História A madrugada mórbida na metrópole. - Capítulo 1


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Categorias Pentagon (PTG)
Personagens Yeo One
Tags Angst, Changgu!centric, Drabble, Drawgn, Natsuko, Poesia Visual, Ptg!week, Yoonginfiresg
Visualizações 159
Palavras 128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Lírica, Poesias
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


o infinito é realmente um dos deuses mais lindos.

ps: leiam em um computador, ou, caso contrario, coloquem em "abrir no navegador". é uma poesia visual.

Capítulo 1 - - único, como cada prédio paulista.


São,                                        

tipo, cinco                                       

   da  manhã   dessa   madrugada                                          

mórbida  nebulosa da metrópole                                       

   sem  amor.  As estrelas  por  trás                         de            

meus   ombros  largos  e  tensos                  dilaceravam 

o   céu,  comprimiam  os  braços               escancarados

 na janela do cárcere privado que               me aprisionava.

A frustração de  não  poder  estar            aproveitando  a

situação tanto quanto deveria me             assolava. Existir

não  parecia  mais  tão  proveitoso          ou  significante.

Esvaía-se    tênue    a   euforia   do            habitual.       Era 

apenas comodismo, e vazio. Como         as ruas  de  São

Paulo naquele horário de ponteiros          caídos e opostos

era pouco antes do  sol  finalmente         nascer cinzelado

e morto.  Era  um  tanto  deplorável         minha        visão

monocromática, cego para o cintilar       da luminosidade

 encoberta     por    orbes    opacos           e  semicerrados.

 Escorre, o choro é livre  mas  nem           sempre       livra.

    Libertinos  e   fadados    ao    nada,        prédios paulistas.

 


Notas Finais


mó role a formataçao disso, puta merda.

sao dois prédios, ou pelo menos era pra ser, eu demorei fucking 1 hora para fazer isso inicialmente e agora o spirit acabou com a formataçao e tive que reajustar

✧. pick a fic, para pedir algo que queira ler: https://docs.google.com/forms/u/0/d/1j2XhEMrJ8d4sHw1uLBRQ9h0BIXjhCQ_1s4JYGZBAMZU/edit?usp=forms_home&ths=true

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