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História A Magician's Heart - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá!!!! Finalmente postando algo novo aqui na conta mais uma vez (╥﹏╥) não, eu não esqueci das outras histórias!!! Porém, no entanto, todavia... (~ ̄³ ̄)~ A coisas que não podem ser deixadas de lado e essa one faz parte dela.

Estou participando de um projeto, chamado #malecmonthproject , onde escrevemos uma one por mês de um determinado tema com um subtema específico! Nesse mês, o meu é St.Valentim e Magia 😍😍💕 posso dizer que amei!

Então, desejo uma boa leitura a todos 🤭🤭🤭

⚠️🚨Isso é basicamente pornografia com algum enredo, cuidado!!!🚨⚠️

Capítulo 1 - Crossroad Blues


Fanfic / Fanfiction A Magician's Heart - Capítulo 1 - Crossroad Blues

Alexander apressou os passos pela calçada, tentando ignorar a chuva, que ainda estava fina, mas com certeza causaria um estrago em suas roupas se ele passasse tanto tempo sob ela. A chuva foi responsável pelo aspecto rosado no céu noturno e frio. Ele realmente não lembra de nenhum dia dos namorados tão deprimente quanto aquele… quer dizer, em quesito climático e com certeza pessoal. 

Felizmente o destino dele estava a poucos passos, então ninguém poderia o julgar por quase correr até a porta e a abrir com um pouco mais de força do que deveria… para a sua sorte, poucas pessoas olharam. 

Ele passou uma mão pelo cabelo, tentando tirar o excesso de água das mechas escuras, consequentemente o deixando mais arrepiado ao ponto de ser bagunçado. Seu olhar varrendo ao redor do bar, procurando a sua mesa habitual, que estava vazia, como sempre quando ele ia ali, talvez fosse porque ainda era cinco da tarde para qualquer movimento relativamente grande no bar, as pessoas ainda saiam de seus empregos nesse horário.

Driblando alguns dos outros clientes ele caminhou até seu lugar, internamente se sentindo, muito, aliviado, por suas meias não terem ficado molhadas e se senta, respirando fundo, permitindo que o sutil cheiro de sândalo invadisse seus sentidos, assim como o blues rock baixo, que vinha do jukebox perto do bar, “Sligthly Hung Over” parecendo atraente demais para um lugar quase vazio, era como uma encruzilhada, o que seria irônico demais… levando em conta toda a mitologia sobre demônios da encruzilhada e sua própria descendência de caçadores meio anjos.

Não que isso importasse naquele século, o submundo alcançou a paz desejada… mas, para ele, isso era normal. O que realmente importava para Magnus Bane, que parecia aparecer apenas quando ele menos esperava. No entanto, mesmo ciente disso, desviou o olhar do balcão do bar para os outros clientes.

Era um passatempo aceitável.

Era correto dizer que Omamori Magic recebia uma clientela diversificada. 

Ele já viu homens em ternos caros simplesmente se sentarem e pensar na vida com uma bebida feita especialmente para eles em mãos. Ele já viu mulheres em seus vestidos chiques lamentando a morte do romance com um espumante servido em um copo de uísque. Ele já viu universitários sentarem e estudarem para alguma prova muito importante que se aproximava, às vezes o copo era semelhante a de um milkshake, o conteúdo era branco e espumante… só que Alec realmente duvidava que fosse apenas isso. 

Haviam homens comuns, desgrenhados depois de um dia infernal no trabalho, gravatas tortas, cabelos desalinhados e olhar cansado. Eles se sentavam perto do bar, o bruxo lhes entregava uma cerveja servida em taças de champanhe. Haviam homens mais jovens, com ombros curvados, olhares assustados que recebiam um coquetel colorido, uma frase sussurrada que faziam com que eles parecerem mais assustados e esses saiam do bar… outros ficavam, sorriam e bebiam, parecendo decididos a algo, pagavam e saiam.

Haviam mulheres cansadas, talvez mães, rabos de cavalos desalinhados e maquiagem apressada, se sentavam nos bancos do bar e esperavam ser atendidas. Suas bebidas variavam… mas eram sempre uma taça de martini com as mais diversas cores, parecendo ter a capacidade de as fazer relaxar a cada gole. Haviam mulheres jovens, universitárias talvez, tão cansadas também, olhando algo no celular, ou no caderno, suspirando frustradas segundos antes de uma bebida ser deixada à sua frente, copos cilíndricos com camadas coloridas, separadas apenas pela densidade. Elas sorriam, agradeciam e bebiam, elas saiam mais leves do lugar. Inspiradas. 

Também haviam homens velhos, que entravam amargurados e davam olhares de desdém para bebidas elaboradas demais, mas pareciam mais relaxados depois de beber a mesma bebida. Haviam mulheres mais velhas, cabelos brancos lhe dando o charme que apenas eles poderiam lhe dar. Elas sorriam para os copos de bourbon que lhes eram oferecidos e bebiam, gole por gole, paciente... elas saiam com sorrisos tímidos no rosto.

Omamori Magic era um lugar para pessoas que eram atormentadas de alguma forma, era um lugar agridoce para que as pessoas saíssem melhor dali, era um lugar para o submundo se reunir e se misturar com os mundanos. 

Paz e reconstrução.

Paz entre os povos e reconstrução do que estava quebrado em quem entrava. 

Era um trabalho lento, mas Alexander conseguiu entender um pouco desde que chegou ali… bem, pelo menos se for levar em conta a própria aceitação sobre sua própria sexualidade.

Isso foi um processo lento, ele chegou ao bar em uma noite de chuva, depois de brigar com sua mãe… onde a mesma tentou entregar sua mão para a família Branwell, aproveitando-se da sua falta de memória depois do acidente. Ele, em qualquer outro momento, anos antes, teria aceitado… teria abaixado a cabeça e se casado com uma mulher.

Mas aquele Alec… aquele Alec cerrou os punhos, ergueu a cabeça e disse não. Aquele Alec ainda sentia um vazio por dentro. Aquele Alec ainda sentia que algo estava faltando. Aquele Alec saiu de casa em busca de relaxar, encontrando Omamori Magic. 

Ele ficou um pouco cético no início, seus instintos lutando para encontrar qualquer coisa que estivesse errado ali… mas o que conseguiu foi borboletas no estômago e cerveja servida em uma xícara de chá.

Xícaras de chá… álcool em xícaras de chá, isso era realmente uma coisa nova… mas não desagradavel. Ele sempre recebia bebidas em xícaras de chá, era engraçado e ao mesmo tempo estranho, não eram apenas cerveja doce, às vezes era vinho suave, às vezes era vinho forte, misturado com algo mais denso. Sempre doce, nunca amargo, apenas… doce, em todos os níveis.

Alexander não sabia como o bruxo sabia do seu dente doce, mas ele estava satisfeito.

O bruxo. Esse era outro ponto interessante… Alexander não poderia mentir e dizer que se apaixonou à primeira vista por ele, não, foi algo gradual… foi cada olhar perdido em sua direção, foi a conscientização de que ser gay não é errado, é normal e está bem.

Ajudava muito que Magnus Bane fosse lindo, mas também… o carinho e diversão que Magnus impregnava em cada bebida, as faíscas de magia azul, às vezes dourada e vermelha, vazando de seus dedos. Concentração nos olhos de gato… eles eram, familiares, mesmo que Alec soubesse que nunca tinha os encontrado as de encontrar o bar.

Detalhes… detalhes… ele ainda lembrava das borboletas agitadas em seu estômago quando Magnus o olhou pela primeira vez, seus lábios se separando em surpresa por um breve momento antes de Magnus desviar o olhar e se concentrar na garrafa de absinto em uma mão antes de passar para a coqueteleira. 

Um show para o público.

Alexander nunca se cansava desses shows, era uma das únicas coisas que poderia aproveitar do bruxo, uma vez que ele não tinha coragem de se aproximar e conversar com o imortal… e nem mesmo tinha tempo para isso, ocupado demais dando um pouco de sua magia para melhorar a vida dos outros. 

Veja bem, Alec já pensou em se aproximar de Magnus, tentar conversar, mas… mas não. Algo em sua nuca formigava de ansiedade todas as vezes que ele parecia ter a oportunidade e ele simplesmente ficava em seu lugar, bebia o que lhe era oferecido, pagava a conta e voltava no próximo dia assim que tivesse tempo.

Ele realmente estava pronto para repetir esse processo mais um dia quando seus pensamentos meio que simplesmente evaporaram, dando lugar a uma completa atenção para o bruxo atrás do balcão. “Magnus Bane vai vaporizar meu coração…” Pensou, engolindo em seco. “Talvez… com certeza, eu vou agradecer!” Choramingou. “Sou tão patético… céus!” Magnus vestia uma blusa de botões branca sob um colete preto, as mangas enroladas até os cotovelos, exibindo os antebraços firmes… três botões estavam abertos, expondo o peitoral dourado sob alguns colares de prata.

Alexander não conseguia ver que tipo de calça o bruxo usava, mas poderia apostar que era perfeito. Magnus era lindo… lindo, lindo demais e Alec não pode não pensar no quão quente ele estava.

Então seus olhares se encontraram novamente e Alec prendeu a respiração. “Seus olhos…” Seus pensamentos vagaram por um momento. “Eles ainda são tão bonitos…” Então ele enrubesceu, desconhecendo de onde vinha tanta adoração por aqueles olhos âmbar. mbar felino, olhos delineados em preto e lábios marcados em vermelho natural.. beijáveis,

Eu realmente não me importaria… não me importaria em testar se eles realmente são tão macios quanto parecem.” Então ele piscou algumas vezes, balançando a cabeça para afastar esses pensamentos, rendendo um erguer de sobrancelhas do bruxo, que sorriu, mistério desenhado em seus olhos. O bruxo então desviou o olhar, encarando o restante do público com interesse, seu sorriso se tornando algo mais receptivo e cordial.

Alexander acompanhou quando Magnus começou a fazer uma bebida atrás da outra, entregando para o assistente dele cada mistura com um sussurro e uma indicação. 

Se distraindo, Alec deixou seu olhar vagar para o lado de fora do bar, reparando que a chuva havia passado, deixando apenas um rastro úmido nas ruas, na calçada, em tudo.

E então… e então sua visão periférica captou um movimento na cadeira da frente, o fazendo virar novamente, apenas para ele engasgar com a própria saliva ao encontrar o próprio Magnus Bane sentado ali, um pouco debruçado sobre a madeira polida, um cotovelo apoiado na mesa enquanto apoiava o queixo no pulso, lhe dando uma incrível semelhança com um gato curioso.

— Olá, bonito. — Magnus comprimentou, olhos experientes não se desviaram dele.

— O-Olá? — Alexander gaguejou em resposta, seu coração também vacilando em seu peito quando o outro homem lhe lançou um sorriso pequeno, mas facilmente cativante.

— Você é tão adorável quanto sempre. — Magnus suspirou, no parecendo impressionado com a reação e isso meio que fez seu estômago esquentar.

— Nós já nos conhecemos? — Perguntou, suas sobrancelhas se contraindo brevemente. — Quero dizer… para você dizer isso?

— Hm. — Magnus sorriu completamente, lhe dando um vislumbre de presas afiadas como as de um gato. — Você vem muito frequentemente ao meu bar para eu ter uma impressão de como você é… Alexander. — Ele estalou os dedos, uma xícara de porcelana floral, apoiado em um pratinho azul claro, apareceu no meio da peça circular. — Pegue. — Disse, empurrando em sua direção. — Esse é para você… um especial para o dia dos namorados, claro, com algumas coisas adicionais. — Alexander olhou para o conteúdo com curiosidade. Era vermelho como morango e o cheiro doce, mas também cítrico… cítrico como laranja, se a rodela alaranjada em seu topo fosse algo. — Isso vai o manter quente. — O imortal piscou para ele antes de se levantar, aquele sorriso afiado nunca saindo de seu rosto. — Aproveite a sua bebida, Alexander.

"Eu disse meu nome alguma vez?" Alexander murmurou para si mesmo em seus pensamentos enquanto acompanhava o mais velho, ele supunha que fosse mais velho, se afastando em direção ao bar. "A calça dele é realmente bonita…"

Alec piscou algumas vezes, confuso, antes de sentir o rubor em sua face se intensificar e aquele calor em seu estômago se instalar mais abaixo, quase o deixando indecente.

— Que porra está acontecendo comigo? — Resmungou para só mesmo, apenas se sobressaltar quando alguém bateu em seu ombro, o fazendo encontrar uma mulher na mesa atrás dele. Era uma mulher, quase fofa, ela tinha covinhas e olhos cor de mel, seu cabelo preto e repicado quase lhe dava a aparência de uma fada… bem, talvez ela fosse uma seele. 

— Não fique tão chocado… Magnus Bane tem esse efeito nas pessoas. — Ela disse simpaticamente e Alec retribuiu com um sorriso sem graça, a fazendo rir um pouco. — Até eu posso dizer que ele é realmente uma visão, mesmo que eu não curta esse lado da moeda.

O que ele poderia responder? Ela estava certa. 

Ele apenas assentiu, ainda sorrindo timidamente para não ser grosseiro e voltou a encarar a xícara em sua frente, a pegando com cuidado.

No primeiro gole ele sentiu um gemido subir a sua garganta, era vinho… bom e doce. Então veio a explosão de sabores, sua língua pesando com o sabor cítrico de laranja… e pimenta, devagar, esquentando o que podia. 

Ele abriu os olhos novamente, que ele nem sabia que tinha fechado, apenas para encontrar Magnus o encarando, havia algo ansioso em seu olhar que fez algo estala no fundo da sua mente e Alec sentiu sua visão ficar embaçada… um aperto em seu coração e então… e então ele conseguiu escutar um sussurro em seu ouvido, uma promessa, estranhamente na voz de Magnus, um “Nunca esqueça de mim, eu nunca esquecerei de você, seja qual seja a vida.”

Isso já tinha acontecido outras vezes… coisas assim o faziam ficar agarrado a seus valores. Uma palavra sussurrada, um flash de memória que era especial e, ao mesmo tempo, não indicava porra nenhuma do que ele deveria ter. Ele sofreu um acidente em uma trilha na floresta de Idris, tinha sido uma noite de chuva… l escorregou e caiu, e quando acordou ele estava em uma maca de hospital. 

Ele lembrava de tudo, mas ao mesmo tempo faltava algo. 

Alexander não sabia o que era e a família dele não deixou que ele se preocupasse com isso, não ao ponto dele investigar mais a fundo.

Então ali estava, parecendo que queria chorar, ele abaixou a xícara, sua visão voltando ao foco e ele encontrou olhos felinos o encarando com preocupação genuína. "Porra… eu conheci você antes, não é? Magnus." Perguntou, em sua mente, atordoado.

Ele quase se sentia tonto quando levantou, suas pernas longas o deixando um pouco mais desajeitado do que o normal. Seus lábios se separaram, pronto para falar algo em direção ao bruxo… mas de repente ele se viu bastante consciente de que eles não estavam sozinhos e ele tremeu, virando de costas e saindo.

Ele quase tinha a certeza de que seu nome foi chamado, mesmo abafado por um trovão. Ironicamente a chuva havia começado novamente. 

"Bem, fodasse."


**


— Nada disso. — Ragnor agarrou o cotovelo do seu melhor amigo, o impedindo de seguir o nephilim. — Tenha algum controle! Você tem clientes para atender!

— Ragnor… — Magnus balbuciou em sua direção. — Ele pode estar lembrando… ele pode estar lembrando de mim! Do que a gente tinha!

— Se o garoto estiver mesmo lembrando ele vai voltar para ter respostas. — O bruxo de olhos verdes jade retrucou, tão sério quanto antes., tentando não dar muita importância quando Magnus murchou. — No momento é muito para ele, você sabe disso.

— Eu teria feito isso a muito tempo se não…

— Se você tivesse feito a muito tempo você teria arriscado a vida de Alexander. — Interrompeu, soltando o amigo. — Magnus, você é mais inteligente do que isso, você sabe que assuntos com a mente são delicados.

Magnus respirou fundo com isso, tentando relaxar. Ragnor estava certo, mas uma parte de si torcia para que Alec realmente tenha lembrado algo dele com as bebidas que ele tinha tomado, era sangria, uma das únicas bebidas que ele tomava sem se sentir alto como uma pipa… mas também não seria um problema se ele pingou algumas gotas de poção embebida com sua magia.

— Certo… — Ele engoliu antes de forçar um sorriso, batendo palmas enquanto a música do jukebox trocava para outra faixa de blues rock. — Alexander vai voltar para mim sozinho. — Tentou se convencer… “Alexander é como um gato assustado, não é? Ele sempre foi.” Pensou, vagamente lembrando dos primeiros encontros deles até Alec realmente se aquecer com ele. “Ele virá pela fome de respostas quando se sentir confiante!’

Ele tinha um tenho um bar para controlar, não tinha como simplesmente parar e lamber suas feridas emocionais.

Determinado ele olhou ao redor do estabelecimento, focando na nova cliente que entrou, uma regular, a mulher parecia particularmente melhor do que na semana passada, onde tinha olheiras profundas sobre os olhos e hoje ela parece apenas… melhor e as olheiras suavizadas.

Alexander não morava muito longe do bar, mas isso não quer dizer que ele não chegou devidamente ensopado no prédio onde morava. No entanto, foi apenas quando estava destrancando a porta que ele teve consciência de duas coisas, simples e complicada.

A primeira era que ele saiu sem pagar pela bebida, a segunda… A segunda era que Magnus fazia parte daquele espaço em branco que ele não conseguia lembrar.

Magnus Bane. Alec realmente não fazia ideia de quem ele era para si, mas sabia que era importante e que, com certeza, não deixaria passar, não quando o reflexo do próprio olhar do bruxo sobre si ainda era fixo em suas lembranças.

Ele voltaria, ele tinha uma conta para pagar. Mas, primeiro, ele precisava de roupas novas… se sentir limpo.

Com isso em mente ele destrancou a porta do seu apartamento, começando a se despir assim que a porta fechou, abandonando as roupas no meio do caminho para o banheiro, ensopadas. Ele precisa de um banho antes de qualquer coisa.


**


Era tarde quando Alec voltou ao Omamori Magic, quase meia noite. Ele realmente deveria ter previsto que estaria fechado. "Talvez eu deva… voltar amanhã?” Perguntou a si mesmo, enfiando as mãos nos bolsos da calça enquanto olhava, desamparado, para a porta do estabelecimento.

Ninguém precisava saber que ele se sobressaltou um pouco quando a porta estalou e abriu, revelando Magnus do outro lado, livre do colete e também parecendo um pouco surpreso, mas então a tensão em seus ombros pareceram sumir, o deixando mais relaxado. 

— Não posso dizer que eu não sabia que você viria. — O bruxo disse, abrindo mais a porta. 

— E-Eu… hm, eu não paguei a bebida. — Disse um tanto evasivo, mentalmente se estapeando por soar tão hesitante, mesmo que seja verdade.

— Entre. — Magnus suspirou, parecendo cansado e recuou na porta, antes de lhe virar as costas e adentrar ainda mais no bar. Os pelos da nuca de Alec se arrepiaram quando um estalar de dedos ecoou e mais da metade das luzes do bar foram acesas. — Nós dois sabemos que você não veio aqui por conta da sua grande bússola moral. — O Bane lhe lançou um sorriso taciturno. — Além do mais, a bebida é por conta da casa.

— Quem é você? — Alexander perguntou, direto, engolindo em seco quando o bruxo estreitou os olhos em sua direção. De repente ele teve consciência que estavam a um braço de distância.— Quem é você para mim?

Alexander não recuou quando uma mão tocou o seu rosto, o polegar acariciando sua bochecha.

— Sabe, você falando assim… — O âmbar brilhou. —… faz com que eu, cada vez mais, tenha dúvidas se você realmente sabe de algo ou não… se você realmente está pronto para lembrar.

— Nós… nós realmente nós conhecemos! — Alec ofegou, a certeza caindo como uma pedra em seus estômago antes do imortal rir, quase amargo, antes de o soltar, o calor de seu toque o abandonando.

Magnus não falou nada por alguns segundos, muito ocupado em migrar para trás do balcão, pegando uma xícara de algum lugar embaixo da madeira.

— Você sabe o porque eu sempre sirvo você em uma xícara de chá? — O mais velho perguntou sem olhar em sua direção. "O que eu deveria responder?!" Ele apenas negou com a cabeça, mas Magnus deve ter entendido o seu silêncio, já que apenas assentiu enquanto derramava o vinho na xícara e então magia, azul e brilhante. — É algo nosso, é apenas estética… mas divertido. Você gostou da ideia anos atrás quando acabei deixando meu jogo de copos importados caírem, então eu… então eu só… 

— Magnus. — Alexander chamou, contornando o balcão para ficar ao lado do bruxo, que parou o que estava fazendo. 

— Alexander. — Magnus retribui com cuidado, como se tivesse medo de caminhar naquela trilha.

— Quem é você?

— Você não está pronto, Alexander. — O de olhos âmbar negou, não desviando o olhar. — Mesmo que eu queira falar tudo o que sei.

— Quando eu vou estar? — Alexander aproximou um passo, praticamente encurralando o imortal, mas não era como se o mesmo não pudesse sair. — Diga! Porque eu nunca me sinto pronto? Porque eu me sinto incompleto? — O bruxo vacilou, parecendo lutar consigo mesmo. — Porque eu sinto que você faz parte de algo que eu esqueci e que é importante?!

— Oh fodasse! — Magnus grunhiu, juntando suas bocas em um beijo. E não era um beijo manso, não era um beijo tímido, era um beijo experiente, familiar. Era duro, mesmo que os lábios macios parecessem tão bons contra os deles.

Alec entreabriu os dele, ansioso por tudo o que Magnus pudesse lhe dar e mãos fortes seguraram os lados de seus rosto, um choramingo escapando do bruxo enquanto Alec segurava seus quadris o pressionando contra o balcão.

— Porra. — Alexander xingou baixo,  quase como um lamento, tentando reiniciar o ato quando Magnus se afastou um pouco, o som molhado estalando pelo lugar.

— Se você não quiser ir mais longe é melhor pararmos… — O indonésio ofereceu, parecendo quase ofegante com o ósculo recém compartilhado, as pupilas dilatadas diziam que ele realmente estava se segurando. 

— Eu realmente não quero parar. — Negou, sua mente praticamente em branco. Mas havia aquele zumbido agradável no fundo que o fazia simplesmente… simplesmente ter coragem de tomar a iniciativa e deixar sua mão vagar por baixo da blusa de botões.

— Eu não esperava menos. — Magnus riu, meio rouco, meio destruído. Isso serviu de encorajamento o suficiente para Alexander puxar a camisa para os lados, os botões que prendiam o tecido junto, estourando. — Alexander! Eu gostava dessa camisa!

— Eu compro outra. — O Lightwood gemeu contra os lábios do bruxo enquanto empurrava os trapos dos ombros do mesmo.

— Claro que compra. — Ele revirou os olhos. — Tire a blusa. — O dono do bar mandou, enquanto ele mesmo começava a desafivelar o cinto de Alec, deixando-o ainda preso na calça. Dedos ágeis trabalhando no botão da peça antes do zíper ser aberto e Alexander choramingou baixo quando a mão do bruxo entrou em sua calça, apertando-o por cima da cueca e ele se força abrir os olhos, encontrando olhos felinos o encarando como se quisesse o comer no jantar. “Ah… bem, nenhum dano tomado.” Seus pensamentos declararam enquanto ele jogava a camisa em algum canto desconhecido.

— Você deveria parar de brincar com a comida. — Alec comentou, divertido, arrancando mais uma risada do bruxo. Ele amava aquele som.

— Você é impossível! — Retrucou e Alexander se contentou em empurrar Magnus contra o balcão antes de cair de joelhos, analisando as pernas bem delineadas naquelas benditas calças.

— Você fica lindo com elas. — Elogiou, passando as mãos pelas coxas musculosas, sentindo o tecido áspero em sua palma antes de se concentrar em se livrar do cinto e o puxar completamente, fazendo Magnus se segurar no balcão. Alexander realmente não deveria ficar surpreso com o fato de que o bruxo não estava usando cueca. 

— Alexander! — Magnus quando Alec se inclinou e beijou sua intimidade, quase completamente desperta sob a atenção do moreno. O homem de joelhos estremeceu quando o bruxo segurou a sua nuca como se não quisesse que ele se afastasse.

Ha… como se eu fosse fazer isso.” Ele enganchou os dedos no cós da calça, a puxando para baixo, até os joelhos, sua boca trabalhando para beijar tudo o que podia. 

Magnus jogou a cabeça para trás por um momento antes de voltar a encarar a cena, seus lábios entreabertos em uma gemido sufocado quando Alexander, atrevidamente, o tomou em sua boca, sendo o tão lento quanto precisava para o saborear. 

Ele piscou algumas vezes, definitivamente não chorando, ele não estava quase chorando quando Alexander estava lhe chupando. Um lamento escapa quando Alexander conseguiu o levar complemente e ele treme com o quão duro ele se sente, a garganta de Alec se contraindo ao seu redor antes dele liberar o aperto e Alec se afastar.

Alexander descansou a cabeça contra o quadril alheio, lábios rosados e inchados.... ambos tinham certeza que se Alec fosse um gato ele estaria ronronando naquele momento. Magnus acariciou devagar o cabelo escuro e macio, suas pernas um pouco trêmulas enquanto ele estava duro pra caralho, mas ele sutilmente conseguiu ignorar.

— Você sempre faz boquetes no primeiro encontro? — Provocou, atraindo o olhar avelã para ele. Alexander tinha uma boa visão de um Magnus Bane um pouco destruído. “Isso é bom.”

— Esse não é o nosso primeiro encontro. — Corrigiu com carinho, mas quase se arrependeu disso quando a carícia em seu cabelo diminuiu um pouco antes de continuar, mais leve.

— Então eu só precisava foder sua boca para você lembrar de mim? — Provocou, mas seu sorriso vacilou um pouco quando o seu amor simplesmente balançou a cabeça em negação, um brilho triste passando por aqueles olhos cor de primavera.

— Eu ainda não lembro. — Desabafou antes de levantar, terminado de se livrar da própria calça e cueca. — Eu apenas… e-eu apenas tenho vislumbres, como se fosse certo você me tocar. — Alexander o encarou, determinado e sem nenhuma hesitação. — Como se fosse certo eu beijar você.

— A-Alexander. — Sua respiração tremeu e seu olhar desceu para o corpo agora totalmente nu de Alexander, ainda livre de runas que a família Lightwood poderia impor, seu coração parecia alto contra seu peito. — Você vai me matar. — Seus olhos se tornaram embaraçados por um momento, ele lutou para se controlar. “Claro que meu Alexander nunca se curvaria às vontades dos caçadores.” Pensou, puxando o mais novo para si. — Me beija? — Pediu… mesmo que fosse ele que quebrasse a distância segundos depois.

Alexander não reclamou quando Magnus troca as suas posições, apenas grunhindo em protesto quando sua costa batendo contra o balcão, mas logo foi esquecido quando Magnus o beijou com força, como se quisesse sentir tudo apenas por sua boca, sua língua trabalhando contra a sua, macia e quente.

O beijo apenas se findando quando não havia mais oxigênio em seus pulmões, suas testas encostadas uma na outra, suas respirações pesadas, misturadas.

— Você quer mesmo isso? — O Bane perguntou uma última vez e Alec assentiu, quase frenético antes de empurrar um pouco Magnus para que o mesmo tirasse a perna de entre suas coxas e ele tivesse espaço para virar e debruçar sob o balcão. 

Magnus não precisou de uma segunda dica para entender o que ele queria, logo o peitoral firme pressionou a sua costa e lábios quentes encontraram caminho para sua nuca, o fazendo suspirar. Ele ficou sem reação por um momento ao ser liberto, mas um olhar rápido por cima do ombro fez sua ereção, ignorada até então, pulsar mais dolorosamente por que Magnus estava de joelhos, faminto.

Céus! Sorte por eu me manter limpo!” Agradeceu mentalemnte, seu rosto queimando quando Magnus o comeu, a língua provocando suas bordas sem nunca penetrar, mãos firmes mantendo as bandas de sua bunda afastadas para que ele ficasse exposto. 

Alexander quase poderia se sentir envergonhado se ele não se sentisse devasso como o inferno. Era como uma fome crescente de algo que ele não sabia o que era e ao mesmo tempo ele soubesse que era Magnus.

Alec tentou se aterrar na dor de suas unhas curtas, inofensivamente, arranhando a madeira polida do balcão… mas isso não adiantou por muito tempo quando Magnus começou a trabalhar um dedo molhado em seu interior, a língua macia e quente o abandonando em função de beijar a base de sua coluna.

Então outro dedo se juntou e eles pareciam tão... Tão quentes, fazendo-o notar que Magnus havia feito mágica mais uma vez ao lubrificá-lo. Seus gemidos eram baixos e desconexos, mas ele mal podia se conter quando magnus começou a fazer movimentos de tesoura para lhe preparar, ou o beijar... 

Seus lábios eram molhados de saliva e subiam por sua coluna até que Magnus esteve mais uma vez de pé e seus dentes afundaram maciçamente em seu ombros, deixando marcas que iriam permanecer por um bom tempo, a picada de dor o fazendo balançar para frente, consequentemente fazendo Magnus puxar os dedos novamente.

— Magnus! — Gemeu, rendido, o nome do bruxo saindo como mel de sua língua.

— Shhh… você é tão bom querido. — Ele murmurou em acalento, enfiando três dedos dessa vez. — Você é tão apertado quanto sempre. — Alec jogou a cabeça para trás quando uma mão fechou em seu pescoço, sem restringir a sua respiração e sim para o puxar para um beijo. Alexander tremeu quase chorando quando os dedos longos acharam sua próstata. Uma... Duas .. fazendo-o perder o fôlego contra os lábios de Magnus, fazendo tudo parecer mais sujo. — Abra os olhos amor. — Magnus pediu com carinho e Alexander se esforçou para obedecer, mesmo que ele mal lembrasse de quando fechou. — Você se sente pronto? — Perguntou e, como se quisesse especificar o que, ele mexeu os dedos em seu interior, abrindo e fechando, fazendo-o estremecer, eu pau vazando pré gozo.

Ele não iria durar muito. Sinceramente, ele nem sabia como não tinha gozado ainda. 

Magnus voltou a retirar os dedos como se tivesse a confirmação e pondera por um momento antes de soltar Alexander, que imediatamente sentiu falta do aperto em sua garganta, mas não reclamou, usando a liberdade para virar e olhar para Magnus, que balançou os dedos com magia, invocando uma embalagem laminada familiar, reconhecendo como uma camisinha.

— Para melhor limpeza. — O bruxo respondeu, sorrindo quase selvagem para ele e Alec só pode assentir, sua garganta seca. 

— Não é melhor fazermos isso em uma das mesas? — Perguntou e Magnus parou por um momento antes de rir e assentir, o rubor manchando a pele de seu rosto.

— Querido, você pode me ter onde você quiser. — Magnus respondeu, completamente devoto e Alexander não esperou mais nenhum segundo para se aproximar de umas das mesas redondas do bar, agradecendo por elas serem fortes o suficiente para suportar seu peso. 

Magnus observou com diligência o descendente de anjo se deitar na mesa, as coxas pálidas separadas nas beiradas, cotovelos apoiados na mesa para que pudesse o ver. Totalmente nu e totalmente vulnerável... Totalmente gostoso. Totalmente lindo. 

Magnus se aproximou, inevitavelmente lambendo os lábios antes de cuidadosamente abrir a embalagem laminada com os dentes. Alec gemeu baixo quando o mesmo desenrolou a camisinha ao longo do comprimento, “Isso não deveria deixar tudo tão mais quente porra! Ele está literalmente nu!” Alec rosnou para si mesmo.

— Você parece estar salivando, querido.— Magnus provocou.

— Convencido. — O meio anjo murmurou, observando Magnus se acomodando entre suas pernas, um arrepio varrendo sua pele o fez arfar… então ele foi puxado para mais perto.

Alexander fechou os olhos, jogando um braço sobre eles quando Magnus pressionou a sua entrada… sua respiração subindo e descendo um pouco descompassada antes de finalmente deslizar para dentro, abrindo caminho sem pressa. Indo e voltando algumas vezes para lhe dar algum conforto... uma mão massageando sua coxa enquanto a outra encontrava apoio em seu quadril.

— Mags… — Ele cantarolou quando Magnus finalmente parou, enterrado nele.

— Você está bem? — Ele assentiu em resposta, sem encontrar palavras por um momento antes de tentar esticar uma perna, a sensação sendo entranha antes de Magnus finalmente passar os braços ao redor de seu corpo e o puxar para junto dele, o deixando meio sentado e completamente sustentado por ele e por suas próprias mãos apoiadas na mesa.

Magnus beijou seus lábios timidamente antes de se mover um pouco e Alec arfa, mas não protestou quando ele fez de novo, ainda cuidadoso.

— Mais. — Pediu, saindo mais como um miado do que uma resposta verdadeira, mas o bruxo entendeu já que fez novamente… e novamente.

Magnus fungou contra o pescoço de Alec, um gemido abafado contra a pele leitosa antes de começar a beijar o lugar. Ele queria chorar novamente, mas não era lugar… ele não… 

— Alexander. — Sua voz saiu embargada e Alexander o abraçou, suspirando o nome dele e Magnus continua a estocar. — Você lembra de mim? — Perguntou, sua voz vacilando, seja de medo, seja de amor, seja de prazer.

— Não…

— Você vai lembrar. — Repetiu. — Você vai lembrar quando estiver pronto.

— Eu vou voltar para você Mags. — Alexander sussurrou em resposta, sua voz realmente mal saindo, sendo audível porque os únicos barulhos no bar eram os ruídos da lubrificação, seus corpos se chocando e seus gemidos. 

Magnus congelou por um momento, uma lágrima rolando por sua bochecha.

— Você é impossivell. — Grunhiu, empurrando o moreno para a mesa e Alexander o olhou, confuso, por um momento antes de Magnus finalmente sair dele. O bruxo fez um gesto com os dedos para ele virar e ele entendeu, aceitando prontamente a ajuda para virar antes de ser pressionado novamente contra a madeira.

Alexander sofreu um acidente a quase três anos atrás, uma trilha na floresta que deu errado e Alec perdeu a memória. Ironicamente, apenas memórias que ligavam Magnus e Alec foram perdidas. Apenas memórias que apagavam o romance deles, a histórias deles.

Catarina conseguiu, depois de meses, ter um contato vago com Alec em um café e descobriu o que aconteceu realmente… Uma maldição seele, que poderia ou não se corroer aos poucos dependendo da força de vontade de Alexander.

Magnus esteve disposto a esperar por seu Alexander o quanto precisasse, mas era tão difícil ter o amor de sua existência tão perto e saber que ele não se lembrava de nada do que viveram… mas estava tudo se tornando diferente. Maryse e Robert eram estúpidos se achavam que Alec não lutaria contra a própria mente para ter o que perdeu.

Magnus esperaria o quanto precisasse, mas também ajudaria no que pudesse;

Ele desenvolveu uma poção com sua própria magia, não era o suficiente para quebrar a maldição, era como placebo… mas ao mesmo tempo era como algo familiar seu dentro de Alec.

— M-Mag... Magnus! — Alexander gemeu seu nome mais uma vez. Alec se deixando levar pela sensação frenética de ter Magnus em seu interior, seu membro roçando a próstata certeiramente, como se o outro homem conhecesse cada movimento certo para fazer seu corpo tremer e responder a ele. 

Ele não saberia dizer quando atingiu o pico, mas ele saberia dizer que ele se sentia quase fora de seu corpo… como se fosse demais e o suficiente ao mesmo tempo. 

Ele também não sabia em que momento começou a chorar, mas ele estava chorando, ele não saberia explicar o porquê… mas era muito, tantas sensações, tantos sentimentos… era como se sua alma gritasse para reivindicar o que desejava… então, algo parecia querer romper.

— Eu te amo. — Magnus sussurrou como um segredo. — Eu sempre te amei… eu acho que vou sempre te amar. — Confidenciou, e Alec sorriu meio preguiçoso, se sentindo um pouco super estimulado quando Magnus deslizou para fora dele. Magnus tirou a camisinha cheia e a amarrou antes de a deixar na mesa. Ele manobrou Alexander para que o descendente nephilim ficasse voltado para ele e Magnus sorriu acariciando o rosto do moreno com uma mão, Alexander parecia tão relaxado. -- Você quer sentar? 

A resposta foi apenas um aceno com a cabeça, mas foi o suficiente para Magnus balançar uma mão, fazendo com que as mesas se afastasse um pouco mais e, com um outro balançar, um sofá pequeno e verde musgo, de dois lugares, tomou um lugar próximo a eles, fazendo o nephilim se sobressaltar.

— Exagerado!

— Apenas gosto de conforto. — Corrigiu, fazendo Alec bufar mas aceitar a ajuda para ir até o móvel, ambos se sentando, Alexander sentindo uma ardência agradável em sua entrada, “Ainda bem que ele usou camisinha!” agradeceu, teria sido uma experiência desagradavel ter sempre sujado um sofá tão macio… “Bem, a mesa não teve tanta sorte.” — Pegue, beba. 

— Obrigado! — Agradeceu, aceitando o copo de água que foi invocado para ele e ele relaxou contra o lado de Magnus, que sorri, passando um braço sobre seus ombros do moreno. ”Ele é tão quente…”

— Confesso que pensei que eu nunca teria você em meus braços novamente.

— Eu sempre vou encontrar você Magnus. — Alexander disse, olhando para o copo de água. — Não importa o que aconteça. Eu prometi isso.

Magnus travou, seu olhar imediatamente procurando Alexander.

Seus olhos se encontram e seus olhos se inundaram de lágrimas, milagrosamente não derramando. Magnus só consegue perguntar uma única coisa que rondava a sua mente: 

— Você voltou? Você voltou para mim?

— Sim, Mags, eu voltei! — Alexander respondeu, lágrimas deslizando pelas bochechas macias. — Eu lembro… eu lembro de nós!

Então eles se beijaram… eles se beijaram como se nunca fosse se afastar um do outro novamente. Talvez isso pudesse se tornar verdade.

Quem sabe?



Notas Finais


Nunca abra camisinhas com os dentes, isso pode acabar furando o material e um acidente pode acontecer.

Agora... Eu realmente gostei 🤭🤭, espero que tenha sido l mesmo para vocês, por favor, perdoem os erros, assim que der eu vou passar corrigindo.

🥀Aliás! Quem quiser entrar no projeto, o mês de março logo está começando!🌹


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