História A marcada de Sasuke Uchiha - Capítulo 9


Escrita por:

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno
Tags Naruto, Sasusaku
Visualizações 630
Palavras 1.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem, anjos.

Capítulo 9 - Sétimo


-Não vai ficar para o jantar? – perguntou a rosada.

-Não. Se eu não for jantar em casa to ferrado. – diz o moreno, já parado em frente a porta.

-Certo. Até amanhã então. – abriu a porta devagar e saiu junto ao moreno.

-Até. – disse e seguiu pela trilha de pedrinhas que havia em frente há casa.

Se sentiu estranha vendo Sasuke de costas para si, se afastando. Nunca havia se sentindo assim com alguém. Sasuke tinha uma presença marcante e, quando ia embora ficava uma sensação incomoda de vazio. O cheiro dele estava espalhado pela casa, principalmente em seu quarto, aonde queria se trancar e só sair de manhã cedo. Será que ele iria para aula amanhã? E se não fosse? E se a ignorasse como sempre?

Eram tantas perguntas que ficava zonza.

.

.

Ainda naquela noite, teve o mesmo pesadelo estranho com o lobo negro a perseguindo pela floresta. Ele era grande, muito grande. Seus olhos vermelhos sangue a olhavam como se fossem a devorar. E provavelmente era isso o que ele queria. A devorar.

Acordou com o barulho alto do despertador preenchendo o quarto. Se arrumou rapidamente e desceu para tomar café, encontrando a mãe na cozinha.

-Bom dia. – disse e a mais velha a olhou de cima abaixo.

-Dormiu bem? – perguntou curiosa, pondo as panquecas na mesa.

-Não muito. – ponho uma panqueca em meu prato e começo a tomar o café.

-E aquele garoto? Vocês tem alguma coisa? – perguntou de supetão, fazendo com que a rosada se engasgasse com a panqueca.

-O Sasuke? Nós não temos nada. Somos apenas colegas. – responde rapidamente desviando o olhar.

-Eu vi o jeito que ele te olha, Sakura. – Que? Como assim?

-O que? – pergunta de testa franzida.

-É como se ele fosse se jogar na frente de um trem por você. Tem uma brilho nele, uma coisa diferente, só não sei se é algo bom, ou ruim. – dizia distraidamente.

-Mãe? – chamou. – Você fez o café com agua ou com Tequila? – pegou o café das mãos da mais velha e começou a cheirar o liquido preto.

-Deixa de ser boba, Sakura. – saiu de seus devaneios e pegou seu café.

-O que quis dizer com aquilo? – perguntou tentando retomar o assunto, mas sem muito sucesso.

-Nada. Anda ou vai se atrasar para a aula.

&

-Bom dia testa. – olho para o lado e vejo Ino.

-testa? – pergunto com sobrancelha arqueada.

-É. Testa. Seu novo apelido. – deu de ombros e enlaçou nossos braços me puxando para nossa primeira aula.

-Tudo bem, porca. – sorriu travessa e seguro a risada ao ver sua cara.

-Nojenta. – se senta ao meu lado e pega seu caderno.

-Não temos Sociologia juntas. – digo confunça.

-Agora temos. Troquei meu horário, agora temos todas as aulas juntas. Não é demais? – disse empolgada, com um sorriso enorme no rosto.

-Claro. – forço um sorriso. Agora vou ter que aguenta ela falando sem parar, não sei como ela não desmaia pela falta de oxigênio.

-Você não vai acreditar no que eu vi ontem. – disse tentando fazer mistério, mas sem sucesso algum no processo.

-O que? – pergunto sem interesse.

-Adivinha, merda. – bufou.

-Eu não leio pensamentos, porca.

-Ai, Sakura. Você é muito chata. – disse fazendo bico.

-Fala logo. – Digo vendo o professor entrar na sala.

-Eu vi o Sasuke ontem. – disse como se fosse a notícia do século.

-E? isso até eu vi. – digo e ela revira os olhos voltando a fala.

-Mas ele tava entrando na floresta e.....como assim até você viu? – pergunta se tocando do que eu havia dito.

-Ele foi lá em casa ontem. – digo e aquele bendito sorriso malicioso surgiu em seus lábios.

-Foi é? – pra que que eu fui abri a boca.

-Não é nada disso. – digo rapidamente. – Ele foi faze o trabalho de história.

-E não rolo nada? –pergunta e apenas nego com a cabeça. – nem um selinho? Nem uma olhada? Uma mão boba? Nada? – pergunta abismada.

-Nada. – confirmo.

-Ai meus Deus, Sakura. Quando um Deus grego daquele bate à porta, você se joga em cima sem pensar duas vezes. – fala como se fosse a coisa mais normal do mundo.

-Você é muito piranha, Ino. – digo balançando a cabeça levemente de um lado para o outro.

-Sou mesmo— dá de ombros.

-Senhoritas. Sobre o que tanto cochicham? – o professor as olhava repreendedor – Se importam em compartilhar?   

-Claro que não. – Ino responde, chamando toda a atenção para ela.

-E sobre o que conversam, então? – pergunta a desafiando. Ah rapa, não faz isso não.

-Sexo. – diz fazendo com que o professor corasse e ficasse claramente constrangido. – Qual é? Vai dizer que nunca fez isso também?

&

-Você precisa segurar essa língua—digo lendo o papel que Ino trousse da diretoria.

-Eu não preciso segurar a língua. Essa gente é que precisa parar de tratar sexo como um tabu. – Disse mordendo sua maça.

Estávamos no intervalo, no gramado que ficava atrás do colégio, havia mesas espalhadas em uma área coberta e uma espécie de jardim no restante. Estávamos sentadas em baixo de uma cerejeira.

-Olha quem chegou. – nem precisei olhar para saber de quem ela falava.

Uma onda me invadiu e quase me fez perder o ar. Ele causava sensações estranhas em mim sem nem mesmo olha-lo, e mesmo estando de costas sabia que ele me olhava, eu conseguia sentir seu olhar queimar minha nuca.

-Sakura, não olha agora. Mas ele tá vindo pra cá. – viro minha cabeça com tudo para trás, quase destroncando o pescoço. – Eu disse pra não olhar filha do demônio. – me deu um tampa na cabeça me fazendo olhar para ela.

-Ai Ino. – massageio o local da pancada. – Por que ele tá vindo pra cá?

-E eu vou sabe. – Ela olha para cima e o sinto parado atrás de mim. – Olá! Podemos ajudar em alguma coisa? – pergunta fazendo a cara de Ino na caruda. (Cara de Ino: cara de tarada)

-Claro—ouso sua voz rouca e logo um arrepio se faz presente. – Pode me ajudar saindo daqui, loira. – gente que grosso.

-Gentileza mandou lembranças, cavalo. – diz fazendo careta para Sasuke. – Depois a gente se fala, Saky. – diz para mim e logo levanta, voltando para dentro do colégio.

Ino era um amor de pessoa, tentava fazer amizade com todo mundo e falava até estar no ponto de desmaiar. Mas se tentasse ir com grosseria para cima dela, ela devolvia 10X pior.

-Não precisava falar assim com ela—digo ficando de frente para ele. – O que você quer?

-Ela fala demais, deixa qualquer um zonzo. – nisso eu tenho que concordar. – Você trousse o trabalho? – pergunta.

-Tá no meu armário. – digo. – Era só isso? – pergunta pondo minha mochila no ombro.

-Não. – diz e o olho com mais cuidado. Sua mandíbula estava levemente travada e seus lábios franzidos. – Quer dar uma volta depois? – Oi?

-O que? – pergunto confusa.

-Quer dar uma volta depois da aula? – pergunta novamente.

-Pra onde?

-Surpresa. – diz dando aquele sorriso de canto.

-Não sei, não. – digo me sentindo desconfortável com seu olhar.

-Com medo? – pergunta desafiador.

-Não. – digo por fim, decidindo ir. Que mal teria isso? Estaria apenas dando uma volta, com um colega.

-Ótimo. Me espera no portão. 


Notas Finais


O que será que vai dar essa voltinha, hein? Será que é agora que a nossa amada rosada, vai descobrir sobre o mundo do nosso moreno?
Só lendo o próximo para saber. kkkk
Espero que tenham gostado.


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