História A Mansão 2 - Grande Fã - Capítulo 38


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Mansão Montgomery, Detetives, Horror, Interativa, Investigação, Mansão, Medo, Mistério, Montgomery, Morte, Saga, Sequencia, Sequestro, Suspense, Terror, Tortura
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Palavras 3.359
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Como estão? A quase dois anos atrás comecei a primeira Mansão, e porem hoje, ela se finaliza (sqn) espero que estejam prontos, e que gostem.

Boa Leitura

Apreciem

Capítulo 38 - Epilogo I - Até o Fim


Fanfic / Fanfiction A Mansão 2 - Grande Fã - Capítulo 38 - Epilogo I - Até o Fim

Até o fim

 

Tudo começou quando ele a conheceu, talvez tenha sido amor à primeira vista, pode ser que naquele momento ele jurou ama-la, e jurou de pés juntos que a amava profundamente. Ele tinha um sorriso galanteador, e não podia resistir. Mal ela sabia de seus segredos, os que eles escondiam atrás dos belos dentes.

- Case-se comigo – Ele ajoelhou-se perante ela, um terno bonito bem cortado, em quanto ela usava seu vestido verde simples. – Daria a honra de ser minha esposa? – Ela abriu um sorriso bonito, e num instante que o beijava, o anel a brilhar no dedo anelar. Era num piscar e se via subindo ao altar, vestindo o vestido rendado branco bonito, fora de sua mãe. Ele jurou ama-la diante de todos, para sempre. E ela fizera o mesmo.

- Eu os declaro Sr. E Sra. Montgomery. – O cerimonialista falou. – Spencer Harris Montgomery e Audrey Deves Montgomery. – Uma lua de mel em Los Angeles, vendo as estrelas, sentindo-se uma. Depois foram para Sidney, onde a levou em um iate pequeno, seu próprio a uma ilha. Se amaram na praia.

Tirou suas vendas a mostrando a imensa mansão. Era linda grandiosa, incrível. Puxando sua mão com entusiasmos, a levando a cada um dos cômodos grandiosos.

- Que lugar é esse, Spencer? – Ela girou nos calcanhares, os olhos para o teto abobadado iluminado pelo lustre dourado.

- É nossa casa, se assim desejar, minha querida Audrey. – Ela se virou para ele com um sorriso iluminado no rosto.

- Spencer! – Disse espantada. – Isso é sério?

- Sim, basta dizer que o deseja, e assim farei. – Ele disse puxando para seus braços.

- Sim! – Disse ela os braços estendidos, jogando-os por cima dos ombros dele, ele a tirou do chão a girando. – Sim! – Ela repetia. Demorou pouco tempo até comparem os moveis e se preparar para a mudança. Quando conseguiram se mudar, continham um pequenino pacotinho nos braços, sua pequena Megan Victoria, enrolada numa coberta branca, onde rendado estava escrito seu nome em rosa, Audrey chacoalhava o bebe com cuidado, olhando a disposição dos moveis, uma vez por semana teriam uma equipe para manter a casa limpa, afinal sozinha jamais conseguiria.

Spencer ficava maior parte do tempo no escritório, em quanto como um fantasma, Audrey vagava pelos salões, vestindo seus vestidos caros que ninguém a veria usar. Muitas vezes o fazia com a pequena criança mamando em seus braços. Onde estava seu Spencer?

Megan ia crescendo, dando seus primeiros passos, com seus cabelos em ondas escuras, sua pele bronzeada, correndo pelos salões, gritando nos mesmos, rindo ao ouvir seu eco. Sua mãe ficava como louca atrás de si. Usando vestidos simples, os sapatinhos desgasto, os cabelos longos e geralmente embaraçados.

- Paguei você, Meg! – Disse beijando as bochechas rechonchudas da filha. – Não fuja mais assim, a casa é grande, se você se machucar, como a encontrarei rapidamente?

- Oh, céus! – Spencer surgiu sorrindo. – Megan, quase matou sua mãe de preocupação. – Abraçou as duas mulheres, beijando sua esposa com vivacidade. – Vamos a capital, - Disse pegando a filha nos braços, preciso resolver algumas coisas com o banco, aproveitamos e curtimos um pouco, compre algo para você, e para Meg. – Apertou-a em seus braços, fazendo-a rir deliciosamente. – Jantaremos em um bom restaurante, o que acha, minha querida?

- Seria adorável. – Foi a primeira vez, mas não a última, iam com regularidade, Spencer sempre lhe dando presentes caros, onde ele ganhava dinheiro? Ficava a maior parte do tempo em seu escritório, e depois ia a capital, dava lhe presentes... Megan começava a crescer e mostrava-se uma criança linda, sua mãe, desgasta e praticamente perdendo sua essência de beleza passou a levar a filha a concursos de miss, como as idas a capital ficaram recorrentes ela conseguia fazer comprar e inscrever a pequenina nas mesmas.

- O que são essas coisas? O que é isso, Ady? – Spencer mexeu nas sacolas.

- São para concursos de Miss, dos quais Meg participa. – Audrey respondeu.

- O que? Desde quando? – Spencer jogou as bugigangas na sacola de papel.

- Faz dois meses, ela é uma das finalistas. – Sorriu. – Spence? – Ela o fitou preocupado, ele parecia irritado.

- E como isso que gasta o dinheiro que lhe doou? Isso por um acaso lhe rendera algum dinheiro de volta, Andrey?

- Sim, se ela ganhar..., mas o dinheiro não importa, temos de sobra, Spence, é pela brincadeira, Megan quer ganhar o troféu, a cora, a fita... – Audrey falava sonhadora.

- Posso comprar tudo isso para ela, e ter dinheiro de sobra não significa que quero que gaste com coisas fúteis! – Spencer vociferou. – Semana que vem, ela começara a ter aulas presencias duas vezes por semana, ficaremos três dias por semana na capital, fui claro? – Audrey assentiu. Ele mudara?

Desde pequenina, Megan passou a aprender de tudo, sendo incentivada aos estudos precocemente. As brigas em casa pioravam, era por causa disso? Era por causa daquilo, a menina pequena começava a explorar o lado de fora da casa, em quanto dentro o caos ocorria.

- Acha que dinheiro dá em arvore! – Gritou ele para ela.

- Me diga da onde vem esse dinheiro então, Spencer! Han? Como o consegue!?

- Duvida de mim, acha que sou o que? – Gritou ele apertando-a, deixando uma marca em seu braço.

- Em solta! – Ela empurrou-o. – Eu cansei disso, Spencer, você nos trouxe para cá, como se tudo fosse às mil maravilhas, vive quase um ano isolada aqui, como se morasse sozinha e você passando dias e noite na droga do seu escritório! De repente estamos indo a capital, você se resolve com bancos adversos, me dá presentes caríssimos, e não posso gastar cinquenta dólares em bugigangas para nossa filha! Diga-me o que está acontecendo! – Ele não respondeu, saiu e voltou dois dias mais tarde, levou Audrey e Megan as aulas, e de repente sumira.

Audrey se viu desamparada, sem marido, sozinha, com papeis de divórcio já em parte assinados, onde a guarda de Megan era totalmente sua, apenas uma quantidade miserável de dinheiro para viver, para sua sorte ainda tinha joias que vendeu para mais dinheiro ter. Audrey nunca xingou um homem como o fizera naquele dia. Voltou para Nova York, num apartamento minúsculo, arranjou um emprego, e assim começou.

Audrey já tinha formação, e começou a trabalhar em uma fábrica de cosméticos, quando ocorreu problemas com finanças na empresa, comprou ações a preço de banana, e as viu crescer, ganhou dinheiro, e começou seu projeto pessoal.

Megan tinha sete anos agora, vivendo sua vida boa ao lado da mãe amada, sua mãe ganhava dinheiro, e de um instante para o outro lançara marca pessoal, muitíssima aprovada pelos gestores da empresa, um negócio foi fechado, Audrey Montgomery era sócia de uma das maiores marcas de cosméticos do EUA. Spencer dera as caras, porem se livrou dele, dando lhe quantidade exuberante de dinheiro para nunca voltar atrás de Meg.

Assim Audrey se tornou uma das mulheres mais ricas, sua filha tivera a melhor educação, viviam no luxo, era tudo perfeito até que Megan desaparecera aos dezoito anos, foram dias de horrores para Audrey, dizendo dar todo o dinheiro para ter sua menina de volta. Ela faria qualquer coisa, assim como qualquer mãe que ama sua criança.

Na mansão.... Tudo começou ao abrir os olhos e acordar no quarto bege, na cama macia, com o criado mudo logo ao lado, a maça, e o copo d’agua. Saindo de lá, até chegar a escadaria, onde tropeçou onde caiu, foi assim que começou para ela, de repente estavam na sala de jantar, ao lado da adega recheada, comendo a comida farta, tomando o vinho saboroso em abundância…Até fechar os olhos...

Para abri-los e se ver tocando o piano, onde pouco a pouco foi deixando de existir a cada nota, um pesadelo que a assombrou durante anos, depois que estava sã novamente, depois que todos estavam sendo cuidados após as alucinações.... Ela fez amigos, Steffany Okumurra era uma delas.

Dias, semanas, meses, passaram por muita coisa, dias sem comer, encontrar ratos, baratas e cobras em todos os lugares, abrir a torneira e sair liquido escarlate, seria sangue? Dias sem poder tomar um pouco de agua fresca, presos dentro da mansão, tentar fugir em vão.

Os novatos chegaram, e as coisa só pioraram, já haviam brigas recorrentes, chegaram Henry Schreave, Luna Scott, Axl Kiamotto, Kurt Ray Reynolds, Alison Picon... e a pequena Mel Lima…Fizera amizade com Alison, era um trio perfeito, Steff, Meg e Alison. Elas tentaram fugir, foi um longo percurso, andando sob o sol e as estrelas, até o portão dourado, quando estavam chegando veio o helicóptero.... Elas não conseguiam passar, os tiros começaram, Megan correu, e pulou.... Suas amigas não...

Na ilha passou alguns dias, garota esperta deu um jeito de fazer uma balsa e sair, boiando isolada na imensidão do oceano até finalmente ser resgatada por um navio.... Onde por um acaso encontrou Lúcifer Jones, amigo de Hugh Hope.

Hugh Hope, já tinha começado a investigar, falara com os pais de cada uma das possíveis vítimas, ele se comunicava com Montgomery via telefone, ele perdera muito para salvar esses jovens, sua irmã Sabrina Hope, sua noiva Jennifer Hill.... Quando encontrou a jovem Megan Montgomery, as coisas se iluminaram, e resolver o caso foi mais fácil.

Descobriam que Jennifer trabalhava com o sequestrador, igualmente como Lúcifer, corpos dos falecidos vinham, pouco a pouco, alguns apareciam vivos, e que cada vez mais ajudou com o caso. Montgomery foi descoberto, para o choque de Megan, sua filha, Hugh perdeu o caso para o FBI, mas tudo se resolveu, os ex-prisioneiros passaram por terapia, e em dois anos, estava tudo bem...

Eles superaram, cada um deles, seguindo com suas vidas, até a festa em que eles se encontrariam, onde comemorariam dois anos de liberdade, após um ano na mansão, fariam tributo e homenagens aos falecidos, Killian Lwant falou como sempre sobre Kurt, Miguel Swan ficou em silencio não podendo falar sobre Baekhyun Byun, Megan lamentou com Steff o fim trágico de Alison Picon, Kath, Dylan Noah, Nathalia Collins e Lucas Ferraro conversaram, Amarantha Wolf e Willian Willians falaram de suas viagens, Wesley W. Silva e Gregory Husvalley falavam sobre suas crianças adotadas, Celine Clark sorriu, Hayla Lawrence mandou lembranças não podendo ir, Era maravilhoso, até a saída.

Todos foram embora, Megan e Hugh eram os últimos a sair para fechar o salão, até foram parados na estrada, havia ocorrido uma tragédia.... Um tiroteio, eles foram mortos, todos, quase todos.... Um último recado de seu pai, Montgomery havia fugido com seus comparsas.

Steffany passou meses tendo de usar uma cadeira de rodas, Miguel tivera crises fortes de depressão, foi internado, Wesley ficou meses em coma no hospital, o pequeno James Noah ficou órfão, eles se afastaram depois disso, James ficou sobre custodia de Megan e Hugh. Eles não podiam ficar com Mel.

Anos difíceis, choros, tristeza, vontade de morrer, Hugh foi tão forte quanto Megan, em nenhum momento pensando em sair do seu lado. Sabrina nasceu, cresceu com Jim, depois tiveram Lauren, as coisas melhoravam aos poucos, Steffany foi para Sidney, perto de Hayla, Miguel e Wesley seguiam em frente lado-a-lado. Seis anos para superar completamente, até o Navio Wonsp.

Os Wonsp, família misteriosa, rica, dona de um frete de Navios de luxo, os melhores cruzeiros da Austrália e mundo. Um sorteio, uma pergunta a ser respondida, qual o sentido da vida, do universo e tudo mais? 42.

Vinte e dois sortudos, a bordo do melhor dos navios, um sonho... Megan, porém, sempre desconfiada, Wesley estava no navio, Steffany se casaria com Kenji Wonsp, e um membro da família estava doente.

Juan Wonsp, estava doente, porém, a semanas não dava as caras, que doença seria essa? Ele não comparecera nem a festa de noivado do filho, e quanto a Talones Wonsp, tão misterioso e aterrorizante. Houvera o acidente do Iate, onde alegavam ter sido obra de Montgomery, tirando assim o foco do sumiço de Juan. Pouco a pouco Megan descobriu tudo. Juan estava morto, a culpa cairá sobre amigos da família, os McAllison.

Até o dia do casamento de Kenji e Steffany – sua amiga nunca a perdoaria por isso...-, onde Megan acusou Talones de assassinato, o prendendo no casamento, vexame. Por uma única coincidência, o navio Wonsp sumira no pacifico. Uma boa distração. Descobriu que Juan Wonsp era Lúcifer Jones, foi rápido descobrir que Kenji era o falecido, não tão falecido, Baekhyun Byun, Rachel Wonsp era Jennifer Hill, e é claro, Talones Wonsp era ninguém menos do que Spencer Montgomery.

O caso foi se resolvendo, eles conseguiram pistas e pistas, descobriram o passado de Montgomery, descobriram por uma coincidência, o navio Wonsp parara na ilha Montgomery, e sim, eles estavam de volta a mansão. Resgataram-nos, prenderam e Spencer, e com isso, tudo foi abaixo, Steffany se afastou, Wesley voltou ao Brasil, Miguel e Bae se isolaram, Hugh a deixou.

Veio o divórcio, perdera a guarda das filhas, o emprego, se afastou da mãe, e só tinha ao pai na prisão. Visita-lo era ridículo. Até que Montgomery recebeu uma carta:

“Caro Sr. Spencer Harris Montgomery

 

Venho por meio desta carta, dizer que sou um/uma grande fã seu/sua, aprecio muito seu trabalho, e lamento muito pela sua prisão! E pretendo vinga-lo e honra-lo! Seguindo seus passos, recriarei a Mansão! Gravarei tudo! E você poderá ver aí dá onde está o meu tributo a você!

 

Respeitosamente,

Seu/Sua maior fã”

...

Quando o ciclo se acabou, Megan estava livre, perdera quase tudo, uma estória que começou com apenas amantes, apaixonados, terminou na morte de ambos, deixando para trás uma mulher, uma criança, uma filha, e uma mãe, Megan, sozinha sem seus pilares, marcada por traumas, medos, mental e fiscicamente. Eles fugiram de volta a mansão, as famílias haviam acabado, e isso desencadeou uma crise no país, que atingiu o resto do mundo. Louis Carter, seu irmão sumiu, não sabia o que aconteceu com seus amigos... Angelina Hartmann e Christian Jordan, com os sobreviventes da última mansão.... Os anos que se seguiram após a fuga para a ilha não foram os melhores. Tinham tudo na mansão, mas eram muitas memorias.

 

O vento balançava os cabelos da menina, seus sapatos rosados sujos de lama, o vestido amarrotado, ela ergueu os braços e jogou a bola, Lauren sorriu vendo que Jimin não conseguira pega-la.

- Ah! – Ela apontou. – Sou melhor que você, Jimin! – Disse, já tinha quase nove anos, seu único amigo era Jimin, de cinco anos. O menino fez uma careta descontente. Lauren se aproximou dele o abraçando, ele resmungou audivelmente. Correndo com a bola em mão.

- Crianças! – Morgana chamou, seus cabelos estavam curtos na altura do ombro, na tonalidade castanho claro natural do mesmo, usava um vestido azul até os joelhos, a fita vermelha presa na cabeça, ela sorriu vendo os pequenos brincando. – Venham comer! – Chamou-os novamente, Jimin jogou a bola no chão correndo para Morgana que o pegou nos braços sorrindo. Lauren veio ofegante, os cabelos emaranhados sobre a face envermelhada.

- O que é para comer, Tia Morgana? – Lauren disse jogando os sapatos de qualquer jeito adentrando a mansão.

- Comida, oras... – Morgana riu com Jimin. – Não corra dentro de casa, Larry, o que sua mãe falou. – A menina mostrou a língua sorrindo andando saltitando. Chegaram a cozinha.

- Mas que garoto preguiçoso! – Bae disse vendo o filho nos braços da outra mulher. – Não sabe andar rapazinho?

- Não! – O menino gesticulou já no chão. Bae beijou seus cabelos, colocando-o na cadeira. Veronica surgiu na cozinha, a menina era a cara de Jennifer Hill, e Megan a odiou por isso, mas também, se odiou também por odiar a menina. James agora em seus quinze anos, entrou na cozinha sorrindo ao sentir o cheiro da comida. Logo indo em direção a Veronica de dezesseis anos, eles viviam juntos.

- Steffany! – Kate entrou na sala de jantar, colocando a travessa de lasanha no centro da mesa. Jim estava com o garfo na mãe para roubar um pedaço, Kate deu tapinha em sua mão. – Não ouse, moço!

- Estou aqui! – Steffany colocou a panela de arroz na bancada. – Onde está June?

- John disse que ela estava se sentindo mal, logo, logo descerão. – Morgana respondeu. Não demorou muito e todos estavam a mesa, Miguel ao lado de Bae, Min ao lado de Morgana. June sorridente ao lado de John, Hugh estava ali ao lado de seus filhos. Só faltava Megan.

Megan sumia muitas vezes, caminhando pela praia sozinha, era importante para ela, se ela faltasse o almoço, ninguém falaria nada, comeriam e depois deixariam um pouco para ela. A comida foi maravilhosa, passar esse tempo a mesa com todos era maravilhoso. Após colocarem tudo a pia, lavar, secar e guardar, e Megan não voltar, Hugh se preocupou, chamou os filhos para uma caminhada, logo atrás vinha Bae e Morgana com Jimin.

...

O mar, as ondas batiam nas pedras, era bonito, o céu estava limpo, refrescante, calmo e pacifico. Num local afastado, bem longe da mansão, estava na beirada do penhasco, logo abaixo só rochas e o mar agitado. O vento soprou os seus cabelos e sentiu gelado em suas bochechas, as marcas de suas lagrimas ainda úmidas nas bochechas.

Se aproximou mais da beirada, olhando para baixo, sentindo o frio na barriga, quantas vezes não viera ali, e pensara em se jogar nesses últimos três anos? Ela simplesmente queira desistir muitas vezes. Estendeu os braços, deixando o vento bagunçar seus cabelos. Inclinou o corpo um pouquinho, quase caiu, o pé escorregando nas pedrinhas. A sensação era maravilhosa, simplesmente deixar-se cair, ser engolida pelas rochas logo abaixo, e ser varrida da existência pelas aguas do pacifico. Os olhos fechado apenas sentindo o vento, as lagrimas escorrendo sem autorização...

Ouviu ao fundo risadinhas, conversas.... Sabia que era Hugh e as crianças, acompanhados de Morgana e Bae, ela enxugou as lagrimas abrindo os olhos, hoje não.... Pensou, era sempre assim, pensava “hoje não” sempre que estava prestes a desistir, ela o queria tanto mas tinha suas filhas, e não queria deixa-las assim, seria traumatizante. Se virou para vê-las vindo em sua direção. Hugh sempre sabia onde encontrá-la.

Esboçou um sorriso acenando, Larry começou a correr, Megan se afastou da beirada correndo para a menina, se ajoelhou na grama alta, a menina jogou-se em seu colo, passando os braços sobre seus ombros, Megan a abraçou fortemente, beijando seu rostinho sorridente. Olhou para Sabrina que vinha vindo, como ela crescera, quatorze anos, perdera sua menina, tão madura agora, ela sorriu, tão bonita. James vinha junto, ah! Como ele crescera, as vezes olhava-o e via Dylan apenas, outras ele parecia-se com Katherine, e Veronica, como se parecia com Jennifer, os traços que lembravam Hugh haviam sumido...

Morgana acenou ao lado de Bae, eles estavam tão felizes longe de tudo, o pequenino Jimin alegre a correr sem saber do que havia lá fora. Viu não muito longe June, John, Steff, Kate, Miguel. Caminhando, Sabrina chegou perto de si, se levantou abraçando sua menina. Hugh se aproximou, as meninas se afastaram, por um momento era como se ali, apenas estivessem Hugh e Megan, parados no tempo. Para sempre eles, ele tocou seu rosto beijando-a.

- Como está, Meg? – Perguntou, Megan tocou sua face, ele havia envelhecido, a barba rala branca acinzentada, os cabelos bagunçados e a muito não aparados. As rugas ficando mais marcantes na pele agora bronzeada.

- Melhor agora... – Ela disse sorrindo, se virou em seus braços, ficando de frente para o mar, ele passou os braços em sua cintura, puxando para mais perto, beijando seu pescoço. Olhando o oceano por cima do ombro dela.

- Está na hora de voltar, eu acho, Meg... – Ele disse suavemente. – Você quer voltar?

- Hoje não... – Ela sorriu. – Talvez eu não queira voltar... – Disse por fim, Hugh assentiu, apertando-a levemente. Entrelaçando seus dedos sobre o abdômen dela.

- Talvez eu também não queria voltar... – Hugh disse, olhou para os outros não muito longe dali – Mas talvez teremos que deixá-los ir.... – Megan assentiu, eles continuaram ali, vendo o oceano, abraçados, parados no tempo, onde poderiam e gostariam de ficar até o fim.

 

 

 

Dedicado a Alan Richter

De Caleb Carter Hale & Megan Alexander Bella

Em memória a todas as vítimas da Mansão Montgomery.

 

Fim


Notas Finais


Bem, acabou, quero agradecer a todos que acompanharam a estória, seja ela desde a primeira mansão, ou aqueles que chegaram a pouco tempo, obrigado aqueles que fizeram os personagens, eles foram a alma da estória, e sem eles a mesma não seria possível! Foi muito legal escrever a Mansão, e saber que gostaram e leram, já que era para ter acabado no navio Wonsp, a estoria se estendeu novamente!
Até mais, canarinhos!

Sequência: Seita M --> https://spiritfanfics.com/historia/mansoes-a-seita-m--interativa-11012273 [VAGAS ABERTAS]

Antecedentes: A Mansão --> https://spiritfanfics.com/historia/5786518

O Navio Wonsp -- > https://spiritfanfics.com/historia/5860435


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