História A maldição de Athena... - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Amizade, Aventuras, Confrontos, Drama, Magia, Maldição, Mistério, Revelaçoes
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Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Ainda preciso de fichas...
Entao se puderem mandar, agradeço :)
Toda participação é bem vinda!

Capítulo 8 - A floresta sombria!


Trovoadas ressurgiam a cada segundo. 

Gregory estava preocupado com seus equipamentos, mais ainda com sua bugiganga nomeado de XG, uma moto bem estruturada e toda equipada com magia e itens ofensivos. Com toda a chuva, isso o danificou. Eles resolveram parar no caminho... 


- Céus! Essa chuva maldita não para!- Gregory resmungava quando se certificou de deixar sua moto protegida.

- Desista. Isso não vai mais funcionar.- uma voz estridente ocupara aquela caverna. O jovem macnoir se esforçava para colocar sua" moto" em local protegido.

- Cale-se. Farei de tudo.

- Tente o quanto quiser.- ele ignorou.- Com essa chuva e os trovões... Melhor ficarmos aqui um pouco. Descanse.- Nick arfou de dor. Ele teria lutado alem de seu limite e também protegeu Greg de um golpe fatal das sombras. Criaturas da noite em seu território. Era inevitável... Para passarem teriam de enfrenta-los. Mas eles conseguiram sobreviver. 

- Ei! Você está sentindo muita dor?-Gregory ficou espantado com a reação de Nick. Ele estava sangrandl e nem mesmo sua armadura reluzente escondia este fato.

-Sim, mas não precisa se preocupar. Já estive em piores condições.- ele argumentou, apoiando-se sobre uma das rochas.

-Acha que nesta parte da Floresta Sombria há alguém vivo?- O jovem mecânico questionou.

- Não tenho ideia. Vamos pensar positivo e acreditar que sim.- Nick comentou, respirando fundo até que ele desmaiou.

- Ei, paladino idiota! Não... Desmaie- tarde demais. Nick desmaiou no mesmo instante.- Droga... E agora? Preciso de ajuda! 

(...)

Enquanto isso...

 " Reeve, não cruze com a barreira novamente" Reeve, não se aventure a toa!" " tem que ter cuidado!" " não devemos sair ds proteção da barreira!"

- Eles ainda acham que sou criança...- chutei a primeira pedra que avistei. Pude ouvir uma risada nada discreta.- Até quando serei tratada assim?

- Você é bem teimosa, hein?-Nerissa surgiu acima do galho, quase me atingindo com uma maçã que havia pegado.

- Nerissa.- reviro meus olhos ao nota-la.- Por acaso está me seguindo?- perguntei sem muito interesse na resposta. 

Tive que usar uma capa escura e acabei esquecendo a minha espada. Trouxe algumas frutas para espantar a fome caso tiver... 

- Acertou em cheio. É divertido ouvir suas reclamações.- ela comentou, descendo do galho.

- Reeve!- mais uma voz que não me surpreendo em ouvir. Merine corria feito doida em nossa direção, segurando na barra de seu vestido bege com detalhes em renda.

Ah... E se não bastasse a mesma, o guerreiro Desmond, um dos experientes do vale acabou a seguindo. Obviamente, por ordem do sacerdote Amim. Falando nele, ele é como o pai de todos. Por incrivel que pareça, o velhote é bem poderoso e é quem mais protege a todos... E também, ajudou na criaçao do Desmond. 


- Pirralhas! Encontrei vocês.- ele agachou-se recuperando seu fôlego.- Como essa menina corre! 

-Ah, você, de novo?- olhei para Merine com raiva. Provavelmente ela deixou bem na cara de que ultrapassaria a barreira. Ela não é nada discreta.

- ops...- Merine sussurrou arrependida.- Perdão, me descuidei.

- Não irei dizer ao Sacerdote. Porém... Com uma condiçao!- ele comecou a dizer, bancando o esperto.

- Não é necessário. Eu vou explorar a floresta sombria.- decidi explicar para onde iria. Seus olhos tao pretos como a noite ficaram alertas.

- Reeve... Entendo que você queira explorar novos lugares... Mas...- ele se retraiu, olhando ao redor.

- Eu sei o que aconteceu! Me lembro bem. Estava lá...- eu fiz questao de corta-lo. Ele ainda nao ficou satisfeito. Parecia ainda mais preocupado. 

- Ele tem razão, amiga...- merine se intrometeu.

- Quando vão entender que ela não é mais criança...- Nerissa também ousou entrar na conversa.- Ela sabe o que faz!

- NÃO! a floresta sombria...- Desmond cerrou seus punhos em relutância.- REEVE.

- Já estou cansada de limitações. De que me digam o que posso ou não fazer. A decisão é minha! A vida é minha!- vociferei sem hesitar. Meus olhos encontraram os seus em alerta. 

Sim... O vento avisou de que isso poderia acontecer. A tensao ja predominou ali. E é claro que ela respondeu a altura... Desmond deu um passo para trás.

- Criança... Não sabe mesmo o que diz.

- Lamento, Desmond. Entendo sua preocupação...

- Entende? Ótimo! Me acompanhe. Devemos voltar...- ele segurou em minha mao mas eu o empurrei. Ele ficou confuso.

- Amiga... Ele é experiente...- Merine sussurrou.

- Ouviu só? Merine ao menos reconhece isso!- Desmond resmungou, aflito.

- Não insista.- neguei mais uma vez e me afastei. Nerissa estava do meu lado.

- Você não está ajudando em nada, Merine. Também tem medo...- ela falou para a mesma que olhou sem jeito para Desmond.

- Sim! Mas ela está se arriscando! Não entende isso? Não tem ideia do que aconteceu há... Anos atrás. 

- A maldiçao do vale das sombras? Oh,' sim. Sei bem.- Nerissa a calou naquele momento.- Não se assombre com o passado, elfa. Não seja fraca a tal ponto. Tenha coragem!

- Não se aborreça, Nerissa. Ela nunca vai entender e nem me apoiar. Está tudo bem.- virei-me para seguir viagem.

- Espera! Pense bem.- Desmond insistiu.

Sua testa antes franzida parecia mais relaxada. Seus olhos estão meio marejados. Merine não me encarava... Nerisss está certa. Ela não tem coragem. Ela é como os outros... Que vivem assombrados.

- Ouçam bem!-comecei a dizer- Não ouse cortar as minhas asas. Ao contrario de vocês, eu não tenho medo de viver. De explorar, de conhecer e de se PERMITIR.- respondi com um tom firme e de certa forma autoritario. Nem eu mesma esperava responder desta maneira, mas nao tive outra oportunidade.

- Relaxa, guerreiro. Ela vai voltar!- Nerissa afirmou, dando um leve tapa em seu ombro.- Afinal... Não é a primeira vez que isso acontece.

- Como é que é?- ele ficou ainda mais estático.

- Sim, vou voltar. E não me atrapalhe. E obrigada. Sua espada irá servir.- eu respondi, mostrando a ele sua espada que de modo furtivo o peguei. 

- Mas... Como... Ela...- ele finalmente deu risada e respirou fundo como a ultima vez.- CORAJOSA, hein? 

- Vou orar por elas.- Merine fechou seus olhos, cabisbaixa.- Vamos voltar, Desmond.- ele resolveu segui-la.- e ora, não seja tao descuidado. 

(..)

- Reev, você realmente tem coragem.- Nerissa deixou escapar, olhando para as arvores ao redor.

- Podemos apenas seguir por este caminho em silêncio?- ignorei seu comentário e segueei firme na espada. - Céus...Ele se diz tão experiente e não percebeu quando peguei sua espada medíocre. 

- E ainda se diz guerreiro!- Nerisss zombou, rindo alto.- Parece que fiz bem em vim. 

Então... É isso. Uma nova aventura a floresta sombria! Medo? É só um sentimento inútil  que só surge quando alguém permite. E isso? Não tenho! 


Notas Finais


Espero que tenham gostado^^


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