História A Madrasta - Capítulo 33


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Categorias Barbara Palvin, Chris Pine, Justin Bieber, Ryan Butler, Scarlett Johansson
Personagens Barbara Palvin, Chris Pine, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler, Scarlet Johanson
Tags Adultério, Drama, Inocencia, Justin Bieber, Romance, Sadomasoquismo, Scarlett Johansson, Traição
Visualizações 441
Palavras 4.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá... pessoal, tudo bem com vocês meus amores? Bom, deve ter sido bem estranho para vocês receberem essa notificação depois de tanto tempo em que estive sumida. Uns devem ter suspeitado: "É a porra de um aviso de que a idiota da autora colocará a fanfic em hiatus, ou que ela nunca mais irá voltar atualizar, nem vou perder tempo em ler as desculpinhas dela" e outros, aqueles bem esperançosos e que acreditavam fielmente que um dia eu ainda voltaria para lhes dar uma explicação e postar, apenas devem ter vibrado por ter um novo capítulo depois de tantos meses.

Juro estou até sem graça de aparecer aqui depois de quase sete meses, mas eu juro que tenho uma ótima explicação para dar a vocês, e se quiserem saber, se realmente se interessarem a informação do porque demorei tanto tempo para atualizar novamente o meu amor maior estará nas notas finais. Enfim, aproveitem o capítulo e matem a saudade de "A Madrasta".

Boa leitura! :)

Capítulo 33 - Trust!


Scarlett Bieber
 

Grávida.

Charlotte está esperando um filho. Justin será pai!

Não é possível uma coisa dessas, só pode ser algum tipo de brincadeirinha de mau gosto, não dá para acreditar nessa merda... não quero acreditar!

Tudo bem que aprontei muito, fiz a vida de muita gente um inferno, principalmente e em especial a do Justin. Mas, caralho eu me redimi, mudei e me esforço cada dia mais para não deixar os demônios habitantes dentro de mim tomarem o controle novamente. Deus precisa acreditar em minha mudança porque não sou mais a mesma pessoa filha da puta de antes. Talvez essa seja a forma que o "Senhor Todo Poderoso" encontrou de me castigar. Da pior maneira possível e poderia ter sido qualquer outra coisa, menos a porra de uma gravidez.

Essa maldita tinha que engravidar logo agora que Justin e eu estaríamos livre para ficarmos juntos? Parece até brincadeira, simplesmente não dá para acreditar.

— Parabéns aos dois. Tenho certeza que essa criança virá com muita saúde, será muito bem vindo à família! — Jeremy continuava parabenizando-os pela novidade, ele estava bobo, radiante por saber que daqui a alguns meses seria avô. O moreno não parava de sorrir feito um idiota e abraçar tanto a nora, quanto o filho.

Obrigatoriamente congratulei os novos futuros papais, dando toda minha atenção para Charlotte, pois ignorei a presença de Justin próxima do meu corpo, assim como abstive tocá-lo. Apenas lhe dei parabéns e um singelo aperto de mão, o que notei ter o deixado ainda mais chateado. Justin pode estar chateado, mas não tanto quanto eu. Estou tão puta que não consigo parar de pensar em um minuto numa maneira de atear fogo nele e assisti-lo morrer agonizando.

— Está grávida de quantos meses, Charlotte? — Procurei manter minha voz calma e suave, em tom carinhoso e simpático, enquanto me controlava para não gritar com Justin e bater nele.

— Cinco semanas de gravidez e muito ansiedade pela chegada dela.

Dois meses... quer dizer que o Justin, esse cretino, muquirana, filho da puta, continuava transando com ela mesmo com nosso acordo? Ou seja, ele mentia pra mim quando dizia que mau encostava um dedo em Charlotte, ele mentiu ao me dizer que em sua festa de aniversário que foi a primeira e última vez que quebrou o nosso acordo.

— Já sabe o sexo? — Perguntei surpresa, de certa forma frustrada. Percebi que Justin fitou a esposa em expectativa, curioso pela resposta dela.

— Não, infelizmente não. Mas estou torcendo que seja uma menininha, você também não é amor? — Charlotte falou abobalhada, fitando o loiro.

Desviei o olhar quando a morena forçou um contato íntimo entre eles, ao repousar a mão grande de Justin em sua barriga sem nenhum volume saliente.

— Prefiro um menino. — Ele respondeu, com um sorriso amarelo.

— Vocês ainda terão três longos meses pela frente para entrarem em um acordo e vão descobrir o sexo da minha netinha, ou netinho. — Meu marido brincou, abraçando a nora pelos ombros. - E já é muito amado, ou amada... - e também depositou a mão na barriga dela, a acariciando.

— Gosto é gosto, Jeremy. Acredito que virá uma menina! — Charlotte respondeu eufórica.

Observei em silêncio todos continuarem conversando sobre a grande (péssima) novidade. Jeremy, juntamente com Charlotte, era o mais alegre com a notícia, porque de restante parecia que estávamos participando de um funeral, mas bem que eu gostaria que o morto no caso fosse o miserável do meu enteado.

Despedi-me brevemente de todos alegando não me sentir bem e às pressas fui para meu quarto.

O meu mau estar não era uma grande mentira. Aquele ambiente não me fazia bem, a voz de Charlotte me dava náuseas e um forte enjoo, a presença de Justin me irritava.

Retirei minha sandália, não me preocupei em tirar o vestido e colocar algo mais confortável, estava cansada e indisposta até mesmo para colocar meu cérebro para pensar em algo coerente e sensato além da raiva e ódio que sinto. Por isso permaneci deitada na grande cama de casal, abraçada com o travesseiro levemente molhado pelas poucas lágrimas que, infelizmente deixei rolarem pela minha face.

Uma gravidez, um filho(a), é algo sério que gera um turbilhão de coisas dentro de um ser humano e acredito que Justin jamais se separaria de Charlotte para ter algo comigo. É a mais pura e triste realidade que terei que aguentar, engolir pelo resto da minha vida.
 

¤¤¤
 

Acabei pegando no sono por alguns longos e bons minutos. Fui ao banheiro retirar minha maquiagem e tomar um comprimido para dor de cabeça, entretanto ao voltar para o quarto encontrei com a pessoa que eu menos gostaria de ver no momento.

— Você não tem vergonha na cara? — O questionei, brava.

— Scarlett... eu só quero conversar.

— Vai ficar querendo. Porque agora quero distância de você, Bieber! O máximo de distância que eu puder ter, com muito gosto terei!

— Não vim aqui pra a gente brigar e sim para conversarmos, para tentarmos nos entender.

— Como é? — Forcei uma alta risada, o fitando com desprezo. — Você só pode estar brincando e achando que tenho cara de palhaça, não é?  — Ele ficou mudo. Contudo arregalou os olhos, gemendo de dor quando acertei minha mão em sua face com um tapa bastante forte.

— Perdão, Scarlett.

— Enfia o perdão no cu, Justin!

— Sei que está brava e...

— Ah, meu querido eu estou bem mais do que brava. Você não tem noção de quantos assassinatos diferentes já cometi contigo na minha bela imaginação! — Sorri malvada, cerrando os punhos, Justin afastou-se em uma distância considerada por ele segura.

— Quero apenas conversar contigo. Tentar consertar as coisas, nos entender de novo!

— Sai do meu quarto agora! — Abri a porta, fitando-o de maneira dura. Justin ficou cabisbaixo mas manteve-se parado no mesmo lugar. — Saia, Justin! Suma da minha frente! Eu não vou falar de novo!

— E-eu só quero conversar.

— Qual foi a parte do: Não quero conversar contigo. Que você ainda não foi capaz de entender?

— Por favor, Scarlett. — Suplicou, aproximando-se e ao tentar me tocar, bati com violência em sua mão.

— Ou você sai agora, ou irei fazer um escândalo.

— Pare de ser birrenta uma vez na vida e me escuta, por favor.

— Não quero te ouvir, quero que suma da minha frente.

— Daqui não saio enquanto você não conversar comigo! — Justin respondeu seriamente, fitando-me de forma petulante com os braços cruzados em frente ao peito.

— Não vai sair? Okay... — Caminhei até o meio do corredor da mansão, gritando em pleno pulmões, deixando o mais novo assustado com minha atitude. — JEREMY! JEREMY! JERE...

Justin me silenciou ao me segurar fortemente em seus braços e tampar minha boca com a mão livre, puxando-me de volta para dentro do quarto. Ele fechou a porta com os pés, fazendo um forte estrondo no silencioso segundo andar. Deixei uma mordida forte na palma de sua mão com raiva desse desgraçado, rapidamente Justin soltou-me e começou a gritar, enquanto balançava desesperadamente a mão tentando aliviar a dor que sentia por causa da mordida. Corri para a porta e antes que eu conseguisse sair, novamente Justin voltou a me segurar, após ter se "recuperado". O loiro me carregava para a cama e conseguiu me imobilar por ter caído por cima de mim, contudo, fui mais esperta ao conseguir acertar uma joelhada no meio de suas pernas.

— Scar... — Gemeu rouco, caindo para o outro lado da cama. Sua expressão estava contorcida em dor, suas mãos protegiam a parte atingida por mim.

— "Scar" o caralho, filho da puta! — Dei-lhe um soco no braço, novamente Justin voltou a gemer. — Te avisei que não quero e não vou conversar contigo, apanhou porque quis!

Pus-me de pé e caminhei até a porta, decidida em sair daquele quarto, ou eu seria capaz de matar Bieber com minhas próprias mãos. Tentei abrir a porta, mas a mesma estava trancada e ainda por cima sem a chave no lugar onde deveria estar, na porra da fechadura.

— E eu disse que não sairiamos daqui enquanto não conversarmos.

Semicerrei os olhos com sua resposta audaciosa. Justin se levantou, porém notei que ainda estava sentido dores, pois ao andar um passo para frente mancou e resolveu voltar a ficar sentado na cama.

— Você é um maldito!

— Senta aqui, vamos conversar. Por favor! — Pediu, fazendo sua típica carinha de cachorro sem dono. Revirei os olhos, grunhindo irritada, por ter que ceder à ele.

— Não encoste em mim! — Ordenei severa, quando ele tentou tocar em minha perna assim que me sentei ao seu lado na cama.

— Okay...

— Fala de uma vez, o que tiver para dizer. Sem enrolação!

— Primeiro: Também estou tão surpreso quanto você com essa gravidez. Eu não esperava... — O interrompi, por não conseguir segurar minha risada em deboche.

— Não seja cínico, Justin. Quando um pau fode uma boceta, ainda mais sem camisinha, é de se esperar que haja uma gravidez! Não tente me enganar.

— Pode me deixar terminar de falar? Obrigado. — Falou impaciente, bufei desviando o olhar.

Muito lindo. Muito idiota. Muito gostoso. E muito filho da puta!

— ... Charlotte e eu não transamos, desde o meu aniversário, isso nunca mais aconteceu. Estamos em julho e se você fizer as contas certinho, Scarlett, verá que o tempo dessa gravidez não bate... — Ele deu uma pausa, franzi o cenho surpresa entendendo onde ele queria chegar. — Verá que esse filho que Charlotte está esperando não é meu!

— Agora ela é a vadia infiel da história? Muito engraçado da sua parte, achei que fosse responsável e não que iria querer se livrar do problemão que arrumou!

— Scarlett, não estou fugindo, mentindo, ou seja lá o que mais quiser falar. O filho não é meu, Charlotte está me traindo!

— Você tem provas?

— Desconfio um bom tempo. Viagens estranhas, eventos repentinos e saídas demoradas.

— E por que nunca me falou?

— Por causa desse seu maldito sorriso debochado. — Respondeu irritado, revirando os olhos pela minha ação citada. — Sabia que zombaria de mim e por isso decidi guardar pra mim!

— Homens são todos iguais. — Ele franziu o cenho intrigado com minha fala. — Amam trair e fazer a mulher de trouxa, mas basta desconfiarem, saberem que também podem estar sendo feitos de otários, que ficam bravinhos. Quanta hipocrisia, Justin. — O provoquei, olhando-o reprovadora.

— Não estou bravo e também não sou hipócrita. Ah, e para o seu governo, não gosto do que faço com Charlotte, me sinto péssimo!

— Cínico. Falso.

— Scarlett!

— Você realmente é filho do Jeremy, realmente está no sangue de vocês serem tão...  — Me interrompeu, bravo.

— Não seja ridícula!

— Acabou de falar o que tinha para me dizer? Se sim, pode sair.

— Não acreditou em mim?

— Essa historinha barata e clichê de romance adolescente? Pelo amor de Deus, Bieber, já passei da idade para acreditar em fada do dente, não acha?

— Scarlett, não precisa ser um gênio da matemática para entender que essa gravidez da Charlotte começou bem depois da minha última transa com ela!

— E quem me garante que você não fodeu ela outras vezes?

— Eu te dou a minha palavra. Charlotte disse que está grávida de cinco semanas, Scar. São C-I-N-C-O semanas. O que equivalem a cerca de dois meses, e se fossem três meses ou quatro meses de gravidez, eu aceitaria numa boa e te diria com toda a honestidade do mundo que o bebê que ela carrega em seu ventre é meu, é meu filho, Scarlett. Porém a realidade é outra, aquela criança não é minha!

— Bom saber que você transava com ela mesmo com o nosso acordo!

— Foram só duas vezes. Depois do meu aniversário nunca mais aconteceu, estou dizendo a verdade.

— Quero acreditar, confiar em você, mas... — Interrompi-me quando Justin aproximou ainda mais nossos corpos e segurou meu rosto com ambas as mãos. Seus olhos castanhos me fitavam com tanta ternura e carinho, contudo havia um brilho de medo neles.

Assim como eu, o maior medo de Justin era me perder e estava mais do que nítido em seus olhos o pavor que o mesmo sente.

— Por favor, Scar... acredite em mim... — Sussurrou com a testa na minha, os lábios pequenos e suculentos roçaram levemente nos meus de forma  provocante, entretanto, não era proposital. — Eu te amo!

— Eu também amo você, Justin... — Segurei em suas mãos.

— Então me perdoe e confie em mim. Por favor!

As íris carameladas, fitando-me fixamente, brilharam em pura alegria quanto assenti, concordando, resolvendo ceder e acreditar nele.

Justin colou nossos lábios de maneira afobada, chegando a conseguir me machucar.  Ele me beijava com um desespero incomum. O beijo era rápido, desconcertante e até mesmo bruto, pois à todo momento o loiro mordia fortemente meu lábio inferior e enfiava sua língua em minha boca com pressa, comandando o ritmo do nosso beijo.

— Calma...

— Juro que estou dizendo a verdade e que te provarei ela, me dê apenas uns dias e mostrarei.

— Darei o tempo que precisar, okay? Agora se acalme, você está tremendo, Justin. — Fiz a observação, pois as mãos dele não paravam quietas em minha cintura.

— Você é o que me acalma, Scar. Só você tem esse poder!

O loiro jogou-se em cima do meu corpo, nos deixando deitados na cama e ficando por cima de mim em um abraço carinhoso. De vez em quando ele me apertava contra seu corpo, sussurrando palavras fofas em meu ouvido e muitas vezes dizendo "eu te amo". Fico puta comigo mesma porque não consigo ficar brava por muito tempo com esse filho da puta. Porém Justin consegue, sabe direitinho a maneira certa de me deixar mais apaixonada por ele cada vez mais.

Justin rolou rapidamente para o outro lado da cama assim que ouvimos batidas na porta. O mesmo sentou-se direito e me entregou a chave.

— Espero que não estejam pelados. — Kétlyn brincou, ri lhe dando um empurrão de brincadeira. Esperei que a babá passasse para poder voltar a fechar a porta. — Vim perguntar se está tudo bem entre vocês. Ouvi seus gritos, na verdade, todos nós escutamos e Jeremy queria subir para saber o que era, mas consegui impedir ele!

— Qual foi a desculpa?

— Barata. — Respondeu envergonhada, e rimos dela. — Não encontrei uma melhor.

— Mas barata sempre funciona em qualquer caso que seja e por incrível que pareça ninguém nunca desconfia. — Falei, voltando a me sentar ao lado do homem de topete desarrumado, que nesta noite estava arrumado de forma despojada.

— Jeremy só ficou porque quando você parou de gritar por ele, falei que Justin deveria ter ajudado com a tal baratinha.

— E a Charlotte?

— Continua me olhando torto como sempre. Mal sabe ela que estou cagando pra sua existência e que o sentimento é recíproco! — Kétlyn respondeu, convencidamente.

— Por isso adoro essa garota. — Fiz um high-five com a morena, Justin riu fracamente balançando a cabeça negativamente. — Não tem como não gostar!

— Loucas como Charlotte não gostam. Talvez, seja a minha beleza, ou a luz que exalo... incomoda muito, eu mesma não suportaria!

— Não dá confiança, Scarlett. Essa anã vai começar a se achar aqui! — Ele implicou com a amiga, que o fuzilava com o olhar, possivelmente pelo apelido carinhoso.

— Anã é o seu cu, Justin!

— Kétlyn participou do filme da Branca de Neve, sabia? Aliás, quando e onde é o próximo encontro de anões, Ket? Quero estar lá pra registrar o lindo momento em família! — O loiro rapidamente escondeu-se atrás do meu corpo quando a morena ameaçou se aproximar para bater nele. Porém, ele chegou o corpo para trás até estar com o tronco encostado na cabeceira da cama.

— Você é uma peste, Justin. Não sei como Scarlett consegue te aguentar!

— Um dia ainda irei descobrir...

— Também quero saber como Ryan ainda está te aguentando, você é insuportável de tão chata!

— Falando no Ryan... — Sorri maliciosa, enquanto olhava a morena baixinha. A mesma corou levemente ao notar minhas intenções, sorrindo timidamente. — Já treparam?

— Scarlett! — Justin me repreendeu, também constrangido.

— O que foi? Ela é muito grandinha... e virgem?

— Scarlett!

— Ai, Justin! Para de ser chato, rabugento. Você é virgem ainda, Kétlyn?

— E-eu...

— A intimidade dela não interessa ninguém ao não ser ela mesma.

— Cala boca, caralho! E deixa ela responder!

— Tenho pena da Jazmyn quando crescer. Justin é muito protetor!

— Ele é até demais, mas deveria começar a se preocupar com a porra do cu dele!

— Desculpe. O que você falou?

— Você ouviu. — Ele bufou, cruzando os braços, ficando emburrado. — É, ou não virgem, Ket?

— E-eu não sou. E ainda não transei com o Ryan!

— Por que? Tá negando fogo, Kétlyn?

— Estou seguindo os conselhos do Justin. — Ela acusou, franzi o cenho e fitei o mais novo curiosa.

— Virou conselheiro amoroso agora? — Ele revirou os olhos, bufando.

— Não. Mas conheço o amigo que tenho!

— O que isso quer dizer?

— Justin recomendou que eu enrole Ryan até onde eu conseguir.

— Mas que porra... por quê?

— Segundo o bonitinho atrás de você, Scar, ele acha que é a melhor forma de fazer com Ryan queira algo sério comigo. O problema é que assim como Ryan, eu não quero nada mais do que me divertir!

— E por que está seguindo o conselho desse idiota então? — Perguntei confusa, mas também brava por ela dar ouvidos ao Bieber.

— Porque por incrível que pareça estou gostando de ter o Ryan se esforçando de todas as formas para conseguir algo comigo. — Ela soltou uma fraca risada.

— Justin acha que porque é homem "sabe" muito das coisas.

— Conheço o sexo masculino, melhor... conheço meu melhor amigo e sei como a cabeça daquela safado funciona. Tanto a debaixo, quanto a de cima!

— Pode até conhecer, saber, mas não tem experiência como eu. Aliás, nenhum dos dois! — Gabei-me, sorrindo convencidamente. Kétlyn riu de alguma gracinha que o loiro fez atrás de mim e em minha defesa, dei um tapa forte em sua perna esticada ao meu lado fazendo com o mesmo reclamasse de dor. — Ket, se você enrolar por tanto tempo o Ryan, ele pode perceber o seu joguinho e resolver ser vingativo. Ou ele pode desistir, por pensar que você não quer ter nada com ele além de sacaneá-lo! — Alertei seriamente, recebendo um olhar receoso da garota mais nova.

— Mas eu quero!

— Então agarra logo esse homem, garota! — Sorri pervertidamente, a mesma riu da mesma forma. —  E pare de ouvir os conselhos errados e da pessoa errada! — Fuzilei Justin com o olhar, ele deu de ombros.

— Por mim ela podia ficar mais uma semana sem beijar ele. Estou adorando as lamentações do Ryan!

— Nossa! Como você é mau, Justin!

— Entendeu agora o porque dele estar te ajudando tanto a enrolar Ryan? Seu amigo não presta, Kétlyn!

— Como se fosse uma santa. Aproveita e tenta virar uma madre, ou freira, Scarlett... — Deu uma pausa. — Ah, lembrei que não pode. Porque a partir do momento em que o padre te perguntar de todos os seus pecados, ele com certeza vai querer te exorcizar e logo em seguida ao perceber que você não tem jeito, correrá para bem longe de você!

— Por que não vai se foder?

— Porque você não quer. — Respondeu, fazendo um biquinho. Gargalhei, negando com a cabeça notando o quão seguro de suas palavras essa noite ele estava, não fraquejava. O mais novo se pôs atrás de mim, agarrou minha cintura e escondeu o rosto na curvatura de meu pescoço. Ele brincava com a pele sensível do local com sua língua e seus dentes, arrancando-me arrepios e arfadas.

— Não sou eu que não quero. Kétlyn que está atrapalhando. — A olhei sugestivamente, contudo a morena nos olhava com uma feição fofa e um sorriso imenso.

Era perceptível que Kétlyn estava contente pelo amigo estar feliz. Era perceptível o quanto ela gostava de nos ver juntos, porém agora não era a hora dela demonstrar essa admiração.

Porra, eu quero foder!

— Kétlyn... ? — Justin a olhou, apontando para a porta com a cabeça.

— Você já foi mais educado, Justin. — Ela debochou, caminhou até a cama e sentou-se ao meu lado. Justin e eu trocamos olhares, incrédulos.— E eu não vou sair daqui! - se acomodou nos travesseiros.

— Por quê? — Falamos em uníssono, claramente nervosos.

— Vocês dois realmente gostam de brincar com fogo, não é?

— Você não tem noção. — Sorri falsa.

— Vocês estão correndo um alto risco de serem flagrados! Realmente vale à pena colocar tudo à perder por uma rapidinha?

— No momento só consigo pensar na minha boce...— Justin tampou minha boca, ri descontroladamente de forma abafada por causa de sua expressão desesperada pela minha fala interrompida.

— Obrigado pelo conselho, Ket. Você tem toda razão!

 

¤¤¤

 

Durante um tempo ficamos conversando sobre diversas coisas, grande maioria das vezes uma era mais bizarra que a outra. Kétlyn continuava se mostrando, sem perceber, uma pessoa ao qual desejo ter por perto. É extremamente confiável e amiga, fazia um bom tempo que eu não encontrava uma pessoa, desde do tempo do colégio, do sexo feminino tão divertida, fiel e interessante.

Justin em grande parte da conversa permanecia em silêncio, geralmente quando o assunto era feminino demais, ou se não despertava o interesse dele em participar. Ficávamos abraçados na cama, minha cabeça estava repousada em seu peitoral, e o mais novo entretido em enrolar seus dedos nas mechas do meu cabelo ruivo, ou implicando com Kétlyn. Perdi a conta de quantas vezes Justin apanhou para ela por provocá-la pelo seu tamanho. Era engraçado, pois ambos pareciam crianças, talvez até mais do que Jazmyn e Jaxon.

Jeremy e Charlotte continuavam lá embaixo, em momento algum nenhum dos dois decidiram nos procurar, saber de seus respectivos cônjuges. Kétlyn despediu-se da a gente e foi embora assim que deu a hora exata da mesma ir, nos deixando sozinhos em meu quarto. Até tentei algo a mais com o loiro, além de beijos quentes, carícias íntimas, entretanto, Justin estava decidido em não ceder por medo de sermos pegos no flagra.

— Final de semana irei viajar...

— Por quê?

— Viagem à trabalho.

— Hum... Charlotte vai contigo, não é?

— Não. Óbvio que não!

— Se é a trabalho e vocês trabalham no mesmo lugar, pensei que fossem viajar juntos.

— Desistiria no mesmo segundo dessa tal viagem proposta pelo meu pai.

— Estranho... ele não ir viajar e te mandar no lugar dele.

— É porque ele tem outra viagem marcada para o mesmo dia.

— Então dessa vez deve ser trabalho mesmo. — Debochei, ele riu dando de ombros.

— Érr... nunca se sabe.

— Pra onde é a viagem?

— Dubai.

— Fantástico.

— E eu quero que você vá comigo...

— Maravi... o quê? — Sentei na cama, assustada com sua proposta. Justin sentou-se na cama também para me encarar melhor, seu rosto estava levemente corado e ele possuía um sorrisinho divertido na boca.

— Por que o espanto para meu convite? Parece até que te pedi em casamento... algo que está nos meus planos.

— Idiota! Não começa com suas palhaçadas!

— Scarlett, por que você está tão nervosa? —Olhou-me preocupado, tocando em minha mão e as entrelaçando.

— Você quer viajar comigo. Sair do país.

— E...?

— E que... caralho, o que vou falar para o Jeremy?

— A rainha da mentira é você! Invente qualquer coisa... menos a mentirinha da Kétlyn porque não, essa definitivamente não vai funcionar. — Brincou, rindo. Bati em seu braço, repreendendo-o. — Você não precisa se preocupar com meu pai, Scar, porque ele nem sequer estará aqui quando viajarmos. Já que ele viaja um dia antes que eu!

— E Charlotte?

— Ela sabe da minha viagem, nada falou. Talvez, deve viajar também, ir supostamente visitar os pais em New York.

— Por que não coloca um detetive atrás dela?

— Vou fazer isso em breve, mas antes vou descobrir tudo que posso sobre meu pai. E você descobriu quem é a amante fixa, ultra secreta dele?

— John me ligou e marcou comigo de nos encontrarmos amanhã. Mas parece que são três mulheres que ele vem se encontrando, mas mesmo assim quero descobrir quem é, o que faz, o que deixa de fazer, estou doida pra ver o rosto da vagabunda!

— Ele tem fotos?

— Sim. Ele tem tudo, vai me entregar amanhã!

— Já pensou se é um homem?

— Eu ficaria chocada e preocupada. — Rimos.

— E então? Vai ou não viajar comigo?

— Posso pensar?

— E precisa disso?

— Não quero arriscar o pouco que temos, Justin.

— Pouco? O meu amor não é suficiente?

— Você entendeu. Não fica se fazendo de idiota!

— Meu pai, Charlotte, seja lá quem for... não vai descobrir sobre nós dois. Confie em mim!

— Eu vou te dar uma resposta. Mas não agora!

— Scar, é a oportunidade perfeita para ficarmos sozinhos e precisamos disso, você sabe!

— Eu sei e é por isso que quero pensar. Não quero meter os pés pelas mãos e estragar tudo. Me deixe pensar e te responderei em breve!

— Scarlett...

— Justin... por favor... me respeite.

— Okay. Tudo bem. Não falarei mais nada!

— Obrigada! — A insatisfação estava presente em seus olhos.

Sorri grata por ele respeitar meu espaço e o beijei calmamente, aproveitando o sabor doce de sua língua e a pressão gostosa de seus lábios contra os meus.

— Pense com carinho. Pense em nós. E só em nós!

— Irei pensar... prometo.


Notas Finais


Curtiram o capítulo? Espero do fundo do meu coraçãozinho que tenham gostado porque foi feito com carinho para todos, espero até mesmo não ter decepcionado em alguma parte dele, mas vou deixar para me preocupar mais afundo nisso daqui há alguns capítulos que vocês, com certeza, terão o prazer de ler e sentir raiva, amor, ou seja lá o que for, dos personagens que participaram desse capítulo (exceto a babá porque ela vocês "odeiam" e detestam de graça kkk) e aí sim irei querer saber. Justin se encrencou com Scarlett mas deu um jeito de se livrar, e vamos ver daqui a um tempo se ele está certo mesmo nessa conta dele e se o filho é dele, ou não, mas tenho lá minhas duvidas dele, hein! Agora a pauta é se Scarlett irá aceitar passar um final de semana, linda e poderosa, com o Justin em Dubai! Se ela não aceitar, só digo uma coisa: É burra!

Agora falando sobre a minha explicação... meus anjos, vou tentar resumir e ser o mais rápida possível para não ocupar muito o tempo precioso de vocês, okay? Em fevereiro, na época do carnaval, no dia 7 para ser mais exata (jamais esquecerei rs) eu fui assaltada. Aí vocês se perguntam "mas o que isso tem a ver?". Ora, eu escrevia os capítulos pelo celular pois não tenho computador. Portanto, o celular era o único material que eu tinha para escrever a estória e postá-la para vocês, e sem ele não tinha como escrever, apenas postar. Mas voltando... o meu celular estava com um problema no word, o documentos google, travando demais quando eu alcançava um certo limite de palavras e então com a ajuda de uma amiga passei a escrever em um aplicativo de bloco de notas muito bom que não me dava trabalho algum, porém não tinha nuvem, ou seja ficava apenas salvo na memória do celular, o que me fodeu completamente, me perdoem a palavra!
Eu tinha mania de escrever nessa aplicativo e deixava lá, sem me preocupar nenhum pouquinho, só retirava o capítulo para postar. Não escrevia, terminava ele e colocava no documentos google para salvá-lo na nuvem, grande burrice a minha, eu sei! Podem jogar pedras, rir e xingar á vontade kkk! Juro que eu teria perdido tudo quando fui assaltada, entretanto isso só não aconteceu porque deu um negócio em mim que nunca fiz antes. Um dia antes de eu ser assaltada, resolvi salvar 5 capítulos no documentos google e cara, esses são os 5 capítulos mais importantes da fic! Eu não podia perdê-los de jeito nenhum, só eu sei o quanto demorei para escrevê-los e a dificuldade que tive para desenvolver e fazer com que ficassem bom. Não sei o que dei em mim, só sei que sentei no sofá e fui salvando! Só não salvei mais porque me distraí com algo e esqueci, maldita distração, poderia ter salvado os outros três capítulos restantes. E quando fui assaltada no dia seguinte, senti uma enorme frustração e decepção por, principalmente, perder o meu celular e também porque cara... a estória estava quase terminando no ponto em que parei de escrever meses atrás, onde vocês estão lendo ainda falta muita coisa para acontecer e agora mais ainda porque tive que re-escrevê-la por perder os outros capítulos. Juro para vocês, mas faltavam apenas três capítulos para que ela fosse finalizada por completo! E parece até sacanagem, mas sempre que estou escrevendo uma fic e estou prestes a terminá-la algo acontece e me impede. Antes de postar fic's do Justin Bieber neste site, eu escrevia em outra categoria e cara não consegui finalizar duas porque Deus, ou sei lá quem, não permitiu! Puta sacanagem!
Deixando de lado a parte ruim da história, devo dizer á vocês que morri de saudade para voltar a postar e a escrever também, porque fiquei muito tempo parada sem escrever nadinha e voltei a fazer isso em junho, determinada em voltar a atualizar a fic esse mês e consegui, palmas. Enquanto permaneço sem celular, entrei em um acordo com meu pai e tenho horas para usar o notebook dele, por isso nesses dois meses anteriores consegui voltar a escrever "A Madrasta" e ela cresceu bastante. O que antes era para ser finalizada entre o 38, estourando no 40, não será mais pois já passou desses números. Porém prometo não chegar ao capítulo 100, porque primeiro acho bem sem noção e se é pra fazer isso melhor criar uma segunda temporada, certo? E também para não segurar vocês no mesmo enredo, acredito que enjoa, e conseguir enlouquecidamente "favoritos" para chamar atenção porque esse não é o meu maior foco, mas sim entregar uma boa história que os façam sair do tédio e se entreter, até porque também escrevo pra mim. Estou prestes a finalizá-la e espero que desta vez nada aconteça para que o meu desejo de colocar a fic na categoria FINALIZADA ocorra, pelo amor de Deus! Vamos orar aí, porque o negócio está feio! Kkkkk!

Me desculpem por ter falado demais, meu deus! Kkkk!
Mas agora só tenho apenas um pedido a vocês, por favor, comentem pessoal! Não é uma ordem, ou uma regra para que aja um próximo capítulo postado, mas é porque preciso saber se depois de tantos meses sem atualizar alguém ainda quer ler a continuação da fic, sabe? Também não quero me esforçar á toa e escrever para parede, rs, acredito que ninguém quer. Por isso vou pedir apenas doze comentários, pode ser? Espero que tenham gostado do capítulo, e em breve volto! :D #IMBACK


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