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História A marinheira da Lua - Capítulo 8


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Notas do Autor


oiiiii
desculpem a demora, é que eu tava corrigindo uma fic minha ( Hurt) e me empolguei, mas ca estou eu, espero que gostem , até

Capítulo 8 - Excursão


O professor passou recolhendo as autorizações, e teve que rir, ao ver que KyungSoo não estava atrasado.

— Olha só, se eu soubesse que essa era a receita para ter na primeira aula, o ano inteiro seria em um sítio — riu animado

— Por mim, a resto do ano pode ser. — disse com graça

— Muito bem, quero foco hoje.

— Sim, senhor. — o homem seguiu pela fila pegando as autorizações.

— Então Soo, pronto para hoje? — Chan disse com um sorriso malicioso

— Ah? Claro, sempre quis conhecer uma fazenda, rio, e essas coisas.

— To falando do depois.

— Você quer parar de ser pervertido.

— Eu não disse nada, você que está pensando.

— Não tô não. — ficaram se empurrando na fila, e logo o professor estava irritado

— To mundo para dentro, antes que eu desista de sair com vocês. — os alunos entraram logo

 

 

A viagem de ida, levou pelo menos uma hora, e alguns alunos dormiram na viagem. Mas assim que o ônibus parou, um novo alvoroço começou. O sítio era muito bonito, e todos queriam tirar fotos.

— Pessoal, atenção! — o professor chamou — vamos passar pela pousada, vamos tomar café, deixar as mochilas, e seguir desbravar a natureza. — os alunos deram mais alguns gritos animados e seguiram para dentro da casa de campo

— Achei que íamos ganhar só o almoço — Chan disse animado

— Sim, o dia está sendo melhor que imaginamos, — Do concordou, mas assim que entraram na casa, um arrepio desceu pela sua espinha. Foi estranho, se lembrou das criaturas, sentia como se tivesse uma ali dentro. Porém a casa estava normal, uma senhora gorda e animada guiava os colegas para uma mesa enorme cheia de guloseimas

— Tudo bem Soo? — Chan o olhava curioso, ele tinha parado de andar.

— Não, tudo sim — riu — vamos comer — seguiram para a mesa. A mulher sorriu para eles

— Venham garotos, tem para todos. — ela seguiu falar com o professor, Do olhou novamente para ela, tinha algo estranho, ela tinha um colar com um pingente enorme, um cristal amarelado.

— Ei deixa um pouco para mim! — Park brigava com um colega por uma rosquinha estranha, mas no fim ficou sem. Do olhou para a mesa, tinham muitas coisas ali, mas não tinha vontade de comer, aquela sensação não passava.

— Não vai comer nada Soo?

— Não, eu comi cedo. — saiu da mesa, deixando a mochila junto com as dos colegas e seguiu para fora, sentir o ar fresco.

— Então, o que está achando? — o professor disse alto chamando sua atenção

— É muito bonito, tem muitos animais aqui?

— Não muitos, mas o suficiente para acompanharmos a vida silvestre.

— Que legal, quero ver o rio, deve ser muito bonito, já foi lá professor?

— Não, confesso que também estou louco para ver, bem, vamos ver se eles já terminaram a refeição — o homem entrou e o moreno ficou ali mais alguns instantes, até ouvir a voz do amigo, assustado

— Ahaaaaa!! — Do correu para porta, e todos os colegas estavam dormindo sobre a mesa, a senhora gorda não estava mais alí, apenas uma coisa gigantesca, que segurava o professor inconsciente entre suas mãos enormes, e uma luz amarelada saia da boca dele, direto para o cristal no peito da coisa.

— Que que é isso? — Kyung parou ao ver a cena, e Chanyeol correu para o seu lado

— Acho que precisamos de você.

— Mas eu não tenho mais a caneta, não posso fazer nada.

— E não tem um jeito de chamar as guerreiras.

— Elas não deixaram o número — resmungou

— Vai matar o nosso professor. Faz alguma coisa!

— O que Chan? O que eu posso fazer?

— Não sei, eu nunca fui herói, você já!

— Tá — olhou ao redor, tinha um enorme sofá cheio de almofadas, não eram armas, mas… — Chan as almofadas! — o maior pegou rápido duas, passando para ele. Do tacou na coisa, que largou de imediato o professor no chão. Soltando um som estranho.

— Vem me pegar! — correu para fora, e a coisa saiu atrás, Park correu no professor, ele estava respirando. Seguiu para porta, para ver o amigo correndo ao redor do ônibus.

— O que está fazendo? Tem que lutar com ele!

— Não me diga!? Porque todo mundo gosta de mandar em mim. — resmungou, e a coisa pulou na sua frente — coisa nojenta! — correu para o outro lado  — ai que inferno! — olhou a mangueira no quintal — Chan! Liga a mangueira!

— O que? 

— A droga da mangueira! — o castanho correu ligar a mangueira, mas a água começou a espirrar descontrolada, e ele não conseguia segurar, até que acabou molhando a coisa que se virou para ele

— Ahaaa! Qual é o seu plano? — disse com medo tentando espantar a coisa com a água, e ela deu mais um passo

— Era esse! — Kyung não soube de onde veio a coragem ou a força, quando correu em direção as costas da coisa, saltando e a derrubando no chão. Quando a criatura tombou ele estava sobre as suas costas socando irritado. 

— Urg! Coisa nojenta! — se levantou, deu mais um chute no monstro, que virou poeira sobre os seus pés, olhou para frente e Chanyeol estava de boca aberta, e olhos esbugalhados, a mangueira novamente tinha perdido o controle, e molhava tudo

— Chan? Você está bem?

— Vo-você… — apontou para o moreno, que se olhou, percebendo que estava com as roupas de marinheira

— Isso não é possível? — correu olhar no vidro do ônibus — quando aconteceu?

— Não sei, acho que quando você pulou, sei lá, estava assim. — algo brilhou no chão, e Do pegou era o cristal de antes. Balançou na mão.

— Eles estava sugando a energia de todos? — perguntou para si mesmo.

— Sim — uma voz fina soou atrás dele, que se virou rápido vendo mercúrio ali. Ela sorriu — bem vinda de volta marinheira.

— É… não, não sei se eu posso voltar… vocês…

— Ninguém pode fazer nada, a lua te escolheu. Destrua o cristal, e a energia vai voltar para eles.

— Está bem. — jogou no chão e pisou em cima quebrando, várias luzes saíram dali voltando para dentro da casa — Mercúrio, as outras guerreiras estão aqui?

— Estão por perto, sentimos a energia a princesa, estava muito forte, mas sumiu novamente. 

— Entendo, é… por favor não diga para elas, não quero atrapalhar.

— Por que não? — olhou confusa, Do apenas negou com a cabeça —  Tudo bem — sorriu seu sorriso gentil novamente — eu tenho que ir. — ela saltou rapidamente e sumiu pelo bosque.

— Soo… ela é linda — Chan estava parado ao seu lado babando.

— E legal, acho que a única — suspirou — bem, vamos voltar ‘ao normal’… — a última palavra tiniu em seus ouvidos, e sua roupa mudou novamente.

— Olha só, quem tem habilidade — Park riu — será que ainda tem comida?

— Verdade, porque você não dormiu?

— Fui no banheiro.

— Hm, vamos ver se o professor acorda né 

— Vamos lá — os dois entraram e começaram a acordar todos.

 

 


Notas Finais


dae????????????


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