro e conversando sobre várias coisas, a verdade era que depois do que aconteceu uma certa intimidade se criou entre nós, além de sentir que nossa amizade ficou mais forte, nesses dias rolou um ou outro clima, mas éramos sempre interrompidos.


Nesses dias, tentei focar ao máximo no trabalho, tinha muita coisa para organizar e aquele emprego era muito importante para mim, o projeto ecológico das casas ia ser muito bom para minha carreira. Nesse tempo, os Smith não apareceram na empresa, também nem ligaram, o que era muito estranho.


Passei o final de semana todo com minha irmã, formos ao cinema, ao shopping e fizemos compras, Terezinha só tinha cara de quietinha, mas era uma safada incubada, me fez ir em um sexyshop e até que foi legal, eu ri muito dela, também passamos em uma loja de lingerie e eu acabei comprando algumas bem interessantes, todas escolhidas por minha irmã. Minha auto estima sempre melhorava ao lado dela, me colocava para cima e fazia eu me sentir mais bonita e sexy, o que era uma coisa muito boa.


Mais uma semana se iniciou, passei a segunda toda em reunião com engenheiros e outros arquitetos minoritários, nem vi Claude e nem Frazão, apenas nos falamos por celular. Tinha algumas coisas para adiantar pois terça feira era feriado nacional, e isso significava que a empresa não funcionária. Roberta me ligou, queria convidar para passar o dia de feriado na casa dela e que eu levasse minha irmã também, pois ela estava convida.


Na terça de manhã, Sérgio veio tomar café da manhã com nós duas e depois descemos para a casa de Roberta. Chegamos lá e todos já estavam na beira da piscina, nos cumprimentamos todos e Alaba foi logo nos dizendo por onde ir para trocar de roupa e colocar um biquíni.


Não demorou para que eu voltasse, estava usando o biquíni novo e a saída de banho quase transparente, eu achei curto demais, mas Terezinha me garantiu que estava ótimo, eu fiquei em dúvida por que reparei Claude me olhando dos pés á cabeça, ele até tentou disfarça, mas não teve como não notar.


Ficamos ali na piscina e depois de um tempo formos todos almoçar, a comida estava ótima e as conversas também, sentia os olhares de Claude em mim algumas vezes e por fim acabei devolvendo, isso deixava ele meio vermelho, era bonitinho. Ainda no almoço, eu tive a ideia de chamar os Smith para jantar com a gente, todos concordaram que deveríamos manter eles por perto, pois era muito estranho esse sumiço deles por mais de uma semana. Claude ligou para John e ficou marcado para eles chegarem as 19:00 hrs.


...


O final da tarde chegou rápido, me arrumei no quarto de Roberta e ela gentilmente me emprestou um vestido, que aliás era muito bonito, uma seda cor de rosa bem clara, com um decote discreto. Sai do quarto e dei de cara com Claude, que estava saindo do quarto da frente, ele estava com o mesmo estilo de sempre, uma camisa social e uma calça de alfaiataria justa ao seu quadril e esguia as suas pernas, impecável e muito elegante.


Seu olhar me fez perde o ar por alguns segundos, desejei não lembrar do que aquele corpo poderia fazer com o meu, mas foi uma missão impossível, seus primeiros botões abertos da camisa mostrava um pouco de seu peitoral, o mesmo que eu adormeci encima à mais uma semana, e o mesmo que eu observei discretamente por toda essa tarde, além do resto de seu lindo corpo.


Quando o silêncio e os nossos olhares fixos ficaram constrangedores, ele se pronunciou.


- Você está linda nesse vestido! Mesmo ele non combinando muito com você. - um elogio provocativo, não esperava menos.

- Interessante...e o que combina comigo Geraldy?


O provoquei com as palavras e talvez com o olhar, me encostando na parede com as mãos para trás, talvez eu estivesse faminta por ele de novo e meu corpo não estava escondendo muito bem isso. O vi abrir um sorriso com minha pergunta, e para o meu desespero interno se aproximar de mim.


- Você combina com muitas coisas...- ele ainda sorria e ficou mais próximo alternando seus olhares, entre meus olhos e minha boca.

- Por que você não me mostra uma delas?! - minha respiração estava acelerada.


Sua mão direita tocou meu rosto e a esquerda segurou minha cintura, meu rosto levantou para ele automaticamente e quando ficamos cara a cara sentir ele soltar um ar pesado, foi quando o percebi tão nervoso quanto eu. Ele me beijou, puxando todo o ar do mundo para ele, os lábios macios se acomodaram naquele fiu de energia que passava entre nós, senti algo forte no peito e um arrepio muito bom. Quando me dei conta minha mãos já estavam no pescoço dele, e consequentemente nossos corpos colados, nossos labiais se abriram e quando ele passou o braço pelo meu corpo o ritmo aumentou, estávamos nos aprofundando nele, lutando contra nossos pulmões que precisavam de uma pausa.


Quando nos separamos para respirar, reparei no seu peito se enchendo de ar rapidamente, meu coração mal cabia no peito, eu o olhei nos olhos e sentir um uma de suas mãos acariciando meu rosto, estávamos a beira de iniciar um próximo beijo, quando escutamos um barulho enorme ao nosso lado, que nos assustou é fez a gente se afastar. Era a senhora Andreia, a empregada da casa que se aparentemente se assustou com nossa presença no corredor e derrubou a bandeja com dois copos de água.


- Ai meu deus! Que desastrada! Me desculpem, eu me assustei!. - ela diz nervosa.

- Tudo bem! Você quer ajudar? - eu disse me abaixando para tentar ajudar a catar alguns cacos de vidro.

- Não senhora! Não precisa! Eu vou pedir para a outra empregada limpar, preciso levar a água para o casal Smith.

- O casal Smith chegou? - Claude pergunta meio apreensivo.

- Sim senhor, com licença! - A senhora sai.

- Enton...temos que ir! - ele diz meio decepcionado.

- Temos sim! - também tinha decepção na minha voz.


Dei de costas e caminhei em sua frente até chegamos na varanda e darmos as mãos, afinal éramos um casal para os Smith e eles deveriam acreditar nisso. O casal nos cumprimentou e depois de algumas bebidas servidas, formos todos para a mesa de jantar, os Smith pareciam mais sérios do que o normal, meio desconfiados e isso estava me incomodando bastante, até que eles falaram o que eu já desconfiava.


- Na última semana recebemos ligações e mensagens dizendo que o namoro de vocês no é real, isso é verdade Dr.Claude? - Elizabeth foi curta e grossa como sempre.

- Non, claro que non! Eu e Rosa namoramos de verdade! Quem está falando issi? - Claude pegou mais forte em minha mão.

- No sei, é sempre anônimo! Mas...Acho muito estranho o namoro de vocês...- Elizabeth realmente estava desconfiada.

- Como assim estranho? - eu perguntei.

- No vejo fotos de vocês juntos, só saem em grupo, me desculpem a intromissão, mas é de se duvidar no?!


O pior era que ela tinha razão, eu e Claude só saíamos quando estavam todos e não tínhamos nenhuma foto postada juntos, também só nos encontrávamos na empresa, raramente era só nos dois, esquecemos que agora somos observados de todos os cantos e os Smith poderiam muito bem ter informantes por aí espalhados, teria que conversa com Claude sobre isso, se ele quisesse ainda ter esses investidores teríamos que mudar de atitude, ser "mais casal", não só na frente deles. 


- Somos um casal mais discreto Mrs. Smith, mas se eu realmente estava pensamos nisso esses dias, em postar uma foto com meu amor na minha rede social. - Eu diz sorrindo para ela e depois claude, tentando deixar o clima mais leve.


Senti que consegui amenizar a situação no momento, mas com certeza eu e Claude teria que nos esforça muito maia para convece-los. Depois que acabou o jantar, formos todos para a varanda e bebemos alguns drinks, a hora foi passando e o casal Smith descidiu ir embora, logo Alaba e Sérgio se queixaram de sono e então descimos ir embora, afinal no outro dia de manhã tínhamos que trabalhar cedo. Terezinha começou a se queixar que bebeu drinks demais e estava mal, então tive que vim embora com ela, mas antes de sair tive um pequeno momento com Claude, meio sem jeito a gente se despediu e ele disse que íamos conversa de manhã.


Minha irmã era fraca demais para bebidas batidas, e assim que troquei a roupa dela e lhe dei um chá, eu fui me jogar na minha cama, precisava descansar e o mais importante, me preparar para ver Claude no outro dia, não parava de pensar no beijo e no quanto eu amei cada segundo dele, como eu queria ele. Notoriamente foi difícil durmi, vôlei de um lado para o outro diversas vezes antes de finalmente pegar no sono aquela noite, o Geraldy tinha o beijo mais viciante que eu já provei.



Notas Finais




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