História A mais bela sombra - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Magia, Saga
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Assassino da solidão


Fanfic / Fanfiction A mais bela sombra - Capítulo 3 - Assassino da solidão

Ao adentrar no reino aliado, depois de longas horas a cavalo, os heróis chegaram ao seu objetivo e veem Tristão, com seu longos e belos cabelos vermelhos e a mesma face pacífica de sempre, Augusto rapidamente se aproxima do cavaleiro solene e diz :
-Quem deu autorização para vocês partirem?
-Desculpe meu rei , mas Ector estava partindo então decidi acompanhá-lo.
-Resolveremos isso depois, cadê o Ector?
Tristão olha com seus belos olhos verdes para frente e diz:
-Eles estão a meia milha a frente.
Rubro ao ouvir isso diz:
-Pelo amor de Deus , me diz que sua visão perfeita errou, não quero andar mais
Então o monarca irritado diz:
-Um cavaleiro nunca se cansa, além disso você não andou nada, foi o seu cavalo!
Gabriel então encolhido em seu canto sussurra:
-Acho melhor pararmos de falar e ir antes que seja tarde
O rei concorda com a cabeça, manda Tristão dar suporte a longa distância, se alonga e ordena:
-Vamos logo e sem reclamações no caminho, ouviu Rubro D´Coreopsis!
Rubro suspirou rapidamente e foi andando. Depois de alguns minutos os cavaleiros chegam na cidade, totalmente abandonada, sangue e pedaços de corpo por todos os lados, Gabriel começa a ficar enjoado, Rubro apenas tenta ignorar, Augusto olha com olhar de desprezo pra o cenário. Continuaram andando assim, até que os cavaleiros veem algo no ar vindo em sua direção, eles ameaçam sacar suas espadas, porém percebem que não é um objeto e sim uma pessoa, essa, por sua vez, girando no ar tal qual um malabarista, prepara-se para pousar, quando enfim seus pés encontram o chão, o rapaz desliza, assim, freando e levantando uma nuvem de poeira. Sem hesitar, ele se prepara para voltar de onde foi arremessado, todavia é impedido por um grito:
-Ector! Onde está o inimigo?
O grito de tão forte afasta a poeira e revela um belo cavaleiro de olhos e cabelos roxos, usando uma bela armadura branca com detalhes dourados, enquanto isso o cavaleiro retruca.
-Meu rei não se preocupe estou cuidando do assassino.
Logo depois, em frente aos cavaleiros aparece o assassino andando como um animal selvagem, usando um capuz preto que ocultava seu rosto, porém seus olhos escarlates brilhavam sobre a escuridão da vestimenta e da sua boca saia um ar quente juntos com seus grunhidos, diante disso Gabriel diz surpreso:
-Isso....é...um .... ser....humano?
Rubro responde com um ar sério
-Deve ter sido.... O que acha Ector?
-Difícil dizer, acho que...
Enquanto o cavaleiro da luz completava sua frase o inimigo avançava sobre ele e Ector corta seu braço, todavia esse é logo regenerado. Diante da momentânea perda do membro o assassino decide mostrar seu poder , ele coloca sua mão no peito, surge um brilho no local tocado, então de seu tórax o adversário saca uma espada negra e tenta decapitar o cavaleiro, este por sua vez se defende com sua lâmina, o choque quebra a espada escura, porém como se nada tivesse acontecido o inimigo refaz o processo e em questão de segundos, obtém sua arma de volta, Ector então diz:
-Vamos ver do que você é capaz, monstro!!!
Em resposta só há grunhidos, então se inicia o verdadeiro combate. O cavaleiro avança com toda sua velocidade, superando assim os sentidos do inimigo e com isso crava a espada no tórax do adversário, este por sua vez sangra pela boca e irritado com isso a besta segura a espada do nobre o impedindo de recuar com seu belo sabre, o assassino aproveita isso e dá uma cabeçada no cavaleiro o tonteando. Aproveitando a guarda baixada o monstro finca a espada negra no peito de Ector, que geme de dor por causa do ataque, porém mesmo doloroso essa ataque ajuda o cavaleiro, já que ele conseguiu retomar a consciência e em um ataque ousado ele deixa o seu sabre no corpo do assassino e dá-lhe um pontapé, tira a lamina negra de seu coração e com isso os dois trocam suas armas entre si , contudo o cavalheiro estava na vantagem, uma vez que sua habilidade passiva era a famigerada GRAM DOMINUM, essa habilidade concedia ao seu portador domínio maestral de qualquer arma, logo o nobre utilizava perfeitamente a arma, já o assassino não conhecia o peso e equilíbrio da arma de seu oponente. Este tira a espada do nobre  de seu corpo, com uma facilidade e sem nenhuma expressão de dor, o buraco onde a espada antes estivera fincada se regenera, então o assassino ergue a espada com suas duas mãos e toma a iniciativa do ataque  com toda sua força e ele tenta cortar seu adversário a meio, todavia Ector defende com a lâmina em sua posse e com a maior calma e perfeição a usa para se defender do ataque e atingir o ponto de equilíbrio da lâmina que antes usara e com isso o assassino, por não saber como reagir, larga a arma, o cavaleiro solta um sorriso de canto de boca e com a lâmina negra avança mirando no coração, contudo a arma de seu adversário brilha amarelo e vira poeira, enquanto isso o assassino sorri um largo e psicótico riso e usa novamente seu poder, recuperando sua lamina, e o  corta juntamente com a armadura, rasgando seu tórax e abdômen ,o derruba no chão, sobe no corpo de seu inimigo e começa a tentar estripá-lo , mas é impedido por uma sequência de ataque de flechas. Então o rei decide tomar uma atitude e vai para o campo de batalha e acena com a mão para o alto, as flechas param e Augusto avança com uma velocidade tão superior que o inimigo sai de cima de Ector e recua, assim que faz seu movimento, o novo adversário diz:

-É o seu fim! Eu lhe livrarei dessa vida de pecados com a minha benção.

Ao falar isso ele empunha sua brilhante espada e a move para esquerda e para direita e ao terminar, um grande badalar de sino é ouvido, o assassino olha para cima e percebe que o céu se abriu e por alguns segundos ele consegue ver o paraíso e em sua direção cai um dourado e luminoso raio de luz que o atinge.

Rubro então diz:

-Não esperava que usasse isso

-Não lhe devo satisfação.

Gabriel percebe algo estranho, o ataque criou uma grande cratera como de costume, porém dessa vez saía uma fumaça, então ele diz:

-Meu rei, vossa senhoria, já fez ataques mais poderosos que esses, mas nunca vi essa fumaça!

Então Augusto simplesmente anda até a borda da cratera e percebe que o corpo do assassino estava inteiro e se regenerando, então o rei decide algo, suspira e se agacha para ficar mais próximo do assassino, sem entrar no buraco, ele estende a mão e diz:

-Você é forte, só luta por algo errado, eu Augusto Brando, rei de Dorllote o convido a fazer parte da minha equipe.

Gabriel fica extremamente surpreso e perde a compostura, Rubro nega com a cabeça com um sorriso um pouco feliz, já o assassino olha para aquele que lhe estendeu a mão, aquele ser iluminado, com belos olhos azuis e cabelos loiros, com uma face decidida e suave e sem reação o assassino chora e com toda a alegria de ser aceito por alguém, ser notado agarra o braço de Augusto e o pergunta:

Você é meu mestre?

-Eu disse rei, qual é seu nome?

-Jims, e o teu meu amado rei?

Rubro gargalha, o novo integrante o olha feio, mas Augusto intervém.

-Meu nome é Augusto, depois lhe apresento os outros agora pegue o cavaleiro que você feriu e machucou e o carregue-o até o cavalo, temos que partir!  



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