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História A males que vem para o bem - Capítulo 9


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Notas do Autor


A última atualização 😁
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 9 - Capítulo 09


Sakura on…

- Meu Deus!... Que beijo! *Disse me jogando no sofá.

Acabava de chegar em casa e ainda sentia seus lábios nos meus, o calor de suas mãos em minha cintura, assim como seu perfume em meu nariz. Eu ainda sentia todo o efeito do beijo, estava com as pernas bambas, quente e meu coração acelerado.

Não que fosse meu primeiro beijo, mas que beijo em?! Sasuke tinha um beijo maravilhoso e uma pegada forte, dominadora, sente-me derreter em seus braços assim como me senti quente e desejosa, como a muito não sentia.

Ergui-me com certa preguiça, o dia tinha sido cansativo indo em direção ao meu quarto, joguei minha bolsa numa cadeira e caminhei já tirando a roupa em direção ao banheiro. Ao cheirar minha blusa senti seu perfume, ele era amadeirado e delicioso, fiquei um bom tempo com a peça próxima ao meu rosto parada na porta sentindo seu cheiro.

- Queria você aqui. *Disse e a joguei no cesto continuando a tirar o restante da roupa. - Sua burra! Devia ter o chamado para ir pro seu apartamento. *Me recriminei.

Só de lingerie caminhei até o balcão, comecei a tirar a maquiagem. Olhando bem perto, meus olhos tinham um brilho diferente e eu não sabia ao certo o que era, mas tinha haver com o moreno isso tinha, sorri boba. Terminei de tirar toda minha maquiagem e também o restante da roupa indo para o box, a água morna ia relaxando meu corpo por onde passava, soltei um suspiro de alívio.

Com a esponja ensaboei-me, senti ao passar pela minha cintura a sensação de suas mãos ali e suspirei, sua pegada forte era realmente forte que ficava a sensação, mas não queria ficar pensando nisso. De banho tomado vesti uma roupa leve composta de um short azul marinho e uma regata também azul marinho, passei hidratante e me enfiei debaixo das cobertas fechando pouco a pouco meus olhos me lembrando do beijo até dormir.

Sakura off.

--------- x -------

Sasuke on…

O andar de baixo estava escuro quando cheguei denunciando que todos estava no andar de cima talvez em seus quartos dormindo, caminhei até a cozinha para tomar água, estava com a boca seca e não sabia porque… Digo, sabia sim e sorri enquanto levava o copo cheio do líquido gelado a boca.

A boca da doutora era muito melhor do que havia imaginado, os lábios tão suculentos quanto aparentavam com um gosto doce e viciante. Enche mais um copo e guardei a garrafa na geladeira, me encostando na ilha de mármore branca lembrando-me do beijo, dos beijos.

- Queria ter ficado mais com você, doutora… Porque demorei tanto para te beijar? *Disse a mim mesmo bebendo a metade do líquido.

- Já em casa Sasuke? Pensei que fosse passar a noite fora. *Disse meu velho entrando na cozinha, me virei para encará-lo.

- Por falta de vontade não foi. *Disse bebendo o restante da água, depositei o copo na pia.

- E foi por causa de que? *Me questionou enquanto eu passava por ele para fora dela.

- Não quero assustá-la e afastá-la de mim… É melhor ir com calma, já fiz muito por hoje para quem só queria convidá-la para jantar comigo e com meu filho. *Respondi cruzando a porta da cozinha. - Boa noite pai! *Desejei me afastando. 

Subi as escadas com o olhar distante, com eles em seus lábios se movendo com os meus, nossas línguas se enroscando, minhas mãos em sua cintura enquanto as suas em meus cabelos… Passei a mão por eles debaixo para cima, sorri satisfeito. Ainda podia sentir seu perfume misturado ao meu, era fraco, mas eu sentia.

- É Sasuke… Você hoje conseguiu mais do que um jantar com a doutora. *Disse para mim mesmo. - Ainda sei fisgar alguém. *Completei convencido.

Ao passar pela porta do quarto do meu filho vi por debaixo da porta que a luz ainda estava acessa, estranhei, Sasuri dorme cedo porque ainda está acordado? Abri e entrei encontrando ele deitado assistindo.

- Em mocinho, não acha que já é tarde não?! *Disse me sentando na cama, ele também se sentou.

- Papa! Conseguiu falar com a tia Saky? Ela aceitou jantar com a gente? *Perguntou e eu sorri bagunçando seus cabelos.

- Então foi por isso que ainda não dormiu… Consegui sim falar com ela, vamos jantar com ela na casa dela na sexta. *Lhe respondi e um enorme sorriso se fez.

- Sério papa? *Perguntou e eu balancei a cabeça que sim. - Eba! Que legal! *Disse contente e eu sorri.

- Agora vamos dormir… Chega de TV por hoje que amanhã você tem escola. *Disse arrumando ele debaixo das cobertas.

- Tá certo papa. Ela é legal né papa? *Perguntou enquanto eu me erguia, parei o encarando.

- Sim, muito legal. *Respondi sorrindo contindo ao me lembrar dela.

- O senhor gosta dela também, né papa? *Perguntou e eu gelei parando no meio do quarto.

Estava tão evidente assim, refiz na cabeça todo o meu dia e sempre que pensava na rosada tentava disfarçar, não queria dar falsas impressões ao Sasuri, mas pelo visto ele também é bastante observador.

- Gosto sim, campeão. *Lhe respondi virando-me para ele que sorriu.

Desliguei o aparelho e coloquei o controle no móvel, ao voltar para perto dele Sasuri já dormia. Fiquei ali sentado na beirada da cama velando seu sono, toda aquela ansiedade para saber se ela jantaria conosco ou não e agora que sabe que sim dormia tranquilamente. E como ele tinha percebido meus olhares para ela? Será que não disfarcei direito? Bom se ele percebeu não tinha para que esconder não é mesmo, eu a queria e ela também me quer.

- É doutora… Do jeito que você conquistou meu filho, você também me conquistou. *Disse baixo me erguendo.

Saí de seu quarto fechando a porta e rumei para o meu, entrei e fui direto para o closet. Tirei a roupa que eu estava vestindo e coloquei uma calça de moletom verde musgo e voltei pro quarto me enfiando nas cobertas, ainda me lembrando do beijo fechei os olhos na tentativa de dormir.

~~~~~~~~~~~~~ • ~~~~~~~~~~~~

Na noite seguinte fiz a mesma coisa, fui para o hospital bem na hora que ela largava e a convidei para jantar comigo. Mas diferente da noite anterior, fui cumprimentado com um beijo muito melhor do que os outros. Suas mãos emaranharam em meus cabelos enquanto as minhas, uma espalmada no meio de sua costa e a outra em sua cintura… Nossos lábios se devorando com saudade e então ela gemeu quando nossas línguas se enroscaram.

- Não faz isso doutora… Não geme assim. *Pedi me afastando ofegante mantendo-me próximo a ela pelas nossas festas.

- Não pude conter… Seu beijo é tão bom. *Disse corada e eu sorri convencido.

- O seu também é… Delicioso! *Disse tomando novamente os lábios dela num novo beijo ardente e necessitado. - Vem, vamos jantar! *Chamei puxando-a novamente para a lanchonete.


Comemos novamente entre conversas e agora beijos, me sentei ao lado dela para ter mais acesso a mesmo. Nossos lábios mal se mantinham afastados, sempre unidos num selinho ou num beijo mais profundo.

- Se continuarmos assim nossa comida vai esfriar. *Brincou e eu sorri.

- Eu até pararia… Mas sua boca é mais gostosa que a comida. *Disse e as bochechas da doutora novamente ficaram coradas, sorri e tomei seus lábios num beijo ardente.

- Hmmm… Sa-suke! *Gemeu e novamente senti meu baixo ventre se animar.

- Oh rosada! Não geme, por Deus, não faz isso. *Pedi novamente sem me separar de seus lábios, recomeçando o beijo novamente que foi prontamente correspondido.

Nós nos separamos novamente ofegantes, eu adorava beijá-la pois sua boca se encaixava perfeitamente na minha e tinha um gosto delicioso. Demos um rápido selinho e ficamos conversando enquanto comemos, ela me contava sobre seu dia e eu falei como Sasuri ficou alegre por saber que iria jantar com ela, que sorriu.

Depois do jantar ainda ficamos conversando, digo, nos beijando. Eu tinha um vício melhor de todos, a boca dessa rosada e não queria tratamento só queria mais e mais dela. 

Fomos sair quando a lanchonete estava já fechando, dessa vez eu a acompanhei até sua casa e para minha sorte ou destino, Saky morava no mesmo condomínio que eu iria morar na rua atrás da minha casa.

- Olha, nunca acertei tanto na vizinhança como essa em?! Minha casa é atrás da sua. Sorte a minha! *Comentei enlaçando sua cintura, suas mãos pequenas subiram e se embrenharam em meus cabelos, me arrepiei.

- Então seremos vizinhos? *Indagou e eu sorri malicioso, roçando meus lábios nos seus.

- Mais do que isso doutora… Mais do que isso. *Lhe respondi tomando enfim eles num beijo ardente e necessitado.

Apertei com mais força sua cintura, colando seu corpo junto ao meu, a maciez contra a dureza dos meus músculos huum! Dessa vez quem gemeu foi eu e girei com ela colando suas costas na porta de seu carro, sem me separar de seus lábios.

- Quer entrar? *Perguntou com o olhar baixo, ofegante e tão desejosa que realmente pensei em entrar.

- Melhor não, doutora… Por Deus! *Roguei e novamente a beijei com fervor, apertando-a contra meu corpo.

Sakura acompanhava os movimentos rápidos dos meus lábios, que devoravam o dela com vontade, desejo e necessidade. 

Eu queria muito, como eu queria! Faz tanto tempo que não tenho ninguém e ela… Essa doutora, estava despertando em mim todos os desejos que adormeceram com o tempo em que estive casado com Karin. Não sei por quanto tempo vou aguentar me segurar, que Deus me ajudasse.

- Já está tarde… E você está cansada, precisa descansar. *Completei, na verdade, dizia isso para me convencer também.

- E você tem o Sasuri, não é bom passar a noite fora de casa. *Disse ela e eu assenti.

Sim, ela estava certa, Sasuri nunca dormiu uma noite longe de mim, nem eu saberia dizer onde passei a noite… Me consultando com a pediatra dele? Kkk não mesmo, não posso dizer isso. 

Saky estava com o olhar baixo, levei minha mão ao seu queixo fazendo-a erguer-lo e me encarar. Oh! Ela queria, ela queria que eu dormisse aqui com ela, seus olhos verdes brilhavam pedido, implorando que eu ficasse. 

- Eu quero muito ficar doutora, Deus sabe o quanto quero. 

- Então fique. Quero relaxar em seus braços Sasuke, quero… 

Ela parou desviando o olhar, ergui novamente seu rosto e ela me encarou. Estava corada, os olhos correndo dos meus… Ela me desejava assim como eu a desejava, mas não podia ir com tanta pressa assim, ou podia?

- Eu também quero… Quero relaxar cada músculo seu com ondas de prazer. Mas vamos com calma doutora, não vamos com tanta sede ao pote e eu já tenho um filho, não pretendo tão cedo ter outro. *Brinquei e ela sorriu, a beijei com paixão.

Dessa vez minha mão desceu pela lateral de seu corpo e subiu indo para trás, apertei sua nádega esquerda juntando nossos quadris "hmmm!" ela gemeu e eu desci meus beijos pelo pescoço, Sakura jogou a cabeça para trás me dando mais acesso. E eu fui até o vale entre seus seios, subindo novo de encontro aos lábios dela que estavam entreabertos por onde saíam manhosos gemidos.

- Ah doutora! Você me deixa louco… Não sei como ainda não perdi meu controle com você. *Disse próximos aos lábios vermelhos e inchados pelos beijos trocados.

- E porque está se controlando? *Instigou e eu sorri, ela estava mesmo querendo ver eu jogar meu autocontrole para longe.

- É melhor eu ir, doutora. Até amanhã, Saky? *Me despedi me afastando dela, que continuou encostada no carro.

Agora longe via o que fiz, a roupa levemente amarrotada, os lábios inchados e vermelhos, os olhos profundos e a respiração acelerada. Passei minhas mãos pelos cabelos, nervoso. Voltei a me aproximar dela e lhe dei um rápido selinho.

- Tchau Sasuke! Até amanhã. *Despediu-se de mim e eu sorri, lhe dei um último beijo me afastando.

Caminhei em direção ao meu carro com meu corpo gritando para que eu voltasse e entrasse com ela em sua casa e a fizesse minha na sala mesmo, mas me segurei, entrei no veículo apertando com força o volante a encarando. 

Dei a partida e sair dali antes que minha mente perdesse a batalha. Eu não tinha medo de ficar com ela, mas ainda, talvez não me sentisse pronto para isso. Era a primeira mulher que eu me envolvia após minha separação, foram três anos com a Karin e por mais que eu a desejasse.

Desejo, paixão são sentimentos completamente diferentes e frágeis, já amor não, ele é forte e duradouro. Só não queria machucá-la, Sakura não merecia ser usada e eu não gostava disso.

~~~~~~~~~~~~~ • ~~~~~~~~~~~

-Bom dia papa! O senhor dormiu em casa? *Questionou Sasuri assim que me sentei na mesa para tomar café.

- Bom dia! Dormir sim campeão, mas cheguei um pouco tarde por isso você não me viu. *Lhe respondi, já começando a tomar café.

Ainda sentia a sensação de beijá-la, me arrependia por não ter dormido com ela, mas sabia que era melhor ir com calma. 

Não quero assustá-la nem magoá-la, tomei meu café calado e alheio ao que acontecia ao meu redor. Estava tão distraído que minha mãe estava falando comigo e eu não a ouvi.

- Aí dona Mikoto! Porque o beliscão? *Indaguei massageando meu braço lhe olhando feio.

- Você não escutou uma grama do que lhe disse, num foi Sasuke? *Brigou ela e eu abaixei a cabeça.

- Bom… Vou indo. Vamos Sasuri, antes que você chegue atrasado na escola. *Falei fugindo do assunto.

Meu filho me acompanhou e fomos os dois pro carro, ele entrou colocando o cinto e eu também, o caminho todo ele não tirava os olhos de mim e eu tentava focar na estrada. Quando enfim chegamos na escola, tirei ele do carro e o acompanhei até o portão.

- Papa! *Me chamou e eu me ajoelhei para ficar na sua altura. - Não quero que o senhor fique sozinho. Não tenha medo de se envolver com alguém por causa de mim. *Disse do nada e eu fiquei espantado, me deu um beijo e entrou na escola.

Fiquei ajoelhado vendo ele caminhar pelo corredor, me ergui e caminhei pensativo até meu carro, entrei e dirigi até a empresa. 

Estava indo no automático, meu cérebro sabia para onde tinha que ir, estacionei numa vaga qualquer e subi até minha sala. Quando entrei fui direto ao aparador, enchi um copo com whisky e me escorei na janela.

- Meu Deus! Como Sasuri percebeu isso? Eu não deixei transparecer que tinha ou estava de olho em alguém. *Me questionei tomando um gole pequeno do líquido.

- Mas meu medo também é isso… Sei que Sasuri gosta da doutora, mas o que ele me diria em tê-la como uma futura madrasta? *Me perguntei.

Minha cabeça estava fervilhando e eu não sabia como fazê-la parar, tomei o restante da dose num gole só secando o copo. Caminhei até o aparador enchendo mais um copo.

- Bebendo logo cedo. O que houve para isso? *Perguntou Itachi invadindo meu escritório.

- Bom dia para você também, maninho! Só estou tentando esclarecer meus pensamentos. *Lhe respondi, não adiantava ser grosso, Itachi sempre foi folgado.

- Da última vez você acabou com um filho, quer mesmo beber? *Provocou e eu lhe lancei um olhar feio.

- Calado Itachi. Não enche! *Resmunguei e me sentei, ele se sentou na cadeira em frente a minha mesa 

- Vamos Sasuke, diz logo, o que está fazendo você beber logo cedo? *Perguntou e eu suspirei após tomar outro gole.

- A pediatra de Sasuri… Ela está me deixando louco… Louco de desejo, louco de tesão, louco de vontade de fazê-la minha. Mas tenho medo. *Lhe respondi, Itachi sempre foi uma das pessoas que sempre procurei quando estava com dúvidas.

- Medo de que? Pelo que sei Sasuri é louco por ela. *Me questionou olhando-me mais sério.

- E se isso for fogo de palha Itachi, se não durar. Não quero estragar o que Sasuri sente por ela nem o que ela sente por ele. *Lhe respondi e ele balançou a cabeça.

- Sasuke, eu lembro dela, lembro que você me ligou contando dela antes daquela festa desgraçada. Não acho que seja fogo de palha, tenho certeza que é fogo e esse não vai se apagar. *Disse e eu me encostei na cadeira.

Depois ele saiu e eu tentei trabalhar, só tentei mesmo, minha mente estava na rosada. Na hora do almoço saí e fui para o hospital, chegando lá pedi na recepção que chamasse ela e ela veio, linda… Não, belíssima!

Não me canso de admirá-la, vestindo um vestido preto batendo um dedo acima do joelho, justo e que marcava bem suas curvas. Fiquei quente e louco para jogá-la em alguma sala, erguer esse vestido e me enfiar entre suas pernas.

- Sasuke? O que faz aqui? *Perguntou tentando soar profissional, sorri.

- Vim lhe convidar para almoçar. Você pode? *Convidei, esperava que sim. 

- Posso sim, vou só pegar minha bolsa. *Disse se retirando.

Minutos depois voltou e saímos, mas quando entramos no elevador lhe prendi na parede fria de metal tomando seus lábios num beijo necessitado, me separei sorrindo cínico e ela ofegante. Saímos da caixa metálica como se nada tivesse acontecido, fomos de novo para a mesma lanchonete, nos sentamos e pedimos.

- Já estava com saudades de sua boca, doutora! *Disse roçando meus lábios no dela que se entreabriram procurando mais ar.

A beijei novamente, minha língua pediu passagem que prontamente foi concedida e eu vasculhei sua boca procurando por mais de seu gosto. A dela também fez o mesmo, me senti ótimo, não era só eu que estava com saudades, ela também estava.

- Já almoçando doutra Sakura? *Uma voz masculina atrapalhou nosso beijo, Sakura se afastou rapidamente de mim.

- Kabuto? *Questionou espantada e eu o olhei bravo, quem era ele para atrapalhar meu encontro com a minha rosada.

- Sou Uchiha Sasuke, você é? *Lhe perguntei me erguendo e estendendo a mão para ser educado, mas sabia que estava parecendo mais um dominador protegendo seu hábitat.

Continuação…


Notas Finais


Eita 😯 E agora em?
😘 E até o próximo capítulo


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