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História A Mafia Jeon - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Cap 17


Fanfic / Fanfiction A Mafia Jeon - Capítulo 17 - Cap 17

JIMIN


Mais um dia chegando tarde demais, Jungkook já dormira.

Tomo um banho e me deito ao lado dele. Automaticamente, ele se aconchega em meu abraço, beijo sua testa e o abraço forte.

- Desculpe meu amor. Tem sido difícil esses dias. Não encontramos Takeo, muito menos seus seguidores. Papai tem pedido para eu resolver mais coisas agora, quer agilizar a minha "coroação" - faço aspas no ar, tentando mover o mínimo para não acordá-lo - Me desculpe, também, por ser um egoísta. Taehyun é tão, tão, tão delicioso, Gukie, não é a toa que esteja apaixonado - sorrio e acaricio sua bochecha - Acho que também estou... Seria pedir muito para que ele dormisse conosco? - eu o encaro a espera de uma resposta que não virá - O que acha?

- Min.. Nie. - Ele balbucia enquanto dorme.

- Estou aqui, meu amor. Meu querido, Jungkook. - Eu o aperto, ele vira o rosto pra cima e abre levemente os olhos, ele beira o consciente e o inconsciente. Faz um biquinho para me beijar e eu retribuo. Logo, ele adormece, voltando a sonhar.

- Desde que voltamos de Seul, não é preciso matar ninguém... Papai diz que, por mais que façam algo errado, não podemos usar de morte com todos, caso contrário, não teremos mais ninguém. Ainda assim, não concordo, isso os ensinaria a não errarem novamente.

Corro a mão pelos seus cabelos, me perdendo em meus devaneios...

Vejo o crânio estourado, o cérebro em nacos, o sangue escorrendo escorrendo pelo seu lindo rosto.

Não seria capaz de fazer isso com meu Jungkook, mas tais pensamentos me invadem quando me sinto - hm - entediado.

Me levanto devagar para não acordá-lo. 

Há muito não faço isso, mas estou desesperado. Papai não vai gostar nada, mas é isso o que acontece por tentar me conter.

Saio do quarto e, só agora, noto que Jinhwan e Junhoe não estão mais de guarda em nossa porta, eles tem nos acompanhado a alguns lugares, mas nada muito sério.

Temos dois homens novos, não os conheço, mas os cumprimento como se soubesse quem são.

Caminho lentamente pela casa a procura de alguma... Presa.

E ali está, sozinho, ao pé da escada, de uma postura reta e impecável.

Paro a sua frente e o encaro por um momento. Alto, os ombros mais largos que os de Jinnie e lábios tão grossos quanto os meus. Tem os cabelos platinados e jogados para traz.

- Oi - Sorrio.

- Boa noite, sr. Park.

- É novo?

- Trabalho aqui há um ano, senhor.

- Hm... - Quem o mandou? Normalmente nossos sócios nos mandam um dos seus melhores homens como forma de lealdade. - Seu nome?

- Kim Sung-Chang, senhor.

- Mais um Kim... - Sorrio e encaro seus lábios - Venha comigo.

- Senhor, preci...

- Jinhwan ou Junhoe cuidam do seu posto - saco o celular e mando uma mensagem para os dois. A propósito, precisarei mesmo deles depois. - Vê? - mostro a mensagem enviada - Vem.

Ele vira e encara, talvez um de seus amigos que está no topo da escada, e o homem dá de ombros.

Eu o levo ao meu escritório, ele ainda parece desconfortável e tenso com a minha presença.

Há quanto tempo não faço isso? Cinco anos? Quatro? Será que as histórias se espalham entre eles?

- Sente-se. Bebe alguma coisa? - ele faz o que peço.

- Estou bem, senhor.

- Certo. - Umideço os lábios. - Há um ano está conosco? - Me posiciono na frente dele, usando a mesa para me apoiar.

- Sim, senhor.

- Já participou de nossas reuniões? - tento puxar assunto.

- Não, senhor. Sempre fiquei com os turnos da noite. Então, é difícil eu sair daqui.

- Entendo... Por isso nunca o vi. - Sorrio - Um rosto desses, seria difícil não notar. - Ele fica envergonhado. - Tem namorada?

- Não, senhor.

- Namorado? - Ele engole em seco, ficando vermelho.

- Acho que isso é um sim... Alguém daqui?

- Não tenho namorado, senhor.

- Interessado em alguém? - Ele não responde. - Já que está solteiro, Kim, não seria um problema eu fazer isso. - Sento em seu colo, beijando aquela boca carnuda.

- Sen...

- Shhh, está tudo bem. Ninguém precisa saber. - Eu o beijo de novo, as mãos ainda estão inseguras na minha cintura. - Vamos, bebê, sei que pode fazer melhor que isso. - Sussuro em seu ouvido.

Então, ele levanta, comigo no colo, me colocando na mesa, forçando a pélvis entre minhas pernas.

Solto um gemido, a mão grande puxa meu cabelo para trás, e ele corre a língua pelo meu pescoço.

Ele chupa os próprios dedos, me penetra - já que estou com uma calça moletom velha, ele enfiara mão dentro da calça com facilidade. Enquanto isso, eu passo a mão pelo seu membro já rijo por baixo da calça. Abro o zíper, liberando-o.

- Eu quero você, quero você na minha boca. - digo. 

Então, ele me força para baixo, ajoelhando-me e forçando o falo para dentro da minha boca. Sinto o gosto do pré gozo salgado em minha boca. Eu o encaro, ele nem ousa piscar enquanto passo a língua pela sua extensão inteira. 

Ah! Ele está tão excitado, mas quero senti-lo dentro de mim. Então, lhe entrego a camisinha e ele a coloca um tanto desesespero.

Minhas roupas são arrancadas com violência, assim como meu corpo é virado.

- Espera, espera... - digo - eu quero te ver, quero ver esse seu rosto perfeito. - Me viro e toco sua face. Então, ele me puxa para baixo e me penetra rápido demais, solto um grito baixo de dor.

As estocadas são tão fortes quanto as mãos que me seguram. Seu único defeito é não saber fazer muita coisa, a não ser meter com força.

A dor é prazerosa demais, eu estou quase lá... Quase.

Eu o puxo para mim, colando seu corpo no meu.

Quase.

- Me fode. - Peço e seus movimentos se tornam mais rápidos.

Estou perdendo o fôlego.

Sinto gozo subindo pelo meu falo.

Estou quase...

Estico meu braço e alcanço o objeto embaixo de minha mesa.

QUASE!

O gemido sai alto da minha garganta.

AH!

FINALMENTE!

Eu o empurro, colo a arma em sua testa e atiro, estourando seus miolos, sentindo os respingos de sangue me atingir, assim como minha ejaculação no meu abdômen.

A Beretta faz um belo estrago, e vejo pedaços de seu cérebro voando no ar.

Terei que tomar outro banho.

Tiro o corpo sem vida de cima de mim e ele cai pesado no chão.

Ao sair do escritório, Jinhwan e Junhoe já estão do lado de fora, prontos para limpar a sujeira que fiz.

- Meninos, por favor, não demorem e... - olho de um para outro - não transem em meu escritório.

- Sim, senhor. - Jinhwan responde com um sorriso malicioso.

Os dois já estão comigo há três anos. Quando nos conhecemos, soube que seriam úteis. 

Uma vez os peguei transando naquela sala de tortura, e, claro, pedi para que continuassem.  Daí que eu percebi, ambos eram sadomasoquistas e ninfomaníacos. Já perdi a conta de quantas vezes eu já os assisti. E confesso que Jinhwan me surpreende toda vez.

São três da manhã, quando finalmente me deito para dormir, minha cabeça é invadida com as coisas que preciso resolver, mas primeiro cuidarei do dia do meu Gukie - seu aniversário se aproxima e preciso preparar alguma coisa especial.


...


Meu pai me dá um sermão logo pela manhã devido a minha pequena travessura dessa madrugada. Ele não altera a voz, mas a fala é firme e, claro, repreensiva. Jungkook nos vê saindo de seu escritório e vem ao nosso encontro.

- Bom dia, pai.

- Bom dia, Jungkook. Veja se coloca um pouco de senso dentro da cabeça dele. - Aponta para mim e sai apressado.

- O que houve? - Ele acaricia meu rosto fervendo de raiva.

- Estava entediado. - Ele entende exatamente o que eu digo, pois não é a primeira vez.

- Quando for assim, conversa comigo. - Seu olhar é inocente.

- Você estava dormindo, meu amor, não queria te acordar. - É incrível como ele me acalma.

- Não ligo.

- Mas eu ligo. Não quero atralhar seu sono e estudos... - Eu o puxo para um abraço.

- Sinto sua falta. - Ele sussura em meu ouvido.

- Eu também, meu amor. Estamos atrás do cara que está por trás desse motim. - Ele faz uma carinha triste - Prometo te recompensar.

Ele ainda continua tristonho durante nosso café da manhã, mas assim que Taehyun aparece para acompanhá-lo, não consegue disfarçar o sorriso, assim como eu. 

Depois que saímos para comprar ternos, Taehyun tem estado tentador. Olho para Gukie e percebo que deve pensar o mesmo, já que está mordendo o lábio com tanta força.

Durante a manhã, consigo ensaiar e resolver alguns problemas na Dancing Soul e acompanho meu pai a algumas reuniões durante tarde e noite - e nesta, peço para que Taehyun nos acompanhe também.

Hoje é igual, não vou conseguir chegar cedo para passar um tempo com Jungkook, ele com certeza já estará dormindo. Contudo, conheço alguém que certamente ficará acordado se eu disser que quero vê-lo.

- Tae, o que está fazendo? - Pergunto quando paramos em frente ao prédio do Yoongi.

- Avisando Jungkook que chegaremos tarde, senhor. - Ele ainda apreensivo, deve achar que iremos "cuidar" de alguém. Errado ele não está.

- Onde conseguiu o celular?

- Jungkook queria que o mantesse informado. Tem andado preocupado e um tanto solitário. Então... 

- Entendo... - a culpa me atinge como uma bala. - Estou preparando uma surpresa para Jungkook e vou precisar de sua ajuda.

- Sim, senhor.

- Mas na volta eu explico. Agora temos que cuidar de um gatinho.

- Certo. - ele franze o cenho em confusão.

Depois desta visita a Yoongi, explico tudo nos mínimos detalhes para Taehyun no caminho de volta pra casa e ele parece entender. Consegui fechar uma casa noturna no centro de Daegu, com salas privativas, perfeitas para... - rio comigo pensando em tudo o que pode acontecer ali - Jungkook vai amar essa festa, principalmente porque chamei sua querida Lisa.

Será um prazer conhecê-la.


Notas Finais


Acho que agora consigo focar mais nessa au, ahahahaha. #quarentine


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