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História A Maldição. OUAT. OUTLAWQUEEN. - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente. Bem vindos a mais um capítulo. Queria pedir uma coisinha pra vocês. Ao usarem o espaço de comentários; por favor evitem só falar “volta logo, continua logo, posta logo, atualiza logo, etc”. Não é legal só receber cobrança pra atualizar mais rápido. Tenham em mente que eu não escrevo uma história só. Os capítulos vão sair sim, de acordo com o meu tempo livre. Apesar da quarentena, eu vou ter aulas via internet a partir de segunda, então, não estou com tempo livre direto. Vamos usar o espaço que temos aqui pra falar coisas boas pros autores, e dar apoio. Caso queiram conhecer, estou com diversas novidades nas minhas histórias. Boa leitura.

Capítulo 11 - Condutor


Condutor


  Regina continuava tomando a poção para tentar trazer suas memórias de volta. A noite, seu sono estava péssimo pois a poção estava separando o que era real do que era sonho, e toda manhã, ela passou a escrever tudo que se lembrava. Estava se lembrando de várias coisas que havia feito contra Snow. Se lembrou também de ter lançado a maldição, levando todos pra um lugar distante que não possuía magia. Ela também havia adotado um bebê, chamado Henry. Ela nomeou a criança por causa do pai dela. Se lembrou de como tivera uma relação péssima com a mãe do garoto que havia adotado, com medo de que a mulher, Emma, estivesse ali para tomar o filho dela. Outra coisa que também se lembrava era da frieza das pessoas com relação a ela. As pessoas tinham medo dela, mas então como Robin dizia que ela tinha amigos? Será que ele estaria mentindo para ela? Ela também tinha algumas lembranças com Robin e com o filho dele, Roland. 


  Ela realmente esperava que Robin não estivesse mentindo para ela. Ainda mais que agora, que ela havia dado livre acesso ao castelo para ele e para Roland. Também havia providenciado vários brinquedos para o garoto se distrair, já que não haviam outras crianças por ali. 


  Não acreditava que ele estava ali para machucá-la. Teve oportunidades pra isso. Ela o levou para fora do castelo, sem guardas. Ele poderia ter feito pelo menos uma tentativa, mesmo que não conseguisse. E ela sabia disso. E também sabia de uma coisa: se sentia diferente com Robin perto dela. Se sentia mais leve, como se pudesse enfrentar aquilo. Ela queria dar um jeito de conquistar a confiança dele a ponto de que ele lhe contasse tudo. Seja lá o que havia perdido, ela queria de volta. Ela precisava lembrar! 


  Uma dor de cabeça fortíssima chegou, e Regina precisou se apoiar em uma cadeira para não cair no chão. A rainha não conseguiu chamar por nenhum dos guardas antes de começar a perder a consciência. Regina não ouviu quando Robin entrou correndo, chamando por ela, junto com Henry. 


  

  Robin carregou Regina até o quarto dela. Ela tinha uma variedade enorme de poções, mas Robin não sabia para que serviam, não sabia o que havia acontecido com ela. Ele se virou para Henry Mills. 


  — Eu preciso de um cavalo. Talvez eu possa encontrar alguém que a ajude. 


  Henry Mills deu permissão para que Robin fosse. Ele deixou Roland aos cuidados de Henry. O garoto pegou um dos bichos de pelúcia e se deitou perto de Regina, como se achasse que poderia de alguma forma ajudar. Robin escolheu o cavalo mais rápido que achou, e partiu para o esconderijo onde as pessoas de Storybrooke aguardavam. 


  — Robin! Estávamos preocupados, o que houve? — Snow perguntou. 


  — Regina estava preparando algumas poções para tentar estimular a própria memória. Ela queria se lembrar, eu podia ver que queria! Ela teve um mal estar hoje; e acabou desmaiando. Não acorda por nada. É quase como se estivesse em uma maldição do sono. Eu tinha esperanças que algum de vocês tivesse alguma ideia de como ajudar. 


  — Eu vou. — Disse Zelena. — Já consegui curar minha irmã antes, quando éramos crianças. Posso tentar de novo agora. 


  — Eu vou também. — Disse Tinker. — Posso combinar minha magia com a sua, podemos ser mais eficientes dessa forma. 


  O trio partiu às pressas, deixando os outros no esconderijo.  Robin torcia para que nunca visse Astra na vida dele, pois nunca sentira tanta vontade de atirar uma flecha contra alguém. 


  Quando retornaram ao castelo, Robin levou Tinker e Zelena direto ao quarto onde Regina estava. Os soldados os escoltaram, mas em momento algum os pararam. 


  — Você estava falando sério quando disse que tinha livre acesso. — Zelena estava impressionada. O relacionamento deles e o sentimento era tão forte que até sem memória, Regina conseguia confiar em Robin. 


  Zelena empalideceu ao ver sua irmã. Regina estava com uma aparência exausta. Roland estava ao lado dela, claramente querendo ajudar, mas sem saber como. Tinker fez breves apresentações para Henry Mills, que explicou sobre as dores de cabeça de Regina. Ele também mostrou a poção que Regina andava preparando, e Zelena resolveu tentar um feitiço. 


  Com os olhos fechados, Zelena ficou ao lado de Regina, com a mão apoiada em sua testa. Ela queria saber pelo que Regina estava passando. Todos ficaram em silêncio, esperando que a magia de Zelena trouxesse respostas. Depois de minutos que pareceram séculos, Zelena se virou para todos. 


  — Robin deu as lembranças iniciais para Regina; e agora ela está correndo atrás do resto, tentando lutar contra a maldição de Astra. O que podemos fazer é: usando minha magia e a magia de Tinker, tentar colocar Robin dentro dos sonhos dela, compartilhando suas lembranças. Também posso ir inserindo outras lembranças, mas para isso, vou precisar das pessoas que estão escondidas. Qualquer um que possa trazer lembranças é útil agora. 


  Henry Mills apenas disse: 


  — Tragam quem for. Serão bem vindos. 


  Tinker usou sua magia para criar um portal, e o atravessou. Aos poucos, várias pessoas começaram a chegar: David e Snow, os anões, Granny, todos os que viviam em Storybrooke e queriam que Regina ficasse bem estavam ali, dispostos a compartilhar suas lembranças. 


  — E o que fazemos agora? — Perguntou Snow. 


  — Vamos precisar de um condutor. Alguém para levar as lembranças e guiar Regina, tentando ajudar. — Disse Zelena. — Se der certo, ela vai acordar lembrando de todos nós. Se der errado, vamos ter que fugir assim que ela abrir os olhos, pois ela voltará como a rainha má. 


  Todos se entreolharam, preocupados. Por fim, Robin disse: 


  — Eu serei o condutor. Vamos começar. 


  


 



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