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História A Maldição arcaica - Capítulo 11


Escrita por: Bakaketsu

Notas do Autor


🌹

Capítulo 11 - Capítulo XI


Fanfic / Fanfiction A Maldição arcaica - Capítulo 11 - Capítulo XI

· 懸念 ·

« P.o.V Yuji »

Faz alguns dias que não vejo ela. Eu... Eu estou de uma certa forma preocupado com ela. Mas agora eu sou feiticeiro jujutsu, não poderia continuar sendo amigo dela, certo? Eu poderia acabar trazendo mais problemas, além de ter comido o dedo de Sukuna.

Não sei nem mesmo o que pensar. Eu pensei que ela era minha amiga... Uma maldição não seria amiga de um humano. Não se não fosse torná-lo uma presa depois, não é? Isso é tão confuso!

— Ela quem, seu garoto idiota? — Uma boca se formou em minha mão.

— Não te interessa! — Respondi dando um tapa na minha mão, a boca foi para as costas da outra mão.

— Sabe que se eu quisesse era só eu fuçar na sua mente, não? — Perguntou debochado.

— Então por que não faz isso e fica quieto? — Dei outro tapa na mão.

— Simples. Seja lá quem é essa pessoa, eu não quero ver alguma lembrança de você fodendo com ela. — A boca apareceu na minha bochecha. — Se bem... Que você não tem cara de ter transado com alguém. Se fez... A pessoa é corajosa, porque noção não tem.

— Fica na sua, Sukuna! E eu não transei com ela! — Desisti de tentar fazê-lo se calar por meio de tapas. A porta foi aberta.

— Itadori, temos uma nova missão. — Megumi falou rápido e deu as costas.

— Que pena... Não terminamos essa conversa, mas não tem problema. Caso eu veja alguma lembrança de você fodendo com a tal pessoa, pode ter certeza que vou jogar na sua cara o quão mau você é transando. — Ele então desapareceu da minha bochecha.

— Cara chato e surdo. — Resmunguei revirando os olhos. Coloquei meu uniforme personalizado e saí do meu quarto.

« P.o.V Itzal »
(Já no Japão novamente)

Andava com passos apressados para casa. Já havia conseguido o que eu queria no Brasil. E ainda consegui criar uma inscrição na escola de Jujutsu de lá. Paguei um pouco mais só pra mudar a data da inscrição e fiz a transferência para uma escola daqui.

Se Sukuna está à solta, provavelmente os feiticeiros Jujutsu já o tem em mãos. Porque ele nem mesmo teve a ousadia de vir me visitar, coisa que aquele ser irritante faria. Não duvido nem um pouco.

Cheguei em casa e abri a porta, deixei minha mochila que tinha meus materiais no canto. E então uma mulher pegou em meus ombros e eu levantei meu olhar até sua direção.

— Você tem noção do que acabou de fazer? O show vai ser hoje! Nessa tarde! — Emi berrava irritada.

— Eu sei. — Dei um tapa nas mãos dela e me virei até a cozinha e beber uma água.

— Senhorita Itzal, é bom que comece a entrar nos trilhos! Pois toda vez você faz alguma coisa pra arruinar o que planejo pra você! Você nem mesmo foi ao cabeleireiro! Oh, céus! — Ela colocou a mão na cabeça.

— Eu sei me arrumar sozinha. E... Emi... Essa será a última vez que eu farei um show. E também será a última vez que nos veremos. — Olhei para a mulher.

— O quê?! — Perguntou arregalando os olhos em surpresa.

— Estou quebrando o contrato. Continuarei apenas fazendo vídeos, ou algo assim.

— Mas... Mas... — Ela não sabia nem mesmo o que argumentar.

— Sinto muito, essa é a minha escolha final. Se não for pedir muito, peço que se retire de minha casa. Por favor. — Saí da cozinha e fui até a porta, abrindo-a.

— C-certo... — Ela abaixou a cabeça e deu passos lentos até a porta, na intenção de tentar fazer com que eu mudasse de ideia.

— Por favor, se apresse. Não tenho o dia todo. — Emi deu um passo pra fora da porta e eu a fechei, um alto som se ouviu da porta batendo. — Tsc. Ainda tenho essa porcaria de show.

Passei minha mão na testa enquanto deixava o copo de lado e ia direto para meu quarto dar uma arrumada básica e correr para o local onde aconteceria o evento.

→ Quebra de Tempo ←
Já estava retirando a peruca e arrumando meu cabelo. Já havia até mesmo retirado meu figurino.

— Foi uma boa performance, Itzal. — Emi disse.

— Obrigada.

— Assine esses papéis para romper o contrato. — Ela esticou os papéis e uma caneta. Eu li os papéis e não vi nenhuma frase ou trecho na qual poderia me privar ou que dê esse documento como falso. Assinei.

— Aqui. — Estiquei de volta.

— Foi bom trabalhar com a senhorita. — Ela movimentou a cabeça pra cima e pra baixo e deu as costas.

Me levantei e fui até a direção da porta, saindo do camarim. Andei pelos corredores, olhei ao redor e entrei numa salinha apenas para funcionários. Naquele momento não tinha nenhum funcionário naquela sala. Todos estavam no palco, arrumando as coisas e as retirando do palco.

— V? Você está aqui? — (V é o apelido de quem ela está chamando.)

— Aqui. — Ele saiu da escuridão das paredes do cômodo.

— Certo, obrigada por fazer isso por mim. — Coloquei minha mão no ombro do homem de cabelos escuros, olhos verdes. À baixo de seus olhos haviam linhas pretas que iam até sua mandíbula.

— Hum. — Ele acenou com a cabeça, continuando com uma expressão neutra no rosto.

Ambos começamos a metamorfose. Vollrath mudou sua aparência para de uma garota loira, olhos roxos e de estatura média. Sua aparência estava igual a minha. A minha nova aparência era uma mulher de cabelos escuros e olhos roxos.

— Trouxe a mochila? — Interroguei observando ao redor.

— Sim. Aqui. — Ele pegou uma mochila preta no meio das estantes de ferro e me entregou.

— Certo. — Comecei a tirar as coisas da minha antiga mochila colorida para a preta. Enquanto eu a esvaziava com meus pertences, Vollrath pegava alguns objetos e colocava na bolsa colorida, para dar a aparência de estar cheia. Assim como veio, ela tinha que voltar da mesma forma.

— Nessa bolsa tem um fundo falso... Caso precise.

— Hum... Será útil. — Fechei a mochila e a coloquei nas costas.

— E... Use o hóu dessa vez. — Advertiu.

— Está tão óbvio que parei de usar esse método para ir à algum lugar? — Cruzei os braços.

— Sim.

— Desde quando você esteve me observando, V? — Olhei fixamente para a maldição.

— Acho que desde sempre. — Deu de ombros.

— Tsc. Você era quem estava naquela noite? Aquela onde Nikolai me chamou desesperado.

— Sim. Era eu. — Tirou minhas dúvidas.

— Por que estava lá? — Ele deu de ombros. Suspirei. — Certo, até mais... — Ele abanou as mãos e saiu.

 


Notas Finais




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