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História A Matadora de Deuses - Capítulo 3


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Capítulo 3 - A Floresta Amaldiçoada - Parte 1


            Com o grande caos que a floresta se transformou, uma comitiva de soldados foi enviada até a Cidade Prisão para tentar amenizar a onda de ataques, além de um grande número de suprimentos para manter todos vivos e ajudar os cidadãos presos dentro dos muros de Lumes. Em poucos dias os arredores transformaram-se em um verdadeiro cerco a floresta, cerca de 30mil soldados foram designados para essa tarefa. O Capitão Felix estava no meio do cerco e preparava sua tropa para adentrar à floresta, enquanto outros faziam suas rondas mantendo a segurança no entorno da cidade. Foram designados 3mil soldados a Felix para que possam encontrar a fonte da corrupção e eliminá-la. Após o incidente do Capitão com Agatha ele possuía esperanças de achá-la durante a incursão e faria questão de vende-la pessoalmente ao nobre mais podre da cidade.

            Era de manhã quando a tropa de Felix começou sua operação, conforme foram se aprofundando na floresta a luz do sol sumia e a escuridão tomava conta dos olhares de seus soldados que iluminavam o caminho com algumas tochas. O Capitão estava usando uma pedra mágica guia, que o levaria até a fonte de poder que provavelmente estaria causando a corrupção. A floresta extensa e densa dificultava o andar de seus soldados que utilizavam armaduras pesadas, espada na cintura, bestas nas costas e ainda carregavam suprimentos para a viagem, no ritmo em que se encontravam seriam dias até que pudessem resolver a situação. Como não sabiam discernir o dia da noite, Felix usava uma espécie de graveto que queimava durante 4 horas para manter seu senso de tempo.

            Não demorou muito para que houvessem problemas, conforme os dias passavam menos soldados restavam, logo no primeiro dia 500 baixas foram contabilizadas. Era noite quando a tropa foi atacada novamente, os soldados da ronda gritavam para acordar os demais, não parecia ser um ataque como os demais.

 

“Mais um ataque, que merda. Quanto mais andamos mais ataques e mais fortes os monstros ficam, e nem chegamos perto de encontrar a fonte do problema.” – Pensava o Capitão enquanto se equipava dentro de sua tenda.

 

- Muito bem soldados! não tenham medo, vamos aniquilar seja lá o que for como fizemos todas as outras vezes!           

 

            O Capitão e seus soldados estavam a postos, esperando o ataque inimigo, mas nada acontecia.

 

- O que está acontecendo? Cadê os monstros?

- Não saiam de formação

- Ahhhhh!

           

            Um dos soldados tem seu pé arrancado, outros são derrubados e têm seus peitos perfurados por adagas de ossos. O ataque não vinha de cima, de frente ou do lado, ele vinha de baixo. Um exército de esqueletos emergia do chão enquanto matava os soldados, a floresta não ajudava na estratégia de defesa, não havia espaço suficiente para que todos ficassem juntos, grupos de 100 a 150 soldados eram formados e lutavam cada um por si. Os esqueletos eram agressivos, violentos, transmitiam medo e desespero enquanto assassinavam, de forma bárbara, cada soldado. A tropa lutava contra inimigos fortes e de números equivalentes, uma verdadeira guerra dentro da floresta com o território a seu desfavor.

            Encurralados, a tropa sofre muitas baixas, uma atrás da outra, o único que conseguia, facilmente, destruir os esqueletos era Felix, mas sozinho era impossível derrotar a todos. Em um momento de difícil decisão, o Capitão resolve recuar, sem pestanejar os soldados que restaram começaram a correr, largaram armas, suprimentos, escudos, tudo que os deixassem lentos. Havia 3 dias que estavam dentro da floresta, contudo demoraram apenas um dia e meio para saírem de tamanho desespero.

            Ao retornar, Felix requereu uma reunião com os outros da alta cúpula do exército presentes na Cidade Prisão, para o dia seguinte. Ele precisava relatar o que havia acontecido e traçar novas estratégias para uma nova incursão na floresta, a reunião estava marcada para a noite. Começara a reunião, a mesa era extensa e retangular, feita de madeira nobre, em uma das pontas estava um dos Generais da Cidade, na outra, o segundo General presente, o salão era todo iluminado a velas nos cantos e em cima por dois belos lustres folhados a ouro, um dos presentes de um nobre pela bela jovem moça oferecida pela cidade. Espalhando-se pela mesa haviam cinco pessoas, Felix e mais outros 4 Capitães.

 

- Pensávamos que seria uma situação mais simples e que não seria necessária uma investida mais violenta e agressiva. Acontece que a floresta é muito densa e uma tropa com um número elevado não é a melhor forma para se lidar com o problema. - Relata Felix aos presentes

- Hahaha, você está tentando justificar seu fracasso colocando culpa na própria floresta? Que decepcionante Felixzinho. – Uma Capitã debocha de Felix enquanto ele tentava se manter calmo. – Vocês deveriam ter enviado a mim e minha irmã, seria muito mais fácil e rápido.

- Ora, não seja tal cruel assim Lilly, Felix já deve estar triste por ter pedido 2 mil de seus homens e agora deve recorrer a nossa ajuda. – Diz outra capitã, irmã de Lilly, que sentava ao seu lado com um sorriso no rosto.

- O que você encontrou dentro da floresta nesses dias, garoto? – Uma voz mais grossa e séria ecoa pelo salão, um dos Generais se pronunciava e todos os sorrisos e deboches sumiram instantaneamente.

- Senhor! A floresta é extremamente escura, não há como enxergarmos sem tochas ou algum tipo de magia, os monstros ficam cada vez mais fortes e espertos conforme entramos mais ao fundo do local. Nossa tropa foi atacada por um exército de esqueletos que emergiram do chão, extremamente poderosos e equipados, um verdadeiro exército. Não tive outra escolha a não ser poupar homens em uma retirada.

- O quão forte eram esses monstros perante a sua força? Você é um dos Capitães da cidade, não pode se dar ao luxo de ser derrotado facilmente por meros monstros. – Perguntou outro Capitão que sentava ao lado de Felix.

- De fato eles não eram poderosos comparados a mim, contudo eu não poderia utilizar toda a minha força sem que matasse meus soldados e diferente de você, Helrick, eu prezo pela vida de meus homens.

- Tsc, você é mesmo um fracote, se importando com vidas miseráveis e inferiores. – Helrick esboça um sorriso assustador, como se estivesse lembrando de momentos em que matava seus próprios homens por diversão.

- Muito bem, garoto, você falhou na missão em que foi lhe confiada, contudo, daremos outra chance para você e, dessa vez, você levará Hlerick, Lilly, Liliam e Zenor com você. Os cincos capitães devem ser o suficiente para resolver o problema e evitar outras baixas. Mas lembrem-se, se algum de vocês voltarem de lá sem completar a missão, estarão mortos assim que pisarem na região de Lumes.

 

            A energia do General era imensa e tenebrosa, um guerreiro altamente poderoso e pronto para matar, em segundos, qualquer um que ficasse em seu caminho e de seu Rei. Sem relutância todos os presentes concordaram com as palavras do General e se retiraram da mesa, a incursão seria logo pela manhã do dia seguinte. O outro grande oficial da mesa apenas ficou em silêncio, observando toda a situação.

 

FLORESTA AMALDIÇOADA

 

“Incrível como uma floresta foi corrompida em menos de um dia, até mesmo os maiores necromancers levariam dias para tal feito, parece obra do próprio Satã. Preciso resolver essa situação.”

            Um homem com um sobretudo azul escuro está dentro da floresta, cercado pelo mesmo exército de esqueletos que derrotou a tropa de Felix, a diferença é que os esqueletos estão todos mortos, bom, dessa vez realmente estão mortos, todos os dois mil esqueletos foram mortos em menos de alguns minutos de batalha. Ele não carregava nada aparente, nenhuma fonte de luz para iluminar o caminho, nenhum escudo em suas costas, nem mesmo suprimentos. Ele andou por mais algumas horas até encontrar uma caverna, a qual usou para descansar e continuar sua jornada no próximo dia.

 

“Estamos apenas algumas horas na floresta e já andamos mais que o dobro desde a última vez, realmente com menos pessoas é bem mais rápido.” ­– O grupo de capitães saiu bem cedo da Cidade Prisão para tentarem resolver o problema em um único dia.

- Ahn, achei que os monstros daqui fossem mais fortes, você mesmo disse isso Felix. – Reclama Helrick enquanto retira sua adaga do crânio de um lobo gigante.

- Não seja tão presunçoso, Helrick, realmente há uma grande energia na floresta, mas está tudo espalhado, não consigo identificar uma fonte precisa dessa aura.

- Hunmm, quando você fala é tão chato Zenor, você tem uma voz muito triste! Sorria mais! – Comenta Lilly enquanto dá um sorriso – Ei mana, por que não podemos simplesmente destruir toda a floresta? Seria mais fácil.

- Nossa missão é encontrar a fonte e destruí-la para trazermos novamente a floresta em seu estado natural. A floresta era um grande chamativo para os outros reinos, por isso temos que restaurá-la. Caso um de vocês resolvam causar danos excessivos terão problemas comigo.

 

            Após a ameaça de Felix todos os outros, com exceção de Zenor, dão risada como se suas palavras não passassem de meras brisas de verão. Os cincos Capitães andaram por mais algumas horas até encontrarem uma caverna, havia indícios de que alguém ou alguma coisa esteve por lá, algo com uma significativa quantidade de energia. Enquanto os cincos continuavam sua incursão, o outro homem que estava na mesma floresta havia encontrado algo peculiar.

             Depois de sair da caverna e andar por mais algumas horas, o homem misterioso chegou até um campo aberto, um campo grande e em formato circular, mais ao longe, no centro do círculo, havia uma árvore de dimensões gigantescas, não era possível nem ao menos enxergar o topo. Ao olhar atentamente para a base da árvore o Homem percebeu a presença de uma garota, a jovem estava ajoelhada de frente para o tronco como se estivesse rezando e pedindo por algo. Ele anda em direção a garota e um tremor se inicia. O chão começa a rachar em volta da árvore, um muro formado por suas raízes surge em volta virando um verdadeiro forte impenetrável.

O homem para de andar e procura por alguma abertura, algum lugar que pudesse escalar, alguma falha, contudo não encontra nada. Ele continua avançando e novas rachaduras aparecem, dessa vez as raízes saem da terra erguendo-se ao máximo caindo logo em seguida como uma verdadeira marreta dos Deuses em direção do desconhecido, ele consegue desviar pulando para o lado esquerdo, mas fica surpreso com tamanha força da raiz da árvore, com o seu impacto todo o chão foi destruído.

Ao mesmo tempo que ele está sendo atacado várias fumaças surgem do outro lado da árvore e junto vários sons relâmpagos

 

 

- Essa coisa é mesmo resistente, minha magia não está fazendo nenhum arranhão. – Reclama Lilly frustrada pelos seus atacas não surtirem efeitos.

- Deixe-me tentar irmã, talvez se eu congelar esses galhos, talvez você consiga quebra-los com seus raios.

 

            Liliam tira de seus bolsos duas pedras brancas que ficam flutuando em volta de seu corpo, ela respira fundo e solta um sopro gelado próximo ao muro que começa a congelar. Lilly aponta seu cajado para o muro congelado e um relâmpago cai dos céus atingindo-o diretamente, um buraco é feito na parte de cima, mas rapidamente ele é regenerado.

 

- Vamos precisar de um ataque poderoso, que faça um grande estrago. Vamos ter que unir nossas forças para criarmos uma entrada nesse muro. Acredito que apenas magia irá funcionar nessas condições atuais, Zenor e Helrick nos dê cobertura e não deixem essas raízes atrapalharem.

 

            Felix concentra uma grande quantidade de poder na ponta de sua espada, diferente da bola de fogo usada contra os Golens de Lama a energia está mais poderosa. Liliam fecha seus olhos e começa a proferir palavras mágicas, um triângulo de energia branco se forma em sua frente, no ar, apontado para o muro. Lilly apoia seu cajado no chão e também recita algumas palavras, o céu se fecha com nuvens escuras e carregadas de eletricidade. Os três lançam seus poderes juntos, concentrados apenas em um único local, Felix solta um cone de fogo que se mistura com o cone de gelo de Liliam. Apesar dos elementos serem distintos, ao se colidirem uma chama azul surge e atinge diretamente o muro e ao mesmo tempo uma chuva de relâmpagos rasga os céus com a força de um martelo moldando o ferro de uma espada. A estratégia funcionou, um enorme buraco é feito no muro, a regeneração não é rápida e forte o suficiente para fechar o espaço criado, eles conseguiram uma abertura por algum tempo.

 

- Agora podemos entrar. Hm, quem é aquele homem? – Lilly olha mais ao horizonte, mais ao lado de onde seu grupo está e um Homem misterioso aparece caminhando em direção a eles.

- Ora, ora, será que teremos alguma diversão por aqui? – Helrick se anima com o desconhecido e não se contém com um belo sorriso estampado na cara.

- Nós temos que nos preocupar com a missão, ele não parece ser uma ameaça.

- Eu cuido dele sozinho, vocês quatro podem ir fazer o que quiserem. – Helrick não contém seu instinto assassino e parte para cima do Homem.

- Eu vou ajudar Helrick. Felix, você e as irmãs continuam com a missão, logo nos juntaremos a vocês.

 

            Zenor e Helrick ficam frente a frente com o Homem impedindo sua passagem mais adiante. O desconhecido fica de cabeça baixa, com os olhos cobertos pela sombra do capuz. Em um avanço direto, Helrick ataca com suas duas adagas em mãos, a primeira com um golpe cruzado na altura dos peitos, que é desviado facilmente com um passo para trás, momento em que ele dá um giro em sentido horário e desfere um golpe na altura da cabeça, novamente desviado facilmente pelo inimigo ao abaixar-se sutilmente.

 

- Você é rápido, mas será que o suficiente?

 

            Antes que pudesse perceber, Zenor está atrás do adversário com seu machado de guerra em punhos e desfere um golpe na vertical que partiria qualquer coisa ao meio como se fosse uma folha de papel, dessa vez foi por pouco, o homem consegue desviar dando um passo para o lado, apenas alguns fios de cabelo são cortados, entretanto um chute inesperado de Helrick o atinge na região do tórax empurrando-o para trás.

            O Homem recompõe a postura, bate na roupa para tirar o pó e olha para cima, o céu continua fechado e com nuvens carregadas de energia. Ele olha para frente encarando ambos os adversários e tira seu sobretudo, sua forma física era impressionante, seus músculos eram robustos, sua altura de dois metros de altura amedrontaria muitos inimigos com facilidade, sem seu capuz protegendo seu rosto era possível ver seus olhos vermelhos brilhando na escuridão, seu cabelo branco era curto e arrepiado para trás.

 

- Hm, acho que agora ele vai brincar com a gente Zenor, as coisas vão começar a ficar interessante.

 

            O desconhecido possuía um colar com um pingente redondo verde em formato de fantasma, ele saca duas adagas que estavam presas em suas costas, as gira na mão para coloca-las em posição de ataque e desaparece.

 

- Ele é rápido!

- Cuidado Helrick!

 

            Ele ataque por cima, Helrick foi rápido o suficiente para tomar uma pose defensiva, contudo ele esperava um ataque direto, mas o homem resolve arremessar uma de suas adagas pegando-o de surpresa. A adaga passa raspando pelo rosto de Helrick que conseguiu desviar instintivamente, contudo o chute pega perfeitamente em seu rosto arremessando-o longe enquanto rolava no chão.

            Sem perder tempo ele dispara para cima de Zenor que revida com um ataque horizontal com seu marchado, mas o ataque é lento demais, o homem da um salto pousa em cima da lâmina do machado usa-a como impulso enterrando-a na terra e acerta uma joelhada na boca de Zenor que também sai rolando pelo chão.

 

- Mais que desgraçado, esse cara é forte.

- Eu acho que já ouvi falar desse cara, um monstro de dois metros de altura, com os olhos vermelhos que caça outros monstros. – Comenta Zenor enquanto se levanta do chão – Caso realmente seja ele, estamos ferrados.

 

            O homem se concentra e uma energia branca começa a sair de seu corpo e se acumula ao seu lado direito ganhando uma forma humanoide, agora a batalha está equiparada, um clone será o suficiente para lutar contra um dos adversários. Ansioso pela luta sua réplica parte para cima de Helrick, ele é cem porcento idêntico ao original, tamanho, cor dos olhos, cabelo, roupas e força. O clone começa a usar uma sequência de socos rápidos e fortes, acuado Helrick apenas tenta bloquear com seus braços na frente de seu rosto, a força é tanta que o empurra para trás a golpe defendido. Em uma tentativa de contra-ataque, Helrick abre sua guarda e agarra um dos braços do clone e revida com uma sequência de chutes na altura da costela, aparentemente não surte nenhum efeito, o clone segura com um dos braços sua perna e com o outro desfere uma cotovelada na sua coxa quebrando-a em vários pedaços.

            Enquanto Helrick estava ocupado contra o Clone, Zenor estava sendo pressionado pelo verdadeiro, além de estar sem seu machado ele não era capaz de acompanhar a velocidade dos golpes a luta estava se tornando um verdadeiro massacre.

 

- Qu-qual o seu nome? – Pergunta Zenor enquanto tenta se levantar

- Hm? Meu nome? Porque uma pessoa morta precisa saber do meu nome?

- Tsc – Zenor cospe o sangue sobressalente em sua boca – Você é mesmo muito forte, mas não pense que já acabamos.

Ele retira do seu bolso de trás uma pequena bolsinha de couro colocando próximo ao seu rosto. Zenor abre o pacotinho e inala um produto que estava dentro. Seus olhos começam a revirar, seus músculos começam a remexer e crescer constantemente, seus dedos ficam maiores, mais longos, barulhos de ossos quebrando e sendo recolocados no lugar, suas veias do pescoço saltam, de seus braços e pernas, todo o seu corpo fica mais forte, seus músculos ficam enrijecidos e saltados, era o corpo perfeito para um soldado, tão forte quanto um gigante, tão veloz como a água, impossível de ser derrotado.

 

            Dentro dos muros Felix, Lily e Liliam começam a contornar a árvore gigante procurando alguma fonte de energia, mas antes que pudessem encontra algo, a árvore começa a se repartir ao meio e se abrir como se fosse uma porta, de dentro dois cavaleiros feitos de troncos e galhos saem com suas lanças em uma das mãos e seus cascos grossos de árvores como escudo na outra.

 

- Olha que interessante, alguns monstrinhos para a nossa diversão

- Já estava na hora, não aguentava mais ficar parada mana – Comenta Lily com sua irmã com um leve sorriso.

 

            Os dois guerreiros se posicionam um ao lado do outro impedindo a passagem dos capitães, eles se posicionam em formação de combate, com a lança apoiada por cima do escudo com seus corpos curvados para frente e uma de suas pernas mais atrás formando um bloqueio. Porém antes que a batalha se iniciasse o tronco da árvore ainda permanecia aberto e uma energia se intensificava de dentro dela, sons de cascos batendo na terra maciça, passando por cima de galhos e folhas. Um enorme e magnífico cervo com os mesmos moldes dos guerreiros sai da árvore, seus belos chifres eram afiados como uma katana, sobre o animal estava um outro cavaleiro, diferente dos outros, mais robusto e estava diretamente conectado à sua montaria.

 

 “Esse vai dar trabalho...” - Pensa Felix

 

 

Continua...


Notas Finais


Eae galera, beleza? demorei mas está ai o outro capítulo. Resolvi dividir essa incursão na floresta em duas partes pq percebi que ia ficar muito grande. Não tive tempo de revisar esse capítulo, então pode ser que tenha alguns, vários erros, assim que eu revisar irei atualizar, inté a próxima e boa leitura a todos kk


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