História A Meia Noite - Capítulo 8


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Categorias One Direction, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Simón, Zayn Malik
Tags Simbar
Visualizações 108
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo hoje tá grande ❤

Capítulo 8 - Da próxima pode ser seu sangue


Lígia Smith

Quando voltei a Buenos Aires, eu imaginava o que iria enfrentar, mas podem ter certeza que a história não vai se repetir, não sou mais uma adolescente ingênua de dezesseis anos, embora eu não fosse tão ingênua assim. Dar aula nunca foi meu sonho, mas foi a faculdade que eu consegui e desde estão ajudei muitos adolescente nas escolas que lecionei. 

Mas eu não esperava dar aula logo para Ámbar e para Simón, obviamente eles não me reconheceram, eram tão pequenos quando parti, mas eram as coisas mais fofas do mundo. Foi uma pena quando Simón se mudou, mas fico feliz que elee sua família tenham voltando. Fui embora de Buenos Aires ainda nova, tinha só dezoito anos, por mim eu teria ficado, mas não envolvia só a mim. 

As aulas terminaram e eu entreguei os papéis do contrato assinado na direção, eu decidi que ia sim continuar aqui por um tempo. Passei no meu mais novo apartamento e tomei um banho antes de ir para a minha antiga casa, tinha que resolver umas coisas, o mais rápido possível, troquei de roupa (1) e peguei minha moto. Cheguei até rápido na minha antiga casa, que agora pertence a minha irmã. Não apertei a campainha, só entrei e encontrei Marie limpando os móveis do corredor.

- Lígia. - Disse Marie parecendo surpresa. Ela é a empregada da casa desde meus onze anos. - A minha menina, como você está linda.

- Eu quero um abraço Marie. - Eu disse e ela me abraçou. - Não acredito que ainda trabalha aqui, deveria estar aposentada.

- Dona Silvana não faria isso e ela não está em casa. - Ela disse.

- Vou resolver isso, na verdade vou resolver muitas coisas. - Eu disse.

- Quer algo? - Ela perguntou.

- Uma taça de vinho. - Eu disse, fomos a cozinha e ela me serviu o vinho. - Vou esperar na sala.

- Nunca gostei dessas brigas de vocês. - Disse Marie.

- Marie, o Zayn me procurou? - Perguntei.

- Procurou. Na primeira semana eles disseram que você tinha ido fazer uma faculdade em outro país. Depois não sei o que disseram, mas Liam disse que ele não parou de te procurar pelo mundo. - Disse Marie.

- Mas não achou o país certo. - Eu disse. - Obrigada Marie.

Fui pra sala e fiquei em pé, a decoração da sala tinha mudado e muito. Diversas fotos preenchiam uma mesinha na sala. Em uma delas estava Ámbar sorrindo ao lado de Silvana. Ela cresceu tanto. Ouvi passos e presumi que fosse minha querida irmã, bebi um pouco do vinho.

- O que você faz aqui? - Perguntou Silvana.

- Sentiu saudades irmãnzinha, dessa vez você não vai se livrar de mim. - Eu disse segurando a taça de vinho com mais força e a quebrando. Uma mancha foi feita no tapete branco da sala. - Toma cuidado maninha, dá próxima pode ser seu sangue.

- Está me ameaçando? - Perguntou ela.

- O que você acha? - Perguntei dando um passo pra frente.

- Eu perdi tudo. - Eu disse. - Por sua culpa, mentiu para todos, muito baixo me colocar em um avião enquanto eu estava desmaiada e me levar para outro país, onde eu fiquei sem nada! Não foi fácil arrumar um emprego sendo estrangeira, por sorte consegui fazer faculdade, mas fui parada no aeroporto, adivinha? Eu estava sendo procurada, sendo que eu NÃO fiz nada, demorou mais alguns anos para eu sair de lá e então tive que dar aulas, juntar dinheiro pra conseguir voltar pra casa e me estabelecer, quinze anos, foram quinze anos longe de tudo. - Ela começava a se assustar. - Longe do Zayn e longe da minha...

- Eu fiz o melhor para a menina. - Ela me cortou. - Você era só uma adolescente, e aquele delinquente, o que ele sabia de crianças? Ele é envolvido com tudo de errado, ela não teria futuro.

- Ela teria crescido com os pais dela. - Eu disse e respirei fundo. - Onde está Ámbar?

- Já devia ter chegado. - Disse Silvana. - Não quero você aqui, vá embora.

- Essa casa também é minha! - Eu disse. - E vou consegui-lá de volta!

Saí daquela casa pisando fundo, eu teria tudo que era meu de volta. E nada vai me impedir disso. Coloquei o capacete e subi na moto. Fui direto pra casa. Assim que parei em frente do meu apartamento, meu coração acelerou, tirei o capacete e olhei diretamente nos olhos do moreno a minha frente.

- Não acreditei quando me contaram. - Ele disse. - Não me procurou.

- Achei que não queria me ver. - Eu disse.

- Eu sempre vou querer te ver. - Disse Zayn. 

- Vamos entrar. - Eu disse entrando na portaria e subindo as escadas até meu apartamento. Abri a porta e dei espaço para ele entrar.

- Só me diz que não foi embora porque quis. - Ele pediu.

- E não fui. - Eu disse. - Ela me colocou em um avião desmaiada e me mandou para outro país, quando tentei voltar fui presa e demorou para eu conseguir sair, mas agora estou aqui e vou conseguir tudo o que é meu por direito.

- Eu sei que vai. - Ele disse. - Eu vou te ajudar.

- Meu lugar ainda tá guardado? - Perguntei.

- Sempre esteve. - Ele disse me puxando pela cintura e me beijando de um jeito único, intenso e calmo, nossas bocas se encontravam como velhas conhecidas, nos separamos e eu o abracei, ele segurou com mais força e me girou.

- Nunca mais vou te perder. - Ele disse me dando um selinho. - Mas... não achei nossa filha, quando soube que ela tinha sido levada para um orfanato, a procurei em casa orfanato da Argentina, e em outros países.

- Como assim? - Perguntei sem entender.

Ámbar Smith 

Já no dia seguinte fui acordada com vários beijos em meu rosto. 

- Temos aula. - Ele disse - e sua mãe deve estar uma fera.

- Com certeza. - Eu disse. - Mas foi bom ficar com você aqui.

- Isso foi. - Ele disse. - Podemos fazer isso mais vezes, mas com nossos pais sabendo. Minha mãe não, quase nunca durmo em casa mesmo.

- E onde o senhor dorme posso saber? - Perguntei. - Espero que não seja na casa de nenhuma garota...

- Não é não minha ciumentinha. - Ele disse nos virando na cama e me deixando por cima dele.

- Temos mesmo que ir para a escola? - Perguntei enquanto ele acariciava minha pele por baixo da blusa.

- Temos. - Ele disse. - Não podemos faltar, é o último ano meu amor. 

- Eu sei. - Eu disse. - Mas não chegamos atrasados nenhum dia esse ano.

- E pra tudo tem uma primeira vez. - Ele disse e eu o beijei, ficamos muitos minutos assim, prolongando mais o nosso momento.


Notas Finais




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