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História A Maldição do Amor - Capítulo 109


Escrita por:


Notas do Autor


“Juro solenemente não fazer nada de bom”

Oi pessoal! Mais um hoje. Caprichem nos comentários e me deixem feliz.
Sobre Eliene e Carlinhos, ver o perfil de @Lilimazani, que tem detalhes “calientes” por lá.

Capítulo 109 - Pagando a Aposta Com Prazer


Fanfic / Fanfiction A Maldição do Amor - Capítulo 109 - Pagando a Aposta Com Prazer

Quando o almoço terminou e todos comeram as várias sobremesas – incluindo Luna e Isis que se fartaram de pudim – Minerva se levantou batendo levemente com o garfo na taça, pedindo silêncio.

- Há quase dezoito anos, uma tragédia se abateu sobre Godric’s Hollow, no mesmo instante que, finalmente, por pelo menos alguns anos, o mundo bruxo encontraria paz, mesmo que para Harry Potter, era o início de uma vida difícil, com os pais mortos e tendo que viver com trouxas que sabiam da existência da magia e que a odiavam.

Harry pegou na mão de Isis por cima da mesa e se olharam nos olhos; Gina fez um carinho no rosto de Harry, confortando-o; Rony abraçou Hermione e olhou para os amigos; Severus olhou para os dois irmãos, sentindo um aperto no peito e aquela velha pontada de culpa, por ter contado a Voldemort sobre a profecia.

- Nesse dia, Dumbledore pegou algumas coisas da casa deles e pediu para que eu guardasse, para quando Harry voltasse para o nosso mundo. Todos os anos desde que começou em Hogwarts, eu sentia que ainda não era o momento, pois Harry enfrentou muitas coisas desde que aqui chegou.

Minerva segurou nas mãos uma caixa fina, estreita e comprida e disse:

- Harry! Por favor, venha até aqui! Minerva pediu gentilmente.

Confuso, Harry se levantou, olhou para Isis e viu que ela fazia com a cabeça o gesto para ele seguir em frente e, foi isso que ele fez.

Quando subiu os degraus, Minerva o encontrou no alto deles e entregou a caixa para ele.

Harry abriu a caixa e afastou o tecido de seda que cobria o que estava dentro da caixa. Assim que viu o que tinha dentro, olhou ainda mais confuso para Minerva que disse:

- Essa era a varinha do teu pai. Dumbledore as recolheu e pediu para que eu guardasse e que desse a você quando você estivesse preparado para a ter. É uma varinha poderosa, tal qual o teu pai o era. Não sei se ela funcionará para você como a tua funciona, mas achei que você gostaria de guarda-la com você. Ela falou controlando a voz. James era um dos seus alunos preferidos, mesmo tendo que dar montanhas de detenções a ele.

Harry olhou para a mesa, onde Isis estava ao lado de Gina e, em um entendimento sem palavras, Isis sabia que Harry precisava dela e de Gina, de Hermione e Rony.

O salão todo estava em absoluto silêncio, como o silêncio que lembrava a loja de varinhas do Sr. Olivander. Era como se todos sentissem que algo de muito especial estivesse acontecendo, algo sagrado.

Harry retirou a varinha da caixa e, segurou-a em sua mão. Sentiu a familiar corrente de energia percorrer sua mão e seu braço, ao mesmo tempo que seus cabelos se arrepiaram e a varinha se acendeu, irradiando uma luz com um brilho muito diferente daquele que o feitiço “Lumus” produzia.

Nesse momento, Isis o abraçou com força e sentiu que Harry retribuía o abraço com a mesma intensidade. Logo em seguida, Gina os abraçou, seguida de Hermione e Rony. Essa era a família de Harry. Sua irmã, sua noiva e seus melhores amigos. Lágrimas podiam ser vistas nos olhos deles e de muitos outros alunos pelo salão. Minerva enxugava o rosto com um lenço que tinha suas iniciais bordadas e Severus, olhava para baixo, tentando assumir o controle sobre suas emoções.

Assim que se afastaram, Harry olhou para Minerva e falou:

- Obrigado, professora! Não tenho palavras para dizer como estou me sentindo.

- É tua por direito, Harry e, parece que ela responderá a você. Ela falou aceitando o abraço dele.

Harry inspirou e disse novamente:

- Obrigado! Juntos com os outros, Harry voltou ao seu lugar, agora levando a varinha consigo.

- Um último aviso! Hoje a noite junto com o jantar, haverá um baile e todos vocês poderão vir. O jantar será as dezenove horas e o baile até as vinte e duas horas, pois amanhã cedo todos têm aula. Aproveitem para se despedirem de nossas intercambistas, pois elas partirão amanhã, logo após o desjejum. Por agora, estão todos dispensados e, se comportem.

Todos saíram do salão, enquanto Harry ficava na mesa com Gina, Hermione, Rony, Isis, Luna e Neville, que agora tinham se juntado a eles. Carlinhos e Eliene também se sentaram junto com eles, assim como Diana, Bibi e Gabi. Severus deixou a mesa dos professores e, junto com Minerva, foram até seus alunos.

- Eu não entendo! Como as varinhas respondem a vocês? Rony perguntou confuso, se assustando quando Severus se sentou ao lado de Isis, que estava ao lado de Harry, com a varinha de Lilian nas mãos.

- Pelo que eu entendi sobre as varinhas, elas mudam de lealdade quando seus donos são subjugados; foi isso que aconteceu com a varinha de Dumbledore, quando Draco o desarmou e, quando eu desarmei Draco na casa dele. A varinha passou a responder a mim, mesmo que eu não a tivesse em mãos, assim como Draco nunca a teve. Acredito que as duas varinhas, por poucos instantes, passaram a responder Voldemort, até que ele me atacou e perdeu os poderes; acredito que a partir daquele momento, as varinhas deixaram de o responder.

- Varinhas são complexas para se entender. Acredito que elas podem nem ter respondido a ele, em momento algum. Teu pai se sacrificou por vocês, em primeiro lugar. Ele estava disposto a morrer para que vocês pudessem viver. Depois, Lilian se pôs na frente da maldição, também se sacrificando. Teus pais não foram derrotados, eles aceitaram a morte, se sacrificaram por amor. Dumbledore tinha pedido para eu o matar. Mesmo que Draco não tivesse o desarmado, a varinha nunca teria pertencido a mim, pois eu não tinha o derrotado. Dumbledore aceitou a morte, por isso a varinha teria continuado fiel a ele, mas Draco o desarmou e a varinha passou a pertencer a ele, até que você o desarmou. A varinha de Dumbledore, é leal a você, assim como essas duas varinhas também são leais a vocês dois, que sobreviveram a maldição. Severus falou brincando com o cabelo de Isis.

- Isso faz todo sentido e acho que você está certo! Harry falou segurando na mão de Isis, que tinha lágrimas nos olhos. Eles dois passaram por tantas coisas e agora, tinham um ao outro, independente de como fosse o futuro.

 

Na Ala Hospitalar, Astória continuava sentada em uma cadeira, ao lado da cama de Draco, com as pernas cruzadas delicadamente, decorrente dos hábitos arraigados que sua educação elitista ensinou, para que pudesse achar um bom marido puro-sangue, como sua família prezava.

Diana tinha seguido para o salão principal e, provavelmente estava participando seja lá do que for que estava acontecendo lá, pois dava para ouvir todo o barulho ali. Parece que Madame Pomfrey não tinha usado nenhum feitiço para isolar o som, provavelmente, porque estava mais preocupada em cuidar de Draco, que ainda estava desacordado.

Algum tempo depois, Draco começou a se mexer e Astória olhou ansiosa para ele. Quando Draco abriu os olhos, olhou em volta e para si mesmo, ainda dentro do uniforme de quadribol, mas notando que não estava sozinho e, que ela o olhava preocupada.

- Onde estou? Quem é você? Ele perguntou com uma expressão confusa no rosto, que alarmou Astória.

- Madame Pomfrey! Madame Pomfrey! Ela falou saindo correndo até entrar na sala onde Madame Pomfrey preparava as Poções em doses corretas para dar aos pacientes.

- O que foi? Por que essa gritaria toda? Ela perguntou se levantando depois de guardar mais um frasco.

- Ele acordou, mas não sabe onde está e não está me reconhecendo. Madame Pomfrey notou que ela tinha lágrimas nos olhos, prestes a cair a qualquer momento.

- Calma menina! Pode ser só uma confusão momentânea por causa da pancada. Ela falou tentando tranquilizar Astória, mas a menina continuava aflita.

Seguiram juntas até a maca de Draco, que tinha um braço sobre os olhos, protegendo-os da luz.

- Sr. Malfoy? Como está se sentindo? Madame Pomfrey perguntou suavemente, se aproximando e tocando na testa dele para sentir sua temperatura.

- Quem é ela? Ele perguntou de novo, apontando para Astória, com o braço cobrindo o rosto.

- Preciso examiná-lo, Sr. Malfoy! O balaço acertou em uma região onde não deveria ter causado qualquer perca de memória. Ela falou ligeiramente preocupada, quando Draco tirou o braço do rosto, sorrindo.

- Eu estou bem, Madame Pomfrey! Só quis assustar Astória! Ele falou sorrindo para a expressão indignada e ultrajada que Astória tinha no rosto.

- Ora, seu... seu... seu... Idiota! Por que fez isso? Ela perguntou usando as mãos para bater em todo seu corpo, onde conseguia alcançar.

- Pare, Astória! Aí... Tá doendo! Pare! Foi só uma brincadeira! Aí... Acho que você quebrou meu nariz. Ele falou apalpando o nariz onde ela tinha acertado.

- Eu quero é quebrar a tua cara, seu idiota! Isso é brincadeira que se faça! Ela falou dando mais alguns socos no peito dele. Madame Pomfrey tinha se afastado um pouco, achando graça, mas também zangada pela brincadeira, mas agora achou que precisava segurar a menina, ou ela acabaria machucando-o de verdade, pela ferocidade com que o atacava.

- Srta. Grangress! Se afaste! Me deixe examiná-lo e, depois que ele estiver dispensado, vocês podem continuar com isso. Madame Pomfrey pediu segurando nos braços de Astória, para tirá-la de cima de Draco.

- Essa conversa não acabou, seu idiota! Astória falou zangada, saindo de perto, com a intenção de deixar a Ala Hospitalar, mas Madame Pomfrey pediu:

- Srta. Grangress! Pode aguardar para acompanhar o Sr. Malfoy até o salão comunal, fazendo o favor? É melhor que ele não fique sozinho por pelo menos, três horas, a menos que queira permanecer aqui nesse período, sob minha supervisão.

- Não! Quero voltar para o salão comunal, se Astória concordar em ficar comigo. Draco falou em tom de quem implora. Não queria ter que ficar na Ala Hospitalar.

- Deveria ter pensando nisso antes de bancar o esquecido, idiota! Astória respondeu ainda zangada.

- Por favor, Astória! Não quero ficar aqui! Draco pediu em tom de quem implora.

- Tudo bem! Ela respondeu depois de dar um profundo suspiro.

 

- Harry! Vou para as masmorras ver como está uma poção e, ficar um pouco com Severus! Isis falou corando.

- Poção? Sei...! Harry falou sorrindo, acariciando o rosto corado de Isis.

- É sério! Estou desenvolvendo uma Poção e espero logo poder a testar. Isis falou um pouco ansiosa.

- Tudo bem! Vai lá! Eu voltarei para o salão comunal arrumar minhas coisas. Ele falou se distanciando, de mãos dadas com Gina, tendo Hermione e Rony abraçados à frente deles.

 

- Oi pequena! Achei que ficaria com tuas amigas, já que elas vão embora amanhã! Severus comentou puxando-a para seu colo, esfregando o nariz no pescoço de Isis.

- Elas estão espalhadas pelo castelo. Bibi, a essas alturas, já deve ter parado de querer parecer difícil e deve estar com Olívio Wood em algum lugar. Diana deve estar com os Testrálios que ela adora, junto com as serpentes. Acredita que aquela maluca, certa vez, pediu uma cobra Naja de presente de natal? Totalmente maluca! Eliene deve estar se agarrando com o Carlinhos Weasley em algum lugar do castelo e Gabi, focada e estudiosa que sempre foi, deve estar com a professora Sinistra, tirando mais algumas dúvidas ou debatendo sobre uma ou outra constelação. Nós passaremos a noite juntas, em meu quarto nos aposentos da madrinha. Isis deu de ombros, meio receosa.

- Tudo bem, Isis! Não se preocupe. Eu gostaria que você passasse a noite aqui, mas entendo que você queira ficar com elas e, por mim, não tem problema, desde que você esteja feliz, afinal, ainda temos muito tempo para nós.

- É difícil querer se dividir em três e não conseguir. Queria ficar você, com elas e com Harry! Mas como você falou, com você e Harry eu terei mais tempo. Essa noite, é com elas que eu devo ficar. Isis falou encostando a cabeça no ombro dele, que a ergueu nos braços mas, antes que pudesse a levar para o quarto, ela falou:

- Preciso acrescentar um ingrediente na Poção! Está na hora! Ela falou sorrindo para a expressão contrariada que ele tinha no rosto.

- Tudo bem! As vezes, acho que você gosta mais das Poções do que de mim! Ele falou ciumento, levando-a até o laboratório onde a Poção estava cozinhando.

- É uma escolha difícil! Ela falou sorrindo, quando ele a olhou indignado.

- Vou te mostrar “escolha difícil, sua moleca travessa!” Severus falou puxando-a para si, mas Isis o afastou:

- Só alguns minutos, prometo. Se não acrescentar esse ingrediente agora, terei que recomeçar todo o processo. Ela falou juntando as mãos dele nas suas, dando um beijo nelas.

- Tudo bem! Espero você lá em cima! Quero tomar um banho! Ele falou dando um beijo nos cabelos dela e saindo da sala, quando ouviu:

- Quero tomar banho com você! Não termine antes de eu chegar. Ela falou sorrindo, quando ele sorriu para ela.

 

Menos de cinco minutos depois, Isis entrava embaixo do chuveiro com Severus, depois de perceber que a banheira estava se enchendo de água quente. Adorava aquela banheira e, estar dentro dela, nos braços de Severus, não tinha galeões o suficiente no mundo que compensasse isso.

- E a Poção? Ele perguntou colocando o shampoo nas mãos e lavando o cabelo de Isis, que gemia com a massagem que ele fazia em seu couro cabeludo.

- Tudo dentro do planejado. Foi essencial a troca de caldeirões durante o processo. Nem acredito que não pensei nisso antes. Acredito que até o final da próxima semana, ela já possa ser testada. Precisa descansar no escuro por três dias antes de ser consumida. Ela falou virando de costas, para dar melhor acesso à ele.

- Onde fará o teste?

- No St. Mungus! Já pensei em tudo e estou preparando a documentação que precisará ser assinada. Ela falou misteriosa e Severus não insistiu, porque no momento, tinha outras coisas que queria fazer e, pensar em Poções, testes, medicamentos, pacientes, aulas e alunos, eram as últimas coisas que ele queria fazer.

- Então...! Parece que tenho que pagar uma aposta! Ele perguntou com um sorriso malicioso, deixando Isis corada. Ainda se encantava em como ela corava, mesmo depois de tudo o que já fizeram, mas achava que fazia parte de quem ela era e, ele amava isso.

- Pois é! Ganhamos o jogo e a taça de Quadribol. Ela falou esfregando o peito dele com a esponja, depois de ele ter passado condicionador nos cabelos de ambos.

- Nossa aposta era somente relacionada ao jogo, não era? Quer que eu pague também pela Taça de Quadribol? Ele perguntou deslizando as mãos carinhosamente pelo corpo de Isis, segurando em seu bumbum, fazendo-a gemer e encostar-se nele.

- O que você quiser, se você quiser! Ela falou entregue as sensações que as mãos dele provocavam em seu corpo.

- Vamos começar pela massagem, que era a aposta se vocês ganhassem. Ele falou erguendo-a nos braços e levando-a para a banheira.

- Eu amo essa banheira! Ela falou suspirando, depois de ele entrar com ela na água.

Severus massageou seus ombros que ainda estavam tensos depois do jogo, depois desceu as mãos pela cintura e pernas de Isis, ainda massageando-as. Ficaram vários minutos na água trocando carícias, beijos e mãos bobas, até Severus falar:

- Vamos para a cama. Quero pagar a aposta. Ele falou se levantando e estendendo a toalha para que ela se enrolasse nela. Ergueu-a nos braços novamente e seguiu com ela para o quarto, colocando-a sobre a cama. Ao lado da cama, estava o óleo de massagem desenvolvido por ele, especialmente para Isis.

- Você sabe que não precisa realmente fazer isso, não é? Ela falou acariciando os cabelos dele.

- Eu quero! É mais uma oportunidade de tocar em você todinha! Ele falou sorrindo malicioso.

- Você é quem sabe! Como já falei, sou toda sua! Isis falou virando de bruços para que ele pudesse iniciar a massagem.

Com uma música de fundo, Severus espalhou um pouco de óleo nas mãos, esfregou uma mão na outra e começou a massagear os ombros de Isis, estendendo até o pescoço, onde sentia alguns pontos de tensão. Isis gemia e suspirava, quando sentia sua musculatura relaxar. Estava completamente nua, assim como ele, mas não estava com frio, pois a lareira estava acesa e o quarto estava com um feitiço de aquecimento.

Depois, Severus desceu para as costas de Isis, livrando-a de todos os pontos de tensão que sentia, ao mesmo tempo que fazia uma careta, pois seu membro, há tempos que estava pronto para Isis, mesmo ele querendo primeiro, terminar a massagem dela.

- O que foi? Senti uma mudança em tuas mãos! Isis falou tentando virar a cabeça para olhar em seus olhos, mas Severus, se dando por vencido, falou:

- Acho que terei que terminar tua massagem depois. Ver você com esse bumbum empinado e lindo, está me deixando maluco. Acho que usarei outra coisa para fazer massagem em você agora. Ele falou se deitando por cima dela, que ainda estava de bruços.

Isis riu do que ele falou, mas ficou mais alerta quando sentiu que ele deitava sobre ela, se apoiando nos braços, para não soltar seu peso sobre ela.

- Isis! Posso nessa posição? Pode ser mais intenso para você e não quero deixá-la desconfortável. Ele falou encostando seu membro na intimidade de Isis, fazendo com que ela gemesse desejosa.

- Pode! Ela falou suspirando e, quando ele entrou em seu corpo, seus suspiros se misturaram com gemidos e, ela tentou se mover junto com ele, colaborando, mas ele disse:

- Sinta, pequena! Apenas me sinta inteiro dentro de você, amando-a com o meu corpo, como já o faço com meu coração! Ele sussurrou em seu ouvido, fazendo com que Isis gemesse e suspirasse ainda mais.

Muitos minutos depois, Isis atingiu o ápice do prazer e sentiu que Severus também tinha chego ao seu ápice. Severus soltou um pouco mais o seu peso sobre ela até recuperar a respiração e então, rolou para o lado, puxando-a para junto de si.

- Desculpe! Não consegui resistir ao ver teu corpo lindo, totalmente entregue em minhas mãos. Ele falou beijando-a carinhosamente por mais algum tempo. Quando ambos precisaram de mais ar, Severus sorriu para ela, que falou:

- Nunca pensei que amaria tanto alguém dessa forma. Sempre amei meu irmão, mesmo sem o conhecer, amei minha madrinha, os pais que conheci e os que não conheci, Dumbledore, Kin, Dédalo, Moody, mas amar como amo você, achei que nunca seria capaz e, eu o amo, cada dia mais, a cada toque e cada beijo. Ela falou voltando a beijá-lo, quando notou que os olhos de Severus, brilhavam de lágrimas e incrédulos.

- Por mais que minha cabeça dura, meu lado racional, ache isso impossível, meu coração sabe que é verdade. Ele falou voltando a beijar o pescoço de Isis, descendo com os lábios para os seios, onde dedicou alguns minutos, provocando-os e fazendo com que Isis voltasse a gemer.

Depois desceu com os lábios pela barriga e pernas de Isis, depois falou:

- Vire novamente de bruços, pequena. Quero terminar de pagar minha aposta. Ele falou sorrindo e esperando que ela se virasse.

Colocando mais óleo nas mãos, deslizou-as pelas pernas de Isis, desfazendo com as mãos, todos os pontos de tensão que sentia, decorrente de muitos dias de treinos e do próprio jogo em si.

- Essa massagem está uma delícia. Não sei se conseguirei ficar acordada até o fim dela. Isis falou virando de frente, quando sentiu que Severus tinha terminado a parte de trás.

- Agora sim, será a maior provação para mim, vendo toda essa delícia que é você e ainda ter que terminar a massagem antes de fazer qualquer outra coisa a mais.

- Não precisa realmente terminar, sabe disso! Ela falou deslizando uma das mãos pelo rosto dele, ainda mais apaixonada.

- Eu quero terminar! Sou um homem que cumpre sua palavra. Ele falou colocando mais óleo nas mãos e começando agora pelo peito de Isis, contornando os seios delicadamente, ao mesmo tempo que usava a boca para massagear os bicos, fazendo com que Isis se contorcesse na cama.

- Se continuar assim, eu é que não conseguirei esperar até a massagem terminar. Isis falou corada, brincando com os cabeços dele, que percorriam seu corpo, conforme Severus descia mais para baixo com a massagem e os beijos.

- Massagearei as tuas pernas agora e depois, podemos mudar o tipo de massagem. Ele falou sorrindo malicioso.

Por mais alguns minutos, Severus massageou as pernas de Isis, notando como ela relaxava aos poucos e, pode notar também, que os olhos dela, estavam levemente tintos, denunciando o cansaço que começava a se abater sobre seu corpo.

Quando terminou a massagem, Severus voltou beijando seu corpo, até chegar a um dos seus locais preferidos no corpo de Isis e, afastando um pouco as pernas dela, passou a contornar seu “botãozinho” com a língua, enquanto colocava dois dedos dentro dela, procurando ir cada vez mais fundo, pois queria vê-la delirando de prazer, sendo estimulada duplamente.

Isis gemia e se contorcia na cama, sem saber se o segurava para o beijar, ou se segurava sua mão onde estava, para que ele continuasse. Severus sorria presunçoso e satisfeito, ao ver que Isis chegava a passar a língua nos lábios, totalmente entregue ao prazer, quando Severus intensificou as carícias de sua língua, fazendo com Isis, pela primeira vez, gritasse seu nome quando atingiu o orgasmo mais intenso que conseguia lembrar. Severus ainda continuou estimulando-a, não dando chance para que ela recuperasse a respiração e, mais rápido do que podia imaginar, outro orgasmo sacudiu o corpo de Isis, que agora estava totalmente mole na cama, com um sorriso deliciado no rosto.

- Sobrou alguma energia para mim? Severus perguntou com os joelhos encostados no bumbum de Isis, pronto para entrar em seu corpo, pois seu membro, estava implorando por isso.

- Para você, sempre tenho energia! Ela falou sorrindo encabulada e corada. Severus adorava isso, pois Isis, por mais tímida que fosse, estava começando a se soltar e demonstrar o tanto que o desejava, assim como ele a desejava.

Severus entrou lentamente no corpo de Isis, fazendo-a sentir cada mínimo espaço que seu membro conquistava e, quando estava todo dentro dela, esperou alguns segundos antes de começar a se mover e sentir as pernas dela o envolvendo, mantendo-o dentro o máximo de tempo possível.

Muitos minutos depois, ambos atingiram o orgasmo, mais uma vez, totalmente sincronizados e, agora exaustos. Severus saiu do corpo de Isis, conjurando uma toalha molhada, que usou para higienizar a intimidade de Isis, pois podia perceber que ela não tinha mais forças, nem mesmo para um banho rápido.

- Durma um pouco, princesa! Você está exausta e, ainda tem esse baile que Minerva inventou. Severus falou acariciando o rosto de Isis, beijando-a enquanto ela brincava com seus cabelos.

- O que você pediria se tivesse ganho a aposta? Ela perguntou curiosa, bocejando.

- Não vou contar. Ele falou sorrindo, aumentando a curiosidade dela.

- Por que não? Posso ser boazinha e resolver fazer o que me pedir. Ela propôs agora mais curiosa.

- Era uma coisa para você cumprir, que duraria um mês. Ele falou sorrindo malicioso para a expressão que ela tinha no rosto.

- O quê? Ela perguntou de novo e Severus fez que não com a cabeça, cobrindo-os com o grosso cobertor que tinha acabado de convocar do armário.

- Depois eu conto, ou amanhã. Durma um pouco agora! Você já está com olheiras nesses lindos olhos verdes.

- Ok! Depois eu cobrarei a resposta. Ela falou escondendo o nariz no pescoço dele, passando o braço por seu peito, deitada no braço dele, que estava com os lábios em sua testa e seus cabelos, distribuindo inúmeros beijos, até que ambos dormiram, abraçados.


Notas Finais


Gostaram desse? Mandem suas corujas com os comentários, pois acho que mais dois ou três capítulos e essa fic chegará ao fim. Talvez tenha uma segunda temporada, mas é algo que ainda estou pensando. Aproveitem e leiam o que acontece com Eliene e Carlinhos Weasley, lá no perfil de @Lilimazani.

“Malfeito feito”
“Nox”.


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