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História A Maldição de Opus - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oii gente, trouxe algo mais diferente, espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


O preço da sua ganância
É seu filho e sua filha
(Blood//Water - grandson)

Era uma vez, uma vila que surgiu antes de tudo, ela era fantástica e controlava o equilíbrio entre os diversos mundos existentes, havia seres responsáveis pela luz, que cultivavam amor, bondade e paz, o Sol nascia porque se orgulhava deles e do seu trabalho.

Contudo, também havia responsáveis por equilibrar essa luz, os seres das trevas, que cultivavam o ciúmes, o rancor, a tristeza, a raiva e o medo, o Sol odiava-os, entrou em briga com sua ex-esposa Lua, ela insistia em que eles fossem iluminados, pois eles deixavam o mundo em harmonia, então os dois se separaram, cada um iluminando os que julgavam merecer, havendo assim dia e noite na vila. Porém, o amor puro era a magia mais forte, Lua e Sol, em seus eclipses esqueciam de suas divergências, o que os fez manter a amizade mesmo depois da separação.

Além desses seres equilibradores, haviam vários outros: magos, fadas, gnomos, duendes, ninfas e até mesmo espíritos.

Os chefes da luz estavam esperando a vinda da herdeira da profecia, pois todos os chefes já estavam envelhecendo e seus auxiliares não sabiam liderar, o que poderia gerar desequilíbrio e o Sol se aborrecer, levando ao congelamento da vila. Então os mundos entrariam em descontrole e o caos reinaria, levando ao apocalipse.

"Ela será linda como o desabrochar das cerejeiras, mas surgirá de um dente-de-leão e assim como ele se despedaçará por várias partes, sendo restaurada pela escuridão mais pura, recuperará suas forças como a Lótus e assim reinará com bondade e luz, será a maior líder de todos os tempos e nem o Sol a fará perecer. Ela é a herdeira de toda a luz."

Os chefes das trevas também esperavam o herdeiro da profecia, pois mesmo com sua amada Lua, o céu parecia vazio e feio, além de eles serem desprezados pelos outros seres, que os consideravam maus, ignorando o fato de que a alegria é mais feliz depois de uma temporada triste, a paz dá mais alívio depois dos conflitos e o perdão é mais libertador depois de o rancor ter sido sentido. Os sentimentos das trevas não só mantinham tudo em harmonia, como amplificavam as boas sensações cultivadas pela luz.

"Ele será rápido e perspicaz como uma raposa, mas se parecerá com uma graúna em véu azul marinho, será forte como um dragão e fiel como um pinguim. Este nascerá do rio mais negro e, como sangue de uma artéria perfurada, jorrará alto até alcançar a luz e a partir deste contato, jamais irá se separar dela. Ele será eterno porque tem a pureza em seu coração e trará orgulho e respeito ao lado equilibrador do mundo."

Naquele ano, nasceu um dente-de-leão que se destacava entre os outros, ele emanava uma luz muito forte e tinha nascido a beira do rio das sombras, bem no início da vila.
De alguma forma, aquela luz emanada influenciava a correnteza pois, o rio parecia desacelerar na parte em que a planta se encontrava, acumulando assim muitas pedras naquela parte do leito, ao ponto de a água não conseguir mais passar, gerando a sede e a fome que tomaram conta da vila, então os moradores foram exigir uma solução do seres da luz e das trevas.

Os chefes da luz arrancaram o dente-de-leão e sopraram, mas o inesperado aconteceu, as pedras se tornaram ônix e logo depois se derreteram, jorrando para cima, seguindo os pedaços do dente de leão e tudo ficou claro por dias, pois Lua e Sol ficaram preocupados com o que teria acontecido, pois tanto o óleo negro quanto o rastro branco sumiram.

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Dois palmos acima do céu da vila se encontravam aquela que reluz (Helena) e a escuridão da noite (Orfeu), dois jovens de aparentes 10 anos, frutos da profecia, eclodidos no mesmo dia, achavam-se de mãos dadas quando acordaram, a garota apresentava uma pele clara e cabelos brancos como a neve, no entanto seu vestido moldado pelas nuvens tinha um tom azulado profundo, quase negro, e ela brilhava fortemente, como se tivesse uma aura própria. Já o garoto tinha madeixas tão negras que mais pareciam azul escuro, seus olhos azuis como de um mar em uma tempestade revoltosa, seu traje era uma calça penas tão escuras como de uma graúna, acompanhada de uma camisa branca que brilhava a ponto de contrastar com uma aura negra que ele emanava, fazendo com que ela não o apagasse. Os olhos azuis de Orfeu fitavam os prateados de Helena, eles estavam maravilhados com o que estava a sua frente, ali mesmo se apaixonaram, na ausência de palavras e gestos, mas na presença do sentimento de eletricidade enquanto suas mãos estavam juntas e da sensação de abstinência que a falta desse toque gerava, era como se os dois se complementassem. Se tratava de um amor inocente e puro, uma vez que eram crianças recém-nascidas, não havia perversidade em sua mente ou coração.

Eles, que flutuavam ali naquele vazio, começaram a cair repentinamente, Helena gritou e Orfeu, por instinto, abriu suas pequenas asas, como um pequeno anjo das trevas e a levou em segurança ao chão e assustando toda a vila, que nunca havia visto nada parecido com aqueles dois seres. No entanto, Lua e Sol alegraram-se, aqueles eram os filhos que eles tinham esperado, as águas das marés revoltosas nos olhos do garoto denunciaram que Orfeu era descendente da Lua, já o fogo que queimava no coração de Helena apontavam sua descendência solar.

Sol e Lua rebatizaram seus filhos, chamando-os de Orfeu Adriano e Eva Helena, separando-os brutalmente, devido ao atrito que tinham entre si, a partir daquele dia vila passou a se chamar Opus, pois os frutos proféticos se encontravam em lados opostos.

Mas havia um desastre iminente em formação, Opus estava destinada à guerra, seres de luz desprezavam a escuridão, e o seres das trevas detestavam o orgulho e a arrogância, os alvos principais de cada um eram os herdeiros. Todos tentavam contatar a maga mercenária da vila para tal assassinato, mas a resposta era sempre a mesma:

- Tudo tem um preço, matar os herdeiros é suicídio. 

Depois de 7 anos insistindo, Merlin se enfurece e mata o chefe da luz juntamente da chefe das trevas, fazendo com que fosse banida de Opus pelo Sol e pela Lua.

-Tudo tem seu preço, Astros. - foi tudo que ela disse antes de desaparecer em uma névoa frente ao templo em que foi julgada.

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- OS HERDEIROS SUMIRAM! - gritaram os guardiões.


Notas Finais


Eu escrevo essa história no wattpad, me deixem saber se gostaram para que eu traga mais ^^


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