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História A megera Domada (Sasuhina) - Capítulo 1



Notas do Autor


Olá, queridos leitores. Tudo bem com vocês?
É com muita alegria que trazemos a vocês nosso primeiro trabalho feito integralmente com o nosso bebê @Incentive_project.
Estamos nos baseando na novela "O cravo e a rosa" e um dos personagens da fic é baseado no personagem Félix, da novela "Amor à vida".
Bem, por hora é só.
Ótima leitura a todos 💜

Capítulo 1 - Prólogo


As escolhas mais difíceis requerem as vontades mais fortes.

Thanos (Vingadores - Guerra Infinita)

 

Hinata estava na França a cerca de três meses, chegara a Paris a pouco mais de 15 dias e já se sentia ambientada, afinal a cidade possuía o pé no feminismo que ela tanto se identificava. 

Fora a arquitetura, as obras de arte e todo o panorama histórico com o qual ela vinha tendo contato, a França tinha uma vida boêmia bem interessante aos olhos da garota de apenas 23 anos que, graças a sua emancipação, conhecia uma boa quantidade de lugares. O que dava base para sua opinião.

A morena de olhos perolados se divertia em uma roda de pessoas que admiravam uma violoncelista, que tocava em umas das praças da cidade, quando sentiu seu celular vibrar.

— Hana. — Sorriu ao ver o nome da irmã mais nova na tela do aparelho.

Hinata amava suas viagens, conhecer o mundo e seus lugares, culturas e pessoas diferentes, mas sentia uma imensa saudade de sua irmã caçula, Hanabi, que nunca podia acompanhá-la por suas andanças.

 

Hina, preciso da sua ajuda. O papai enlouqueceu! Volte logo.

 

Tais palavras não davam a Hinata muitas pistas sobre o que estava acontecendo, afinal quando o assunto era Hyuga Hiashi, um defensor ferrenho dos costumes e tradições, tudo poderia ser considerado uma loucura.

Com isso em mente, Hinata resolveu ligar para a irmã e buscar entender o que de fato acontecia. Se afastou do barulho da música que preenchia o local já com o celular ao pé do ouvido.

— Hina? — Ouviu a voz suave, porém tensa, de Hanabi.

— Oi Hana. Como você está? — perguntou, enquanto se sentava em um dos bancos de jardim dispostos pela praça.

— Eu estou furiosa. O papai enlouqueceu de vez! — A voz da mais nova foi se exaltando enquanto falava. Ela parecia um tanto desesperada.

— Certo, que o papai tem uns parafusos a menos eu já sei, mas me fala, o que ele aprontou dessa vez?

— Ele inventou de me casar!

— Ai Deus, de novo isso?

— É Hina, de novo, só que dessa vez ele já me arrumou um noivo e marcou um jantar aqui em casa daqui uma semana. — A garota estava exasperada.

— O que?! — Hinata se levanta num impulso. — Ele pirou de vez se acha que essa ideia estapafúrdia vai se realizar! Você sabe quem é esse tal noivo?

— Sei sim, é o Uchiha.

— Itachi?! Conversamos sempre e aquela víbora sequer tocou no assunto. Além do que, não há o menor sentido em vocês se casarem! — afirma Hinata, ciente de que o Uchiha mais velho não apenas gostava da mesma fruta que Hanabi, como também comia até o caroço se fosse possível.

— O Sasuke. — Hanabi falou melancólica.

— O QUÊ? Mas é nunca, que você se casará com aquele machista presunçoso; Nem sobre o meu cadáver! Avise ao papai que estou voltando hoje.

— Obrigada, Hina. — Hanabi sorria ao telefone.

— Se cuide enquanto isso, nos vemos em breve.

— Tudo bem. Beijo.

— Beijo.

Hinata desligou a ligação com a irmã e de imediato acessou um site de venda de passagens, já reservando lugar no vôo mais próximo para o Japão. Queria chegar em Tóquio o mais rápido possível, mesmo que isso significasse o fim do seu tour pela França, afinal “As escolhas mais difíceis requerem as vontades mais fortes.” e a sua vontade de proteger Hanabi era imensamente mais forte que seu desejo pelo mundo.

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Sasuke era a personificação da presunção. Estava muito satisfeito com o casamento que lhe fora arranjado com a filha de Hiashi Hyuuga, ainda mais por saber que sua futura esposa era uma jovem totalmente inexperiente com os assuntos da vida.

Estava se vangloriando disso ao irmão mais velho, Itachi, durante uma conversa enquanto bebia uma generosa dose de whisky.

— A proposta do velho Hiashi não poderia ter sido melhor! Me casar com a filhinha tonta dele e assim me tornar responsável por tudo que envolve a garota, incluindo as ações dela na empresa. Isso vai ser mamão com açúcar.

Itachi nada dizia, apenas escutava o irmão caçula falar. Sasuke sempre fora assim, se achava o senhor da razão e aí daquele que discordasse dele. Por muitas vezes Itachi desejou que alguém batesse de frente com o irmão e mostrasse que o mundo não girava em torno dele, mas já havia perdido as esperanças de que tal pessoa existisse.

Após algum tempo de uma longa conversa onde apenas Sasuke falava e ele escutava, seu telefone tocou e, mesmo sem ver de quem se tratava, agradeceu mentalmente por poder usar a chamada como desculpa para interromper o falatório egocêntrico do irmão. Pediu licença a Sasuke e atendeu, sorrindo ao ver de quem se tratava.

— Olá, docinho. Como está?

— Como estou? Com o humor de satã, Itachi. É assim que estou! Que história é essa de que o boçal do seu irmão vai se casar com a minha irmã? E como você pode se dizer meu amigo e não me falar nada sobre isso? — falava furiosa, quase aos gritos, fazendo até mesmo com que Itachi afastasse o aparelho da orelha.

— Calma docinho, por que jogar todas essas pedras em cima de mim? Eu sou frágil, sabia? E antes que diga mais alguma coisa, não disse nada porque eu soube da novidade apenas hoje, há poucos minutos, se quer saber. Acredite, estou tão surpreso quanto você.

— Surpresa? Eu estou furiosa! Mas pode ir dizendo ao xucro do seu irmão que eu não vou permitir que ele se case com a Hanabi de jeito nenhum, nem por cima do meu cadáver! Passar bem, Itachi! — avisa ao desligar.

O rapaz guarda o celular novamente em seu bolso e sorri de lado. Talvez seu sonho colorido de ver Sasuke finalmente descer do pedestal, que ele havia se auto colocado, estava prestes a acontecer.

Itachi então se dirige ao irmão, arqueando as sobrancelhas.

— Sabe tudo o que me disse até agora, irmãozinho lindo. Sobre todas as maravilhosas vantagens que seu casamento com a filha do senhor Hiashi irão lhe render? Devo lhe alertar que, talvez as coisas não sejam assim tão fáceis quanto pensa.

— Do que você está falando Itachi? — Sasuke pergunta, arqueando uma sobrancelha.

— Nada não, tolinho, é só uma impressão que eu tenho.

— Você é um cara estranho, Itachi — diz Sasuke, enquanto olhava o irmão, desconfiado. Itachi por sua vez sai da sala com um sorriso nos lábios, deixando um Sasuke pensativo para trás. 

— O que será que Itachi quis dizer com isso? Tsc! — murmurou consigo mesmo, sentindo um arrepio em sua coluna. — Santo Deus, o que foi isso? — disse se benzendo.

 


Notas Finais


Devido a correria do dia a dia, o que pode vir a atrasar as postagens, optamos por fazer as atualizações de forma irregular, podendo acontecer semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente.
Pra quem ainda não segue o projeto, bora lá! @Incentive_Projet
Beijos e até o próximo capítulo 😘


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