História À Margem Da Lei [Vhope, Jikook, Namjin] - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Policial, Rap Monster, Suga, Taeseok, Vhope
Visualizações 514
Palavras 960
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiiiiiiiiiiiiii
gente agora que eu to contabilizando, essa fanfic tem história pra 100 capítulos, OMG
boa leitura 💙

Capítulo 13 - Pazes


Fanfic / Fanfiction À Margem Da Lei [Vhope, Jikook, Namjin] - Capítulo 13 - Pazes

[Pov Jungkook]

Volto para a delegacia, entro em minha sala, me sento em frente ao computador e começo a digitar algo sem importância. Tomo um gole de água, coloco a garrafa do meu lado esquerdo e volto a digitar. A conversa com Jimin me deixou extremamente atordoado, eu nunca havia me aberto assim com ninguém. É como se essa conversa tivesse sido o gatilho para disparar de uma vez só tudo o que eu tentei por anos comprimir dentro de mim. 

Bom, pelo menos agora eu tenho um amigo para me ajudar a superar tudo isso, certo?

Talvez.

De repente, como um lampejo, seu nome vem em minha mente.

Taehyung, como pude? 

Preciso me desculpar com ele.

Peço a Park Yerin chamá-lo, e ela imediatamente o traz até minha sala.

O Kim entra, então tenho a visão de um Taehyung extremamente furioso, capaz de me estrangular ate a morte e comer meu fígado.

Eu: oi, Taehyung —me levanto.

Taehyung: o que você quer? não acha que já me destruiu o bastante? —me olha com uma raiva indescritível.

Eu: não, Kim, eu...

Taehyung: ah, já sei! quer que eu faça uma sessão de tortura com Hoseok, ou algo do tipo, não é? Isso é bem a sua cara, já que você parece sentir prazer em desgraçar a vida alheia. Olha aqui, Jeon —aponta pra mim— não é só porque sua vida não deu certo que você precisa tornar a vida de tornar a vida de todo mundo aqui um inferno! —se altera— eu odeio você, Jeon! —chora de raiva, as veias do seu pescoço pulando, o rosto vermelho.

Ele pega a garrafa de água e a arremessa em minha direção.

Eu: já chega! —grito e vou pra cima dele, o prensando na parede— agora é você quem vai me ouvir —o aperto mais, o deixando quase sem ar— você não tem ideia de tudo o que eu passei nesses últimos anos —derramo uma lágrima— eu sofri demais. Eu era uma pessoa muito feliz, sempre pra cima, gentil. Mas depois do que aconteceu, eu me tornei um monstro. E sim, eu sentia prazer em ver os outros sofrerem. Eu pensava que se eu fizesse as pessoas infelizes, eu estaria dividindo meu sofrimento. Mas aí eu vi que... isso só aumentava minha dor. Eu só te chamei pra... pra te pedir perdão, Taehyung. Eu agi muito mal com você, eu juro, se eu pudesse, eu libertaria Hoseok agora mesmo, só pra poder te ver sorrir —ele enxuga uma lágrima minha— eu te amo muito, Tae. Juro, você é como um irmão pra mim, mesmo que não pareça. Me perdoa?

Num ato inesperado, ele une nossos lábios num selinho rápido e depois me abraça.

Taehyung: tá tudo bem, Kookie. Eu te perdoo. Ninguém mais do que eu sabe como o mundo afeta as pessoas. 

Ele me solta de seu abraço.

Taehyung: e quanto a Hoseok, por favor, me deixe vê-lo —diz com um olhar quase que suplicante.

Eu: quantas vezes quiser, Tae —sorrio triste.

Taehyung: obrigada, Jeon —sorri— eu não te odeio nem um pouquinho, tá?

Eu: obrigada —sorrio.

Taehyung me abraça mais uma vez antes de sair. 

Me sento de novo em frente ao computador, agora determinado a salvar Hoseok.


[Pov Yoongi]

Nari: Oppa, me ajuda aqui!

Eu: o que aconteceu?

Nari: a torneira estourou! vem logo, Yoongi, se não o que vai estourar são seus miolos, porque eu vou te matar!

Eu: Crendeuspai, já tô indo meu amor.

Entro na cozinha e ela está toda encharcada. Rio.

Nari: arruma logo isso —pega uma faca.

Eu: ta, ta bom.

Meia hora depois, com uma faca apontada para o meu pescoço, termino de consertar a torneira.

Nari: obrigada, Suguinha —pula no meu colo e beija minha bochecha, logo depois a boca.

A coloco sentada no balcão da cozinha, sem me soltar do beijo. Meu amiguinho aqui debaixo resolve acordar. Tomara que ela não perceba.

Terminamos o beijo por falta de ar.

Nari: você precisa aprender a controlar o Yoongizinho aí —diz e eu coro mais rápido que o Usain Bolt disputando a prova dos cem metros— agora eu preciso tomar um banho, estou toda encharcada —se levanta, me dá um selinho e vai em direção ao banheiro.

Eu: E eu, como fico nessa história?

Nari: dá seu jeito —tranca a porta do banheiro e liga o chuveiro.

Droga, e agora? 

Eu: Pensa em coisas broxantes, Yoongi. Pensa na sua avó dançando funk. Olha, deu certo!

Tomo um copo de água e me encosto no balcão. 

Eu: você ainda me paga, Choi Nari!

[...]

Eu: vou ver o Hoseok amanhã.

Nari: é uma pena que eu não possa ir —se acomoda em meu colo.

Eu: por quê?

Nari: tenho prova de penal.

Eu: e por que não está estudando?

Nari: não quero te deixar sozinho o tempo todo —beija minha bochecha.

Eu: não me importo em ficar sozinho, mas vou me importar muito se você ficar de recuperação. 

Nari: certo. Vou pegar meus materiais.

Ela vai até seu quarto e volta com uma mochila com uns quatrocentos livros.

Eu: meu pai amado, a floresta amazônica inteira foi desmatada pra fazer esses livros, olha a espessura disso.

Nari: tenho que saber tudo isso pra prova de amanhã —sorri triste.

Eu: tive uma ideia.

Nari: lá vem...

Eu: eu fazer perguntas, e cada vez que você acertar eu te dou um beijo.

Nari: e se eu errar?

Eu: vai ganhar punição —sorrio maldoso.

Nari: tá bom, vamos lá —diz nervosa.

[...]

Nari: não vale, essa era muito difícil! —diz, indignada.

Eu: agora, como combinado, a punição —sorrio e a olho vitorioso.

Nari: o que você pretende fazer? —se levanta e dá uns passos pra trás.

Eu: você já vai ver, pra que a pressa?

Ela sai rindo e correndo para seu quarto. Saio atrás dela, entro em seu quarto antes que ela consiga fechar a porta.

Nari: o que você vai fazer?

Eu: você é boa em gírias?

Ela assente, confusa.

A empurro até suas costas baterem na parede, então chego perto de seu ouvido e sussurro:

Eu: vou te levar para Hong Kong —digo provocador, sorrio e beijo seu pescoço.




Notas Finais


eu estou totalmente, extremamente, unicamente, expressamente no chão com essas fotos que a big hit postou
*
gente, "te levar para Hong Kong" é uma gíria usada na coreia, o Yoongi até menciona essa gíria em 2 músicas, o significado é algo meio impuro sjsjsjsjsj é algo como levar ao "ponto alto" se é que vcs me entendem hahahah
AH NINGUÉM AQUI É INOCENTE É CLARO QUE VCS ENTENDERAM
*
até o próximo capítulo, beijos 💙🐝


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