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História A luz do luar - Capítulo 12


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Notas do Autor


Espero que gostem ❤

Capítulo 12 - A calcinha no escritório


Fanfic / Fanfiction A luz do luar - Capítulo 12 - A calcinha no escritório

Claude Geraldy


Insônia, Rosa era responsável por minhas insônia. Demorei tanto para durmi que perdi totalmente a noçon da hora, cheguei na empresa já era quase 10:30 hrs, non vi ninguém no hall, somente Jannette no computador. Entrei na sala e dei frente com frazon na diretoria, ele estava todo aflito cheio de documentos nas mãos.


- Bom dia Claude! Me chegando essa hora...- Frazon diz meio debochado.

- Bonjur hã! Pardon, eu perdi a hora...espera! Cadê Rosa? Cadê os funcionários do hall?

- Hoje é o dia do treinamento do pessoal, você esqueceu?! E a Rosa veio hoje cedo, mas teve que sair, resolver algumas coisas na prefeitura, vai tá por aqui só mais tarde.


Eu tinha esquecido completamente que os funcionários teriam o treinamento anual deles hoje, sempre era Frazon quem organizava tudo issi. Eu sabia que teria muito trabalho, e teria que ser rápido pois as horas de manhã pareciam voar, e non iria demorar para chegar o almoço.


Frazon ficou em uma mesa e eu em outra, ele saiu para almoça e eu fiquei trabalhando, quando bateu a fome pedi um lanche pelo celular e logo entregaram. As horas foram se passando e quando parei para mexer no celular alguns instantes, vi que Rosa tinha postado uma foto linda dela na beira da praia, uma das fotos que eu tirei quando estávamos em Salvador, non contive o sorriso e descidi postar uma foto nossa, uma que eu gostei muito, isso seria bom para os Smith ver, mas no fundo non estava fazendo issi por eles.


Depois de alguns minutos, com Frazon mexendo no celular, ele solta uma risada e fica me encarando, era a pessoa mais indiscreta que eu conhecia.



- Non me olhe assim Frazon, foi para os Smith poder ver.

- Sei...vou fingir que acredito! - ele rir e começa se arrumar para sair.

- Que issi? Você já vai? - ainda faltava umas duas horas para acabar o expediente.

- Eu vou! É o mínimo que mereço por ter ficado trabalhando no seu lugar, tchau amigo!


Minha única alternativa foi rir dele e ver ele sair, fiquei ali tentando me concentrar nos últimos documentos do dia e depois de alguns minutos a porta abriu, era Rosa, cheia de documentos nas mãos. Non consegui deixar de notar como ela estava linda, meio desajeitado ela colocou suas coisas encima da mesa e se virou para mim.


- Oi! - ela sorriu - Chegou mais tarde hoje? - ela ainda sorria e mon dier que sorriso!

- Eu...cheguei sim! Eu non durmi muito de noite e acabei perdendo a hora. - Eu disse tentando não encara-la, lembrando do beijo de ontem.

- Entendi! Mas mudando de assunto...cadê o Frazão?

- Frazon, decidiu ir embora mais cedo, disse que merecia já que ficou no meu lugar, ver se eu posso com issi? - eu fingia revolta, mas non ligava para ele ter ido.

- Ela sorrir - É a cara dele dizer isso!


Sorrir com o que ela disse e a encarei, ela desviu o olhar e se sentou em sua mesa, voltei ao trabalho e ficamos em silêncio por alguns minutos, o que não significava que eu non estivesse pensando nela, pensando no beijo intenso que demos naquele corredor, no meu corpo precionando o dela naquela parede, esses pensamentos se misturavam e por mais que tentasse me concentrar nos meus papais estava difícil. Até que ela se levantou mesa com um tablet na mão e começou a caminhar na minha direção.


- Preciso te mostrar o que eu mandei para a prefeitura hoje. - ela contornou a mesa e me deu o tablet.

- Décor, vamos ver...- reparei nela se encostando na mesa.

- Rosa isso está muito bom! Suas mudanças no projeto são muito boas...- eu disse sorrindo e a olhando, o que poderia ser um perigo já que ela estava tão perto.

- Sabia que ia gostar! Eu sei que sou boa! - ela finge modéstia, o que faz nos dois rir.

- Você é bem convencida! Mas é verdade...- eu me levantei ficando de frente para ela - é realmente muito boa...- aquilo foi um flerte.

- Você também é muito bom Geraldy! - a voz dela saiu meio roca, um tom sexy demais para aguentar.


Poderia dizer que fui eu quem a agarrou, mas issi non era verdade, quando eu levantei minhas mãos em direçon ao rosto dela, percebi que ela já estava com as dela puxando meu palito, antes que eu pensasse em algo, ela parece que já tinha lido meus pensamentos antes mesmo de mim, Rosa me envolveu com uma intensidade tão gostosa de sentir que eu esqueci de tudo naquele momento. Nossos lábios dançavam algum tipo de musical enquanto minhas mãos tentaval se manter contidas, mas não durou muito tempo, a Petronni me pegou de jeito, colando nossos corpos até eu senti aquele calor.


Em um momento rápido eu a encostei na mesa, precionando o meu corpo sobre o dela, as coisas estavam ficando muito quentes e o risco de alguém entrar na sala da diretoria deixava tudo ainda mais excitante. Não conseguia para de beija-lá, de sentir aquele beijo ferroz e alucinante que ela tinha, meu corpo estava clamando por ela e cada toque daquela pele me tirava do ar.


Aquilo era surreal, em um momentos estávamos conversando, e no outro estavamos nos agarrando na beira da mesa, minhas mãos estavam descendo e fui rápido em chegar aonde queria, uma trilha entre as coxas dela até sua calcinha. Eu vi ela abrir os olhos e afasta um pouco a boca.


- Claude, alguém pode entrar...- a voz dela estava rouca.

- Eu sei, mas você non quer saber no que mais eu sou bom? - eu non estava me contendo mais.

- ela soltou um sorriso - Tô esperando... - Aquele sorriso mordendo o lábio foi o meu fim.


Puxei a calcinha dela por debaixo do vestido e guardei no meu palito, ela se sentou na mesa com a barra do vestido um pouco levantada já, eu fui direto ao ponto, colocando dois de meus dedos dentro dela, movimentava enquanto a beijava mais, dava pra sentir a excitação dela o que me fez mexer meus dedos mais rápido e mais fundo, era muito bom ouvir os pequenos gemidos que ela soltava.


Fui mais ousado e desci com minha boca, alcancei seus seios e com uma puxada rápida na alçada de seu vestido eu consegui colocar um dele na boca e pressionar com a língua. Eu desci mais, passando pela sua bariga e suas coxas entre abertas já, subi mais o vestido e abaixado eu comecei a chupar, passar meus lábios na sua intimidade como a beijava na boca, aquela presson pequena e gostosa, ela parecia está gostando bastante e issi me empolgava mais ainda.


Era uma linda vison, ela estava de olhos fechados e a boca entre aberta, claramente se contendo para non gemer alto, comecei a chupar ela com mais intensidade enquanto minhas mãos apertavam suas nadegas, quando a porta fez um barulho, era Jannette batendo perguntando se pode poderia entrar, aquilo me fez levantar na hora e Rosa já descia da mesa cobrindo seja seios, eu limpei a boca e dei permissão para Jannette entrar quando já vi Rosa coberta e andando para o outro lado da sala.



- Licença doutor, é que os funcionários já terminaram o treinamento, o senhor vai querer alguma coisa? - Jannette parecia meio desconfiada.

- Non! Non, Jannette! Pode liberar todos para ir para casa, inclusive você! Pode ir! - eu precisava ficar sozinho com a Rosa.

- Tem certeza doutor? Não é nem 18:00 hrs! - ela tava desconfiada.

- Tem sim Jannette! Pode ir, descanse! - eu forcei um sorriso.

- Tá bem, então eu vou indo...até amanhã! - ela se despediu de Rosa e saiu.


Andei até a porta e a tranquei rapidamente, minha cede pela Rosa era enorme, eu precisa sentir o gosto daquela boca, a intensidade daquele corpo e de tudo que ela me fazia sentir. Quando me aproximei ela me deu um beijo devagar, estávamos curtindo aquela energia e eu non faço ideia de quanto tempo aquele beijo durou, suas mãos desceram sobre mim e quando ela passou seus dedos levemente sobre minha ereção eu entendi que o meu controle era dela, que aquele corpo era dela e que eu deixaria ela fazer o que quis se comigo.


As coisas foram mais rápidas à parti daí, levantei seu vestido para masturba-la enquanto ela tirava o cinto e abria minha calça, se sentou na mesa de reunião e me puxou para ela, enquanto nos beijavamos eu a penetrei com calma, segurava firma aquelas pernas e me movimentava nela, meu corpo estava começando a soar e de repente estávamos já deitamos na mesa com me devorando por inteiro, mexendo o quadril e me excitando colocando o seu dedo na minha boca.


As estocadas ficaram mais rápidas e fortes, eu gemia em cada uma delas, ver ela gemer também e me olhar do jeito que ela olhava era mais do que prazer, era a coisa mais surreal que eu já tinha sentido. A voz roca dela contendo o barulho me vibrava por dentro.

- Pode gemer mais alto Rosa...- eu disse meio sem ar.

- A gente tá na empresa...

- Foda-se a empresa! Eu quero ver você gozar...


Ela sorriu e ocupou minha boca com seus beijos, algumas penetrações depois ela chegou ao seu ápice, gemendo alto enquanto apertava minhas costas, seu corpo se contraiu e eu gozei também, foi incrível, o melhor de todos e de novo, com ela. Nos encaramos por alguns segundos e algo muito forte apertou meu peito, aquela sensaçon que ela me causava.


Nosso clima foi interrompido por uma batida na porta, o que me fez vestir minhas calças mais rápido do que o normal, vesti o palito e andei até a porta, e antes de abrir olhei para Rosa que já estava arrumada. Era o Roberto, vigilante da empresa.



- Olá doutor Claude, dona Rosa, eu cheguei agora é vim fazer a ronda aqui, ouvir um barulho de grito, eu acho. - acho que devo ter ficado meio vermelho.

- Fui eu...Eu...bati o pé no canto da mesa! Sou muito desastrada! - contive o riso.



Seu Roberto pediu licença e saiu, e de novo ficamos sozinhos, ela começou a olhar embaixo das coisas, como se tivesse procurando algo, enton eu perguntei.


- o que você está procurando?

- minha...minha calcinha! - ela disse olhando embaixo da cadeira.

- Eu rir e ela me olhou - está comigo!

- Pode me devolver? - ela se aproxima sorrindo.

- Acho que non! - a reaçon no rosto dela.


- Posso saber por que "non"? - ela perguntava já com a mão na cintura.

- Vou guarda lá em casa, é uma oportunidade de você recuperar do mesmo jeito que perdeu...- a reaçon dela foi somente sorrir.


Pegamos nossas coisas e sairmos, eu vim par aminha casa e pedi para Dadi lavar a camisa que eu estava vestido e a calcinha de Rosa, aquela peça de renda preta era muito bonita e a dona mais ainda, seria difícil dormi aquela noite. Estava anestesiado com o aconteceu, e desejei muito dormi com ela na minha cama, queria passar mais tempo sozinho com ela, como em Salvador, talvez isso podesse ser providenciado.




Notas Finais




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