História A Marota - Capítulo 5


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Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo Cinco - Sapo perdido, discussão e uniforme


Fanfic / Fanfiction A Marota - Capítulo 5 - Capítulo Cinco - Sapo perdido, discussão e uniforme


Eu e os meninos estávamos decidindo qual seria o nome do kneazle, até eu sugerir um nome insubstituível.

— Já que ele tem o pelo escuro, que tal Nox? — eles pareceram confusos. — Céus, o contra feitiço de Lumus.

— Ah! É um bom nome, combina com seu gato.

Kneazle.

Antes de Harry resmungar, alguém bateu na porta, logo entrando. Era um garoto de rosto redondo e choroso.

— Desculpem, mas vocês viram um sapo?

Acenamos negativamente com a cabeça em conjunto, e ele grunhiu, frustrado.

— Perdi ele! Está sempre fugindo de mim!

— Não se preocupe...

— Ele vai aparecer — Harry o consolou, e o garoto assentiu, saindo.

— Não sei por que ele está tão chateado — disse Rony. — Se eu trouxesse um sapo ia querer perder ele o mais depressa que pudesse. Mas, trouxe Perebas, por isso nem posso falar nada.

Observei o rato dormindo no colo de Rony, como Nox.

— Tentei mudar sua cor para amarelo, para deixá-lo mais interessante, mas não deu certo — ele lamentou, encarando o velho rato com desgosto.

Rony procurou em sua mala e tirou uma velha e gasta varinha, o núcleo brilhante de pêlo de unicórnio aparecia da ponta. Ele levantou-a, mas recuou quando alguém abriu a porta. Era o garoto de antes, mas acompanhado por uma garota com as vestimentas de Hogwarts.

— Ninguém viu um sapo? Neville perdeu o dele.

Sua voz era carregada de veemência em um tom responsável e mandão, seus castanhos cabelos eram bem cheios e seus dentes da frente um tanto grandes. Rony disse a ela que já havíamos falado que não vimos sapo algum, mas a garota encarava sua varinha.

— Você está fazendo mágica? Quero ver.

Pelo seu olhar, acabei supondo que ela nascera trouxa. — Hum... está bem — Rony diz, desconcertado.

— Sol margaridas, amarelo maduro, muda para amarelo esse rato velho e burro.

Ele agitou a varinha, mas nada aconteceu, o rato continuava a dormir.

— Você tem certeza de que esse feitiço está certo? Bem, não é muito bom, né? — ela perguntou, e acabei rindo. — Experimentei uns feitiços simples só para praticar e deram certo. Ninguém na família é bruxo, foi uma surpresa enorme quando recebi a carta, mas fiquei tão contente, é claro, quero dizer, é a melhor escola de bruxaria que existe, me disseram. Já sei de cor todos os livros que nos mandaram comprar, é claro, só espero que seja suficiente, aliás, sou Hermione Granger, e vocês quem são?

Ela falava rapidamente, como se fosse uma Sereiana que não precisava respirar.

— Sou Rony Weasley.

— Harry Potter.

— Polaris Black.

Ela assentiu. — Já sabem em que casa vão ficar? Andei perguntando e espero ficar na Grifinória, me parece a melhor, ouvi dizer que o próprio Dumbledore foi de lá, mas imagino que a Corvinal não seja muito ruim.. Em todo o caso, acho melhor irmos procurar o sapo de Neville. E é melhor vocês se trocarem, sabe, vamos chegar daqui a pouco.

E foi-se embora, levando Neville consigo.

— Espero que ela não caía na mesma Casa que eu — Rony resmungou.

— Seus irmãos são de que Casa? — Harry pede.

— Grifinória, meus pais eram da mesma casa. — A tristeza se aponderou em sua voz, e compartilhei do mesmo sentimento. — A Corvinal não é ruim também, só não quero cair na Sonserina.

— Por quê? — perguntei abruptamente.

— Todos os bruxos das trevas eram dessa Casa — ele resmunga. — É o que todos dizem.

Foi então que a porta da cabine foi aberta por Draco e suas sombras, Crabbe e Goyle.

— Você deveria saber que o maior bruxo de todos os tempos estava na Sonserina — ele diz, o encarando como Rony encara Perebas.

— Impossível — Rony resmunga e se senta corretamente, desafiando o platinado pelo olhar. — Dumbledore pertenceu à Grifinória.

— Estou falando de Merlin, seu idiota.

— Ele era o maior bruxo, agora quem ocupa o cargo é Dumbledore — Harry diz, com uma coragem que não sei de onde tirou.

— Por quê? Por ter derrotado Grindelwald? Francamente, aposto que vocês irão cair na Grifinória. A coragem e o bom senso tem uma linha tênue. Polaris tem senso e caíra em qualquer Casa que não seja a de Godric Gryffindor, um ladrão de espadas.

— E Salazar Slytherin era um cara bom, não era? Criando Basilíscos! — Rony retruca.

— Pelo menos ele tinha dinheiro, coisa que gentinha como os Weasley não têm.

— Repete isso! — Rony grita, se levantando assim como Harry.

— Ah, vocês vão brigar com a gente? — Draco os provoca, cruzando os braços.

— A não ser que você se retire agora — Harry diz.

— Mas não estamos com vontade de nos retirar, estamos, garotos? Já comemos toda a nossa comida e parece que vocês ainda têm alguma coisa.

Goyle fez menção de apanhar os sapos de chocolate ao lado de Rony, que deu um berro e um pulo para frente, mas antes que encostasse em Goyle, este soltou um berro que fazia parecer a voz de um Trasgo uma melodia cantada por um anjo.

O rato de Rony estava em seu dedo, seus dentinhos presos na junta do garoto. Goyle rodopiou até o rato bater na janela, e os três correram, por terem ouvido passos. Era Hermione.

— Que foi que aconteceu? — ela pediu, genuinamente curiosa.

Rony a ignorou, recolhendo o adormecido Perebas e me encarando. — Você conhece Malfoy?

— Ele é meu primo — eu disse, de cabeça erguida, e antes de ouvir sua resposta encarei Hermione. — O que podemos fazer por você? — perguntei, sorrindo.

— É melhor vocês se apressarem e trocarem de roupa. Acabei de ir lá na frente perguntar ao maquinista e ele me disse que estamos quase chegando. Vocês andaram brigando? Vão se meter em encrenca antes mesmo de chegarmos lá!

— Perebas arranjou encrenca, nós não — Rony diz, e Harry ri baixinho e acena positivamente com a cabeça.

Tive de ir ao banheiro enquanto eles se trocavam na cabine, e notei que estávamos bem próximos de Hogwarts. Saí vestida, e eu preciso lembrar a todos que odeio usar saias.

Eu olhava para o chão irritada por ter de usar saias, embora fosse customizar meu uniforme. Enviava pragas àquele que decidiu os uniformes femininos até ser interrompida por alguém se esbarrando em mim. Antes de cair no chão, esse alguém segurou meu pulso, me impedindo de colidir com os tapetes do corredor. 


— Confesso que foi de propósito, mas sua reação foi engraçada — Fred diz. Sei que foi ele pois é uma referência a como nos conhecemos.

— Ai de você se eu tivesse caído — reclamei, o fazendo rir.

— Por que estava irritada? — Jorge pergunta. Anotei mentalmente que Fred estava com as mangas enroladas acima de seus cotovelos.

— Odeio usar saia.

— Eu também — Jorge diz, e dei um riso fraco. — Nos vemos em Hogwarts!

Eles seguiram seu caminho, e eu segui o meu. Abri a porta da cabine, e logo uma voz ecoou pelo trem.

— Vamos chegar a Hogwarts dentro de cinco minutos. Por favor, deixem a bagagem no trem, ela será levada para a escola.

Senti meu estômago revirar e minhas mãos começaram a tremer. Rony estava pálido também, Harry nem tanto. E logo tivemos de atravessar o corredor repleto de bruxos. 



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