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História A mãe do meu melhor amigo (Park Jimin) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Música que eu escutei escrevendo o cap:

• Man Up - Hailee Steinfeld

(• não tenho nada contra o bebê do Kai •)

Capítulo 1 - Boas sensações


Fanfic / Fanfiction A mãe do meu melhor amigo (Park Jimin) - Capítulo 1 - Boas sensações

 Point of view _____ Schofield

— Nem tudo tem a ver com você, Jongin. — altero o meu tom de voz já impaciente. Não queria aturar as pirraças dele, mais uma vez. — Se você quer assim, tudo bem, meu amor. Eu entendo o seu lado. — sorri passando minha mão por seus cabelos, vejo o Tae olhar para o seu appa esperando algum resposta do maior.

— Kim Taehyung, vá para o seu quarto! Eu preciso falar com sua omma em particular. — meu marido diz sério olhando em meus olhos com a intenção de me intimidar, faz anos que nós estamos casados e até hoje ele percebeu que esse olhar não me dá medo.

— Ei, mocinho. Não vai nem dar um beijo na sua omma de boa noite? — faço um bico, Tae abre um sorriso e dá um beijo em minha bochecha estalado. Ele reluta em me deixar ali a sós com o seu appa, mas eu mando beijinhos no ar para ele, fiz isso para tranquilizá-lo, o mesmo e sobe as escadas de mármore. O meu marido me olha pela última vez e caminha até o seu escritório.

— É sério isso? Vai me ignorar por eu ter razão? Kim Jongin, você é um grande merda. — digo em um tom cínico e vejo ele se virar me olhando incrédulo. — Vira homem, porra, aceite que nunca estará sempre certo. Tae não quer ser igual a você e eu irei lhe apoiar em sua decisão. — digo me aproximando dele. — Pare de dar birra, garotinho. — o mesmo solta uma risada cínica.

— Aquele moleque está é com vergonha de nós, de você. Já viu o quanto você se expõe para a mídia? É uma pouca vergonha, falta vergonha nessa sua cara. — ele diz me olhando com raiva. Eu ri e coloco um pouco de whisky em um copo para mim, em seguida o olho com uma cara um tanto debochada. — Também não gosto da maneira que você se expõe. — engatinho pela mesa até ele e logo fico de joelhos em sua frente, mesmo assim ele é mais alto.

— Você não tem que gostar de nada. Não é por que você é meu marido que manda em algo nas minha vida. O corpo é meu. E a vida é minha. Ainda não sei por quê você se intromete nisso, eu realmente gostaria de entender. — digo saindo de cima de mesa e virando de uma vez aquele copo. — Se o Tae não quer contar que é de família rica, deixe-o, ele apenas quer fazer amigos que gostem dele, não da grana que a família dele tem. Além do mais, logo irão descobrir tudo, então deixe-o. — pisco para ele e saio dali indo em direção ao quarto do meu bebezinho lindo.

Tudo bem que o Tae não é mais um bebê, já tem dezessete anos, mas ele sempre será o meu bebezinho. Eu e Jongin o adotamos quando ele tinha seis anos, na época, nossos pais, meus e de Kai, Jongin, forçaram-nos a nos casar, eu tinha apenas quinze anos e Kai dezessete, não queria engravidar, não queria ser forçada a isso também, então conversei com o meu ginecologista e ele me ajudou, disse a todos nós que eu não podia engravidar, e assim fomos obrigados a adotar uma criança, o meu marido queria um bebê, e eu, eu não me importava com aquilo, era apenas uma criança, queria estar com as minhas amigas me divertindo, mas não, estava adotando uma criança. Bateu a realidade, quando eu estava no orfanato, e eu fui para um canto chorar, Tae apareceu e perguntou se eu estava bem, a partir daí criamos uma amizade e eu fiz até o impossível para poder adotar o meu Teteco lindo.

— Ah, Oie, omma! Já estava indo lá embaixo ver se estava tudo bem. — na hora que eu ia bater na porta, Tae a abriu. Dou um sorrisinho e o puxo para um forte abraço. — Não quero ver você e o appa brigados, não quero que ele brigue com você por minha causa, então está tudo bem, eu posso... — eu sorri e coloco meu indicador em seus lábios o fazendo se calar e me olhar confuso.

— Você sabe que eu que mando nessa casa. — ele me aperta mais contra o seu peito alegre. — Entendo que você quer fazer amizade com pessoas que te amem por você ser do jeito que é, meu Teteco lindo, gentil e inteligente, não pelo seu dinheiro! — o mesmo sorri e eu logo faço carinho em seu rosto. — Vá dormir, já está tarde, além do mais, você tem que acordar animado para fazer vários amigos legais e não nojentos. — faço careta e ele ri.

— Pode deixar, omma! Eu não irei decepcioná-la. — ele beija a minha bochecha dando o seu sorrisinho quadrado maravilhoso.

— Você nunca irá me decepcionar, meu amor. Nunca. — encosto as nossas testas e dou um beijinho em seu nariz, ele sorri e pega a minha mão me puxando para dentro do seu quarto. — Teteco, você tem que ir dormir, meu amor. — sorri o olhando se deitar.

— Eu sei, omma. Mas sei também que se você se deitar aqui do meu lado, fazer carinho em meu cabelo e cantar para mim, irei dormir bem mais rápido e melhor. — faz bico e eu ri indo até o mesmo. Me deito ao seu lado e o puxo para o meu peito.

— Quando vai crescer, Teteco? — pergunto sorrindo ao ver que ele já havia dormido. Tae tem muito medo de um dia eu deixar ele, de ir embora, como os seus pais biológicos fizeram com ele.

(...)

— Sabe muito bem que eu agradeceria a Deus se isso algum dia acontecesse, Jinnie. — digo enquanto comia um pedaço do bolo de Jin sentada em cima do balcão de mármore da minha cozinha, é dá para perceber que eu gosto um tantinho de mármore.

— Sei não, _____, você vive dizendo que não irá ligar se pegar o Kai te traindo, mas eu acho que irá chorar até as meninas de seu corpo se secarem. — diz e eu reviro os olhos. — Mas é mesmo, o Kai, querendo ou não, cuidou de você e te deu amor, coisa que os seus pais nunca fizeram. Você ama o Kai mesmo ele sendo um babaca, um babaca gostoso para caralho. — eu acabo rindo, sim, o Jinnie é gay e casado com meu outro melhor amigo, Namjoon.

— Talvez eu o ame, Jinnie. — vou até ele e pego uma colher, em seguida a enfio na panela de calda de chocolate. Jin me olha com um olhar sério e eu apenas dou risada. — Mas sabe, não vamos dar certo de qualquer jeito. Kai gosta de mandar e desmandar, e você sabe que eu não sou o tipo de mulher que ouve baboseiras e segue ordens de macho. — volto a me sentar no balcão.

— Bom dia, meu amor. Bom dia, Jin. — Kai diz segurando o meu rosto com suas duas mãos e depositando um selinho em meus lábios. — Adorei a nossa noite, boneca. Vou fazer de tudo para chegar mais cedo para podermos repetir a dose... — ele pisca para mim sorrindo e pega um pedaço de bolo para si mesmo.

— Uhmm, que cheiro bom... mentira... JIIIN!!! — Tae pula em Jin feliz da vida. — Que saudade que eu estava da sua comida, e de você também, claro. — diz assim que Jin o encara sério, eu acabo rindo e vejo Tae me olhar. — Dormiu bem, omma mais linda do universo todo?! – vem até mim dando um beijo estalado bem na minha bochecha, eu acabo dando uma risadinha baixa.

— Sim, e você, Teteco? — enfio a colher com calda de chocolate em sua boca. Ele faz uma cara boa e vai até o Jin o abraçando.

— Eu dormi maravilhosamente bem, omma. — dá um beijo na bochecha de Jin, escuto Kai respirar fundo, olho para o lado e vejo que o mesmo fazia uma cara feia em direção a eles. Sim, o meu marido é homofóbico com orgulho, ele não vai muito com a cara dos meus amigos, até por que eu só tenho dois e ambos são gays, ainda por cima casados, Kai realmente não gosta disso, mas como eu disse, ele não tem que gostar de nada. A vida é minha.

— O que foi, peste? Você é a cópia da sua omma, quando ela faz isso é por que está querendo algo de mim. Apenas fale logo que eu estou ocupado. — bufa e escuto Tae gargalhar alto, sempre amou fazer hora com a cara do seu tio, Jinnie.

— Além de gay é mal-educado. — Kai resmunga ao meu lado.

— Fala na cara se quer ofender, Kai, pois nas costas apenas faz massagem. Para que pagar massagista se eu tenho Kim Jongin na minha vida?! — o Jin diz cínico e eu respiro fundo reprovando a atitude horrível de Kai. Escuto o mesmo respirar fundo.

— Tenho que ir. Beijos, amor. — ele me dá um selinho e vai até Tae dando um abraço nele. — Até mais tarde, filhão. E tchau, Jin. __ sai dali ainda resmungando, olho para Jin com um semblante culpado. Vejo o mesmo me olhar e vim até mim sorrindo.

— Não é sua culpa se o seu marido é um idiota, meu bem. Eu sei que por você, ele não seria assim, não se preocupe, eu nunca irei deixá-la por causa das ofensas de Jongin. — eu sorri e observo o mesmo ir até a sua calda de chocolate. — Aqui, peste. — entrega ao Tae uma colher com calda de chocolate, vejo o meu Teteco se animar e pegar a colher. — Está animado para o seu primeiro dia de aula, peste? — encara Tae por alguns segundos.

— Muito. Parece idiotice, mas eu sinto que Busan irá mudar as nossas vidas para melhor. — diz sorridente se sentando em um dos bancos do balcão. — Quer que eu te sirva também, omma? — eu nego sorrindo. Ele sorri e vai arrumar o seu café da manhã.

— Eu também estou tendo boas sensações sobre a nossa nova vida em Busan. — Jin comenta sorrindo.

— Amor, vou te dar dinheiro para você comprar o seu lanche lá da escola, pegue o quanto quiser na minha carteira. — vejo ele assentir. — Ah, eu mandei Jin comprar uma bicicleta para você ir para a escola. — sorri gentilmente para ele, os seus olhinhos logo brilham e ele vem ate mim me abraçando fortemente.

— Obrigado, omma. Eu te amo muito! — beija a minha bochecha e eu sorri.

— Ei, ela mandou, mas eu comprei e paguei com o meu dinheiro. Quem merece abraços e beijinhos aqui sou eu. — bufa e logo Até vai até ele rindo.


Notas Finais


@B-army_Blink parabéns, meu amorzinho💖💖💖


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