História A Máscara de Seth - Capítulo 32


Escrita por: e Rosenrot9

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Camus de Aquário, Geist de Serpente, Hades, Mu de Áries, Radamanthys de Wyvern, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem
Tags A Máscara, Afrodite, Aventura, Camus, Cavaleiros Do Zodiaco, Egito, Saga, Saint Seiya, Sangue, Seth, Shaka, Sobrenatural, Vampiro, Vampiro: A Máscara, Violencia, Yaoi
Visualizações 117
Palavras 1.558
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pronto. Agora sim a história chega ao fim.

Fiquem com os ultimos momentos de Seth e seu Sumo Sacerdote .

beijoooooooos

ps: capa by Rosenrot gostosa uahuahuaha

Capítulo 32 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction A Máscara de Seth - Capítulo 32 - Epílogo

O outono estava no fim.

Muitas coisas aconteceram na Sociedade vampírica desde a reunião do Conselho que elegera um novo presidente há cerca de dois meses, mas as maiores mudanças se deram no clã dos Seguidores de Seth.

Desde o retorno de Seth e Shaka ao seio das Serpentes estas se mostravam agora mais fiéis que nunca, ainda mais depois de Mu ter cumprido a promessa de fortalecer todos os membros que ainda não tinham bebido de seu sangue, um a um, através de um novo ritual do Sanguinem Mitto realizado do templo Egípcio erguido entre as ruínas do que outrora fora o lar da família de Mu.

Com sua fé e seus corpos revigorados por Seth agora os Seguidores se encontravam novamente neste Templo, porém para uma cerimônia diferente.

No trono de ouro ao centro do majestoso altar egípcio iluminado por centenas de velas e tochas fumegantes estava Seth, também conhecido através das Eras por Atum-Rá, Tem, Temu, Tum, Atem, o Mestre dos trovões, o Senhor da guerra e do Caos... Mu. Aquele cujo poder desordenado e sem controle ao fim contribuiu para o equilíbrio de uma sociedade de imortais que estava fadada à extinção.

Trajava vestes de linho e adornos que cabiam somente a sua exclusiva patente na Terra, o último Nut de sua linhagem, e o deus das Serpentes, mesmo que ainda fosse o deus de apenas uma ínfima parcela das criaturas que habitam o planeta azul. Na cabeça trazia uma máscara de ouro representada por um animal fantástico, semelhante a um marsupial, focinho pontudo, orelhas altas e retangulares. Em uma das mãos segurava um ankh, conhecida também como cruz ansata, o símbolo da vida, e na outra um báculo com a cabeça de uma serpente esculpida em ouro na parte superior.

Ali, no alto de toda sua imponência, Seth era a imagem e representação pura de soberania.

O vampiro mais poderoso da Terra.

Acima dele, somente o Universo, seus mistérios e segredos.

Mas Seth nada daquilo desejava. Nem poder, nem dominância. Depois de milênios dormindo, em um mausoléu úmido, escuro e esquecido no tempo, tudo que desejava era reaprender a ser feliz e dividir sua existência infinita ao lado de Shaka.

E era quase que em transe que o Nut olhava para seu companheiro naquela noite enquanto o via cumprir os ritos e pensava em tudo que fariam quando saíssem dali. Shaka estava deslumbrante!

De pé em frente ao trono, o líder dos Seguidores de Seth trajava uma simples túnica branca de tecido transparente. Esse era tão fino que se tornava capaz enxergar as tatuagens que tinha impressas nas costas e ombros, asas de águia. Adornada de asas esculpidas em puro ouro também era a coroa egípcia que ele tinha na cabeça.

Shaka queria voar para bem longe dali, desbravar o mundo e seus segredos, e ter Mu a seu lado nessa nova jornada.

Sua missão de encontrar Seth e trazê-lo de volta ao seio de seu clã havia sido cumprida, e após cruzar céu e terra por milênios nessa busca agora enfim tinha encontrado a paz. 

Aquele rito tinha um tom de despedida.

Não que Shaka, tampouco Mu, fossem abandonar o clã dos Seguidores, muito pelo contrário, todos ali estavam cientes de que agora, além de terem seu deus como guia e protetor também tinham Shaka, o escolhido de Seth, um semideus aos olhos das Serpentes, já que o consideravam tão divino e poderoso quanto o próprio deus do Caos.

Foi quando Shaka passou seu cetro para as mãos de Asmita e despiu-se do elmo maravilhoso adornado de asas de ouro o colocando na cabeça do sacerdote que todos ali se deram conta de que na vida dos imortais tudo também tem um começo, um meio e um fim.

A Era e o reinado de Shaka como sumo sacerdote dos Seguidores de Seth havia chegado ao fim. Ele deixava o posto para Asmita para se tornar apenas o companheiro de Seth... E por que não um deus também?

Enquanto os Seitas exaltavam a Seth e a Shaka com cânticos e demonstrações de júbilo, na plateia dois convidados especiais assistiam à cerimônia com olhos esgazeados, brilhantes de alegria.

— Será que agora quando eu estiver em um momento de aflição terei que orar a Shaka? — sussurrou Camus no ouvido de Afrodite, que deu uma risadinha — Ou quando não estiver conseguindo resolver uma equação química terei que dizer: Oh, grande Shaka, meu senhor e meu deus, me ajude a resolver essa merde! — caiu na risada imaginando tamanho absurdo.

— Como você é tonto, meu amor. — disse Afrodite aos risos — Shaka não é um deus. É só um vampiro muito poderoso. O mais dentre todos nós.

— Ah, muito bom ouvir isso de você! Ainda resta uma esperança para nós dois — brincou Camus.

— Mu que é. — sentenciou o Filho da Cacofonia, para surpresa e desalento do Cesarem.

— O que? Non pode estar falando sério. — disse Camus — Nós já discutimos tantas vezes sobre isso, mon amour. — de fato sempre se pegavam discutindo os conflitos que existiam entre fé e ciências, e ambos possuíam opiniões muito distintas — Mu non é um deus.

— Ora, claro que é! Mu é Seth, o Lambedor de pianistas indefesos. — disse Afrodite caindo na risada — Olha como ele está bonito. Está feliz! — quando percebeu que Mu olhava para eles ergueu o braço e acenou, recebendo uma piscadinha do Nut em resposta — Eu vi de perto as coisas que ele fez, Camus. Em todas as vezes que a morte me cercou foi Mu quem me trouxe de volta. Ele curou meus ferimentos, ele sanou minhas dores... E na noite em que achei que ia de fato morrer não lamentei por minha morte, mas por minha vida, por não ter tido a chance de ter mais tempo com você, de ter vivido o amor que sinto por você... então eu orei para Mu.

— Você nunca me disse isso. — disse Camus.

— Estou dizendo agora... Foi Mu quem impediu que eu morresse de imediato. Como acha que um jovem humano anêmico sobreviveu por tanto tempo com feridas tão profundas? O sangue dele corria dentro de mim, vivo como nunca, e tornou possível o abraço de Rugonis. Eu resisti graças a ele. — baixou os olhos e olhou para a pulseira que o Nut lhe presenteara na noite em que fora mandado para a casa de Camus, a qual nunca tirava do pulso — Foi Mu quem tornou tudo possível. 

Camus baixou a cabeça e deu um risinho.

Eram mesmo novos tempos! Quando imaginou que deuses ficariam no passado, que o mundo e a evolução do homem iria se dar mais ligeira que o próprio tempo, Mu surgia para lhes provar que a fé é atemporal.

Ao fim do ritual, Seth e Shaka se despediram de todos. Alguns lhes fizeram reverências e até lhes trouxeram oferendas, como foi o caso de Shun, e quando todos já seguiam para os pórticos de saída que davam para as galerias subterrâneas, ainda no altar Mu aproximou-se de Shaka e o tomando pela cintura num gesto brusco o puxou para a parte de trás do grande trono.

Ali, naquele pequeno cubículo, o Nut rapidamente retirou a máscara, empurrou o Setita contra a parede fria de pedra e tomou sua boca num beijo afoito e apaixonado. 

— Eu não suportava mais o desejo de te tocar... — Mu sussurrou entre arquejos enquanto corria as mãos pelas coxas de Shaka para agarrar o tecido da túnica e com pressa puxa-lo para cima — Quase perdi o controle por diversas vezes. — voltou a tomar-lhe a boca ardorosamente.

— Então o perca de vez, meu amado. — disse Shaka metendo os dedos entre os cabelos lavanda do companheiro para tombar sua cabeça para o lado e lamber de maneira lasciva e alucinada seu pescoço — Percamos os dois todo o controle!

***

Depois de se amarem no altar de Seth, ainda sujos de sangue Shaka e Mu se teleportaram para a parte de fora da Necrópole de Gizé, no cume de Quéops, a Grande Pirâmide. Faltava poucas horas para o amanhecer e ambos queriam desfrutar um pouco daquela incrível paisagem que unia passado e presente em um só cenário. 

— E pensar que quando governei essas terras esse solo era fértil, o Nilo era abundante e havia muito verde. — disse Mu, que abraçado a Shaka fitava a imensidão herma do deserto em contraste com as luzes coloridas e brilhantes que da Cidade do Cairo — Minha família já havia feito o projeto dessas pirâmides, mas sua construção foi adiada por inúmeras vezes. Tudo mudou tanto com o passar dos anos... — fez uma pausa e olhou para céu. Acima deles, majestoso no firmamento estava o Cinturão de Órion, então Mu sorriu — Delta Orionis, Epsilon Orionis e Zeta Orionis.

— Mintaka, Alnilan e Alnitak. — disse Shaka que contemplativo também olhava para os astros — Nem tudo é tocado pelo tempo.

— Tem razão. — Mu concordou, então baixou a cabeça e olhou para o rosto de Shaka, e por alguns segundos perdeu-se na imensidão daqueles olhos azuis — O nosso encontro estava profetizado. Nem o tempo foi capaz de impedi-lo.

— O meu amor por você, Mu, venceu o tempo. E assim será, cada vez mais forte e por toda a eternidade. — disse Shaka, selando suas palavras com um beijo terno nos lábios do Nut.

— Assim será! — Mu repetiu — Agora eu sinto que estou no lugar certo e no tempo certo, porque você está comigo. Meu eterno amor.


Notas Finais


Fim!

e obrigada aos bravos guerreiros que aqui chegaram!

Tumblr da Rosenrot
https://rosenrotstuff.tumblr.com/

Nosso grupo no face " Fics trio ternura" :
https://www.facebook.com/groups/1522231508090735/

Grupo do mushakismo, pra quem gosta de Mu e Shaka
https://www.facebook.com/groups/554678934699718/

Link no nyah ( imagens estão sem censura)
https://fanfiction.com.br/historia/682263/A_Mascara_de_Seth/


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