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História A Maldição de Opus - Capítulo 2


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Notas do Autor


Obrigada pelo feedback, voltei bem rapidinho

Capítulo 2 - Memórias Quebradas


Isso está voltando girando agora
Na estrada em que estou me arrastando
Me salve porque estou caindo
(Runnin' - Adam Lambert)

Helena

Eu estava caída num pátio cercado por árvores, havia um garoto comigo, ele não tinha rosto, nem voz, era como se fosse um borrão, eu me aproximei e conversei com ele, de certa forma, eu conseguia entendê-lo, parecíamos estar buscando uma forma de voltar para onde viemos, porém sem resultado. 

- Precisam de ajuda para voltar para casa? - perguntou uma mulher encapuzada com uma capa de veludo roxa, deixando seu rosto pouco a mostra, mas era possível ver seus cabelos ruivos como brasa ardendo, ela parecia ser muito bonita, mesmo com a capa a cobrindo quase por completo. Eu fiz que sim com a cabeça em resposta para sua pergunta. - Certo, eu também preciso de ajuda, eu posso ajudar vocês se me ajudarem, me dê suas mãos se concordarem em fazermos essa pequena troca.

Eu estendi meu braço e segurei com firmeza a mão pálida e aparentemente machucada daquela moça, de repente fui cercada por uma luz violeta e tudo ficou escuro.

 Quando acordei ela estava lá, sem a capa, a mulher a sua frente não possuía mais palidez ou machucados, tinha a beleza de uma rainha, seus olhos eram esmeralda e suas maçãs do rosto eram levemente rubras e seu sorriso era enfeitado por dentes brancos e lindos, eu estava hipnotizada por tamanha beleza. 

- Obrigada pela ajuda, acho que é minha vez, vou te ensinar a usar seus poderes e te dar uma dica de como sair daqui. - Ela pegou meu braço - o mapa do tesouro está em suas mãos, essa cruz em seu polegar, essa espada em seu indicador, o relógio em seu dedo médio, o coração em seu anelar e o sol no seu mindinho são mapas para sua casa, se eles sumirem significa que você está perto de chegar ao seu lar de verdade. No entanto, para que eles sumam você vai ter que encontrar dentro de sua alma a sua verdadeira luz, eu te prepararei para essa busca. Por favor, me acompanhe até a floresta. 

Eu a segui olhando para as marcas simbólicas em meu dedos, me perguntando o que tudo aquilo significava, até ouvi-la gritar alto, ela tinha cortado todo seu braço e estava sangrando muito, parecia que iria morrer.

- Me ajude, por favor! - ela pede gemendo de dor, eu pus as mão sobre o ferimento e quando tive contato com seu sangue, fui transferida para outro local, um vazio branco, com apenas um berço onde havia uma bebê ruiva que chorava, assombrada por uma sombra escura, eu corri até lá e lutei contra a sombra e peguei a bebê em meus braços, ela se cala e eu volto a floresta e estou segurando o braço da moça ruiva, totalmente curado. - Você é bem forte para uma garotinha, estou orgulhosa, não restou nem cicatrizes. Esse é seu poder que vai te ajudar a chegar ao lugar que está destinada a estar, veja só, a cruz da cura em seu polegar sumiu, você não está mais tão longe.

Ela me envolveu num abraço, beijou minha testa e me pegou no colo, começando a trançar minhas madeixas platinadas.

-Qual seu nome, moça? - eu perguntei 

- Meu nome é... 

Eu acordo tonta, já faz tanto tempo que sonho isso que perdi as contas, antes eu achava ser só minha imaginação, mas as marcas em meus dedos insistem que se trata de uma das minhas memórias perdidas. 

Eu não sei exatamente quantos anos tenho, mas sei que nasci dia 15 de outubro e que meu nome é Helena, devo ter me perdido de meus pais quando mais nova, eu não lembro muito da minha infância, minhas memórias são fragmentadas e eu vivo sozinha. 

Trabalho numa loja de plantas medicinais, tenho poderes de cura, meu melhor amigo é um lobisomem chamado Walter, nos conhecemos quando o salvei das sombras que sugavam sua vida a partir de seus ferimentos e desde então ele sempre vem aqui quando se machuca lutando, ele é como uma família para mim e quer me ajudar a me lembrar de onde vim e quem realmente sou.

Eu posso fazer uma terra infértil se cobrir de rosas, posso ajudar pessoas com doenças graves, posso fazer que águas poluídas sejam purificadas, posso fazer surgir fogo quando neva, mas eu nunca consegui ressuscitar ser nenhum, já fui banida de várias cidades por isso, governantes me treinavam e me mandavam para as terríveis guerras, mas minha magia é alimentada por compaixão e amor, porém naquele cenário repleto de ambição, indiferença e ódio minha magia era facilmente esgotada, não me permitindo cuidar dos ferimentos de todos e quando o herdeiro, que normalmente lutava na linha de frente, morria, o governante achava que eu estava o traindo e mentindo para ele quando dizia que não podia ressuscitá-lo, então eu era exilada.

Atualmente eu escondo meus poderes para evitar essas situações incômodas de Estado, Walter é o único da cidade que sabe sobre eles, mas ele me disse que guardaria segredo, assim viramos os melhores amigos que somos.

Eu moro num vilarejo chamado Custodibus, mas minha loja fica na cidadela Morgue, pois lá tem mais incidência de pessoas que precisam de cuidados, é uma cidade de elfos guerreiros, eu consigo maior lucro lá, apesar de odiar violência e lutar contra a sombras da morte ser bastante exaustivo. Há vezes que perco, quando já tem muitas delas, por isso é muito importante tratar do ferido assim que ele é machucado.

Me levanto da cama e me dirijo ao lago localizado na pequena floresta em meu quintal, eu prefiro me banhar ao ar livre, o contato com a natureza renova minhas energias, é como se a luz do sol me alimentasse, como alimenta as plantas, as águas não são tão extensas e profundas, mas são o suficiente para eu fazer surgir peixinhos. 

Depois de arrumada com meu longo vestido azul estampado de flores brancas, coloco minha fita azul na cabeça, visto minhas sandálias azuis e me dirijo a cidade vizinha com ajuda do serviço de transporte dos anjos locais, eu amo a sensação de voar,  é um estranho e gostoso dejavú. 

- Muito obrigada - eu digo os pagando ao chegar à Viridi Lux, minha loja.

Assim que abro vejo todas minhas plantinhas cortadas e areia espalhada por todo o ambiente, tem escrito na minha mesa da recepção "VOCÊ NÃO É MORGANA, FORA DAQUI INTRUSA" em letras cursivas. Eu não posso acreditar que estou sendo expulsa de novo, logo do local em que eu estava me adaptando melhor. Não pude conter o sentimento ruim e me pus a chorar, é horrível não pertencer a lugar nenhum, como um peixe fora d'água, não importa para onde eu vá, uma hora serei chutada, ainda que eu não tenha feito nada, não é justo.

Ouço o sino da porta tocar, indicando a entrada de um cliente, rapidamente enxugo minhas lágrimas e me viro para a entrada, me deparando com um cara sombrio, sua aura me fazia ficar fraca, claramente era um anjo da morte, os lendários seres que surgem em dose única, de milênio em milênio, se alimentando das almas de quem morria e tinha como servos as sombras da morte, li sobre eles na biblioteca de Custodibus.

- Desculpe, senhor, mas a loja ainda está fechada. - falei me curvando em sinal de cumprimento, os morganos eram pessoas bem antiquadas.

-Creio que não vá mais abrir, certo? - falou passando os dedos pela mesa rabiscada com palavras que me mandavam sair dali. 

- Não vou sair daqui - ele desviou os olhos dele para os meus - aqui eu tenho um lucro bom, tenho contas para pagar, meu vilarejo tem um custo de vida relativamente alto.

-Se eu fosse uma camponesa simples como você, eu não desobedeceria aos morganos, eles são assustadores quando querem, podem até matá-la. - ele ergue meu queixo com sua mão e aproxima o seu rosto do meu - eu sou o ceifeiro daqui, mocinha, nenhuma das suas ervas te livrará da morte, então se apresse e vá embora, eu não quero tirar sua vida.

Assim que ele terminar de falar ele some, me deixando perdida em pensamentos, não podia acreditar que tinha sido ameaçada pela morte em pessoa. Mas ainda assim eu não sairei daqui, eu sei que não morro fácil, meu corpo se cura sem eu precisar de muita energia como preciso para curar os outros.

Quando eu estudei medicina com os Mestres Curandeiros da terra de Salutem, percebi que as reações das minhas células a medicamentos era imediata e que mesmo sem eles, eu me curava muito rápido, tanto mentalmente como fisicamente, mágoas não se enraizavam em meu coração, estresse era facilmente controlado e as feridas, por mais profundas que fossem, se fechavam muito rápido, a dor demorava mais a passar, mas passava. 

Eu não queria ter que revelar meus poderes, porque não quero me envolver novamente em assuntos políticos, mas já que estão ameaçando até de me matar em nome da minha expulsão, vou me apresentar como ser mágico ao governante de Morgue, rei Hades.

Arrumo minhas coisas numa pequena bolsa e parto a caminho do palácio numa carruagem alugada, aproveito para conhecer melhor Morgue nessa viagem, a cidade é bastante animada, os elfos costumam fazer muitas festas, há feirinhas entre cada conjunto de casinhas, também há muitas fadas por ser um lugar bem florestado, cerejeiras estão desabrochando, então a rua está coberta de pétalas rosas, chegando perto do castelo não tem tantas árvores, mas sim um vasto jardim, com todo tipo de flores, cultivadas por fadas jardineiras, mas o que me chamou atenção foram as rosas azuis como a noite, elas tinham uma pequena safira em seu centro, eu estava maravilhada com a beleza daquela flor. 

-O que veio fazer aqui? - falou o rapaz de mais cedo, sentado do meu lado na carruagem, fazendo com que eu me assustasse ao ponto de quase cair da carruagem pela janela, mas ele me segurou.

-Como você... - eu não sabia o que perguntar primeiro, então as palavras simplesmente me escaparam.

- Eu trabalho no palácio e senti a presença de uma intrusa então vim verificar, por isso estou aqui, mas e você? - ele me encara esperando uma resposta

-Eu preciso falar com o rei sobre Viridi Lux. - foi tudo que respondi

- Aquela loja é tão importante para você? - ele pergunta deitando em meu colo, esse anjo é muito folgado.

- É. - mais uma resposta curta, não quero dar detalhes sobre mim para esse ser que não parece nada confiável.

- Você não é muito esperta, né? - Ele acabou de me chamar de burra? Empurro ele do meu colo e ele solta uma gargalhada - Isso doeu! Você tem a delicadeza de um cavalo.

Eu apenas rio de seu comentário e desço da carruagem, já tinha chegado ao palácio, os portões eram feitos de ouro, com berilos de diversas cores cravados no metal, era muito lindo, mas estavam trancados.

-Por favor, volte para casa, senhorita. - falou o rapaz que eu tinha até esquecido que estava comigo. - O rei não vai ouvi-la, vai se irritar e mandar matá-la, não abrirei o portão para você.

- Por que se importa tanto com minha vida? Você não é um anjo da morte que se alimenta das pobre almas que você suga com aquelas malditas sombras? Abra logo isso e não me irrite mais. - ele pareceu surpreso e ofendido com minha resposta, abriu o portão e sumiu de lá.

Eu caminhei em direção a ponte de tijolos brancos que levava para a sala do trono, para minha surpresa, o rapaz estava ajoelhado diante do rei, parecendo falar de um assunto sério com ele e Hades pareceu se enfurecer com as palavras dele, o jogando fortemente contra uma coluna de ferro com seus poderes de mago, fazendo um grande estrondo ecoar pelo ambiente, e logo após isso sai pisando duro, vejo sangue escorrer do rapaz que foi atingido, ele parece inconsciente.

-Maldição! Por que você tem que ser tão irritante? - murmuro para mim mesma correndo até o local onde o anjo estava, me ajoelho no chão e pego sua cabeça e vejo uma pequena abertura em sua nuca, então toco em seu sangue, mas diferentemente dos outros, eu não vi nenhuma sombra e nenhum bebê, é como se eu estivesse acima do céu e há uma criança de mais ou menos 10 anos segurando uma rosa branca com uma pequena safira azul no centro, parecida com a que eu tinha visto mais cedo, quando ele me vê, dá ela para mim e quando eu a recebo parece que volto a ser criança, mas então acordo e vejo o tal anjo acordado me encarando com um sorriso enquanto descansa a cabeça em meus joelhos.

- Então você tem poderes... Venha comigo, não deixe que Hades descubra. - ele se levanta e me arrasta para uma sala que leva ao subsolo do castelo. - Por que não me contou que era uma deusa e por que não usou seus poderes para curar as plantas feridas? 

-Deusa? Eu não sou deusa. - eu digo rindo - Sou uma aprendiz de feiticeira, querido. Eu usei depois que você saiu, eu escondo meus poderes para não me envolver em assuntos políticos.

-Nenhum feiticeiro possui poderes para curar pessoas sem auxílio de poções, nem os grandes magos conseguem curar sem dizer uma palavra, a cura genuína é dom de deuses, mas não de todos, deuses da vida são raros. De onde você é? - ele diz e eu perco as palavras, não podia ser verdade, eu não posso ser uma deusa, mas se eu for, o que aquela mulher roubou de mim em troca dessas marcas? Tudo que eu faço é olhar para minha mão em resposta, então ele também olha e pega meus dedos. - Onde conseguiu essas runas? 

- Eu não sei, com licença, eu vou embora. - falo me dirigindo de volta à sala do trono, mas ele me pega pelo braço e me puxa para perto dele, numa proximidade que me deixou desconfortável.

-Eu te dou uma carona. - ele fala me levando até uma saída secreta, em seguida me pegando com cuidado nos braços e voando comigo em direção à Viridi Lux, assim que chegamos perto eu escorreguei de seus braços e gritei, mas ele me pegou rapidamente. 

Eu estava a dois palmos acima do céu, de frente ao garoto sem rosto, encarando-o fixamente, meu coração palpitava e eu sorria, até que comecei a cair, mas quando gritei fui resgatada pelo garotinho que abriu as asas pretas e me pegou no colo. 
 

Esse flash de memória me atingiu e eu encarei fixamente o anjo que me segurou, suas asas negras denunciavam que a memória se tratava dele, ele também me olhava confuso, como se também tivesse sido atingido por uma memória. 

- Você me conhece não é, deusa? - ele perguntou me pondo no chão

-Eu acho que sim. - respondi e ele me olhou com um misto de pena e curiosidade

- Você não lembra completamente de quem é não é? - ele acertou em cheio, então apenas assenti com a cabeça. - eu te entendo, olhe isso.

Então ele tirou suas luvas e mostrou marcas em suas mãos, um escudo no indicador, uma asa no dedo médio, um coração no anelar e uma lua minguante em seu mindinho.

- O que tinha em seu polegar? - eu perguntei e ele sorriu em resposta.

- Uma rosa branca, ela sumiu quando você me curou. - ele falou pegando minha mão e apertando-a, eu rapidamente me desvencilhei dele, eu sei que ele estava em minhas memórias, mas ele ainda é um estranho para mim e se me separei dele devo ter tido uma razão para isso.

- Vá embora.- eu ordeno, ele parece se aborrecer e sua aura negra o encobre, sinto minhas pernas ficarem trêmulas e minha energia mágica diminuir, me deixando zonza, tento me afastar, mas sinto minhas pernas me traindo e me fazendo cair no chão, apoio minha cabeça nos meus joelhos e sinto ele se aproximar de mim, uso o resto da magia para tentar invocar um tigre, ou algo para me defender, de repente um brilho muito forte me faz levitar e afasta o anjo da morte de perto de mim, logo depois caio fortemente no chão, mas junto com o som do meu corpo estalando contra o chão ouço som de metal também, então vejo uma espada brilhante no chão, ela tinha seu cabo branco com detalhes dourados e pequenas pedras de rubi encravadas nela. 

-Você é realmente uma deusa, invocou até uma arma sagrada, esta é Alba Ignus, uma espada lendária usada por divindades mulheres muito poderosas. Para quem tem um poder tão grande, você é bem medrosa e chorona. - ele fala se aproximando da espada para pegá-la, mas assim que a toca, ele vira cinzas. Eu grito na mesma hora horrorizada com aquela espada. Junto as cinzas, levanto do chão, entro em Viridi Lux, pego algumas ervas para fazer uma poção e tentar reverter o feitiço lançado pela arma metálica.

Assim que termino, respingo meu sangue nas cinzas e jogo a poção por cima, as cinzas começam a flutuar e ganhar forma, transformando-se numa semente azul. Certo, não era isso que eu planejava, mas já que eu consegui uma semente, por que não plantá-la? 

Coloco a semente azul no bolso e me dirijo para minha casa em Custodibus, ao chegar vou ao meu quintal e a planto perto do lago, como esgotei minha magia com a espada em Viridi Lux, só vou poder fazer a semente brotar amanhã, depois de uma boa noite de sono. 

Quando chego em meu quarto quase tenho um ataque do coração ao ver a espada que tenho certeza que deixei em Morgue descansar sobre minha cama. Como diabos ela veio parar aqui? Sentei ao lado da arma para olhá-la melhor sem tocá-la, pois eu não queria virar cinzas como aquele anjo.

- Eva Helena - eu escutei uma voz masculina vir da espada me chamando e pisquei duas vezes, me mantendo em silêncio, não sabia se me chamava realmente Eva, só sabia que eu era Helena. - Filha do Sol, criança da profecia, me responda!

Vejo um homem loiro com olhos acinzentados e roupas douradas me pegar no colo, ele tem uma aura que brilha como ouro, o qual a presença fazia aquecer o coração de quem estava perto dele. Ele beija minha testa.

-Teu prenome será Eva, pois tu és cheia de vida, minha filha.

-Papai? - falo sem conseguir segurar minhas lágrimas, eu finalmente consegui me lembrar de alguém da minha família, eu realmente devo ter me perdido, eu não posso acreditar que estou conseguindo recuperar tantas memórias de uma vez,  olho para meu dedos, a runa da espada ficou colorida das cores da espada que invoquei. - Eu devo estar chegando perto, eu voltarei para você, pai.

- Eva Helena - chamou mais uma vez a espada me tirando de meus devaneios - você pode me ouvir?

-Sim, senhor espada, desculpe minha indelicadeza, você me fez lembrar um pouco do meu passado, o que deseja? - eu falo mostrando respeito, não sei se poderia combater com um armamento divino sem poções.

-Me chame de Alba Ignus, eu sou sua arma divina, pode tocar em mim, você não irá virar pó, eu fui forjado pelos seus ancestrais, os chefes da luz mais poderosos de toda Opus. 

Eu a toco e sinto uma eletricidade correr pelo meu corpo e me queimar por dentro, então logo solto, não posso lidar com tanto poder estando tão fraca.

-Alba Ignus, desculpe. 

- Tudo bem, vou facilitar para você hoje porque sou seu companheiro -  a espada fala e de repente se transforma em um cachorrinho pequeno e felpudo com olhos de rubi. - estou melhor assim para você?

-Uau, você pode se transformar, então tem magia própria - falei pegando o cachorrinho no meu colo e o acaricio. - você é incrível, Alba.

 

 


Notas Finais


Ai ai, esses dois hein, digo nada haha


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