História A Marca Negra - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Barão Sangrento, Cassandra Trelawney, Harry Potter, Hermione Granger, Kingsley Shacklebolt, Personagens Originais, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Severo Snape, Wilhelmina Grubbly-Plank
Tags Amizade, Aventura, Fantasia, Harry Potter, Hogwarts, Magia, Maldição, Mistério, Mundo Bruxo, Romance, Suspense
Visualizações 125
Palavras 1.342
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Novos personagens aparecem... A história irá se resumir nesses. e os que foram apresentados no primeiro.
Estou seguindo a risca tudo o que está acontecendo em Hogwarts na atualidade... Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 2 - A Plataforma 9 3/4


Fanfic / Fanfiction A Marca Negra - Capítulo 2 - A Plataforma 9 3/4

 

 

-CAPÍTULO DOIS-

A Plataforma 9³/4

Mary Chris Lane corria pela estação de King’s Cross como se fosse perder o trem.

O que de fato, era verdade.

Segundo o relógio de sua mãe, eram exatamente cinco para as onze, e o primeiro ano de magia de Chris, começaria atrasado.

“CHRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIS! CUIDADO, VOCÊ VAI BATER EM ALGUÉM!” Sua mãe gritava enquanto corria acompanhando a filha pela estação.

Ela mal acabara de falar a última palavra, quando a gaiola com o gato preto (sim, uma gaiola), e o malão com os livros e as vestes de Hogwarts foram aos ares, junto com a própria garota.

Todos na estação pararam para observar.

Chris levantou-se ainda cambaleando, tentando recobrar o que havia acontecido. Não demorou muito até perceber que havia batido na lateral de um outro carrinho de Hogwarts, o de uma garota ruiva que observava tudo perplexa.

“Ah meu Deus! Desculpa, eu sou muito...” começou Chris a dizer quando a garota a interrompeu.

“Não foi nada, só me ajude a apanhar as coisas.” Ela se agachou e começou a apanhar as coisas dela que haviam se espalhado sobre o piso da estação.

Ela vestia uma combinação estranha de roupas, sua blusa era provavelmente um vestido que havia ficado pequeno demais, embora estes cobrissem o punho da garota e uma saia rodada desbotada, ambos cinza.

“Desculpe-me... eu sou muito desastrada... eu não...” Tentava Chris dizer, enquanto apanhava o malão com as roupas e a gaiola do gato que olhava feio para ela. Sua mãe havia chegado.

“Eu avisei! Eu falei pra você parar! Você não me ouve!” Ralhou sua mãe. “Me desculpa querida, ela não tem noção de espaço, como é o seu nome mesmo?” Perguntou a garota.

A garota não respondeu de imediato, olhou para a mulher e sussurrou quase inaudível:

“Sophie, Sophie Smith!”

Sophie fechou o malão depois que recolocou as roupas, a mulher ajudou a garota a colocá-lo de volta no carrinho.

“Ainda vamos chegar atrasadas, ande logo Chris! Faltam exatos três minutos!”

“Três minutos?” Indagou Sophie.

“Sim!” A mulher respondeu olhando para um relógio de pulso.

“Vocês estão procurando a Plataforma 93/4,, certo?”

“Sim querida!” A mulher formou um sorriso no rosto.

“É que ainda são 10h35min!” Sophie falou apontando para o relógio digital que ficava no teto da estação.

 “Ah! É... Obrigada!” A mulher falou sem graça.

“Os trouxas e essas invenções... não é mãe?” Chris lançou um olhar de raiva para a mãe, mas a mulher não deu atenção.

“De nada... Você poderia me mostrar onde é a plataforma? Eu procurei, mas parece que não é nenhuma dessas. Desculpe, sou.… sabe. Novata nisso.”

“Claro! É seu primeiro ano em Hogwarts, não é? É o primeiro ano da Chris também! Acompanhe-me, por favor!” Sem correria, desta vez, mãe e filha caminharam calmamente por entre a multidão.

Ambas as garotas só pararam quando chegaram na plataforma nove, onde um grupo de pessoas embarcava num trem.

“Você só tem que atravessar aquela coluna!” Falou apontando para a coluna que indicava o início da plataforma dez, e o fim da plataforma nove.

Sophie olhou para a parede confusa. Como assim, ‘atravessar’?

“Mãe, eu posso ir primeiro, você já me explicou várias vezes como é.” Chris falou já preparando o carrinho. “Talvez seja melhor para ela!” terminou, olhando para Sophie. Ela suspirou um ‘Obrigado!’.

“Só não se esqueça de sair da passagem logo quando passar, não queremos um novo atropelo!” Lembrou sua mãe.

A menina lançou um olhar severo para a mãe, posicionou o carrinho bem na frente da coluna, respirou fundo. Sua mãe mandou esperar, e no momento certo falou um “vai!” Baixinho.

Chris acelerou até a coluna, um passo de cada vez, cada vez mais perto. Sophie esperava por um choque, mas não foi isso que aconteceu. E num piscar de olhos, Chris simplesmente desapareceu.

“Ei!? Como assim? Ela…”

“Magia querida, magia!” Falou calmamente a mulher. “Você acha que consegue?”

Sophie olhou para a coluna, sentiu temor, de certa forma. E se colidisse contra aquela parede?

“Talvez, acho que sim!” Respondeu a garota meio insegura.

“Tenha calma, espere o meu sinal!”

A menina respirou fundo e acelerou os passos para a parede, quando sentiu os braços da mulher lhe envolverem, também segurando o carrinho e juntas atravessaram a passagem.

O coração de Sophie acelerou, ela estava bastante nervosa quando começou a rir, olhou para a senhora que sorria meigamente para a menina.

“Muito obrigada!” Sussurrou.

Chris esperava com um sorriso no rosto, mas não era demais.

Sophie encheu seu peito de felicidade quando avistou a locomotiva vermelha, assim como o Sr. Longbotton havia lhe falado.

Ela empurrou o carrinho para frente. Havia vários adultos junto com seus filhos e filhas, falando sobre coisas que ela nunca ouvira falar. Um deles ela ouviu falar sobre Quadribol e outro sobre Grifinória e Sonserina. Fosse lá o que isso fosse, ela queria aprender.

Passou por uma menina de óculos que falava com um senhor de meia idade, eles pareciam estrangeiros, tinham sotaque diferente. Passou por uma criança com um sapo, viu várias corujas dentro de gaiolas, assim como gatos de todas as cores, Sophie não levava nenhum animal de estimação, mesmo que fosse permitido. Um bando de meninos vestidos com roupas vermelho e dourado entrarem no tem, todos com vassouras na mão.

Ela olhou para trás, observou Chris conversando com sua mãe. Voltou então sua atenção para sua frente, onde caminhava maravilhada com tudo o que estava vendo.

Era a primeira vez que ela conhecia o significado de felicidade.

Na primeira porta, ela resolveu entrar. Tentou colocar o carinho para dentro, porém ele não entrava, tentou mais de uma vez, e por várias outras vezes, mas não conseguiu. Então se perguntou como iria colocar as malas para dentro do trem. Pensou em pedir ajuda, mas não teria a mesma coragem que tivera a pouco tempo com a mãe de Chris. Ela insistiu em colocar o carrinho para dentro do trem novamente, sem perceber que aos poucos atraia a atenção de algumas pessoas da plataforma.

Ela sentiu alguém cutucar as costas dela, o que a assustou, quando olhou para trás, uma garota de olhos levemente puxados, e um sorriso contagiante olhava para ela e para o carrinho. Falou:

“Quer ajuda?”

“Ah... Sim, obrigado!”

“Não é o carrinho que você coloca no trem, só as malas.” Ela falou sorrindo ainda mais.

“Ah! Obrigado!” Sophie sentiu suas bochechas corarem. “Eu... não sabia...!”

“Tudo bem, vou chamar o meu irmão, ele pode te ajudar!”

A menina entrou no meio de um aglomerado de adolescentes que Sophie ainda não percebera que estava ali, e de lá, trouxe um garoto pelo braço. Ele era alto tinha os olhos levemente puxados, mas não como os da menina.

“Gus! Ajuda ela a colocar a mala para dentro do trem!”

Ele pegou a mala e colocou na parte de dentro. Sophie agradeceu e ele voltou para a turma.

“Prazer, Julie Silver... Você?”

“Ah! É... Sophie Smith.”

A menina franziu a testa.

“Nome bonito! Porém muito formal… Tem Segundo nome?”

“Obrigada! Tenho sim, mas não gosto dele.”

“E como é?”

“Indiana, por favor, não ri!”

A garota não riu.

“Tudo bem! Vou te chamar de Indy, acho que ficou legal. Espero que possamos ficar na mesma casa Indy! Estou ansiosa, e você?”

“Um pouco!”.

Casa?

Chris que encerrara a conversa com a mãe já colocava a mala para dentro, ela estava em outra porta. Um homem anunciou que o trem iria partir, e todos começaram a se despedir. A fumaça invadiu a a plataforma.

Julie continuou de frente a ela sorrindo.

“Temos que entrar! Vamos!” Falou apressada.

“Você não vai se despedir... da sua família...?”

“Já falei com a minha mãe e com meu irmãozinho, temos que ir agora. Já guardei uma cabine para mim... Se você quiser, claro, pode ficar lá.”

“Ah... Claro!”

Isso era o início de uma amizade, e isso era inédito para Sophie, ou Indy.

No orfanato onde cresceu, não tinha amigas nem amigos. Crescera sozinha praticamente, mas dessa vez, pela primeira vez...

Ela iria descobrir o significado de mais uma palavra.

Amizade...


Notas Finais


Espero que tenham gostado... Desde já, agradeço!


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