História A Mansão 2 - Grande Fã - Capítulo 39


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Mansão Montgomery, Detetives, Horror, Interativa, Investigação, Mansão, Medo, Mistério, Montgomery, Morte, Saga, Sequencia, Sequestro, Suspense, Terror, Tortura
Visualizações 48
Palavras 1.182
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, Canarinhos! Tentei sair da mansão, mas a mansão não sai de mim!
Usando uma ideia do Pumba, que era para ter sido usada nessa Mansão, vem ai a Seita M.

20 (VINTE) VAGAS ABERTAS (até 30 de novembro)

Capítulo 39 - Epilogo II - No Plural


Fanfic / Fanfiction A Mansão 2 - Grande Fã - Capítulo 39 - Epilogo II - No Plural


Três anos depois....

O sol ardia em sua cabeça, o mesmo se encontrava no meio do céu azulado, quente, abafado, nem mesmo um vento a refrescar, sentia-se fraca, o corpo doendo, as juntas a raspar em puro osso. Seus pés latejavam, ela queria gritar, deitar no chão, chorar, e por fim, para a dor acabar, morrer.

Sua visão era esfumada, e talvez via uma miragem, mas não estava no deserto.... Estava?  Não sabia ao certo onde estava, em que cidade, país, qualquer coisa, respirando o ar quente, sentindo-o queimar sua garganta a dias sem um gole d’agua. Continuou a andar cambaleando.

Era um posto de gasolina, sorriu, os lábios secos rachando com o movimento, um homem a fitou do posto, parecia preocupado, se aproximou da mesma às pressas, a pegando nos braços antes de tombar na sombra.

 

...

 

O avião pousou, suspirou, Megan Montgomery estava de volta, não podia acreditar, foram três anos, e desde então não tiveram nenhuma notícia do que ocorrera no mundo durante a crise. Segurando a mão de Lauren desceu do avião atrás de Hugh e as outras crianças. Hugh olhou-a por cima do ombro, lhe dirigindo um sorriso reconfortante.

De volta ao aeroporto para pegar suas bagagens, era hora de se despedir. Steffany Okumurra chamou Jim, ele se despediu de Veronica relutante, foi ao encontro da mãe adotiva chateado. Steffany bagunçou seus cabelos, o fazendo rir com feição zangada. Kate Oswald se aproximou de Megan, abraçando-a firmemente.

– Vai ficar tudo bem, Meg, acabou, ok, lembre-se acabou. – Disse ao seu ouvido, deu um beijo em sua bochecha, Megan sorriu agradecendo Kate. Steffany veio logo em seguida, abraçar-lhe com força também. Sua velha amiga. Para sempre consigo. Jim sorriu lhe, e mandou beijos, seu relacionamento nunca mudaria. Miguel Swan decidiu abraça-la também, e Megan comoveu-se. Ele enxugou suas lagrimas, beijando suas bochechas úmidas.

Baekhyun Byun agradeceu-a mais uma vez por tudo, Jimin agarrou-se a Lauren, implorando para não ir, Bae teve de controla-lo para não fazer escândalo em público. Oh Seung Min agradeceu pela ajuda, assim como Morgana, sua esposa. Por fim, não menos importante, John e June, eles tinham um relacionamento complicado, mas levavam como podiam.

– Se precisar, basta chamar, estamos aqui. – June Wing disse sorrindo. Ela deu um abraço em Hugh. John Mitchel abraçou Meg, e despediu-se de Hugh Hope com um aperto de mão. Hugh alcançou a mãe de Megan, puxando-a para seguirem seu caminho, cada qual ia para um lado, Veronica ia na frente olhando todas as novidades, Sabrina fazia o mesmo, Lauren olhava com atenção as pessoas a sua volta.

Eles não tinham nem mesmo uma casa para viver, iriam ficar na casa de sua falecida mãe, sua casa de infância. Era grande suficiente para comporta-los todos os cinco. Hugh alugou um carro, colocou tudo no porta malas, eram apenas roupas, o resto tinha na casa, e mais tarde iriam as compras, com as crianças no banco de trás, eles entraram, Megan no banco do motorista, ela precisava sentir a cidade novamente. Hugh assentiu, era ora de voltar.

 

A casa tinha cheiro de velho, pó, e coisas guardadas. O cheiro da madeira dos moveis empoeirados, faziam-na espirrar, tinham que limpar tudo. Tirando os lençóis dos sofás, cadeiras e camas, começaram a tirar o pó acumulado dos moveis, Megan e Veronica limpavam a cozinha, em quanto Hugh tirava o pó com Lauren, Sabrina trocava as camas. Assim que todos os moveis estavam limpos, arriaram as cortinas, abriram janelas, limparam vidros e aspiraram o chão. A luz já havia sido religada assim como a agua.

 Começaram a arrumar seus respectivos quartos, era noite agora, cansados e famintos, Hugh pediu duas pizzas, em quanto banhavam-se. Quando a pizza chegou, estavam todos a mesa, era estranho, sozinhos, sem todas as outras companhias que costumavam ter. Por fim, retiraram-se para suas camas. Megan deitou ao lado de Hugh, eles haviam alunado o divórcio antes de partir para a Mansão. E tudo voltara o de antes. Estavam bem agora. O ar livre, longe da cidade fizera bem a Hugh.

– O que faremos amanhã? – Perguntou Megan, arranjaria um trabalho? Faria compras? Sairia ver a cidade? O que faria? Dinheiro não precisava, comprar era necessário, e temia ver as mudanças causadas pela crise que ocasionou.

– Podemos ir ao centro... – Hugh disse, olhava o teto, tinha os mesmos pensamentos de Megan, estavam sem perspectiva. De volta ao mundo real era complicado. Ele se virou para sua esposa, pensativa. – Não importa o que faremos, Megan, vamos seguir nossas vidas, está tudo acabado agora. Matricularemos as crianças de volta à escola, você pode voltar a tocar no teatro, e .... Posso continuar minha aposentadoria, han? Jogar golfe. – Sorriu, Megan riu.

–Você jogar golfe? – Riu alto, colocando a mão na boca, as crianças estavam nos quartos ao lado a dormir. – Ok, faremos assim, então, Boa noite, Hugh.

– Boa Noite, amor. – As luzes foram apagadas.

 

Pela manhã, Megan saiu com as meninas as compras, em quanto Hugh foi matricular Veronica no ensino médio, Sabrina no final do fundamental, e Lauren na escola. Compraram roupas novas, comida, entre outros, Veronica queria revistas, saber de todos os “babados” e fofocas que rolaram na ausência. Megan evitou ver Tv, ler jornal, e até usar a internet. Lhe deixou surpresa ninguém lhe reconhecer, ou apontar-lhe o dedo, cochichar ao vê-la. Voltou para casa pela tarde para noite.

Hugh assistia um filme qualquer no DVD quando chegaram, colocaram as comprar no chão, Hugh levou as comidas para a cozinha, em quanto as meninas se divertiam com as roupas. Loucas para guardá-las e muito em breve usa-las. Megan foi até Hugh na cozinha, ele parecia distante.

– Hugh, algum problema? – Disse apreensiva.

– Angel, quer nos ver novo escritório, se possível. – Hugh disse se apoiando no balcão.

– Algo aconteceu?

– Não sei, não me arrisquei a ver Tv, ou usar internet.... De qualquer modo a tanto tempo não usufruímos destas tecnologias, me sinto deslocado, e temeroso. – Megan o abraçou.

– Devemos ir ver, Angel? – Perguntou, ele se virou para fita-la.

– O quanto antes terminamos isso, melhor. – Megan assentiu.

 

 Quando a segunda feira chegou, da semana seguinte, as aulas haviam voltado, e Megan e Hugh estavam disponíveis a ir no novo escritório de Angel. A mesma ficara responsável pela agencia de investigação, e durante a crise, teve que mudar de prédio, para um menos, acabou num prédio histórico, adorável e pequeno, chegaram lá, e Megan sentia-se ansiosa. Hugh apertou sua mão.

 

Foram recebidos de braços abertos por Angelina Hartmann, seu escritório era lindo, decorado e rosado. Tinha uma linda aliança dourada no dedo anelar da mão esquerda.

– Desculpe-nos pelo casario...  – Megan disse, Angel deu de ombros, sorrindo de modo gentil, habitual seu.  

– Tudo bem, foi no cartório. – Sorriu gentilmente. – Vocês voltaram no momento certo. – Falou sentando-se em sua cadeira giratória atrás da escrivaninha.

– Por que? – Perguntou Megan já temendo a resposta. Tinha mal pressentimento.

– É melhor que se sentem, - Angel falou acenando para as cadeiras almofadadas, o casal sentou-se.

– Oh, diga-me que não é uma Mansão novamente! – Megan lamentou, já sentia o corpo tremer de precipitação.

– Pelo contrário. – Angel falou juntando as mãos sobre a escrivaninha. Megan relaxou por instantes. – São Mansões. No plural.


Notas Finais




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